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O uso de antipsicóticos em pacientes com diagnóstico de demência; The use of antipsychotics in patients with dementia

FORLENZA, Orestes Vicente; CRETAZ, Eric; DINIZ, Breno Satler de Oliveira
Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP Publicador: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP
Tipo: Artigo de Revista Científica
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OBJETIVO: Revisar sistematicamente as evidências que sustentam o uso de antipsicóticos no tratamento dos sintomas comportamentais e psicológicos em pacientes com demência, assim como rever as controvérsias e desvantagens dessa prescrição, tendo em vista, por um lado, a elevada prevalência destas manifestações no curso clínico das demências e, por outro, a maior susceptibilidade do idoso aos eventos adversos desses medicamentos. MÉTODO: Revisão sistemática da literatura sobre o uso de antipsicóticos típicos e atípicos em pacientes portadores de síndromes demenciais. As bases de dados usadas para este fim foram o PubMed/Medline, Embase e SciELO. A busca por trabalhos se limitou aos anos de 1986 a 2007, selecionando-se ensaios clínicos randomizados e metanálises da literatura. RESULTADOS: Há evidências a partir de ensaios randomizados, duplamente encobertos, controlados por placebo, de que os antipsicóticos típicos e atípicos são eficazes no tratamento dos sintomas comportamentais que ocorrem nas síndromes demenciais, especialmente os quadros psicóticos e alterações do comportamento motor. Entretanto, o uso destas medicações está associado a eventos adversos importantes. Embora os antipsicóticos atípicos estejam menos associados aos efeitos colaterais extrapiramidais...

Uso de antipsicóticos e prevenção de re-hospitalizações em pacientes com esquizofrenia; Antipsychotics use and rehospitalization prevention in patients with schizophrenia

Castro, Ana Paula Werneck de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/09/2009 PT
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INTRODUÇÃO: Re-hospitalização é uma medida de desfecho reconhecida e utilizada em estudos para acessar prevenção de recaída que é considerada um dos principais indicadores de efetividade de um antipsicótico. Foi testada a hipótese que a clozapina seria superior aos demais antipsicóticos na prevenção de re-hospitalizações em pacientes com esquizofrenia que receberam alta do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo entre 1 de dezembro de 1997 e 31 de dezembro de 2004. MÉTODOS: Este foi um estudo observacional de coorte, retrospectivo, desenhado para avaliar o tempo de re-hospitalização de pacientes que receberam alta em uso de antipsicóticos convencionais ou antipsicóticos de segunda geração, exceto clozapina ou clozapina, por um período de três anos. A análise de sobrevivência foi estimada pela fórmula produtolimite de Kaplan-Meier. Foi utilizado o modelo de regressão de Cox para identificar fatores associados à re-hospitalização. RESULTADOS: Dos 464 pacientes com esquizofrenia que receberam alta no período do estudo, foram selecionados 242 pacientes. A re-hospitalização foi observada em 12 (17%) pacientes em uso de antipsicóticos convencionais...

Eficácia de antipsicóticos atípicos comparados à clozapina em pacientes com esquizofrenia refratária: revisão sistemática e metanálise; Efficacy of atypical antipsychotics versus clozapine in patients with refractory schizophrenia: systematic review and meta-analysis

Souza, Juliano dos Santos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/10/2010 PT
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INTRODUÇÃO: Considera-se a clozapina como padrão-ouro para o tratamento de pacientes com esquizofrenia refratária, com base principalmente em sua eficácia comprovadamente superior em relação aos antipsicóticos típicos. No entanto, os dados acerca do uso de outros antipsicóticos atípicos ainda são escassos ou divergentes. Tendo em vista que o uso de clozapina está associado a várias limitações, existe uma necessidade não atendida de alternativas terapêuticas eficazes e seguras para a esquizofrenia refratária. MÉTODOS: Foi realizada uma revisão sistemática de estudos controlados e randomizados (ECRs), comparando clozapina aos outros antipsicóticos atípicos, em pacientes com esquizofrenia refratária. Foram realizadas metanálises avaliando a eficácia das intervenções, medida por meio de escalas de avaliação de sintomas psicóticos. A resposta ao tratamento foi medida por meio da porcentagem de respondedores ou pela mudança média ou valores finais dos escores das escalas. Quando possível, foram realizadas metanálises da comparação entre clozapina e outro antipsicótico atípico específico. Os tamanhos de efeito foram dados pelo risco relativo (RR) ou pela diferença entre médias (DM), ponderada ou padronizada...

Estudos farmacogenéticos da resposta ao tratamento com antipsicóticos em esquizofrênicos

Kohlrausch, Fabiana Barzotti
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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A farmacogenética busca entender a base hereditária da variabilidade da resposta e dos efeitos adversos dos agentes farmacológicos entre os indivíduos. Os medicamentos antipsicóticos são utilizados em tratamentos bastante efetivos para a esquizofrenia, mas seu uso apresenta complicações por diversos fatores. Embora boa parte dos pacientes responda às terapias com antipsicóticos, 20-40% mostram resposta inadequada, e o custo de cada tentativa de medicação não-efetiva para os pacientes pode levar a semanas de permanência da doença, ocorrência de efeitos adversos potenciais e não-aderência ao tratamento. Este estudo tem como objetivo identificar genes que podem potencialmente influenciar a resposta ao tratamento com antipsicóticos em pacientes esquizofrênicos. Essa abordagem envolveu genes que determinam aspectos farmacocinéticos (enzimas metabolizadoras de fármacos: CYP2D6, CYP3A4 e CYP3A5) e farmacodinâmicos (receptores: DRD2, DRD3, DRD4, HTR2A, HTR2C e HTR1B, transportadores de neurotransmissores: SLC6A3, SLC6A4, e outros genes relacionados: COMT, MAOA, BDNF e GNB3) potencialmente envolvidos na eficácia do tratamento. No presente trabalho foram estudados 208 pacientes esquizofrênicos, sendo 135 refratários aos neurolépticos e 121 em tratamento com clozapina. Os polimorfismos investigados foram estudados por métodos baseados na Reação em Cadeia da Polimerase (PCR)...

Increased dyslipidemia in schizophrenic outpatients using new generation antipsychotics; Dislipidemia aumentada em pacientes esquizofrênicos ambulatoriais em uso de antipsicóticos de nova geração

Azevedo, Carmen Lúcia Leitão; Guimarães, Lísia Rejane; Abreu, Martha Guerra Belmonte de; Gama, Clarissa Severino; Lobato, Maria Inês Rodrigues; Belmonte-de-Abreu, Paulo Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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Objetivo: Antipsicóticos de primeira e de segunda geração estão implicados em alterações metabólicas. Foi elaborado este estudo transversal para verificar se os antipsicóticos de segunda geração estavam associados a maiores níveis de glicose e lipídeos, independente de idade e sexo, em pacientes atendidos no Programa de Esquizofrenia e Demência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Método: Foram obtidos colesterol e frações, glicose e triglicerídeos séricos, e medidas antropométricas em 124 pacientes esquizofrênicos, encaminhados consecutivamente, diagnosticados pelo DSM-IV e CID-10 pelo sistema Operational Criteria Checklist for Psychotic Disorders, e em uso do mesmo antipsicótico por, no mínimo, nove semanas. Resultados: A maioria dos pacientes apresentou IMC elevado (76,6%) e dislipidemia (84,7%). Os usuários de clozapina apresentaram níveis de colesterol-HDL mais baixos que os de antipsicóticos de primeira geração. O índice de massa corporal elevado (p = 0,033; OR = 3,3; IC95% = 1,1-9,8) e antipsicóticos de segunda geração (p = 0,021; OR = 3,5; IC95% = 1,1-11,2) mostraram efeito significante, ajustado para idade e sexo, na regressão logística para dislipidemia, e efeito significativo de idade para hiperglicemia (p = 0...

Efeito de antipsicóticos típicos e atípicos sobre o déficit de interação social induzido por mk801

Menezes, Camila Braz
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Aproximadamente 60 anos após a introdução do primeiro antipsicótico na terapia psiquiátrica, ainda se questiona a efetividade dos antipsicóticos quanto a sintomas positivos, negativos e cognitivos em esquizofrenia. Os medicamentos usados no tratamento da esquizofrenia são classificados em típicos e atípicos; os atípicos são marcadamente mais caros, mas argumentase que o custo se justifica pelo melhor manejo dos sintomas negativos, melhora na qualidade de vida e é recuperado em parte pela redução na freqüência de internações. No entanto, resultados de estudos clínicos são controversos quanto às alegadas vantagens dos atípicos e dados pré-clínicos são escassos. O modelo de déficit de interação social (DIS) em roedores induzido por antagonistas de receptores NMDA tem validade de face para sintomas negativos da esquizofrenia. Objetivo: Comparar o efeito de antipsicóticos típicos e atípicos (e estes entre si) sobre o DIS induzido por MK801 em camundongos. Método: Foram usados camundongos albinos CF1, machos, com 60 dias. Para avaliação da atividade locomotora (n=10-11) foram usadas caixas de locomoção em que o número de cruzamentos foi registrado. Os animais foram mantidos em ciclo reverso de luz por 2 semanas; 48 e 24 h antes do teste...

Efeito de antipsicóticos típicos e atípicos sobre déficit de memória de trabalho induzido por MK801 em tarefa de esquiva inibitória

Bessa, Marília Mota
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Comprometimento da memória de trabalho é uma das alterações cognitivas mais relevantes no cotidiano do paciente esquizofrênico. A melhora cognitiva ainda é questionável, mesmo com uso de antipsicóticos, uma vez que resultados de ensaios clínicos são controversos e estudos pré-clínicos escassos. O objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito de antipsicóticos típicos e atípicos na memória de trabalho e no déficit de memória de trabalho induzido por MK801 em camundongos. Para avaliar a memória de trabalho, bem como o seu déficit, usou-se o paradigma de esquiva inibitória, com intervalo de 10 segundos entre treino e teste e choque de 3 mA por 5 segundos. Somente doses de antipsicóticos que não alteraram a atividade locomotora foram utilizadas nos ensaios de memória. Todos os animais tratados com antipsicóticos apresentaram latência de teste significativamente maior que do treino (p<0,05) com exceção de clozapina (p>0,05). Apenas sulpirida e risperidona foram eficazes (p<0,05) quanto à prevenção de déficit induzido por MK801. Os dados sugerem que apenas sulpirida e risperidona apresentam efeito benéfico sobre o déficit de memória de trabalho induzido por antagonista de NMDA em camundongos. Clozapina, além de não prevenir esse déficit...

Estudo de custo-utilidade dos antipsicóticos haloperidol, risperidona e olanzapina para o tratamento da esquizofrenia sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, 2006

Lindner, Leandro Mendonça
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 170 p.| grafs., tabs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Farmácia.; A terapia farmacológica é considerada fundamental no manejo de pacientes portadores de esquizofrenia, contudo, os desfechos e os custos associados aos antipsicóticos, ainda são motivo de controvérsia no estabelecimento de protocolos de tratamento em diversos países. Objetivos: Comparar as relações de custo-utilidade dos antipsicóticos haloperidol, risperidona e olanzapina no tratamento de pacientes com esquizofrenia crônica atendidos ambulatorialmente em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Santa Catarina (SC) Brasil. Métodos: Foi realizado um levantamento em prontuários de pacientes atendidos no CAPS II Policlínica Central de Florianópolis SC para caracterizar o perfil dos pacientes usuários do CAPS e de seus tratamentos farmacológicos. Foi construído um modelo de análise de decisão de três meses e um modelo de Markov de cinco anos, para avaliar os custos diretos e os resultados associados aos antipsicóticos. Os custos foram avaliados desde a perspectiva do SUS/SC. As utilidades, medidas em Anos de Vida Ajustados pela Qualidade (AVAQ) obtidos na literatura. Resultados: Os resultados do modelo de árvore de decisão sugerem que entre os antipsicóticos avaliados...

Novos antipsicóticos para o tratamento da esquizofrenia

Elkis,Hélio; Louzã,Mário Rodrigues
Fonte: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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CONTEXTO: Os antipsicóticos de segunda geração representam o grande avanço na terapêutica da esquizofrenia das últimas décadas, porém nos últimos anos foram sintetizados novos antipsicóticos que estão abrindo maiores perspectivas no campo do tratamento da esquizofrenia. Alguns desses medicamentos já foram lançados, enquanto outros estão em fase de testes. OBJETIVO: Apresentar uma síntese do conhecimento dos novos antipsicóticos de segunda geração. MÉTODOS: Busca por meio do PubMed e literatura específica fornecida pelos fabricantes dos medicamentos. RESULTADOS E CONCLUSÕES: São apresentadas as principais características farmacológicas, de eficácia, segurança e tolerabilidade dos seguintes antipsicóticos: Asenapina, ACP-103, Bifeprunox, Paliperidona, Risperidona de Ação Prolongada e Sertindol.

Sobrepeso e obesidade em pacientes esquizofrênicos em uso de clozapina comparado com o uso de outros antipsicóticos

Leitão-Azevedo,Carmen Lúcia; Abreu,Martha Guerra Belmonte de; Guimarães,Lísia Rejane; Moreno,Dolores; Lobato,Maria Inês; Gama,Clarissa Severino; Belmonte-de-Abreu,Paulo Silva
Fonte: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul Publicador: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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INTRODUÇÃO: O uso de antipsicóticos tem sido fundamental no tratamento de portadores de esquizofrenia. Entretanto, tanto a clozapina quanto a maior parte dos antipsicóticos atípicos podem induzir um maior ganho de peso corporal e alterações metabólicas. OBJETIVO: Comparar a freqüência de sobrepeso e obesidade em pacientes esquizofrênicos expostos à clozapina com a dos expostos a demais antipsicóticos. MÉTODO: Foram estudados 121 pacientes esquizofrênicos, com idade de 18 anos ou mais, de ambos os sexos, atendidos no Ambulatório de Esquizofrenia e Demências do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, encaminhados de forma consecutiva. Foram avaliadas medidas antropométricas de 53 pacientes em uso de clozapina e de 68 usando outros antipsicóticos, e todos preencheram os critérios diagnósticos de esquizofrenia do DSM-IV e CID-10. RESULTADOS: Não houve diferença significativa na freqüência do IMC entre os esquizofrênicos em uso de clozapina, quando comparado com o dos que usam os demais antipsicóticos. As análises mostraram uma elevada prevalência de pacientes (72,7%) com excesso de peso (sobrepeso + obesidade). DISCUSSÃO: Devido à maior freqüência de excesso de peso na população esquizofrênica, pode-se evidenciar na amostra um indicativo de maior risco para transtornos vasculares e metabólicos. A ausência de diferença significativa em relação ao uso de clozapina...

Efeitos adversos metabólicos de antipsicóticos e estabilizadores de humor

Teixeira,Paulo José Ribeiro; Rocha,Fábio Lopes
Fonte: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul Publicador: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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INTRODUÇÃO: Um aumento na incidência de obesidade e diabetes melito entre pacientes psiquiátricos foi observado ainda na década de 60, como resultado indesejável do uso de antipsicóticos. Nos anos 80 e 90, a reabilitação da clozapina, a síntese dos demais antipsicóticos atípicos e a disseminação do uso do lítio e do ácido valpróico chamaram novamente a atenção para os efeitos metabólicos desses medicamentos. Este estudo tem por objetivo revisar a literatura médica a respeito dos efeitos adversos metabólicos associados ao uso de antipsicóticos e estabilizadores de humor. MÉTODO: Foi realizada uma extensa pesquisa nas bases de dados MEDLINE e LILACS até outubro de 2005. CONCLUSÃO: Os efeitos adversos metabólicos permanecem como problemas importantes da psicofarmacologia. Ganho de peso clinicamente relevante ocorre com freqüência em pacientes em uso de antipsicóticos e estabilizadores de humor, principalmente naqueles em uso de clozapina, olanzapina, lítio e ácido valpróico. A clozapina e a olanzapina associam-se também a uma maior incidência de diabetes melito e dislipidemias, seja devido ao ganho de peso, seja por ação deletéria direta sobre o metabolismo da glicose. A incidência de obesidade e outros distúrbios metabólicos é menor com a risperidona...

O uso de antipsicóticos em pacientes com diagnóstico de demência

Forlenza,Orestes Vicente; Cretaz,Eric; Diniz,Breno Satler de Oliveira
Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP Publicador: Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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37.71%
OBJETIVO: Revisar sistematicamente as evidências que sustentam o uso de antipsicóticos no tratamento dos sintomas comportamentais e psicológicos em pacientes com demência, assim como rever as controvérsias e desvantagens dessa prescrição, tendo em vista, por um lado, a elevada prevalência destas manifestações no curso clínico das demências e, por outro, a maior susceptibilidade do idoso aos eventos adversos desses medicamentos. MÉTODO: Revisão sistemática da literatura sobre o uso de antipsicóticos típicos e atípicos em pacientes portadores de síndromes demenciais. As bases de dados usadas para este fim foram o PubMed/Medline, Embase e SciELO. A busca por trabalhos se limitou aos anos de 1986 a 2007, selecionando-se ensaios clínicos randomizados e metanálises da literatura. RESULTADOS: Há evidências a partir de ensaios randomizados, duplamente encobertos, controlados por placebo, de que os antipsicóticos típicos e atípicos são eficazes no tratamento dos sintomas comportamentais que ocorrem nas síndromes demenciais, especialmente os quadros psicóticos e alterações do comportamento motor. Entretanto, o uso destas medicações está associado a eventos adversos importantes. Embora os antipsicóticos atípicos estejam menos associados aos efeitos colaterais extrapiramidais...

Seguridad de los antipsicoticos en embarazo en pacientes con psicosis. Revisión sistemática

Pérez Camacho, Angélica Maria
Fonte: Facultad de Medicina Publicador: Facultad de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 18/01/2013 SPA
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Enfermedades mentales de tipo psicótico en gestantes se han asociado con mayor número de resultados negativos. Los síntomas psicóticos durante el embarazo se presentan aproximadamente 7.1 por 100.000 casos. Dentro de las consecuencias se incluye mayor riesgo de parto pretérmino, bajo peso al nacer, alteraciones placentarias, malformaciones congénitas de predominio cardiovascular y mayor tasa de muertes perinatales. Como abordaje terapéutico son frecuentes los antipsicóticos de primera generación, aceptados como seguros pero en menor grado se han considerados los antipsicóticos de segunda generación pues ha sido escasamente evaluada su seguridad durante la gestación. Aún existe controversia sobre los potenciales efectos secundarios de algunos antipsicóticos dado los resultados contradictorios. Métodos: Revisión sistemática de la literatura de artículos que proporcionaron mejor evidencia para determinar cuáles antipsicóticos de elección durante la gestación en pacientes con esquizofrenia de acuerdo a su perfil de seguridad. Se evaluó calidad metodológica reconociendo particularidades y resultados de los estudios incluidos. Resultados: De 39 estudios seleccionados, cinco fueron incluidos en esta revisión, clasificándose como nivel de evidencia IIa y evaluados según su calidad metodológica con escala NOS. Se evaluó paso placentario de antipsicóticos...

Avaliação do potencial neuroprotetor de fármacos antipsicóticos em alterações bioquímicas, moleculares e comportamentais induzidas por antagonista de receptor NMDA (MK-801) em peixe zebra (Danio rerio)

Bender, Kelly Juliana Seibt
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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A esquizofrenia é uma doença mental grave caracterizada por sintomas positivos, negativos e déficits cognitivos que ainda é pouco compreendida. A redução da neurotransmissão glutamatérgica por antagonistas dos receptores NMDA mimetiza os sintomas da esquizofrenia. Muitos modelos animais têm mostrado sua importância para o estudo dessa doença, e o peixe-zebra tem sido proposto como um modelo promissor para estudar os efeitos in vivo de várias drogas e descobrir novos alvos farmacológicos. Neste estudo caracterizamos a síndrome comportamental produzida pela exposição ao antagonista do receptor NMDA, MK-801, no peixe zebra, e investigamos a capacidade dos fármacos antipsicóticos em reverter estes sintomas. MK-801 (20 μM) aumentou o comportamento locomotor que foi medido pelo número de linhas cruzadas, a distância percorrida e a velocidade média no aquário teste, após 15, 30 e 60 min de exposição. Os antipsicóticos sulpirida, olanzapina e haloperidol reverteram as alterações locomotoras induzidas pelo MK-801 em todos os parâmetros testados, e em doses que administrado isoladamente não tiveram efeito sobre a atividade locomotora. Modelos de interação social e déficits cognitivos em animais pode ser de grande utilidade para o desenvolvimento de novos tratamentos para os sintomas negativos e cognitivos da esquizofrenia. Os resultados mostraram que o MK-801 (5 μM) administrado antes do treino impediu a formação da memória...

Utilização de antipsicóticos na Síndrome Neuroléptica Maligna

Feltrin, Rosangela
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Monografia de Curso de Pós-graduação Lato Sensu
PT_BR
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Monografia apresentada ao Setor de Pós-graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense-UNESC, para a obtenção do título de especialista em Farmacologia.; Síndrome Neuroléptica Maligna (SMN) é uma emergência neurológica relacionada a utilização de antipsicóticos. O presente trabalho tem objetivo de realizar uma revisão bibliográfica sobre a utilização de antipsicóticos e o desenvolvimento de SMN, bem como o diagnóstico da doença através de seus sinais e sintomas, seu tratamento com diversos tipos de medicamentos e também sobre o retorno da utilização de antipsicóticos e o risco de desenvolver novamente a síndrome. O tratamento da SNM consiste na utilização de bromocriptina e dantroleno sódico, podendo ser utilizado outros tipos de medicação para o controle dos sintomas da SNM. A retomada da utilização de antipsicóticos deve ser acompanhada e analisado pelo médico visando sempre o risco e benefício do paciente, pois há grande chance de uma nova reincidida da SNM. Pode-se então concluir que a utilização de antipsicóticos típicos e atípicos pode trazer grandes riscos de desenvolvimento deste tipo de síndrome e que é preciso de acompanhamento do paciente durante a utilização destes antipsicóticos.

Novos antipsicóticos para o tratamento da esquizofrenia; New antipsychotics for the treatment of schizophrenia

Elkis, Hélio; Louzã, Mário Rodrigues
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Instituto de Psiquiatria Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Instituto de Psiquiatria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 POR
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CONTEXTO: Os antipsicóticos de segunda geração representam o grande avanço na terapêutica da esquizofrenia das últimas décadas, porém nos últimos anos foram sintetizados novos antipsicóticos que estão abrindo maiores perspectivas no campo do tratamento da esquizofrenia. Alguns desses medicamentos já foram lançados, enquanto outros estão em fase de testes. OBJETIVO: Apresentar uma síntese do conhecimento dos novos antipsicóticos de segunda geração. MÉTODOS: Busca por meio do PubMed e literatura específica fornecida pelos fabricantes dos medicamentos. RESULTADOS E CONCLUSÕES: São apresentadas as principais características farmacológicas, de eficácia, segurança e tolerabilidade dos seguintes antipsicóticos: Asenapina, ACP-103, Bifeprunox, Paliperidona, Risperidona de Ação Prolongada e Sertindol.; BACKGROUND: The second generation antipsychotics represent the great achievement in the treatment of schizophrenia of the last decades. However in the last years some new antipsychotics were synthesized and such new compounds may represent great perspectives for the field of the treatment of schizophrenia. Some of these compounds are in use while others are still on evaluation through clinical trials. OBJECTIVE: Summarize the current knowledge of new antipsychotics. METHODS: PubMed search as well literature provided by the manufactures. RESULTS AND CONCLUSIONS: We present the main pharmacological characteristics as well as profiles of efficacy...

Avaliação econômica do tratamento da esquizofrenia com antipsicóticos no Sistema Único de Saúde; Evaluación económica del tratamiento de la esquizofrenia con antipsicóticos en Sistema Único de Salud; Economic evaluation of antipsychotic drugs for schizophrenia treatment within the Brazilian Healthcare System

Lindner, Leandro Mendonça; Marasciulo, Antonio Carlos; Farias, Mareni Rocha; Grohs, Geder Evandro Motta
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2009 POR; ENG
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OBJETIVO: Avaliar as relações de custo-utilidade entre medicamentos antipsicóticos de primeira e segunda gerações no tratamento da esquizofrenia. MÉTODOS: Foi construído um modelo de Markov de cinco anos, a partir de um levantamento em prontuários de pacientes atendidos em um centro de atenção psicossocial em Florianópolis (SC), 2006. Os custos foram avaliados sob a perspectiva o Sistema Único de Saúde. As utilidades foram medidas em anos de vida ajustados pela qualidade obtidas na literatura. RESULTADOS: No modelo de Markov, a alternativa mais custo-efetiva foi a utilização de risperidona e haloperidol antes de olanzapina. CONCLUSÕES: Os antipsicóticos haloperidol e risperidona apresentaram melhor relação de custo-efetividade quando comparados à olanzapina. Estratégias que priorizem a utilização de antipsicóticos com melhor relação de custo-efetividade podem otimizar recursos, sem necessariamente implicar prejuízos à saúde dos pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde.; OBJETIVO: Evaluar las relaciones de costo-utilidad entre medicamentos antipsicóticos de primera y segunda generaciones en el tratamiento de la esquizofrenia. MÉTODOS: Fue construido un modelo de Harkov de cinco años, a partir de un levantamiento en prontuarios de pacientes atendidos en un centro de atención psicosocial en Florianópolis (Sur de Brasil)...

Evolución del consumo de fármacos antipsicóticos en Castilla y León (1990-2001)

García del Pozo,Javier; Isusi Lomas,Laura; Carvajal García-Pando,Alfonso; Martín Rodríguez,Igor; Sáinz Gil,María; García del Pozo,Victorina; Velasco Martín,Alfonso
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2003 SPA
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Fundamento: A lo largo de la última década se han introducido nuevos fármacos y nuevos abordajes terapéuticos que permiten suponer cambios en la utilización de antipsicóticos en nuestro medio. El objetivo del presente estudio fue caracterizar el patrón de utilización de antipsicóticos en Castilla y León para el periodo 1990-2001 así como conocer la influencia que la introducción de los nuevos antipsicóticos ha podido tener en el patrón de consumo de estos fármacos. Métodos: Los datos de consumo de medicamentos se obtuvieron de la base de datos ECOM (Especialidades Consumo de Medicamentos) del Ministerio de Sanidad y Consumo. Esta base contiene información sobre el consumo de medicamentos dispensados con cargo al Sistema Nacional de Salud en farmacias comunitarias en todo el territorio nacional. Con el fin de estimar el consumo fuera del Sistema Nacional de Salud, se han utilizado datos de la empresa IMS (International Marketing Services) referidos a los años 2000 y 2001. Los datos se expresaron en Dosis Diarias Definidas por 1.000 habitantes y día. Resultados: El uso de antipsicóticos creció un 146 % desde 1990 al 2001. A lo largo del periodo estudiado, haloperidol ha sido el antipsicótico más utilizado en España y en Castilla y León. Los antipsicóticos atípicos representaron un 49% del consumo total en el año 2001 y un 90% de los costes; se observa una fuerte tendencia hacia un aumento de su consumo en detrimento de los antipsicóticos típicos. Se ha estimado que un 14% de los antipsicóticos utilizados en Castilla y León lo fue fuera del Sistema Nacional de Salud. Existen notables diferencias entre las distintas provincias. Conclusiones: El consumo de antipsicóticos en Castilla y León creció un 146% durante los 12 años estudiados. En este incremento...

Monitorización de niveles plasma de antipsicóticos atípicos

Verdura Vizcaíno,Ernesto José; Ballesteros Sanz,Daniel; Sanz-Fuentenebro,Javier
Fonte: Revista de la Asociación Española de Neuropsiquiatría Publicador: Revista de la Asociación Española de Neuropsiquiatría
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/09/2012 SPA
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Introducción: El estudio de la concentración de psicofármaco en sangre o en suero permite individualizar el perfil farmacocinético del sujeto tratado. Esto se conoce como monitorización de fármacos. Actualmente se pueden analizar antidepresivos, antipsicóticos, estabilizadores del ánimo, fármacos sustitutivos de los opioides, ansiolíticos e hipnóticos. Objetivos: Revisar el estado actual del conocimiento sobre monitorización de antipsicóticos, de utilidad tanto para evaluar la adherencia terapéutica como para conocer la concentración del fármaco en plasma. Metodología: Se revisaron los trabajos publicados sobre monitorización de antipsicóticos desde 1975 hasta 2010. Como fuente de información se empleó:Embase, Medline y Pubmed. Conclusiones: La monitorización de antipsicóticos, así como de otros psicofármacos, es una práctica establecida que debe conocerse y ser objeto de actualización por parte del psiquiatra interesado en un ejercicio terapéutico basado en datos objetivos.

Evolución del consumo de fármacos antipsicóticos en Castilla y León (1990-2001)

García del Pozo,Javier; Isusi Lomas,Laura; Carvajal García-Pando,Alfonso; Martín Rodríguez,Igor; Sáinz Gil,María; García del Pozo,Victorina; Velasco Martín,Alfonso
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 ES
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Fundamento: A lo largo de la última década se han introducido nuevos fármacos y nuevos abordajes terapéuticos que permiten suponer cambios en la utilización de antipsicóticos en nuestro medio. El objetivo del presente estudio fue caracterizar el patrón de utilización de antipsicóticos en Castilla y León para el periodo 1990-2001 así como conocer la influencia que la introducción de los nuevos antipsicóticos ha podido tener en el patrón de consumo de estos fármacos. Métodos: Los datos de consumo de medicamentos se obtuvieron de la base de datos ECOM (Especialidades Consumo de Medicamentos) del Ministerio de Sanidad y Consumo. Esta base contiene información sobre el consumo de medicamentos dispensados con cargo al Sistema Nacional de Salud en farmacias comunitarias en todo el territorio nacional. Con el fin de estimar el consumo fuera del Sistema Nacional de Salud, se han utilizado datos de la empresa IMS (International Marketing Services) referidos a los años 2000 y 2001. Los datos se expresaron en Dosis Diarias Definidas por 1.000 habitantes y día. Resultados: El uso de antipsicóticos creció un 146 % desde 1990 al 2001. A lo largo del periodo estudiado, haloperidol ha sido el antipsicótico más utilizado en España y en Castilla y León. Los antipsicóticos atípicos representaron un 49% del consumo total en el año 2001 y un 90% de los costes; se observa una fuerte tendencia hacia un aumento de su consumo en detrimento de los antipsicóticos típicos. Se ha estimado que un 14% de los antipsicóticos utilizados en Castilla y León lo fue fuera del Sistema Nacional de Salud. Existen notables diferencias entre las distintas provincias. Conclusiones: El consumo de antipsicóticos en Castilla y León creció un 146% durante los 12 años estudiados. En este incremento...