Página 1 dos resultados de 268 itens digitais encontrados em 0.000 segundos

O efeito antidepressivo do exercício físico em murganhos submetidos a uma dose neurotóxica de metanfetamina

Pita, Inês Roque Antunes
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
37.31%
A metanfetamina (METH) é um psicoestimulante viciante, sendo atualmente a segunda substância ilícita mais consumida em todo o mundo, apenas ultrapassada pela canábis. Os psicoestimulantes interferem com a função dos transportadores das monoaminas dopamina (DA), serotonina (5-HT) e noradrenalina (NA). Deste modo, levam ao aumento dos níveis cerebrais de DA, 5-HT e NA, podendo condicionar neurotoxicidade e astrogliose. Durante a fase de privação, a METH partilha muitas semelhanças comportamentais com a depressão, em humanos. Vários estudos demonstraram o efeito antidepressivo do exercício físico. Estes sustentam que o exercício foi efetivo no melhoramento dos sintomas de depressão. Neste sentido, murganhos C57BL/6 foram submetidos a um programa de exercício físico (cinco dias de exercício por semana durante sete semanas) com início 24 h após a administração de uma dose única e elevada de metanfetamina (30 mg/kg, i.p.). Foram, então, avaliados a neurotoxicidade induzida pela METH, determinando a expressão de TH (tirosina hidroxilase – marcador da perda de neurónios dopaminérgicos), GFAP (proteína glial fibrilar ácida – marcador de astrócitos), BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro) e GDNF (fator neurotrófico derivado da linhagem de células gliais)...

Participação da via BDNF-TRkB-mTor do córtex pré-frontal medial ventral no efeito tipo antidepressivo induzido por inibidores da metilação do DNA; Participation BDNF-TrkB-mTOR pathway prefrontal medial ventral cortex in antidepressant-like effect induced by inhibitors of DNA methylation

Suavinha, Angélica Caroline Dutra Romano
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/04/2014 PT
Relevância na Pesquisa
37.82%
Recentemente suspeitas de que mecanismos epigenéticos poderiam estar relacionados à fisiopatologia da depressão foram levantadas. Estudos recentes indicam que as alterações na transcrição gênica, induzidas por estresse ou por drogas antidepressivas, parecem envolver mecanismos epigenéticos. Nesse sentido, resultados preliminares de nosso grupo de pesquisa indicaram pioneiramente inibição global da metilação de DNA através da administração sistêmica do agente inibidor da DNA metiltransferase (DNMTs), 5-aza-2-deoxicitidina (5-azaD), induz efeito tipo-antidepressivo, dose-dependente, no modelo animal do nado forçado em ratos(Sales et al., 2011). O córtex pré-frontal medial ventral (CPFMv) é uma estrutura límbica intimamente relacionada com a neurobiologia da depressão. Evidências recentes indicam que o efeito tipo-antidepressivo aparece associado a aumento dos níveis da neurotrofina BDNF (brain derived neurotrophic factor) e de seu receptor TrkB no CPFMv, sendo a sinalização intracelular mediada pela ativação da proteína m-TOR. Contudo, não há evidências de que esses mecanismos moleculares estariam envolvidos nos efeitos induzidos pelos inibidores da metilação do DNA. Sabe-se, no entanto, que tanto o BDNF quanto TrkB têm sua expressão regulada por metilação do DNA. Diante disso...

Efeito antidepressivo e cognitivo da atividade física associado a alterações pós-traducionais do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF); Antidepressive and cognitive effect of physical activity associated with post-translational changes of Brain-Derived Neurotrophic Factor (BDNF)

César Renato Sartori
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/11/2010 PT
Relevância na Pesquisa
27.61%
A depressão é uma doença devastadora, com diagnóstico crescente nos tempos atuais e que tem importante impacto na qualidade de vida do indivíduo acometido e de seus familiares, além de conseqüências econômicas e sociais. Acredita-se que seja causada pela interação entre predisposição genética e fatores ambientais, tais como o estresse crônico. Embora o controle da depressão tenha um grande interesse clínico e farmacológico, os mecanismos moleculares envolvidos nesta doença ainda não estão esclarecidos. Foi proposta a "Hipótese Neurotrófica da Depressão" que postula que a redução dos níveis cerebrais do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF) pode contribuir para alterações plásticas cerebrais subjacentes à fisiopatologia da depressão. Suportando esta hipótese, diversos estudos relatam que o estresse diminui a expressão hipocampal de BDNF enquanto drogas antidepressivas revertem tal diminuição. No entanto, recentemente surgiram evidências de que o BDNF promove diferentes efeitos em diferentes regiões encefálicas envolvidas com os distúrbios do humor. O BDNF é sintetizado na sua isoforma precursora (pró-BDNF) que sofre clivagem proteolítica para gerar a isoforma madura (mad-BDNF) ou ainda uma isoforma truncada. Tem sido postulado que as isoformas precursora e madura exerçam efeitos biológicos opostos sobre a plasticidade neuronal. Paralelamente...

Efeito antidepressivo da agmatina em modelos animais de depressão

Zomkowski, Andréa Dias Elpo
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: i, 69 f.| il., tabs., grafs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.76%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências.; A agmatina, amina formada pela descarboxilação enzimática da L-arginina, tem sido proposta como um novo neurotransmissor/neuromodulador no sistema nervoso central (SNC). O presente estudo investigou o efeito antidepressivo da agmatina no teste do nado forçado (TNF) e no teste da suspensão da cauda (TSC) em camundongos e o seu mecanismo de ação. A agmatina administrada pela via i.p. (TNF e TSC) ou pela via i.c.v. (TNF) reduziu o tempo de imobilidade dos animais, sem alterar a atividade locomotora no campo aberto. A agmatina aumentou o efeito antidepressivo da imipramina, mas não o do MK-801. O efeito antidepressivo da agmatina no TNF foi bloqueado pelo pré-tratamento dos animais com GMP, ácido ascórbico, L-arginina, SNAP, ioimbina, naloxona e naltrindol mas não foi afetado pelo pré-tratamento com prazosim, sulpirida ou com DIPPA. O pré-tratamento dos animais com PCPA, metisergida, cetancerina ou com ciproheptadina também preveniu o efeito antidepressivo da agmatina no TNF. Além disso, doses sub-ativas de pindolol potencializaram o efeito antidepressivo da agmatina. Em conjunto os resultados sugerem que o efeito antidepressivo da agmatina envolve uma interação com os sistemas glutamatérgico (receptores NMDA)...

Estudo fitoquímico, toxicológico e dos efeitos neuroprotetor e tipo antidepressivo do extrato aquoso de Aloysia gratissima (Gill et Hook) Troncoso (erva santa)

Zeni, Ana Lúcia Bertarello
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 237 p.| il., grafs., tabs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.49%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2011; Aloysia gratissima é uma planta utilizada para tratar sintomas de doenças relacionadas principalmente aos sistemas respiratório e, nervoso central, no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Seu uso popular não vem sendo acompanhado por estudos científicos que poderiam garantir um uso com qualidade, eficácia e segurança. Neste estudo foi investigado o perfil sazonal metabólico do extrato aquoso de Aloysia gratissima (EA) e identificados e quantificados compostos fenólicos (ácido ferúlico, trans-cinâmico e ácido p-cumárico) e carotenoídicos (luteína e trans-ß-caroteno) majoritários, conhecidos pela capacidade antioxidante. A avaliação de toxicidade aguda revelou um uso seguro de EA abaixo de 2000 mg/kg em camundongos. Foram evidenciados os efeitos: antioxidante, neuroprotetor frente à excitotoxicidade glutamatérgica e tipo antidepressivo. Os estudos dos mecanismos envolvidos no efeito neuroprotetor do EA demonstraram o envolvimento de modulação do transporte de glutamato, ativação da via PI3K, diminuição da expressão de iNOS e antagonismo ao receptor NMDA. EA não preveniu o surgimento de convulsões induzidas pelo ácido quinolínico...

Investigação do potencial antidepressivo de Rosmarinus officinalis

Machado, Daniele Guilhermano
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 264 p.| il., grafs., tabs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.82%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências.; Rosmarinus officinalis L. (Labiatae), alecrim, possui várias aplicações terapêuticas na medicina popular no tratamento de várias doenças, incluindo a depressão. Primeiramente, o efeito do extrato hidroalcoólico dos talos e folhas desta planta foi investigado em dois testes comportamentais preditivos de atividade antidepressiva, o teste do nado forçado (TNF) e teste de suspensão da cauda (TSC) em camundongos. Rosmarinus officinalis produziu um efeito tipo-antidepressivo, pois o tratamento agudo com o extrato desta planta por via oral reduziu significativamente o tempo de imobilidade no TNF e TSC, sem alterar a atividade locomotora no teste de campo aberto. Além disso, a administração repetida (14 dias) do extrato produziu um efeito antidepressivo no TSC. O pré-tratamento com p-clorofenilalanina (PCPA, inibidor da síntese de serotonina, 4 dias consecutivos), NAN-190 (antagonista de receptores 5-HT1A), cetanserina (antagonista de receptores 5-HT2A), 1-(m-clorofenil) biguanida (mCPBG, agonista de receptores 5-HT3), prazosina (antagonista de a1-adrenoceptores), SCH23390 (antagonista de receptores dopaminérgicos D1) ou sulpirida (antagonista de receptores dopaminérgicos D2)...

Avaliação da associação entre o efeito neuroprotetor e antidepressivo da atorvastatina em camundongos

Ludka, Fabiana Kalyne
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 96 p.| il., grafs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.82%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências.; A excitotoxicidade glutamatérgica têm sido correlacionada com a patofisiologia da depressão e a modulação deste sistema vem sendo abordada como uma potencial estratégia no tratamento deste transtorno de humor. A atorvastatina é uma estatina sintética e lipofílica que apresenta um efeito satisfatório na diminuição dos níveis de colesterol, é segura e bem tolerada. Estudo com humanos sugerem uma correlação positiva entre o uso de estatinas e a diminuição do risco de depressão. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito tipo antidepressivo da administração de atorvastatina a camundongos, a participação da via L-arginina-NO-GCs-GMPc neste efeito e a correlação entre o efeito antidepressivo e neuroprotetor frente à toxicidade glutamatérgica em fatias de hipocampo e córtex cerebral. Demonstrou-se a participação dos receptores NMDA e da via de sinalização L-arginina-NO-GCs-GMPc no efeito tipo-antidepressivo da atorvastatina no Teste de Suspensão pela Cauda (TSC). A administração aguda de atorvastatina (p.o.) reduziu o tempo de imobilidade no Teste do Nada Forçado (TNF) e no TSC (0...

Efeito tipo-antidepressivo de espécies do gênero Eugenia L. e envolvimento dos sistemas monoaminérgicos na ação de Eugenia brasiliensis Lamarck no teste de suspensão pela cauda em camundongos

Colla, André Roberto da Silva
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 83 p.| grafs., tabs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.86%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências; Eugenia é um gênero de plantas com flores pertencente a família Myrtaceae. Muitas espécies são usadas na medicina popular, como por exemplo, Eugenia uniflora, utilizada como tônico estimulante, sedativo e ansiolítico. No entanto, não existem estudos sobre o potencial antidepressivo de plantas deste gênero. Este trabalho investigou o efeito tipo-antidepressivo do extrato hidroalcoólico de E. beaurepaireana, E. brasiliensis, E. catharinae, E. umbelliflora e E. uniflora no teste de suspensão pela cauda (TSC). Camundongos foram administrados com os extratos por via oral (p.o.), e após 60 minutos submetidos ao TSC. Nesse teste, o tempo de imobilidade foi registrado por um período total de 6 minutos. Uma redução no tempo de imobilidade foi considerada como efeito tipo-antidepressivo. Para descartar um possível efeito dos extratos na atividade locomotora, os camundongos foram avaliados no teste do campo aberto (TCA). A administração aguda dos extratos de E. beaurepaireana (10 and 100 mg/kg), E. brasiliensis e E. catharinae (1, 10 e 100 mg/kg) produziu efeito tipo-antidepressivo...

Envolvimento dos receptores NMDA e da via L-arginina-óxido nítrico-GMPc no efeito tipo-antidepressivo da guanosina

Bettio, Luis Eduardo Beltrão
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 100 p.| il., tabs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.76%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências.; A guanosina é um nucleosídeo endógeno que modula a captação de glutamato pelos astrócitos, controlando os níveis desse neurotransmissor na fenda sináptica. Além disso, exerce uma série de efeitos tróficos sobre os neurônios e estimula a proliferação dos astrócitos. O envolvimento do sistema glutamatérgico na patofisiologia da depressão tem sido alvo de diversos estudos nos últimos anos. Os dados encontrados na investigação desse sistema sugerem que o efeito tardio dos antidepressivos convencionais está relacionado com a ocorrência de uma série de alterações neuroquímicas e estruturais durante o período em que os fármacos ainda não apresentam efeito terapêutico. Entre essas alterações está a redução na atividade dos receptores NMDA e uma consequente ativação de vias de sinalização intracelular relacionadas à inibição desses receptores. A administração de certos antagonistas desses receptores exerce uma ação antidepressiva rápida e duradoura com dose única, confirmando o potencial desse sistema para uma nova abordagem no tratamento da depressão. Entretanto...

Efeito antidepressivo da glutationa em camundongos

Rosa, Juliana Martins da
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: viii, 108 f.| il., grafs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.7%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências.; A glutationa (GSH) é um tripeptídeo que possui diversas funções, incluindo defesa antioxidante, detoxificação de xenobióticos e regulação da apoptose. A literatura mostra que condições estressantes (choque) diminuem os níveis de GSH no córtex cerebral de camundongos, um efeito que foi revertido por antidepressivos. No presente estudo, o tratamento de camundongos com GSH produziu efeito antidepressivo no teste do nado forçado (TNF) nas doses entre 300-3000 nmol/sítio, i.c.v. e no teste da suspensão da cauda (TSC) nas doses entre 100-1000 nmol/sítio, i.c.v., sendo que as doses que diminuíram o tempo de imobilidade dos animais nos dois testes comportamentais não alteraram a locomoção no teste do campo aberto, evidenciando um efeito antidepressivo específico da GSH. O efeito da GSH no TNF perdurou até 3 h após sua administração. Após administração de GSH, não houve alterações nos níveis de GSH-t no hipocampo, nem na atividade das enzimas antioxidantes glutationa redutase, glutationa peroxidase e glutationa S-transferase. Além disto, a N-acetilcisteína (NAC; precursora de glutationa)...

Avaliação do efeito tipo-antidepressivo da agmatina em um modelo animal de depressão

Neis, Vivian Binder
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 114 p.| il., grafs., tabs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.76%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2013; A agmatina é uma amina catiônica endógena cuja ação antidepressiva é reportada em diversos estudos nos últimos anos. O presente estudo investigou o efeito do tratamento agudo com agmatina no teste da suspensão pela cauda (TSC) em camundongos, um modelo animal preditivo, amplamente utilizado na investigação de novos compostos com ação antidepressiva. O tratamento oral com agmatina em baixas doses (0,001, 0,01, 0,1 e 1 mg/kg) reduziu o tempo de imobilidade dos animais no TSC confirmando seu efeito tipo-antidepressivo neste teste. Além disso, considerando a estreita relação entre inflamação e depressão, e a necessidade de investigar o potencial antidepressivo dessa amina em modelos animais de depressão, foi investigado o efeito da agmatina em um modelo que induz um comportamento tipo-depressivo nos animais após administração do fator de necrose tumoral (TNF-a). A administração intracerebroventricular (i.c.v.) de TNF-a (0,001 fg/sítio) promoveu um aumento no tempo de imobilidade dos animais no TSC, caracterizando um comportamento tipo-depressivo...

Envolvimento de diferentes tipos de canais de potássio no efeito tipo-antidepressivo do ácido ascórbico no teste de suspensão pela cauda

Ribeiro, Camille Mertins
Fonte: Florianópolis, SC. Publicador: Florianópolis, SC.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 61
PT_BR
Relevância na Pesquisa
37.7%
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.; Considerando que a administração de ácido ascórbico causa um efeito tipo-antidepressivo em camundongos por um mecanismo que envolve uma interação com receptores N-metil-D-aspartato e a via L-arginina-óxido nítrico- GMPc e levando em conta que a estimulação dessa via está associada com a ativação de canais de potássio (K+), este estudo investigou o envolvimento de diferentes tipos de canais de K+ no efeito do ácido ascórbico no teste de suspensão pela cauda (TSC). A administração intracerebroventricular de tetraetilamônio (TEA, um inibidor de canais de K+ não específico, 0,5 pg/sítio), glibenclamida (um bloqueador de canais de K+ sensíveis a ATP, 0,5 pg/sítio), caribdotoxina (um inibidor de canais de K+ ativados por cálcio de larga e intermediária condutância, 25 pg/sítio) ou apamina (um inibidor de canais de K+ ativados por cálcio de baixa condutância, 10 pg/sítio) foi capaz de produzir um efeito sinérgico com uma dose sub-ativa de ácido ascórbico (0,1 mg/kg) administrada oralmente (p.o.). O efeito tipo-antidepressivo do ácido ascórbico (1 mg/kg, p.o.) no TSC foi prevenido pelo pré-tratamento dos camundongos com os ativadores de canais de K+ cromacalim (10 μg/sítio...

Efeito antidepressivo do óleo de peixe

Carabelli, Bruno
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
27.7%
Resumo: A fisiopatologia da depressão ainda não é completamente conhecida, mas estudos apontam para uma disfunção no sistema serotoninérgico como possível causa. Estudos mostram que a suplementação, em ratos, com Óleo de Peixe (OP) rico em Ácido Docosahexaenóico (DHA) e Ácido Eicosapentaenóico (EPA), durante períodos críticos do desenvolvimento, produz efeito antidepressivo através de um aumento da neurotransmissão serotoninérgica, particularmente no hipocampo. Considerando este efeito, que também é mediado pela ativação dos receptores 5-HT1A hipocampais, o presente estudo dedicou-se em investigar o impacto da suplementação com OP (na gestação e lactação) sobre os receptores 5-HT1A pós-sinápticos, bloqueando estes receptores com um antagonista seletivo, o WAY100635, administrado diretamente no hipocampo de ratos de 90 dias de idade. As fêmeas foram suplementadas com OP durante a habituação, acasalamento, gestação e lactação. A prole, mantida sem suplementação até a vida adulta, foi submetida à testes comportamentais e análises neuroquímicas foram feitas para quantificar os níveis hipocampais de serotonina (5-HT) e seu metabólito, o Ácido 5-Hidroxiindolacético (5-HIAA). Além disso, a expressão dos receptores 5-HT1A hipocampais foi mensurada através da técnica de Western Blot. No Teste da Natação Forçada Modificado (TNFM) os resultados mostram que os animais suplementados com OP apresentaram menor comportamento depressivo...

Efeito tipo-antidepressivo da curcumina no modelo animal da 6-OHDA de Doença de Parkinson

Gradowski, Raisa Wendhausen
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
27.49%
Resumo: Um dos sintomas não motores mais comuns na Doença de Parkinson (DP) é a depressão, que afeta aproximadamente 35% dos pacientes e pode levar a uma redução significativa da qualidade de vida dos mesmos. A curcumina, o principal composto ativo da Curcuma longa (tumeric), vem apresentando diversas propriedades farmacológicas como atividade anti-inflamatória, inibidora da monoaminooxidase (MAO) e efeitos neuroprotetores. Este composto já tem sido extensivamente estudado em vários modelos de depressão e, mais recentemente, em modelos de DP. Mas nada é sabido sobre seus efeitos na depressão associada à DP. Com isso, o presente estudo investigou o efeito tipo-antidepressivo da curcumina no modelo animal da 6-hidroxidopamina (6-OHDA) de DP. Ratos machos Wistar foram aleatoriamente distribuídos em 4 grupos (n=9-14/grupo): sham-veículo; sham-curcumina; 6-OHDA-veículo e 6-OHDA-curcumina. Os animais dos grupos 6-OHDA receberam esta neurotoxina for infusão intranigral, enquanto os dos grupos sham receberam veículo. Todos os ratos foram tratados por 21 dias com curcumina (30mg/kg, v.o.) ou veículo (óleo de girassol, v.o.), iniciando-se 1 hora após a cirurgia. 24 horas e 21 dias após a cirurgia os animais foram submetidos ao teste do campo aberto. Imediatamente depois...

Avaliação do efeito tipo antidepressivo e antimaníaco da miricitrina em testes animais

Pereira, Marcela
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
PORTUGUêS
Relevância na Pesquisa
27.61%
Resumo: O transtorno de humor bipolar (THB) é composto de três fases: depressiva, maníaca/hipomaníaca e eutímica (remissão de sintomologia). Tem sido proposto que a inibição da PKC seja o mecanismo de ação comum de drogas estabilizadoras de humor e antimaníacas, dados estes observados em estudos com animais e na clínica. Por sua vez, tem sido proposto que a inibição do NO apresente efeito antidepressivo. Interessante notar que a inibição de NO tem sido associada a efeito antidepressivo em modelos animais, em que a diminuição da atividade nitrérgica no hipocampo se mostrou efetiva na reversão do comportamento depressivo. Por último é importante citar que em ambas as fases do THB, estudos têm mostrado um aumento do estresse oxidativo nos cérebros de animais após estes serem submetidos à indução de comportamento tipo maníaco ou depressivo e que o tratamento com fármacos diminui o estresse oxidativo. A miricitrina é um flavonóide extraído de várias plantas (p.ex.: gênero Eugênia), que apresenta efeito antinociceptivo, de inibição da proteína quinase C (PKC) e a síntese da NO, além de um possível efeito antioxidante. Portanto, baseado nestas ações neuroquímicas da miricitrina, pode-se propor que esta possui potencial antimaníaco...

O Tratamento com a fluoxetina (mas não com outros farmacos antidepressivo e ansioíiticos) reverte o déficit de memória aversiva causado por estresse agudo de contenção em camundongos

Dierschnabel, Aline Lima
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia; Estudos de Comportamento; Psicologia Fisiológica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia; Estudos de Comportamento; Psicologia Fisiológica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
37.31%
The physiologist H. Selye defined stress as the nonspecific response of the body to any factors that endanger homeostasis (balance of internal environment) of the individual. These factors, agents stressors, are able to activate the Hypothalamic-Pituitary-Adrenal (HPA) axis, thus resulting in the physiological responses to stress by the release of glucocorticoids that leads to psychophysiological changes, including effects on cognitive functions such as learning and memory. When this axis is acutely stimulated occurs a repertoire of behavioral and physiological changes can be adaptive to the individual. Notwithstanding, when the HPA axis is chronically stimulated, changes may favor the development of, such as anxiety disorders. Some drugs used in the clinic for the treatment of anxiety disorders these can exert effects on cognitive function, on the HPA axis and on the anxiety. In this context, the aim of our study was to investigate the effects of administration i.p. acute of diazepam (DZP, 2 mg/kg), buspirone (BUS, 3 mg/kg), mirtazapine (MIR, 10 mg/kg) and fluoxetine (FLU, 10 mg/kg) in male mice submitted to acute restraint stress, and evaluated using plus-maze discriminative avoidance task (PMDAT), which simultaneously evaluates parameters such as learning...

Participação da serotonina no efeito tipo-antidepressivo induzido pela inibição da nNOS no hipocampo de ratos; Serotonin participation in the antidepressant-like effect induced by hippocampal nNOS inhibition

Sato, Vinicius Antonio Hiroaki
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/07/2011 PT
Relevância na Pesquisa
27.61%
Introdução: O óxido nítrico (NO) tem sido relacionado como um importante neuromodulador envolvido com a neurobiologia da adaptação ao estresse e da depressão. De fato, a administração sistêmica ou intra-hipocampal de inibidores da NO sintase neuronial (nNOS) induz efeitos do tipo antidepressivo em modelos animais. Evidências recentes indicam que os efeitos sistêmicos dos inibidores da nNOS são dependentes dos níveis de serotonina no encéfalo. O sistema serotoninérgico do hipocampo dorsal, por ativação dos receptores serotoninérgicos do tipo 1A (5HT1A), facilita a adaptação ao estresse e contribui para os efeitos comportamentais de drogas antidepressivas. Portanto, o objetivo do presente estudo foi testar a hipótese de que o efeito do tipo antidepressivo induzido pela administração hipocampal de inibidores da nNOS seria mediado pela facilitação da neurotransmissão serotoninérgica local e subseqüente ativação de 5HT1A. Métodos: Após cirurgia estereotáxica, ratos Wistar com cânulas-guia direcionadas ao hipocampo dorsal foram submetidos a sessão de pré-teste (PT 15 minutos de nado) e receberam administrações locais das drogas: N-propil-L-arginina (NPA, inibidor seletivo da nNOS: 0,00001 - 1 nmol/0...

Efeito tipo-antidepressivo e tipo-ansiolítico do ácido ursólico em camundongos em diferentes modelos animais

Colla, André Roberto da Silva
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 168 p.| il., grafs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.86%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2015.; A depressão é uma doença crônica e recorrente, altamente prevalente e responsável por considerável perda de produtividade e qualidade de vida, que pode apresentar comorbidade com os transtornos de ansiedade. O tratamento disponível para estas doenças apresenta várias limitações, o que tem levado à investigação de novas estratégias terapêuticas. O ácido ursólico (AU) é um triterpenóide pentacíclico encontrado em diferentes plantas medicinais que possuem efeito tipo-antidepressivo em testes comportamentais como o teste de suspensão pela cauda (TSC) e o teste do nado forçado. Este trabalho avalia em camundongos: (i) os sistemas de neurotransmissores relacionado ao efeito tipo-antidepressivo do AU no TSC; (ii) os efeitos da administração repetida por 7 dias com AU (0,1 mg/kg, p.o.) em um modelo de comportamento tipo-depressivo induzido pelo estresse crônico imprevisível (ECI); (iii) os efeitos da administração repetida por 7 dias com AU em um modelo de comportamento tipo-depressivo induzido pela administração repetida por 21 dias com corticosterona (CORT) 20 mg/kg...

Efeito antidepressivo e neuroprotetor da creatina

Cunha, Maurício Peña
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 319 p.| il., grafs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.82%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2013.; A creatina modula a bioenergética celular e apresenta efeito antiexcitotóxico, antioxidante e apresenta propriedades neuroprotetora e antidepressiva, no entanto, os mecanismos intracelulares responsáveis por esses efeitos ainda não estão bem estabelecidos. No primeiro captítulo desta tese foi analisado o efeito da administração de creatina (p.o.) em camundongos no teste de suspensão pela cauda (TSC), um teste preditivo de atividade antidepressiva. Além disso, foi avaliado o envolvimento dos sistemas de neurotransmissão dopaminérgico, serotonérgico, noradrenérgico, glutamatérgico, bem como as vias de sinalização intracelular mediadas por L-arginina/óxido nítrico (ON), proteína cinase A (PKA), proteína cinase C (PKC), cinase da cinase ativada por mitógenos (MEK)/cinase ativada por estímulos extracelulares (ERK) 1/2, cinase dependente de Ca2+/calmodulina (CaMK-2), fosfatidilinositol 3 cinase (PI3K)/proteína cinase B (AKT), glicogênio sintase cinase 3ß (GSK-3ß), proteína alvo da rapamicina em mamíferos (mTOR) e hemeoxigenase-1 (HO-1) implicadas no efeito antidepressivo da creatina no TSC. A administração de creatina (0...

A terapia combinada de exercício físico e creatina induz efeito tipo-antidepressivo e aumento de BDNF no hipocampo de camundongos

Oliveira, Ágatha
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 89 p.| il., grafs.
POR
Relevância na Pesquisa
27.86%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Bioquímica, Florianópolis, 2014.; Os tratamentos farmacológicos disponíveis para a depressão demandam semanas para surtir efeito e podem causar efeitos adversos aos pacientes. Assim, há uma constante necessidade de desenvolver terapias alternativas de ação mais rápida, segura e efetiva. O exercício físico apresenta efeitos benéficos sobre diversas doenças e distúrbios neurológicos como Parkinson, Alzheimer, depressão e declínio de funções cognitivas. A creatina, um composto endógeno ou obtido pela ingestão de alguns alimentos possui propriedade antidepressiva. Nosso grupo demonstrou que a administração aguda de creatina em camundongos apresentou efeito tipo-antidepressivo num teste preditivo (Teste do Nado Forçado, TNF). O objetivo deste trabalho foi investigar o efeito tipo-antidepressivo da terapia combinada de creatina com exercício físico e avaliar a expressão de neurotrofinas no hipocampo de camundongos. Para alcançar este objetivo, foram desenvolvidas as seguintes etapas: i) investigar o efeito tipo-antidepressivo do tratamento crônico por 14 dias com creatina ou fluoxetina; ii) analisar amostras do hipocampo destes animais para verificar seus efeitos sobre a expressão de neurotrofinas (BDNF...