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Spinal and intravenous midazolan anesthetic effects on fentanyl/ ligdocaine regional anesthesia following back minor orthopedic surgery; Midazolan por via espinal ou endovenosa como coadjuvante da anestesia regional com lidocaína/fentanil em pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos lombares de pequeno porte; Midazolan por vía espinal o endovenosa como coadyuvante de la anestesia regional con lidocaína/fentanil en pacientes sometidos a procedimientos quirúrgicos lumbares de pequeño porte

LAURETTI, Gabriela Rocha; MATTOS, Anita L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Coluna Publicador: Sociedade Brasileira de Coluna
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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37.13%
OBJECTIVES: the present study was designed to evaluate the usefulness of intravenous and intrathecal midazolan as an adjunct to intrathecal ligdocaine, with or without intrathecal fentanyl. METHODS: double-blind study, institutional approval and informed consent; 40 patients scheduled for minor lumbar orthopedic surgery were randomly assigned to one of five groups (n=8). Patients were premedicated with a 4 mL final intravenous volume (saline or midazolan). Spinal anaesthesia was administered to a 3 mL final volume - 75 mg of lidocaina plus either 33 mg fentanyl or 500 mg midazolan diluted in saline (0,9%) - with the patient in sitting position. The latency time for onset of the block (LT), time to progress to T10 sensory level (TT10), duration of the block (Bl), duration of effective analgesia (An), the subjective degree of intraoperative sedation, level of alertness, concentration level and degree of anxiety were specifically measured. P<0.05 was considered significant. RESULTS: the addition of midazolan to the intrathecal injection in the absence of fentanyl was the only procedure which caused a statistically significant reduction in LT (p<0.002) and TT10 (p<0.001). Intrathecal midazolan increased the blockade time both with (p<0.05) and without (p<0.02) intrathecal fentanyl...

Raquianestesia contínua com altas doses de anestésicos locais; Continuous spinal anesthesia with high dose of local anesthetics; Raquianestesia continua con altas dosis de anestésicos locales

IMBELLONI, Luiz Eduardo; GASPARINI NETO, Savino; GANEM, Eliana Marisa
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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26.66%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A maior vantagem da raquianestesia contínua é o melhor controle de nível, intensidade e duração da analgesia espinal. Com o advento dos cateteres intermediários (cateter por foral da agulha) e sua baixa incidência de cefaleia e sintomas neurológicos, a técnica vem ganhando credibilidade. O objetivo de caso é relatar a possível segurança do uso do novo cateter com grande dose de bupivacaína hiperbárica a 0,5% com glicose a 1,6% associada à lidocaína 2% hiperbárica com glicose a 1,6%. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 78 anos, 85 kg, 168 cm, estado físico ASA III, hipertenso, coronariopata e insuficiência renal crônica. Candidato à cirurgia de volumosas hérnias inguinal bilateral e umbilical, sendo submetido por uma semana a pneumoperitôneo para criar espaço. Após venóclise com cateter 18G, monitoração com cardioscópio, pressão arterial não invasiva e oximetria de pulso, foi sedado com 1 mg de midazolam e fentanil 100 µg por via venosa e colocado em decúbito lateral esquerdo. Submetido à raquianestesia contínua por via mediana em L3-L4, com conjunto de agulha cortante 27G e cateter 22G. A dose total de anestésico utilizada no procedimento foi 25 mg de bupivacaína 0...

Envolvimento da via heme-oxigenase-monóxido de carbono-guanosina monofosfato cíclico na nocicepção e na antinocicepção induzida por estresse agudo em ratos; Involvement of the heme oxygenase - carbon monoxide - cyclic guanosine monophosphate pathway in the nociception and antinociception induced by acute stress in rats.

Carvalho, Priscila Gonçalves de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/11/2009 PT
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26.72%
A exposição de animais a situações ameaçadoras de natureza inata ou aprendida resulta em exibição de um repertório de comportamentos defensivos espécie-específicos, alterações autonômicas e em inibição da dor, sendo esse conjunto de reações de alta relevância para a sobrevivência de uma espécie. Considerando este contexto, um importante componente da resposta do organismo a situações de emergência é a redução da capacidade de perceber a dor. O processamento de estímulos nociceptivos pode ser modulado no prosencéfalo, na medula espinal, no tronco encefálico e no diencéfalo, por mecanismos envolvendo diferentes neurotransmissores e neuromoduladores. Nos últimos anos, evidências têm demonstrado que o monóxido de carbono (CO), produzido a partir da enzima heme-oxigenase estimula a formação de guanosina 3, 5- monofosfato cíclico (GMPc), participando como neuromodulador de vários processos fisiológicos. Dentro deste contexto, mostrou-se que a via HO-CO-GMPc está envolvida na modulação periférica e espinal da dor inflamatória, bem como na modulação do estresse, porém não há conhecimento da participação desta via na modulação de estímulo doloroso agudo, bem como da antinocicepção induzida pelo estresse. Assim...

Estudo topográfico da analgesia induzida por estimulação elétrica transdural do córtex motor de ratos: somatotopia de resposta comportamental e perfil de ativação neuronal.; Topographical evaluation of the analgesic effect induced by transdural electrical stimulation of the motor cortex of rats: somatotopy of behavioral response and profile of neuronal activation.

França, Nubia Regina Moreira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2012 PT
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36.62%
A estimulação do córtex motor (CM) é usada para tratar pacientes com síndromes dolorosas resistentes a outros tratamentos. Dados do nosso grupo demonstram que a estimulação do córtex motor (ECM) induz analgesia em ratos, e este efeito depende de opióides. Este estudo investigou a topografia do efeito antinociceptivo induzido pela ECM e o padrão de ativação neuronal na coluna posterior da medula espinal (CPME) e na PAG pela expressão de Fos e Egr-1. Ratos receberam implantes de eletrodos transdurais posicionados sobre áreas distintas do CM equivalentes à: patas anterior, posterior, vibrissas e cauda e após 1 semana passaram por sessões de ECM de 15min, sendo então avaliados nos testes comportamentais: pressão da pata, monofilamentos de von Frey, von Frey eletrônico e pinçamento da cauda. A ECM induziu analgesia no membro equivalente à área do CM estimulada em cada grupo, envolvendo a inibição da CPME, demonstrada pela diminuição da imunoreatividade nas lâminas superiores; e ativação do sistema de analgesia endógeno, pelo aumento da imunoreastividade na PAG.; Stimulation of the motor cortex (MC) has been used to treat patients with pain syndromes resistant to other treatments. Data from our group demonstrates that electrical stimulation of the motor cortex (MCS) induces opioid-dependent analgesia in rats. This study investigated the topography of the antinociceptive effect induced by MCS and the pattern of neuronal activation in the dorsal horn of the spinal cord (DHSC) and in the PAG through Fos and Egr-1 expression. Rats received implantation of transdural electrodes positioned on distinct areas of the corresponding MC: fore limb...

Efeito do exercício físico aeróbico sobre o padrão de imunorreatividade da serotonina localizada nos núcleos dorsal e magno da rafe e na medula espinal de ratos submetidos à secção do nervo ciático

Korb, Arthiese
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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26.75%
Diversos estudos têm demonstrado que o sistema serotoninérgico participa ativamente da regulação do circuito nociceptivo e locomotor da medula espinal. A atividade física induz analgesia e é um dos tratamentos efetivos para a melhora da função sensorial e motora de indivíduos com lesão nervosa periférica. Estudos demonstram que o exercício físico ocasiona mudanças em diferentes neurotransmissores. Para melhor compreensão da relação entre exercício físico e alterações no sistema serotoninérgico, o presente estudo demonstra os efeitos do treinamento aeróbico em esteira ergométrica sobre o padrão de imunorreatividade serotonina nos núcleos dorsal e magno da rafe, e na medula espinal lombossacral de ratos submetidos à secção do nervo ciático, mediante emprego de imunoistoquímica e densitometria óptica. Para isto os animais foram divididos em seis grupos: (1) ratos sem qualquer manipulação experimental e sedentários (NS, n = 5); (2) ratos sem qualquer manipulação experimental e treinados (NT, n = 5); (3) ratos com secção do nervo ciático e treinamento aeróbico (SNTT, n = 5); (4) ratos com secção do nervo ciático e sedentários (SNTS, n=5); (5) ratos com nervo ciático isolado, mas não seccionado (sham) e submetidos ao treinamento (ST...

Analgesia adjuvante e alternativa

Vale,Nilton Bezerra do
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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36.56%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Embora a dor aguda e a crônica sejam habitualmente controladas com intervenções farmacológicas, 14 métodos complementares de analgesia adjuvante e alternativa (AAA) podem reduzir o uso e abuso na prescrição de analgésicos e diminuir os efeitos colaterais que eventualmente comprometem o estado fisiológico do paciente. CONTEÚDO: Todos os mecanismos antiálgicos atuam através da via espinal de controle da comporta de Melzack e Wall e/ou através da transdução do sinal nos sistemas de neurotransmissão e neuromodulação central relacionados com analgesia, relaxamento e humor: peptidérgico, monaminérgico, gabaérgico, colinérgico e canabinóide. A analgesia adjuvante complementar é habitualmente utilizada nos tratamentos fisiátricos, ortopédicos, reumatológicos, obstétricos e com acupuntura. A analgesia alternativa complementar pode potencializar os métodos analgésicos convencionais, a exposição à luz do sol matutino, luz e cores sob luz artificial, o tempo (T) - anestésicos gerais mais potentes à noite, opióides de manhã e anestésicos locais à tarde, dieta, bom humor e riso, espiritualidade, religião, meditação, musicoterapia, hipnose e efeito placebo. CONCLUSÕES: Se a dor aguda é um mecanismo de defesa...

Analgesia perioperatória com infusão peridural contínua da combinação de morfina e clonidina em crianças submetidas a procedimentos cirúrgicos abdominais

Klamt,Jyrson Guilherme; Santoni,Magaly; Garcia,Luis Vicente; Stocche,Renato Mestriner
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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36.49%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O presente estudo foi desenvolvido para avaliar o efeito analgésico da combinação de morfina e clonidina administrada por via peridural, cuja eficácia foi demonstrada em pacientes adultos, sobre o consumo de isoflurano e o consumo de medicação analgésica no período pós-operatório em crianças. MÉTODO: Vinte e seis crianças escaladas para operações intra-abdominais foram alocadas de forma aleatória em dois grupos. Os dois grupos receberam, por via peridural, bolus de morfina (8 µg.kg-1) e de clonidina (0,8 µg.kg-1) antes do início da intervenção cirúrgica, seguidos de infusão contínua de clonidina (0,12 µg.kg-1.h-1) mais morfina (1,2 µg.kg-1.h-1) no Grupo I e o dobro dessas doses no Grupo II, durante 24 horas. Foram medidas as concentrações inspiratórias de isoflurano durante a operação e o número de doses (1 mg.kg-1) de tramadol durante 24 horas no pós-operatório. RESULTADOS: As concentrações de isoflurano foram significativamente menores em relação aos valores observados antes da incisão cirúrgica após 60 e 90 minutos nos Grupos II e I, respectivamente, porém não houve diferença entre os dois grupos. O consumo de tramadol foi muito menor no Grupo II, e sete (53...

Efeito da administração de anestésicos gerais, associado ou não ao procedimento cirúrgico, sobre : parâmetros comportamentais, atividades E-NTPdásica e de ecto-5'nucleotidase em medula espinhal de ratos

Medeiros, Liciane Fernandes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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26.49%
Devido a dificuldades técnicas de modelagem experimental e de aferição de dor, até os anos 70, acreditava-se que recém-nascidos e lactentes jovens não teriam maturidade neurológica para conduzir, de forma adequada, os estímulos dolorosos; portanto, não sentiam dor. Recentes estudos, focados na área de neurobiologia do desenvolvimento, têm demonstrado como as informações sensoriais são processadas no início da vida e que dor intensa ou persistente no prematuro ou neonato pode provocar alterações de comportamento e percepção da dor que podem persistir no decorrer da vida. Considerando a relevância do tema, este trabalho teve como objetivo avaliar possíveis alterações comportamentais e bioquímicas, a partir de uma intervenção farmacológica com anestésicos gerais, acompanhados ou não de procedimento cirúrgico realizado no 14°dia de vida do animal. Foram utilizadas 40 ninhadas padronizadas com 8 ratos Wistar machos. O modelo cirúrgico utilizado foi descrito por Levine, modificado por Rice et al. (1981), porém sem a oclusão da carótida. Para as avaliações comportamentais foram utilizados os testes de campo aberto, labirinto em cruz elevado, tail-flick e formalina. O parâmetro bioquímico avaliado foi atividade das enzimas E-NTPDases e ecto-5’nucleotidase. Este trabalho foi dividido em dois desenhos experimentais. No primeiro...

Comparacion de dos tecnicas anestesicas para legrado uterino

Rincon Castellanos, Juan Carlos
Fonte: Facultad de Medicina Publicador: Facultad de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2012 SPA
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26.68%
Metodología: se realizó un estudio descriptivo para evaluar las ventajas de la técnica regional sobre la técnica general en mujeres ASA 1 y 2 en Hospital Occidente de Kennedy. Se evaluaron los signos vitales, tiempo de recuperación, analgesia postoperatoria y efectos colaterales. Resultados: se incluyeron un total de 177 pacientes, 79 con anestesia regional y 98 pacientes con anestesia general. Los resultados en el postoperatorio mostraron que no hay diferencias estadísticamente significativas en cuanto a manejo de dolor, efectos colaterales, variación en signos vitales. Se encontró una diferencia significativa en el tiempo de recuperación p=0,02 siendo la técnica espinal 20 minutos en promedio más prolongada. Discusión: ambas técnicas suponen una buena opción como técnica anestésica para pacientes llevadas a legrado obstétrico, a pesar que el tiempo de recuperación fue mayor en el grupo de técnica espinal, se obtuvo un mejor manejo del dolor, sin el requerimiento de otros analgésicos durante el postoperatorio.; A descriptive study was conducted to evaluate the benefits of the regional technique over the general technique in women ASA 1 and 2 in a third level hospital. We evaluated vital signs, recovery time, postoperative analgesia and side effects.Results A total of 177 patients were included...

Opioides en el tratamiento del dolor oncológico calidad de vida, grado de analgesia y efectos indeseables /

De Sanctis Briggs, Vicente
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2011 SPA; SPA
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26.9%
Descripció del recurs: 22 juliol 2011; Introducción: El dolor es el síntoma más frecuente en los pacientes con cáncer: 50-85% presentan dolor significativo y 42% no reciben analgesia adecuada. La evaluación de la analgesia en el paciente oncológico debe basarse en el binomio analgesia- calidad de vida y no sólo en la cuantificación del dolor, porque ello proporciona una visión unidimensional, que omite información sobre el impacto psicológico, social y del entorno del paciente. El objetivo principal de esta tesis es evaluar la calidad de vida de los pacientes afectos de dolor crónico oncológico tras recibir analgesia, comparando los resultados entre 3 distintas vías de administración: vía espinal, vía oral, vía transdérmica. Material y método: Pacientes oncológicos con dolor crónico remitidos a la Unidad del Dolor del Hospital del Sagrat Cor, que cumplan los criterios de inclusión. Al azar, se le asigna uno de los 3 grupos de estudio: Grupo RSL: tratamiento con opioides por vía espinal; Grupo SMLS: tratamiento con opioides por vía oral; Grupo FTD: tratamiento con opioides transdérmico. Se evalúa la calidad de vida (primera entrevista y a los 60 días), aplicando el cuestionario WHOQoL-BREF de la OMS que consta de 26 preguntas englobadas en 4 áreas: física...

Actualizaciones en el manejo clínico de los opioides espinales en el dolor agudo postoperatorio

Mugabure Bujedo,B.; González Santos,S.; Uría Azpiazu,A.; Torán García,L.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2012 SPA
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37.03%
Los opioides son los fármacos más potentes utilizados en el tratamiento del dolor. En los últimos 40 años, tras el descubrimiento de los receptores opioides medulares, la práctica clínica ha conllevado el uso de opioides espinales con el propósito de producir una intensa analgesia metamérica desprovista de los efectos adversos de su utilización sistémica. Existe el concepto erróneo de que la administración epidural o intratecal de opioides producirá siempre una analgesia selectiva espinal junto con un menor riesgo de secundarismos, como la depresión respiratoria. Esta creencia no es cierta, ya que varios de ellos pueden alcanzar los centros cerebrales por redistribución sanguínea o vía líquido cefalorraquídeo (LCR), produciendo tanto analgesia supraespinal como efectos adversos. Los estudios demuestran que la liposolubilidad es inversamente proporcional a su selectividad medular, siendo esta mayor para el fármaco más hidrosoluble, la morfina. Su administración epidural liposomal retardada (MELR) ofrece buena analgesia sin la necesidad de un catéter epidural. El fentanilo es el opioide más recomendable en cirugía ambulatoria y parece producir un mayor efecto espinal tras su administración epidural en forma de bolos...

Déficit motor asociado a analgesia epidural en paciente con patología neurológica preexistente no conocida

García Navia,T.; Pérez Mateos,M.C.; Sánchez Martín,I.; Olmedo Granados,L.; Ávila Gordo,C.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2013 SPA
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36.33%
Existen múltiples estudios que afirman que las complicaciones neurológicas asociadas a la práctica de un bloqueo neuroaxial pueden tener una mayor incidencia en los pacientes que presentan enfermedades neurológicas preexistentes como la estenosis espinal. Esta incidencia puede ser especialmente relevante si no se cuenta con un diagnóstico previo de dichas patologías. En el presente trabajo describimos nuestra experiencia con una mujer de 60 años de edad, diagnosticada de isquemia crónica de miembro inferior derecho, que presentó un déficit motor importante tras la colocación de un catéter epidural para el manejo del dolor.

Meningitis tras anestesia y analgesia espinal

Robles Romero,M.; Rojas Caracuel,M.A.; Prado Álvarez,C. del
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2013 SPA
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56.78%
El objetivo de esta revisión es una puesta al día en la etiología, diagnóstico, profilaxis y tratamiento de la meningitis tras anestesia y analgesia espinales. Aunque es una complicación mayor de esta técnica y su incidencia es baja, cada vez son más frecuentes los casos publicados en la literatura médica. Según su etiología se les clasifica en meningitis sépticas, víricas y asépticas. Las meningitis sépticas son las más frecuentes, y en su etiología cada vez juega un papel más destacado como agente implicado el estreptococo salivarius. Como meningitis asépticas se clasifican aquellas en las que el cultivo de líquido cefalorraquídeo es negativo, con un periodo de latencia de síntomas inferior a seis horas, que pueden cursar con eosinofilia en el líquido cefalorraquídeo y unos niveles cercanos a la normalidad en la glucorraquia. Suelen tener buena respuesta y evolución con tratamiento antibiótico con vancomicina y cefalosporinas de tercera generación. Como profilaxis incidir en las medidas de asepsia, sobre todo en el uso de mascarilla facial para realizar la técnica, como práctica para disminuir la incidencia de gérmenes cuyo origen está en la cavidad oral y orofaringe. Asimismo podrían reducir la incidencia de meningitis las medidas de asepsia tales como el lavado de manos...

Identificación de factores predictores de técnica epidural dificultosa en la paciente obstétrica

Charco Roca,L. M.; Ortiz Sánchez,V. E.; Cuesta Montero,P.; Soria Quiles,A.; Bonmati García,L.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2013 SPA
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36.76%
Introducción: Los intentos repetidos de punción son factores de riesgo para la aparición de complicaciones neurológicas secundarias a la práctica de la analgesia espinal y aumentan la ansiedad del paciente. El objetivo de este estudio es determinar qué factores son mejores predictores de la colocación dificultosa del catéter epidural en la paciente obstétrica. Material y método: Estudio observacional y prospectivo en 120 gestantes a término que solicitan la analgesia epidural para el trabajo de parto. Se recogen variables demográficas y antecedentes de anestesia espinal previa no exitosa o considerada dificultosa por la paciente. Se identifican variables anatómicas y se clasifica la calidad de los puntos de referencia anatómicos según los criterios publicados por Chien en cuatro grados. Las condiciones de la técnica y la experiencia del anestesiólogo son similares en todos casos. Consideramos punción dificultosa si se necesita más de una punción en la piel o una punción pero más de un cambio de dirección de aguja en el espacio interespinoso. Se recoge el éxito obtenido y las complicaciones de la técnica. Resultados: Fueron calificadas de punción difícil según los criterios del estudio en el 36,67 % de los casos. En la mayoría de los casos la técnica fue efectiva obteniendo una adecuada analgesia. La incidencia de repunción epidural fue de 5 %. En las pacientes clasificadas en el grado 4...

Hematoma epidural secundario a anestesia espinal: Tratamiento conservador

Bermejo,M.; Castañón,E.; Fervienza,P.; Cosío,F.; Carpintero,M.; Díaz-Fernández,M. L.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/11/2004 SPA
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36.68%
Introducción: El hematoma epidural secundario a una anestesia neuroaxial es una complicación poco frecuente, pero de gran trascendencia tanto por sus implicaciones clínicas como por las médico legales; según algunos autores su incidencia puede oscilar entre 1/190.000-1/200.000 para las punciones peridurales y 1/320.000 en el caso de las espinales. El aspecto prioritario en su manejo terapéutico es el del diagnóstico y tratamiento precoz, antes de las 6-12 primeras horas. No obstante, en determinados pacientes como en el caso que presentamos puede no ser precisa la cirugía, resolviéndose el cuadro con tratamiento conservador. Caso clínico: Varón de 73 años, ASA IV, con antecedentes de cirrosis con hipertensión portal, hiperesplenismo, EPOC, obesidad, cardiopatía hipertensiva e insuficiencia tricuspídea. Se programa para alcoholización prostática al haber sido desechada la cirugía. En la analítica preoperatoria destacaba una actividad de protrombina del 80% y 90.000 plaquetas. Se realizaron varios intentos fallidos de punción espinal, finalmente fue precisa una anestesia general con ventilación espontánea mediante mascarilla laríngea, propofol, fentanilo y sevoflurano. A las 36 horas, comienza la clínica en forma de dolor intenso lumbar...

Fisiología y farmacología clínica de los opioides epidurales e intratecales

Mugabure,B.; Echaniz,E.; Marín,M.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2005 SPA
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26.59%
La historia de la anestesia intratecal y epidural ha discurrido en paralelo al desarrollo de la anestesia general. La primera reseña publicada sobre el uso de opioides para anestesia intradural la realizó un cirujano rumano, que presentó su experiencia en 1901 en París. Ha pasado casi un siglo hasta conseguir la utilización de opioides por vía epidural. En nuestros días, el uso de opioides intradurales y epidurales constituye una práctica clínica habitual para conseguir analgesia intra y postoperatoria. En los últimos 30 años, el uso de opioides epidurales se ha convertido en rutinario para el tratamiento del dolor del trabajo del parto y del manejo tanto del dolor agudo como crónico. Ha sido ampliamente asumido que cualquier opioide depositado en el espacio epidural o intratecal producirá una analgesia altamente selectiva medular y que esta será superior a la conseguida por otras técnicas analgésicas o vías de administración. Desafortunadamente esto simplemente no es verdad. De hecho, en multitud de ocasiones, los opioides son utilizados vía perimedular a pesar de que la evidencia clínica nos demuestra que no producen un efecto específico medular, o que la analgesia producida no es superior a la conseguida tras su administración intravenosa. Para realizar un uso apropiado de los opioides espinales...

Estudio observacional de la analgesia epidural para trabajo de parto: Complicaciones de la técnica en 5.895 embarazadas

Calvo,M.; Gilsanz,F.; Palacio,F.; Fornet,I.; Arce,N.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2005 SPA
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36.65%
Objetivos: a) Conocer la incidencia de las complicaciones relacionadas con la técnica de analgesia regional durante la realización de la técnica, durante la dilatación y en el postparto; y b) conocer si las complicaciones del postparto relacionadas con la técnica analgésica son más frecuentes cuando se realiza la técnica combinada epidural-subaracnoidea (CES) en comparación con la analgesia epidural. Material y método: Hemos realizado un estudio observacional descriptivo y analítico. Como sujetos del estudio hemos incluido a todas las mujeres que solicitaron la administración de analgesia regional a la Unidad de Analgesia Epidural de nuestro hospital (5.895 embarazadas) y cumplían los criterios de inclusión, en un periodo de tiempo que empieza en el 1 de enero del año 2002 y termina el 1 de enero del año 2003. Las técnicas empleadas para el control del dolor del trabajo del parto fueron la analgesia epidural y la técnica combinada epidural-subaracnoidea. Resultados: La complicación que más frecuentemente apareció durante la realización de la técnica fueron las parestesias (43,5%) seguido de la punción hemática (5,9%). La punción no intencionada de la duramadre ha ocurrido en el 0,6%. Las complicaciones que más frecuentemente aparecieron durante el periodo de dilatación fue el prurito (11...

Opioides como coadyuvantes de la analgesia epidural en pediatría

Vidal,M. A.; Aragón,M. C.; Torres,L. M.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/09/2005 SPA
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36.43%
Hay un elevado número de receptores opioides localizados en la sustancia gelatinosa del asta dorsal medular. La inyección epidural de opioides permite la unión de forma saturable y competitiva con estos receptores, con lo que se consigue analgesia y disminución del riesgo de efectos adversos asociados a la administración parenteral de los mismos. No obstante, es importante tener en cuenta los posibles efectos adversos que pueden aparecer, siendo la depresión respiratoria la complicación más importante. La morfina es el opioide agonista mu más utilizado para el tratamiento del dolor agudo o crónico y constituye el analgésico estándar con el que se comparan los nuevos analgésicos. El fentanilo es un agonista opioide derivado de la fenilpiperidina que posee una alta afinidad por los receptores mu, lo que le confiere una potencia analgésica 50-100 veces superior a la morfina. El tramadol es el más reciente de los opioides sintéticos empleados en España. Tiene baja afinidad por los receptores mu, kappa y delta, no obstante su potencia analgésica respecto a la morfina es 1/10 por vía parenteral y 1/30 por vía espinal. Los opioides por vía epidural se han empleado ampliamente en adultos, pero con una frecuencia mucho menor en pediatría. En este artículo se repasan los distintos estudios que han evaluado sus efectos en pediatría...

Causas de fallas del bloqueo subaracnoideo; formas de evitarlas

Bouchacourt1,Víctor
Fonte: Anestesia Analgesia Reanimación Publicador: Anestesia Analgesia Reanimación
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 ES
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36.33%
resumen La anestesia subaracnoidea es una técnica relativamente fácil de realizar con la cual se consigue analgesia y relajación muscular de buena calidad, aunque en las mejores manos puede fracasar. Se encontraron resultados muy dispares de fallas, con una incidencia tan baja como el 0.46% a otra tan alta como el 35%. Analizamos los distintos factores que afectan el éxito o el fracaso, los cuales pueden determinar una falla parcial o total del bloqueo. Consideramos algunas conductas que pueden tomarse frente al fracaso y que nos permiten superar la situación

Bases científicas de la analgesia acupuntural

Fonte: Revista Médica del Uruguay Publicador: Revista Médica del Uruguay
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 ES
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36.33%
En esta revisión bibliográfica se realiza una síntesis de aportes de los trabajos que consideramos más relevantes en el tema realizados en laboratorios o institutos de investigación dependientes de universidades extranjeras hasta setiembre de 2005 en base de datos Medline, Lilacs y Cochrane. La acupuntura, terapéutica médica con comprobación científica, es eficaz en el tratamiento del dolor: contribuye a su alivio y al del componente emocional que lo acompaña. Es técnica refleja, reguladora. Produce respuestas reflejas mediadas por centros superiores de control central y por los sistemas endocrino e inmunológico. En las últimas décadas han adquirido importancia los estudios destinados a conocer los mecanismos de neuromodulación de la nocicepción y los niveles centrales de acción de la acupuntura. Empleando métodos neurofisiológicos, neurofarmacológicos, neuroquímicos y neuroimagenológicos, equipos de investigadores citados coinciden en que la estimulación acupuntural activa fibras aferentes de nervios periféricos generando impulsos nerviosos que ascienden hacia el cerebro vía el fascículo ventrolateral de la médula espinal. Concluyen que la neuromodulación comprende: eventos periféricos; mecanismos espinales...