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Anthropology as cosmopolitics globalizing anthropology today; Antropologia como cosmopolítica. Globalizando a antropologia hoje

Ribeiro, Gustavo Lins
Fonte: Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília Publicador: Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Há muito os antropólogos discutem a necessidade de estabelecer outros fluxos e trocas internacionais de conhecimento acadêmico. É preciso analisar, como se faz com qualquer pretensão globalizante, o acúmulo resultante deste debate, suas possibilidades e constrangimentos. As mudanças na antropologia global são aqui vistas em relação especialmente ao nível de integração nacional e à internacionalização hegemônica que criam limitações estruturais nas práticas dos antropólogos, a despeito de uma tendência universalisante típica da disciplina. A noção de cosmopolítica é usada para dar conta dos problemas inerente à integração pluralista da disciplina. A Rede de Antropologias do Mundo e o Conselho Mundial de Associações Antropológicas são apresentados como iniciativas destinadas a estimular o pluralismo na antropologia mundial. Alguns desafios para a concretização deste projeto são levantados. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT; For a few decades, anthropologists have been debating the need to establish other international flows and exchanges of scholarly knowledge. It is necessary to analyze, like we do with other globalizing pretensions, the knowledge already accumulated with this debate...

Antropologias mundiais : cosmopolíticas, poder e teoria em antropologia

Ribeiro, Gustavo Lins
Fonte: Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília Publicador: Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Este projeto faz parte de uma antropologia crítica da antropologia, uma perspectiva que descentraliza, re-historiciza, e pluraliza o que tem sido considerado “antropologia” até então. Ele questiona não só os conteúdos, mas também os termos e as condições dos encontros antropológicos. “Antropologias Mundiais” têm como objetivo a construção de um cânone policêntrico, que, de forma parecida ao multiculturalismo policêntrico (Shohat e Stam citado em Turner 1994), implica em uma reconceitualização dos relacionamentos entre comunidades antropológicas. A observação introdutória refere-se ao meu entendimento da antropologia como uma cosmopolítica. A noção de cosmopolítica procura prover uma perspectiva crítica e plural sobre as possibilidades de articulações supra e transnacionais. Ela é baseada, por um lado, nas evocações positivas associadas historicamente à noção de cosmopolitismo e, por outro lado, em análises nas quais assimetrias de poder são de fundamental importância (sobre cosmopolítica veja Cheah e Robbins 1998, e Ribeiro 2003).

Da antropologia à antropologia aplicada ou a afirmação da antropologia no Norte de Portugal

Pereiro, Xerardo
Fonte: CRIA - CENTRO EM REDE DE INVESTIGAÇÃO EM ANTROPOLOGIA Publicador: CRIA - CENTRO EM REDE DE INVESTIGAÇÃO EM ANTROPOLOGIA
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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A antropologia aplicada diferenciou a antropologia no Norte de Portugal desde os anos 1990. No artigo realizamos uma análise desse processo de diferenciação e afirmação na oferta educativa do ensino superior do Norte de Portugal.

O fantasma de Evans-Pritchard:diálogos da antropologia com a sua história

Rosa, Frederico Delgado
Fonte: CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia Publicador: CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/2011 POR
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Etnográfica, V. 15, N. 2, pp. 337-360.; Tomando como estudo de caso a monografia de Sharon Hutchinson sobre os nuer, o presente artigo explora os quiproquós do diálogo entre a antropologia contemporânea e os clássicos, procurando detetar certas genealogias invisíveis que remontam aos funcionalistas britânicos, e nomeadamente a Evans-Pritchard. Procede a um esbatimento de certas oposições explícitas entre o presente e o passado da antropologia, revelando que as noções clássicas perpassam de forma subterrânea o discurso daqueles que dizem rejeitá-las e que muitas das preocupações atuais já tinham expressão nas etnografias modernas. É demonstrado que as abordagens estáticas – como a de Evans-Pritchard – tinham uma componente histórica e que a antropologia social britânica teve as suas respostas teóricas e metodológicas para as transformações dos contextos africanos sob domínio colonial.

A Antropologia do desenvolvimento: é possível falar de uma subdisciplina verdadeira?

Schröder,Peter
Fonte: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP Publicador: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1997 PT
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Este artigo trata de um ramo da antropologia que cresceu consideravelmente nos últimos quinze anos. Desde o início dos anos 80, vários autores negaram, repetidas vezes, a existência de uma subdisciplina com esse nome, alegando a falta de teorias, métodos e assuntos específicos que podiam caraterizá-la. Até hoje, não se conseguiu encontrar uma resposta adequada a esta questão. Os atuantes (ou praticantes) deste ramo da antropologia aplicada, no entanto, não parecem se preocupar muito com isto: para eles, a antropologia do desenvolvimento é um conjunto de profissionais que fazem qualquer trabalho ligado às questões do "desenvolvimento". Nem por isso, nos últimos dez anos, a antropologia do desenvolvimento começou a se distinguir, progressivamente, dos outros domínios da disciplina pelo enfoque em temas científicos especiais e em certos tipos de trabalho prático.

Som e música. Questões de uma antropologia sonora

Pinto,Tiago de Oliveira
Fonte: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP Publicador: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
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46.62%
Este ensaio pretende esboçar, de forma introdutória, alguns campos de interesse da etnomusicologia, disciplina, que apesar de percebida durante longo tempo como de natureza híbrida -- ou seja, pertencente à musicologia quanto a seus conteúdos e à antropologia quando se trata de seus métodos de pesquisa -- cresceu consideravelmente nas últimas décadas levando à constituição de centros de estudos e de pesquisa nas principais universidades americanas e européias, firmando-se, cada vez mais, com expressão própria também no Brasil. Os comentários sobre o estudo dos instrumentos musicais ao final do texto servem de argumento às imagens que constituem o bloco temático do caderno de fotografias deste número da Revista de Antropologia.

O urbano em questão na antropologia: interfaces com a sociologia

Frúgoli Jr.,Heitor
Fonte: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP Publicador: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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O artigo aborda temas em torno da dimensão urbana na antropologia, explorando diálogos de fronteira entre tal disciplina e a sociologia em três momentos específicos: o primeiro sobre as décadas iniciais da Escola de Chicago, época de definição de uma pauta de pesquisas etnográficas sobre a cidade e a cultura urbana, com investigações pioneiras sobre a segregação socioespacial, com ênfase no conceito de gueto; no segundo, analisam-se interfaces entre a antropologia e a sociologia urbanas em São Paulo, nas décadas de 1970 e 1980, em torno do tema da periferia, com a produção de pesquisas marcadas pela polarização entre os conceitos de cultura e ideologia; finalmente, enfocam-se desafios contemporâneos à antropologia urbana, buscando-se retomar tópicos de um diálogo disciplinar que ocorre apenas implicitamente, bem como reaver o tema da periferia, tendo em vista fenômenos recentes que implicam tomá-la simultaneamente como espacialidade, processo e conjunto polifônico de representações nativas.

Antropologia visual, práticas antigas e novas perspectivas de investigação

Ribeiro,José da Silva
Fonte: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP Publicador: Departamento de Antropologia, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo - FFLCH/USP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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A antropologia visual nasceu em meados do século XIX com a "era da reprodutibilidade técnica" e da expansão industrial. Como se reformula hoje, na era da globalização e da transformação digital, essa disciplina ou convergência disciplinar? Voltada inicialmente para a documentação e preservação de práticas culturais ameaçadas, a antropologia de urgência, como se transformou ao longo do tempo em formas narrativas visuais, sonoras, audiovisuais e, mais recentemente, digitais? Orientada em primeiros passos para alimentar e enriquecer as coleções dos museus, como passa hoje por meio de múltiplas formas e suportes para o espaço público à procura de novos espectadores/atores (ou públicos)? Inicialmente instrumentação que pareceria garantir a objetividade, atribuindo-se-lhe o estatuto de tecnologia de pesquisa ou mesmo de auxiliar de pesquisa, como se confrontou com novos paradigmas epistemológicos ou se antecipou a eles? Voltada sobretudo para o registo das técnicas materiais e rituais e depois para as palavras e as sonoridades, como se orienta hoje no âmbito de novos objetos de estudo como a antropologia da arte, a antropologia do design, a cultura visual em contextos de processos acelerados de transformação social e cultural? Acrescentamos ainda mais duas perguntas às inquietações que nos fazem refletir sobre essa temática: como se repensa atualmente a antropologia visual no âmbito da antropologia? O que fazer com a antropologia visual hoje? Procuraremos traçar algumas formas de práticas antigas que adquirem nova e maior pertinência na era atual (trabalho com os arquivos...

A agência de Gell na antropologia da arte

Alves,Caleb Faria
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - IFCH-UFRGS Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - IFCH-UFRGS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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Ao delinear os parâmetros para uma antropologia da arte, o famigerado livro de Alfred Gell, Art and Agency, deixou de lado boa parte da antropologia, o que coloca algumas questões tão embaraçosas quanto pouco tratadas: pode-se fazer boa teoria sem contar com o acúmulo de conhecimento nessa área? Ou os temas recebem tratamento tão díspar que realmente não faz sentido falar mais em princípios teóricos comuns que podem e devem ser aplicados a qualquer objeto? O que perdemos com uma narrativa tão autocentrada? Partindo do pressuposto de que não é possível tratar teoria enquanto um conjunto de máximas que se somam ou se substituem, ou como um tabuleiro de peças que se acomodam umas às outras segundo sua validade isolada, este artigo procede a um exame da narrativa contida no livro de Gell, das articulações que realiza entre suas proposições. Examinarei, sobretudo, a leitura que faz dos autores que cita, como Peirce, Sally Price, e outros, e como os encaixa na sua argumentação. O objetivo desse exercício é evidenciar, para além de suas próprias definições, certas concepções sobre arte contidas na abordagem que Gell sugere e ampliar as referências para uma antropologia da arte.

A Performance da Etnografia como Método da Antropologia

Seiça Salgado, Ricardo; CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia
Fonte: Fundação Fernando Pessoa/Edições Universidade Fernando Pessoa Publicador: Fundação Fernando Pessoa/Edições Universidade Fernando Pessoa
Tipo: article; article; article; article; Revisão de Literatura Formato: application/pdf
Publicado em 19/11/2015 POR
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Pensamos a etnografia enquanto modo de ação e, na sua relação aberta e íntima com a teoria, também enquanto modo de expressão. A própria comparação deixa de estar na cultura para passar a estar na etnografia, no destino que o antropólogo dá aos dados etnográficos. A etnografia constitui-se como o modo epistemológico da antropologia. É justamente pela sua natureza que se percebe a relação entre a prática etnográfica e a teoria antropológica. Serve este artigo para dar conta do procedimento construtivista do conhecimento, de como ele emerge e se sedimenta por via da metodologia que afinal caracteriza a antropologia.

"É muito duro esse trabalho": Notas sobre um projeto de extensão em Antropologia

Fleischer, Soraya; Departamento de Antropologia / Universidade de Brasília; Rabello, Luiza; Universidade de Brasília; Alvarenga, Marcos; Universidade de Brasília; Batista, Monique; Universidade de Brasília; Almeida, Natharry; Universidade de Brasília
Fonte: ParticipAção; ParticipAção Publicador: ParticipAção; ParticipAção
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 22/09/2012 POR
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Este artigo tem por objetivo sistematizar uma experiência recente de extensão na área da saúde pública e da Antropologia na cidade da Ceilândia/DF. Reflexões sobre a relação entre a equipe de funcionários de um centro de saúde, seus problemas de saúde e de trabalho e a metodologia da Antropologia são a tônica do texto.

Antropólogas y feministas: apuntes acerca de las iniciadoras de la antropología feminista en México

Castañeda Salgado,Martha Patricia
Fonte: Cuadernos de antropología social Publicador: Cuadernos de antropología social
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 ES
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En este artículo se presentan los aportes de cuatro autoras cuyas obras fueron clave para la conformación de la antropología feminista en México, colocando sus investigaciones y publicaciones en dos contextos. El primero corresponde a la conformación de líneas de indagación interesadas en la situación de las mujeres dentro de la trayectoria larga de conformación de la antropología profesional en México, que comprende de inicios del siglo XX a la actualidad. El segundo se refiere a la incorporación de la teoría feminista y la perspectiva de género dentro de la antropología crítica a partir de la década de 1970. La propuesta central es que este proceso se puede analizar en términos de la creación y delimitación paulatina de una subcomunidad epistémica dentro de la antropología en el nivel internacional; subcomunidad de la que se identifican importantes influencias conceptuales y metodológicas en distintas áreas temáticas de la disciplina.

Lo propio y lo impropio: devenires de la antropología social mexicana contemporánea

Llanes Salazar,Rodrigo
Fonte: Nueva Antropología A.C. Publicador: Nueva Antropología A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 ES
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En este artículo se analiza cómo la antropología mexicana ha construido un "perfil propio" de acuerdo a su relación con el Estado, el nacionalismo, su vocación aplicada y los "paradigmas" indigenista y mesoamericanista, y cómo en años recientes dicho perfil se ha ido transformando en un contexto de crisis del Estado, del nacionalismo, de la academización de la disciplina y un giro epistemológico, teórico y metodológico hacia la descolonización del conocimiento. En este análisis diacrónico de la historia de la antropología social mexicana, el autor logra problematizar la reflexión en el escenario de emergencia de las antropologías del Sur, continuando con la discusión sobre el "derrumbe" de los paradigmas distintivos de la antropología mexicana, y por último sus más recientes devenires teóricos y sociales. Concluye con una reflexión en torno a algunos problemas teóricos y prácticos que enfrenta la disciplina en la actualidad.

La Antropología en Cuba

Korsbaek,Leif; Barrios Luna,Marcela
Fonte: Escuela Nacional de Antropología e Historia Publicador: Escuela Nacional de Antropología e Historia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 ES
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El texto presenta varios aspectos de las actividades antropológicas en Cuba, partiendo de la paradoja de que la antropología no existe formalmente ahí, pues no existe una carrera de esta disciplina pero sí una multitud de actividades que claramente pertenecen al universo y al horizonte de la antropología. Se presentan algunas de las raíces de la antropología en Cuba: sabios e investigadores de la medicina, la antropología física, la filosofía y el derecho, que al mismo tiempo han iniciado las actividades antropológicas y han dejado sus huellas en la actual situación de la antropología, tales como la existencia de una antropología física y una rica criminología, pero debido a la herencia soviética, existe la ausencia de una antropología social y cultural. En seguida se presentan las instituciones en las cuales se llevan a cabo las actividades antropológicas, las revistas académicas y políticas en las cuales se discute la disciplina -no obstante su inexistencia formal en la isla-, así como los museos de carácter antropológico. En las conclusiones se plantea, como punto de partida de una continuación del texto, la pregunta: ¿cuáles son los conocimientos que nos pueden proporcionar la etnografía (en sentido occidental) y la antropología social y cultural?...

¿Estudia el proceso salud-enfermedad la antropología cubana?

Beldarraín Chaple,Enrique
Fonte: Escuela Nacional de Antropología e Historia Publicador: Escuela Nacional de Antropología e Historia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 ES
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El proceso salud-enfermedad, en los últimos tiempos, ha sufrido modificaciones importantes, los diversos sistemas de salud han aceptado el papel de la cultura y la cosmovisión de cada comunidad en las definiciones de salud y enfermedad, así como en la forma de enfrentarse a los mismos. A su vez, los sistemas médicos oficiales se han permeado poco a poco de prácticas consideradas anteriormente como no formales, de la misma manera se incorporan cada vez más, a la práctica del médico, elementos de la herbolaria, terapia floral, etc. La evolución hacia los programas de promoción y prevención de salud han cambiado el enfoque tradicional de la medicina. A nivel de la comunidad se mantienen prácticas de sanación correspondientes a la medicina tradicional relacionadas o no con prácticas religiosas o tradiciones culturales transmitidas desde siglos anteriores. En este trabajo pretendemos lograr un acercamiento al desarrollo del estudio del proceso salud-enfermedad en Cuba, y si el mismo ha sido estudiado por la antropología local y el desarrollo que tiene en el país la antropología médica, su pasado y su presente. Para el desarrollo de este artículo utilizamos el método histórico para lograr una visión de lo que hasta ahora se incluye en el abordaje de la salud y la enfermedad. Asimismo...

Algunas reflexiones sobre el camino andado dentro de la antropología física

Herrera Bautista,Martha Rebeca; Molinar Palma,Patricia
Fonte: Escuela Nacional de Antropología e Historia Publicador: Escuela Nacional de Antropología e Historia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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En nuestra experiencia como alumnas, investigadoras y docentes en el ámbito de la antropología física, nos hemos enfrentado a nuevos tópicos tanto en la construcción de los objetos/ sujetos de investigación como al uso de metodologías que si bien no son tan nuevas dentro de la antropología, en la parcela disciplinar confrontan a la tradición científica hegemónica de corte cuantitativa, abriendo nuevos senderos de investigación para acceder a otras aristas de la complejidad bio-psico-emo-sociocultural desde los paradigmas cualitativos. El texto se desarrolla en dos momentos, en el primer apartado se relata la experiencia de una de las autoras en relación con el hacer y cómo hacer de la antropología física. En la segunda parte, se recobra la experiencia de quienes suscriben este relato, sobre todo en relación con seis ejes en el uso de metodologías cualitativas en campos del conocimiento antropofísico.

Sobre o lugar e os usos das imagens na antropologia: notas críticas em tempos de audiovisualização do mundo

Martins,Humberto
Fonte: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA Publicador: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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Neste artigo discuto o lugar e os usos das imagens na antropologia social. Identificando insuficiências nos diálogos entre antropólogos visuais e não visuais, apelo à intensificação do uso das imagens (audiovisuais) como ferramentas de investigação (metodologia) e de análise (teoria) na antropologia. Esta reivindicação faz reconhecer não só o facto de os objetos (sujeitos) de estudo da antropologia serem hoje mais visíveis e visualizáveis na forma como podem, devem e querem ser abordados (ligando a correntes teóricas, epistemológicas, políticas e ideológicas emergentes na disciplina), mas também uma atitude mais reflexiva da parte dos antropólogos nas suas investigações, servindo as imagens como reveladoras dos encontros entre observados e observadores e dos processos de construção negociada, continuada e circunstancial do conhecimento e das representações produzidas durante e após o trabalho de campo. O argumento tem em atenção, por um lado, a crescente acessibilidade e difusão dos meios e produtos audiovisuais e, por outro, a necessidade do seu maior reconhecimento para efeitos dos currículos académico-científicos dos antropólogos.

Na encruzilhada portuguesa: a antropologia contemporânea e a sua história

Viegas,Susana de Matos; Pina-Cabral,João de
Fonte: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA Publicador: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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No presente artigo, sugerimos uma leitura da formação da antropologia em ­Portugal que assume que a “construção da nação” e a “construção do império” nunca estiveram muito afastadas uma da outra e tenderam sempre a mesclar-se - em certos momentos de forma muito evidente, noutros de forma mais mediada. De facto, numa perspetiva mais ampla, entendemos a antropologia em Portugal como parte do que poderíamos denominar uma “quinta tradição” - isto é, uma história disciplinar abertamente cosmopolita, que se posiciona fora das quatro tradições imperiais da antropologia dos séculos XIX e XX (alemã, francesa, britânica e americana). Neste sentido, o cosmopolitismo não hegemónico dos cientistas sociais portugueses coloca-os numa posição semelhante à dos japoneses, indianos ou brasileiros. Em particular, o lugar de Portugal na encruzilhada das rotas euro-americanas de intercâmbio intelectual e das rotas do Atlântico Sul reafirma-se recorrentemente como marca central da forma como as ciências sociais portuguesas intervêm no debate científico global.

Da antropologia à antropologia aplicada ou a afirmação da disciplina no Norte de Portugal

Pereiro,Xerardo
Fonte: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA Publicador: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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A diferença entre antropólogos e outros profissionais da ciência está menos no seu objeto de estudo e método do que no seu lugar no processo económico de produção. A partir desta perspetiva - uma economia política da ciência - pretendo refletir sobre o processo de expansão e afirmação da antropologia (aplicada e implicada) no Norte de Portugal, desde finais da década de 1990. Para isso proponho uma reflexão sobre a minha própria experiência biográfica, abordando os casos da Universidade Fernando Pessoa (UFP) e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), numa ótica de análise da institucionalização da antropologia no Norte de Portugal, quanto à docência, investigação e intervenção. O texto ilustra como diferentes processos institucionais conduzem ao desenvolvimento de diferentes antropologias, a uma maior ou menor centralidade da sua oferta académica e a diferentes papéis sociais públicos.

O fantasma de Evans-Pritchard: diálogos da antropologia com a sua história

Rosa,Frederico Delgado
Fonte: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA Publicador: Centro em Rede de Investigação em Antropologia - CRIA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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Tomando como estudo de caso a monografia de Sharon Hutchinson sobre os nuer, o presente artigo explora os quiproquós do diálogo entre a antropologia contemporânea e os clássicos, procurando detetar certas genealogias invisíveis que remontam aos funcionalistas britânicos, e nomeadamente a Evans-Pritchard. Procede a um esbatimento de certas oposições explícitas entre o presente e o passado da antropologia, revelando que as noções clássicas perpassam de forma subterrânea o discurso daqueles que dizem rejeitá-las e que muitas das preocupações atuais já tinham expressão nas etnografias modernas. É demonstrado que as abordagens estáticas - como a de Evans-Pritchard - tinham uma componente histórica e que a antropologia social britânica teve as suas respostas teóricas e metodológicas para as transformações dos contextos africanos sob domínio colonial.