Página 1 dos resultados de 46 itens digitais encontrados em 0.002 segundos

Caracterização da vegetação remanescente visando à conservação e restauração florestal no município de Paulínia - SP; Remnant vegetation diagnose aiming forest restoration and conservation in the municipality of Paulínia, São Paulo State

Miachir, Jeanette Inamine
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2009 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
No contexto da conservação biológica, a fragmentação florestal é definida como uma separação ou desligamento não natural de áreas amplas em fragmentos espacialmente segregados, promovendo a redução dos tipos de habitats e a divisão dos habitats remanescentes em unidades menores e isoladas. A magnitude e a extensão dessas alterações na paisagem são influenciadas pelo tamanho, conectividade, forma, contexto e heterogeneidade dos fragmentos. Visando a conservação ambiental do município de Paulínia-SP, este trabalho teve como objetivo efetuar o diagnóstico da vegetação remanescente. Os fragmentos florestais identificados no município foram: Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Estacional Semidecidual Ribeirinha, Floresta Paludosa e Cerrado. A caracterização da vegetação foi realizada através do levantamento florístico rápido baseado no tempo de amostragem. Os 104 fragmentos apresentaram riqueza de 517 espécies, sendo 447 espécies nativas regionais (região de Paulínia), 18 espécies nativas não regionais (nativas de outras regiões do Brasil) e 52 exóticas (originárias de outros países). Foram registradas espécies raras como Tabebuia insignis, Pilocarpus pennatifolius, Salix humboldtiana, Handroanthus umbellatus. A análise de similaridade florísica utilizando-se o Método de agrupamento de Sorensen foi efetiva para separar os fragmentos de Cerrado e Floresta Paludosa e mostrou tendência de agrupamento para algumas variações fisionômicas da Floresta Estacional Semidecidual. Com a finalidade de se obter dados quantitativos (abundância) das espécies...

Classes sucessionais e síndromes de dispersão de espécie arbóreas e arbustivas existentes em vegetação ciliar remanescente (Conchal, SP), como subsídio para avaliar o potencial do fragmento como fonte de propágulos para enriquecimento de áreas revegetadas no Rio Mogi-Guaçu, SP

Aquino, Clarissa de; Barbosa, Luiz Mauro
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 349-358
POR
Relevância na Pesquisa
16.72%
Este estudo foi realizado em fragmento de vegetação ciliar remanescente, localizado à margem direita do rio Mogi-Guaçu, Município de Conchal, SP, tendo como objetivo a avaliação do potencial desse fragmento como fonte de propágulos para projetos de enriquecimento em áreas ciliares implantadas na região de Mogi-Guaçu, SP. Para tanto, foi realizada a caracterização sucessional e da síndrome de dispersão das espécies arbóreas e arbustivas. No local, foram registradas 99 espécies arbóreas e arbustivas, pertencentes a 38 famílias. As famílias com maior número de espécies foram Euphorbiaceae, Fabaceae, Myrtaceae e Rubiaceae. Quanto aos grupos sucessionais, foi verificado equilíbrio na quantidade de espécies secundárias tardias (28,3%) e daquelas típicas de sub-bosque (23,2%). A síndrome de dispersão predominante entre as espécies arbóreas e arbustivas foi a zoocoria, identificada em 64,6% delas, seguida pela anemocoria, que representou 20,2% dos casos. Os resultados gerais apontaram o bom estado de conservação desse fragmento e a viabilidade de sua utilização como fonte de propágulos para ações de revegetação em áreas ciliares da região.; This work was conducted in a reminiscent Riparian forest fragment at the Mogi-Guaçu River...

Estudo de frutos e sementes em área remanescente de cerrado “Sensu lato”, Escola do Meio Ambiente, Botucatu, SP - Brasil

Carboni, Thaís Ribeiro
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
POR
Relevância na Pesquisa
16.72%
O presente trabalho foi realizado em uma área remanescente de Cerrado “Sensu Lato” dentro do espaço que abriga a Escola do Meio Ambiente - EMA, localizada no município de Botucatu, interior do Estado de São Paulo. O objetivo principal do mesmo foi o estudo e descrição dos tipos de frutos e sementes, e respectivas síndromes de dispersão das espécies ali presentes. As coletas foram feitas através do método de caminhamento, no período de abril a novembro de 2009. As espécies em frutificação tiveram seus frutos coletados e suas características registradas. A classificação dos frutos foi feita a partir da textura (carnoso ou seco) e quanto à deiscência (deiscente ou indeiscente). Foram analisadas 41 espécies, escolhidas a partir do levantamento preliminar feito na área. O modo de dispersão predominante foi a autocoria, embora secundariamente muitas espécies se dispersem por anemocoria, por se tratar de uma região aberta onde os ventos são constantes. A dispersão por zoocoria também foi significativa, o que pode estar associado à abundância e diversidade de espécies de animais observadas no local

O epifitismo vascular em florestas do sudoeste do Brasil; Vascular epiphytism in forests of southeastern Brazil

Tiago Boer Breier
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/05/2005 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
O presente estudo aborda quatro comunidades de epífitos vasculares em diferentes formações florestais do Estado de São Paulo, comparando composição florística, formas de vida, síndromes de polinização e dispersão, com base nos dados coletados em uma amostragem padronizada realizada em áreas de 10,24ha em cada formação: Floresta de Restinga (Parque Estadual Ilha do Cardoso), Floresta Ombrófila Densa Submontana (Parque Estadual Carlos Botelho), Floresta Estacional Semidecidual (Estação Ecológica Caetetus) e Cerradão (Estação Ecológica Assis). Foram registradas respectivamente 178, 161, 25 e 16 espécies de epífitos vasculares, ou seja, plantas que crescem sem contato caule-solo, incluindo plantas com estruturas haustoriais. Ao todo, nas quatro parcelas, foram registradas 277 espécies de epífitos vasculares pertencentes 109 gêneros e a 37 famílias. As maiores similaridades, no nível de espécie, foram encontradas comparando a flora das florestas mesófilas entre si e a flora das florestas higrófilas entre si, as demais comparações par a par, entre uma floresta mesófila e uma higrófila apresentaram baixos valores de similaridade. A única espécie presente nas quatro formações foi Pleopeltis angusta (Polypodiaceae). Em todas as áreas...

Dinamica de clareiras : comportamento de especies pioneiras e fatores que afetam sua colonização; Dynamics of gaps

Sandy Lia dos Santos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/09/2005 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
A Mata Santa Genebra é um fragmento isolado de Floresta Atlântica. Por se encontrar muito próximo a áreas urbanas, seu ecossistema está sujeito ao resultado das ações humanas. Devido a constante formação de clareiras em seu interior a floresta torna-se de fundamental importância para o conhecimento da dinâmica destas clareiras, visando sua preservação. O objetivo deste trabalho foi registrar e analisar alguns fatores que pudessem limitar a presença das espécies pioneiras nas clareiras. Para tanto, dados climáticos como irradiância solar, razão V:VE, temperatura e umidade do solo e do ar e precipitação pluviométrica foram registrados durante as estações seca e chuvosa. Também foram registrados dados sobre o banco e a chuva de sementes, a germinação de sementes, o recrutamento de plântulas, o crescimento e a sobrevivência de espécies pioneiras plantadas nas clareiras da MSG. Três clareiras com áreas aproximadas de 82m², 186m² e 660m² foram estudadas. Os mesmos dados foram observados nas três clareiras. No total, 49 espécies de 23 famílias foram registradas. Destas, 21 espécies estiveram presente no estudo do recrutamento, 35 espécies no estudo sobre o banco de sementes e 36 espécies no estudo sobre a chuva de sementes. As famílias mais representativas nos três estudos foram Asteraceae (27%) e Poaceae (14%). Das 49 espécies identificadas...

Polinização e dispersão de sementes em solanaceas neotropicais

Lidiamar Barbosa de Albuquerque
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/2001 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
Entender os processos ecológicos que determinam o funcionamento de um ecossistema implica em realizar múltiplos estudos sobre seus componentes e suas interações. Nesse sentido, é fundamental conhecer as relações funcionais entre espécies assim como estabelecer comparações (tanto intercomunitárias como pancomunitárias) entre grupos de espécies filogeneticamente relacionadas. Neste trabalho, estudou-se a ecologia de dispersão de sementes de Solanaceae neotropicais segundo quatro aspectos principais: a) as características dos seus frutos e os meios de dispersão; b) a fenologia de Solanum inodorum e sua interação com os visitantes florais e frugívoros; c) a ecologia de dispersão de S. thomasiifolium, destacando-se as estratégias de forrageo dos frugívoros e os locais de deposição das sementes; d) as síndromes de polinização e dispersão de sementes em florestas mesófilas neotropicais equivalentes, no México e no Brasil. As solanáceas são importantes na área médica, farmacológica e como recurso alimentar, além de serem fundamentais como colonizadoras de áreas abertas e perturbadas. Os meios de dispersão de sementes de Solanaceae (capítulo 1) são anemocoria, autocoria, barocoria, quiropterocoria, epizoocoria...

Composição floristica de uma floresta de brejo na região de Campinas, e algumas considerações sobre os sistemas sexuais, a fenologia de floração e de frutificação e as sindromes de dispersão das especies da comunidade

Andrea Pozetti Spina
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/07/1997 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
O objetivo do presente trabalho foi estudar a composição florística de três fragmentos de uma floresta de brejo na região de Campinas, SP, e fazer algumas considerações sobre os sistemas sexuais, a fenologia de floração e de frutificação e as síndromes de dispersão das espécies desta comunidade. Nos três fragmentos estudados foram amostrados 145 espécies, 109 gêneros e 55 famílias de Angiospermas (130 espécies de Magnoliopsida e 15 de Liliopsida); destas, 66 espécies arbóreas, 31 espécies arbustivas, 8 espécies subarbustivas, 9 espécies herbáceas, 27 espécies de lia nas, 2 espécies de plantas herbáceas-epífitas e 2 espécies de plantas epífitas-parasitas. As famílias que mais se destacaram pelo número de espécies foram: Lauraceae e Myrtaceae dentro das espécies arbóreas; Asteraceae e Melastomataceae nas arbustivas; Asteraceae e Sapindaceae nas lia nas; e nas subarbustivas, herbáceas e epífitas, as diferentes famílias apresentam um número de espécies semelhante entre si. Com relação à ocorrência e à importância na estrutura da comunidade, as espécies arbóreas foram agrupadas segundo Ivanaukas et al. (submetido) em: peculiares exclusivas, peculiares não exclusivas e complementares. Foram também elaboradas chave de identificação e diagnoses para as espécies estudadas. A listagem de espécies arbóreas foi comparada com outros trabalhos realizados em áreas florestais do estado de São Paulo. Com base nestes dados...

Lianas da Mata Atlantica do estado de São Paulo

Ana Cristina Kim
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/06/1996 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
Com base em levantamentos realizados nos herbários HRCB, SP e UEC, além de coletas de campo adicionais, foram obtida uma listagem de espécies de lianas dicotiledôneas que ocorrem em área de Mata Atlântica do Estado de São Paulo. Foram encontradas 361 espécies distribuídas em 141 gêneros, num total de 42 famílias. Para cada espécie foi fomecida uma breve descrição, fundamentada na literatura disponível. Os dados fenológicos obtidos a partir das etiquetas das exsicatas foram considerados, aliados a observações de campo. As seis famílias mais ricas em espécies foram Asteraceae, que contribuíram com 47 spp., representando 13% do total amostrado; Fabaceae, com 39 spp. (10,8%); Bignoniaceae, 32 spp. (8,9%); Sapindanceae, 27 spp. (7,5%); Convolvulaceae e Asclepiadaceae, cada uma com 26 spp. (7,2%). Para o total das espécies, foi encontrado um ritmo de floração com um pico em fevereiro e outro em novembro, além de um terceiro pico, menor, em julho; a frutificação mostrou-se relativamente não sazonal. As espécies, com base na literatura pertinente e observações de campo, foram correlacionadas segundo suas síndromes de dispersão e seus ritmos de floração e frutificação. A anemocoria foi a síndrome de dispersão mais bem representada...

Biologia da reprodução e crescimento inicial de Qualea cordata Spreng.(Vochysiaceae), uma especie arborea do cerrado

Silvia Maria de Godoy Aveiro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/1997 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
Este trabalho incluiu alguns aspectos da reprodução e do crescimento inicial da espécie arbórea do cerrado Qualea cordata (Vochysiaceae) . Para o estudo da reprodução foram feitos o acompanhamento da produção natural de frutos no campo e, também, tratamentos de polinização artificial que envolveram polinização cruzada e autopolinização. Também no campo, foram feitas observações sobre a fenologia da espécie. Em casa de vegetação foram conduzidos os experimentos para a análise do crescimento inicial das plântulas. A dispersão de sementes ocorreu em final do mês de julho e início do mês de agosto, por anemocoria, sendo acompanhada por abscisão foliar. Ainda durante o período de dispersão de sementes já surgiram os primeiros brotos foliares. A floração ocorreu no período de outubro a novembro e, concomitantemente, o início da formação dos frutos, os quais só chegaram à maturação em julho do ano seguinte. Não houve produção de frutos a partir do tratamento de autopolinização artificial, mesmo tendo sido observados a penetração de óvulos pelos tubos polínicos e o início do desenvolvimento do embrião. Isto caracterizou a espécie como auto incompatível e dotada de um sistema de auto incompatibilidade tardia. A análise do crescimento de plântulas a partir da adição de nutrientes ao substrato mostrou que a solução nutritiva sem fósforo (-P) promoveu o desenvolvimento da raiz...

Dinâmica da regeneração natural via sementes em uma floresta montana no Parque Estadual da Serra do Mar; Dynamics of seed natural regeneration in a tropical montane forest in the Serra do Mar State Park

Daniella Vinha
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/02/2015 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
Estudos prévios demonstraram baixa sazonalidade na frutificação em florestas tropicais não-sazonais, o que poderia influenciar o padrão temporal e espacial da chuva de sementes e do banco de sementes. Entretanto, esses processos não são conhecidos. O objetivo desse estudo foi determinar como ocorre a regeneração natural via sementes em uma floresta tropical Montana no Parque Estadual da Serra do Mar. Foram testadas as hipóteses: (1) a sazonalidade na chuva de sementes é fraca ou ausente e esse padrão não se diferencia dentro dos modos de dispersão; (2) o banco de sementes é florísticamente relacionado com a chuva de sementes e espacialmente acoplado; (3) o banco de sementes apresenta baixa sazonalidade e esse padrão não difere dentro dos modos de dispersão. Em 2 hectares de floresta, nós registramos o total de 29959-62904 diásporos na chuva de sementes (104-106 spp.), 1029-2999 diásporos no banco de sementes da serapilheira (36-38 spp.) e 6288-7824 plântulas no banco de sementes do solo (74-82 spp.) ao longo de dois anos. Asteraceae, Urticaceae e Melastomataceae foram abundantes na chuva de sementes (63-81%), no banco de sementes da serapilheira (70-73%) e no banco de sementes do solo (77-84%). A maior riqueza de espécies foi de arbóreas na chuva de sementes (59-61%) e banco de sementes da serapilheira (72-68%)...

Síndromes de dispersão de diásporos das espécies de trechos de vegetação ciliar do rio das Pacas, Querência - MT

Stefanello,Daniel; Ivanauskas,Natália Macedo; Martins,Sebatião Venâncio; Silva,Elias; Kunz,Sustanis Horn
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
Relevância na Pesquisa
27.71%
As adaptações das plantas, conforme seus agentes dispersores, correlacionam-se com as características morfológicas de cada espécie e família e com a região em que esta predomina, sendo que as sementes evoluíram de acordo com os dispersores. A dispersão de sementes mais freqüente em florestas tropicais é a zoocoria, daí a importância na conservação de corredores ecológicos, que possibilitam a disseminação de espécies de um fragmento para outro. Diante do fato, este trabalho teve por objetivo listar as principais síndromes de dispersão de sementes de espécies ocorrentes em trechos de Floresta Estacional Perenifólia Ribeirinha do rio das Pacas, Querência - MT, a fim de identificar o principal tipo de dispersão. As informações sobre as síndromes de dispersão foram coletadas em campo, juntamente com a amostragem da vegetação, a qual foi dividida em estratos de acordo com a altura dos indivíduos amostrados. Foram identificadas 69 espécies, pertencentes a 51 gêneros e 31 famílias botânicas. As famílias com maior riqueza foram Annonaceae e Fabaceae, a qual apresentou a maior diversificação de síndromes. A zoocoria foi a síndrome de maior expressividade, com 86% do total de espécies, seguida da anemocoria (10%)...

Classes sucessionais e síndromes de dispersão de espécie arbóreas e arbustivas existentes em vegetação ciliar remanescente (Conchal, SP), como subsídio para avaliar o potencial do fragmento como fonte de propágulos para enriquecimento de áreas revegetadas no Rio Mogi-Guaçu, SP

Aquino,Clarissa de; Barbosa,Luiz Mauro
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
Este estudo foi realizado em fragmento de vegetação ciliar remanescente, localizado à margem direita do rio Mogi-Guaçu, Município de Conchal, SP, tendo como objetivo a avaliação do potencial desse fragmento como fonte de propágulos para projetos de enriquecimento em áreas ciliares implantadas na região de Mogi-Guaçu, SP. Para tanto, foi realizada a caracterização sucessional e da síndrome de dispersão das espécies arbóreas e arbustivas. No local, foram registradas 99 espécies arbóreas e arbustivas, pertencentes a 38 famílias. As famílias com maior número de espécies foram Euphorbiaceae, Fabaceae, Myrtaceae e Rubiaceae. Quanto aos grupos sucessionais, foi verificado equilíbrio na quantidade de espécies secundárias tardias (28,3%) e daquelas típicas de sub-bosque (23,2%). A síndrome de dispersão predominante entre as espécies arbóreas e arbustivas foi a zoocoria, identificada em 64,6% delas, seguida pela anemocoria, que representou 20,2% dos casos. Os resultados gerais apontaram o bom estado de conservação desse fragmento e a viabilidade de sua utilização como fonte de propágulos para ações de revegetação em áreas ciliares da região.

Síndromes de dispersão de sementes em estágios sucessionais de mata ciliar, no extremo sul da Mata Atlântica, Arroio do Padre, RS, Brasil

Venzke,Tiago Schuch; Martins,Sebastião Venâncio; Neri,Andreza Viana; Kunz,Sustanis Horn
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
Relevância na Pesquisa
17.37%
A síndrome de dispersão de sementes está relacionada à migração das espécies e colonização de novos locais adequados para sobrevivência e reprodução. Foram estudados três estágios sucessionais de mata ciliar no domínio da Mata Atlântica (capoeira = cinco anos de regeneração; secundária = 45 anos de regeneração; e floresta madura = sem intervenção há 35 anos). As espécies foram classificadas nas síndromes de zoocoria, anemocoria e autocoria. A zoocoria predominou nos três estágios da sucessão da mata ciliar, com percentuais variáveis de 82% até 93% das espécies e 47% até 92% dos indivíduos. A segunda síndrome de dispersão mais comum foi a anemocoria, prevalecendo com elevada abundância relativa na capoeira (25% dos indivíduos). A autocoria ocorreu no sub-bosque da floresta madura com indivíduos da espécie Gymnanthes concolor. Aparticipação da zoocoria nos três estágios da sucessão demonstra que a relação planta-animal tem elevada importância para a sucessão florestal em ambiente ciliar na região do extremo sul da Mata Atlântica.

FLORÍSTICA E ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBÓREO DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA MONTANA EM SANTA CATARINA, BRASIL

Bosa,Dolores Martins; Pacheco,Dilton; Pasetto,Marcelo Romagna; Santos,Robson
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2015 PT
Relevância na Pesquisa
16.72%
Para ampliar o conhecimento sobre a Floresta Ombrófila Densa Montana no Estado de Santa Catarina, foi realizado estudo florístico e fitossociológico do componente arbóreo. Neste estudo, foi usado o método do ponto quadrante (250 pontos), incluindo todos os indivíduos com Diâmetro à Altura do Peito (DAP) mínimo de 5 cm. A composição florística resultou em riqueza total de 102 espécies. A densidade total arbórea foi de 2.034 indivíduos.ha-1. As famílias com maior número de espécies foram Myrtaceae, Lauraceae, Fabaceae e Annonaceae, e entre as espécies com maior valor de importância estão Euterpe edulis Mart. e Ficus adathodifolia Schott ex Spreng. A classificação das espécies arbóreas em grupos ecológicos indicou ligeira predominância de espécies dos estádios finais (56%) sobre as espécies dos estádios iniciais da sucessão, indicando que a vegetação se encontra em estádio avançado da sucessão ecológica. A síndrome de dispersão predominante entre as espécies arbóreas foi a zoocoria, identificada em 77% delas, seguida pela anemocoria...

Síndromes de dispersão de espécies arbustivo-arbóreas em cerrado sensu stricto do Brasil Central e savanas amazônicas

VIEIRA,DANIEL L.M.; AQUINO,FABIANA G.; BRITO,MÁRCIA A.; FERNANDES-BULHÃO,CLARISSA; HENRIQUES,RAIMUNDO P. B.
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2002 PT
Relevância na Pesquisa
17.37%
O objetivo deste trabalho foi identificar as proporções das síndromes de dispersão de sementes em áreas de cerrado sensu stricto do Brasil Central, comparando-as com as de áreas isoladas de savanas amazônicas. Foram utilizadas listas de espécies de nove áreas de cerrado e cinco áreas de savanas amazônicas. Determinou-se a similaridade florística entre as áreas. As síndromes de dispersão de espécies ocorrentes nestas áreas foram determinadas a partir de dados da literatura. Utilizou-se o teste Qui-quadrado (chi²) a fim de detectar possíveis diferenças nas proporções de zoocoria e anemocoria entre as áreas de cerrado e entre as áreas de savanas amazônicas. As médias entre as duas regiões foram comparadas pelo teste t. Não foram encontradas diferenças significativas para as duas análises (p > 0,05). A média das proporções de zoocoria para o cerrado sensu stricto foi de 56,7% ± 5,4 DP e para as savanas amazônicas 55,6% ± 11,7 DP, e a média das proporções de anemocoria no cerrado sensu stricto foi de 39,7% ± 6,2 DP e para as savanas amazônicas 44,4% ± 11,7 DP. No cerrado sensu stricto, a autocoria variou de 1,4 a 5%, porém não se verificou a presença de espécies autocóricas nas savanas amazônicas. A autocoria é uma estratégia de dispersão raramente encontrada no cerrado e sua ausência nas áreas de savanas amazônicas pode estar relacionada à sua baixa eficiência em colonizar áreas isoladas.

Floração, frutificação e síndromes de dispersão de uma comunidade de floresta de brejo na região de Campinas (SP)

Spina,Andréa Pozetti; Ferreira,Washington Marcondes; Leitão Filho,Hermógenes de Freitas
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 PT
Relevância na Pesquisa
17.37%
Dados referentes as fenofases de floração e de frutificação, das espécies de uma floresta de brejo, foram analisados quanto à época de ocorrência e suas possíveis variações nos diferentes hábitos. Os dados foram obtidos mensalmente durante o levantamento florístico das plantas vasculares. Foram registrados: o hábito da espécie, a presença ou ausência de flores e/ou frutos, a cor e a textura dos frutos. Os dados de frutificação foram agrupados quanto à deiscência e textura dos frutos, e estes quando secos e deiscentes, foram analisados quanto à presença ou não de arilo ou arilóide, e de mecanismos explosivos de deiscência. Através desta análise as espécies foram classificadas quanto às síndromes de dispersão. Na comunidade a floração e a frutificação ocorreram durante o ano todo com um pico em junho, comum à maioria das espécies. Quando as espécies são agrupadas pelo hábito, são observadas diferenças quanto à época de ocorrência de seus picos de floração e de frutificação ao longo do ano. A síndrome de dispersão mais freqüente foi a zoocoria (75% das espécies), seguida pela anemocoria (27%) e pela autocoria (l6%). As espécies arborescentes e arbustivas apresentaram as maiores porcentagens de zoocoria (75% e 57% respectivamente) enquanto que...

Padrões das síndromes de dispersão de plantas em áreas com diferentes graus de pluviosidade, PE, Brasil

Silva,Maria Carolina Nunes Alves da; Rodal,Maria Jesus Nogueira
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
Relevância na Pesquisa
17.37%
Este trabalho objetivou descrever as proporções de síndromes de dispersão em três remanescentes de vegetação nativa com distintos totais pluviométricos e número de meses secos. Durante três anos, foram coletados mensalmente frutos e diásporos de 107 espécies, os quais foram analisados e descritos. As áreas com precipitação inferior a 700 mm/ano (Floresta e Caruaru) assemelham-se em todas as síndromes de dispersão analisadas (autocoria, anemocoria e zoocoria), enquanto que Tapacurá (precipitação média anual de 1299 mm) distancia-se principalmente pela zoocoria, que variou de 29% (Floresta) a 51% (Tapacurá). Em termos de estratificação vertical das síndromes de dispersão, houve maior proporção de zoocoria no sub-bosque de Tapacurá, enquanto que nas áreas mais secas (Floresta e Caruaru) a autocoria e anemocoria foram representativas no dossel. Este trabalho mostra que, associados à diminuição da pluviosidade, os vetores abióticos tornam-se mais importantes e que as proporções das síndromes de dispersão variam de acordo com a estratificação.

Síndromes de dispersão de Angiospermas em uma Unidade de Conservação na Caatinga, SE, Brasil

Silva,Ana Cecília da Cruz; Prata,Ana Paula do Nascimento; Mello,Anabel Aparecida de; Santos,Ana Cláudia Alencar da Silva
Fonte: Instituto de Botânica Publicador: Instituto de Botânica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
Relevância na Pesquisa
27.37%
O presente estudo teve por objetivos caracterizar os tipos de frutos e as síndromes de dispersão de Angiospermas no Monumento Natural Grota do Angico, localizado nos municípios de Canindé de São Francisco e Poço Redondo, SE, Brasil. A caracterização dos frutos e das síndromes foi baseada na análise do material coletado em uma área de 251 ha. Foram amostradas 67 espécies e 24 famílias, das quais Fabaceae, Euphorbiaceae, Bromeliaceae e Cactaceae, foram as mais representativas. Houve o predomínio de frutos secos (68,7%) e dez tipos de frutos foram encontrados, sendo os mais comuns os do tipo legume, cápsula e baga. Vetores abióticos predominaram na área de estudo (61,2%). A principal síndrome de dispersão foi a autocoria (43,3%), seguida pela zoocoria (38,8%) e anemocoria (17,9%). A autocoria também prevaleceu nos estrato herbáceo-subarbustivo (52,2%) e arbustivo-arbóreo (45,7%), entretanto apresentou pequena diferença percentual em relação à zoocoria.

Dinamica da dispersão de sementes e regeneração de plantas da planicie litoranea da Ilha do Mel, PR

Marcia Cristina Mendes Marques
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/03/2002 PT
Relevância na Pesquisa
17.37%
A Ilha do Mel está localizada em Paranaguá, região central do litoral do Estado do Paraná (25°29'/25°34'32"S e 48°17'15"/48°23'16"W) e compreende uma área aproximada de 2760ha, na qual estende-se uma planície litorânea costeira. Sobre esta desenvolve-se uma vegetação bastante heterogênea, onde são reconhecidos três principais tipos vegetacionais: Vegetação de Praia (P), Restinga Arbustiva (R) e Floresta de Restinga (F). Neste gradiente foi desenvolvido um trabalho abordando, de forma comparativa, os processos de dispersão e regeneração das plantas dos três tipos vegetacionais e de dois tipos de Floresta de Restinga: a Floresta não inundável (FNI) e a Floresta inundável (FI). Com base nas características morfológicas de frutos, sementes e plântulas de 238 espécies, foram descritos os modos de dispersão e tipos morfofuncionais de plântulas e avaliadas as variações em suas freqüências no gradiente P a F. Do total de espécies analisadas, zoocoria foi o modo de dispersão mais freqüente (56% das espécies), seguido por anemocoria (26%) e autocoria (18%). As distribuições dos modos de dispersão foram influenciadas pelo ambiente, havendo um predomínio dos processos abióticos (anemocoria e autocoria) nos locais abertos e sujeitos a estresse (P e R)...

Fenologia reprodutiva e dispersão das sementes de quatro espécies da Caatinga consederadas como ameaça de extinção.

KIILL, L. H. P.
Fonte: Informativo Abrates, Brasília, DF, v. 22, n. 3, p. 12-15, dez. 2012. Publicador: Informativo Abrates, Brasília, DF, v. 22, n. 3, p. 12-15, dez. 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
Relevância na Pesquisa
27.37%
Estudos fenológicos são importantes para compreender a dinâmica dos ecossistemas, uma vez que estudam a ocorrência dos eventos biológicos repetitivos e suas causas em relação às forças seletivas bióticas e abióticas. Para a Caatinga, pouco ainda se sabe sobre a fenologia reprodutiva das plantas e suas interações com o ambiente. Aqui são apresentadas informações sobre a fenologia de Myracrodruon urundeuva, Schinopsis brasiliensis (Anacardiaceae), Sideroxylon obtusifolium (Sapotaceae) e Amburana cearensis (Leguminosae), consideradas como espécies da Caatinga ameaçadas de extinção. Os estudos foram desenvolvidos na Reserva Legal do Projeto Salitre, no distrito de Juremal, em Juazeiro-BA, em populações naturais dessas quatro espécies. Os resultados obtidos mostraram que M. urundeuva, S. brasiliensis e A. cearensis apresentaram características de plantas decíduas enquanto que S. obtusifolium, por manter uma renovação de folhas ao longo das observações, foi considerada como decídua facultativa. Quanto à floração, esta foi registrada principalmente na estação seca, época em que a maioria das plantas da Caatinga não apresenta esta fenofase, indicando que essas espécies podem ser consideradas como importante fonte de pólen e néctar para a fauna local. A frutificação é do tipo anual...