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Prescrição de opioides a adultos idosos com dor persistente não oncológica, nos cuidados primários de saúde

Amorim, David Manuel Gomes de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.81%
Estudo experimental com intervenção, não randomizado, tendo como alvo idosos com mais de 65 anos com dor crónica não oncológica, inscritos em várias Unidades de Saúde do ACES Dão Lafões. Este estudo tinha como objetivos principais descrever as características básicas da dor, avaliar o estado funcional , emocional e do humor, bem como a função cognitiva, antes e depois da terapêutica com medicamentos opioides até 100 Equivalentes de Morfina. Também o impacto desta terapêutica na intensidade da dor e na satisfação pessoal do idoso, conhecer as taxas de abandono e desistências e os principais efeitos adversos. Fundamentalmente deveu-se à importância da dor crónica não oncológica na população geriátrica e participaram no estudo realizado em contexto de ambulatório 46 idosos, selecionados pelos Médicos de Família, com base em critérios de inclusão e exclusão previamente definidos, entre Dezembro de 2013 e Agosto de 2014. Baseou-se em instrumentos-teste necessários para avaliação, quase todos validados pelo Núcleo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna e na observação regular dos doentes ao longo de 3 ou 4 consultas, tendo por suporte um protocolo/roadmap previamente elaborado para doentes idosos. Uma dor contínua persistente foi apontada por 73...

Opioides, sexo e gênero; Opioids, sex and gender

PALMEIRA, Cláudia C. de A.; ASHMAWI, Hazem A.; OLIVEIRA JUNIOR, José Oswaldo de; POSSO, Irimar de Paula
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica
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57.31%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Sexo é um fator importante na modulação da experiência dolorosa. Evidências significativas têm demonstrado que a experiência à dor difere entre homens e mulheres, bem como na resposta à ativação do sistema opioide e seus efeitos analgésicos. Há evidências que as mulheres têm menor limiar que os homens para alguns estímulos álgicos. Os neurotransmissores opioides e seus receptores estão centralmente envolvidos na resposta ao estresse, na supressão à dor e na ação dos analgésicos opioides. O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre sexo, gênero e sistema opioide e discutir a relevância de um dos aspectos mais intrigantes da fisiologia da dor: a presença da diferença entre sexo e gênero, sistema opioide e as respostas da analgesia por opioides. CONTEÚDO: Uma revisão da literatura sobre opioides, sexo e gênero, cujo objetivo foi mostrar dados atuais sobre a experiência dolorosa entre homens e mulheres, a ativação opioide central e a resposta aos analgésicos opioides. CONCLUSÃO: Os dados disponíveis na literatura, e os trabalhos em andamento indicam que o sexo provavelmente seja responsável pelas diferenças à analgesia opioide em homens e mulheres, mas a direção e a magnitude destas diferenças dependem de variáveis que se interagem. Como fatores importantes que interagem na percepção dolorosa e na resposta analgésica opioide...

Infusão intratecal de opióides para tratamento de dor crônica não decorrente de câncer; Intrathecal infusion of drugs for treatment of chronic nonmalignant pain

Lara Júnior, Nilton Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/09/2006 PT
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46.91%
A infusão intratecal de fármacos analgésicos é método considerado útil no tratamento da dor decorrente do câncer. Entretanto, estudos sobre eficácia no tratamento prolongado da dor crônica não decorrente de câncer são escassos. Este trabalho objetivou analisar prospectivamente o resultado do tratamento de 80 doentes com dor crônica não decorrente de câncer com infusão intratecal de morfina. Os resultados foram avaliados quanto à intensidade, características e etiologias da dor, qualidade de vida e complicações dos procedimentos; 42 doentes eram do sexo masculino, a média das idades foi de 48,4 anos e a duração média da condição álgica foi de 53 meses. A dor decorreu de mielopatia em 26,3% dos doentes, de síndrome dolorosa miofascial em 6,3%, de síndrome dolorosa pós-laminectomia em 23,8%, de síndrome complexa de dor regional em 8,8%, de síndrome fibromiálgica em 13,8% e de neuralgia pós herpética em 5,0%. Apresentavam dor neuropática 49 (61,2%), nociceptiva 19 (23,8%) e mista 12 (15%) pacientes. Foram implantadas 62 bombas de acionamento digital para infusão em bolo e 18 bombas de infusão contínua (gás) ou programável. As médias das intensidades da dor reduziram-se de 9,5 para 4,6 segundo a escala visual analógica (EVA) ao final do acompanhamento que variou de 18 a 98 meses (média = 46...

O conhecimento da equipe de enfermagem sobre opióides em um hospital universitário

Schuh, Cristiano Uggeri
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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57.14%
O presente estudo foi pensando após práticas vivenciadas em campo de estágio, pelo autor, e está relacionado ao uso de opióides no manejo da dor. O reconhecimento da dor, principalmente crônica, vem crescendo anualmente. A dor implica conseqüências econômicas e sociais para a sociedade sendo tratada como problema de saúde pública pelo Ministério da Saúde. Os analgésicos opióides são importantes aliados para o manejo da dor, entretanto, alguns efeitos adversos do uso podem surgir. O objetivo deste estudo foi analisar o conhecimento da equipe de enfermagem do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) sobre o uso de opióides em pacientes internados, através de alguns questionamentos. Tratou-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva que utilizou a análise de conteúdo proposta por Bardin (2004). A pesquisa desenvolveu-se nas unidades que compõem o Serviço de Enfermagem em Terapia Intensiva (SETI); Serviço de Enfermagem Médica (SEM); e a unidade de internação neonatal, que pertence ao Serviço de Enfermagem Materno-Infantil (SEMI). A população da pesquisa foi composta por enfermeiros e técnicos de enfermagem que corresponde a 439 profissionais nas áreas pesquisadas. A coleta de dados deu-se através de um questionário com perguntas abertas. Participaram da pesquisa 108 profissionais. Os resultados demonstraram que a equipe está habituada ao uso de opióides no manejo da dor...

O conhecimento da equipe de enfermagem sobre opióides em um hospital universitário : uma abordagem quantitativa

Toss, Letícia
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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47.15%
Introdução: A adoção da dor como 5º sinal vital foi recomendada por diversos órgãos. Os opióides são os fármacos de escolha para o alívio da dor aguda e da dor oncológica intensa, e também são empregados em síndromes dolorosas crônicas não oncológicas. Pela proximidade com os pacientes, os profissionais de enfermagem são os mais aptos a identificar, a avaliar e a notificar a dor, programando a terapêutica farmacológica prescrita, prescrevendo medidas não farmacológicas e avaliando a analgesia. Objetivo: Conhecer o que as equipes de enfermagem do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) sabem sobre fármacos opióides. Metodologia: Estudo exploratório, descritivo, de abordagem quantitativa, desenvolvido nas unidades de internação do Serviço de Enfermagem Clínica (SECLIN) do HCPA. A população do estudo foi composta por 213 enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que, após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, constituíram uma amostra de 122 sujeitos. A coleta de dados deu-se através de um questionário com perguntas fechadas. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva e foi aplicado o teste Qui-Quadrado para verificar associações entre variáveis. Resultados: A maioria dos sujeitos respondeu que o opióide pertence à classe farmacológica dos analgésicos potentes. As medidas mais utilizadas para monitorização dos pacientes em uso de opióides foram aplicar escala de avaliação da dor...

Opióides no manejo da dor : uso correto ou subestimado? : dados de um hospital universitário; Opiates in pain management : correct or underestimate use? Data from a university hospital

Daudt, Alexander Welaussen; Hadlich, E.; Facin, R.M.S.; Aprato, Renan Marcelo dos Santos; Pereira, Renata Pires
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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47.17%
OBJETIVO. O uso de opióides, principalmente no tratamento da dor intensa aguda (pacientes no pós-operatório) e da dor crônica em pacientes oncológicos, tem sido subestimado na prática clínica em geral. Este trabalho tem o objetivo de verificar o perfil de prescrição de opióides (meperidina e morfina) no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), RS. MATERIAIS E MÉTODOS. Análise da conduta das equipes médicas, pela revisão de 1.107 prescrições, relativas a 445 pacientes internados no HCPA, entre 20 de maio e 20 de julho de 1993. Os parâmetros básicos de análise, para conduta, incluíam: padrão de uso, a dose do fármaco, intervalo entre doses e analgésicos simultâneos. DISCUSSÃO E RESULTADOS. Foram encontradas apenas 6,5% de prescrições consideradas adequadas em relação aos parâmetros dose, intervalo e padrão, analisados conjuntamente. O padrão se necessário foi responsável por 74% do total de prescrições. CONCLUSÕES. Os resultados obtidos durante a realização do trabalho permitem-nos concluir que não há um manejo adequado da dor, tanto aguda como crônica, nos pacientes internados no HCPA.; OBJECTIVE. Opiates use, mainly in the treatment of acute intense pain (post-surgical patients) and chronic pain in oncologic patients has been usually underestimated in general clinical practice. This paper has the objective to assess the pattern of opiates use (Meperidin and Morphine)...

Analgesia pós-operatória em pacientes pediátricos: estudo comparativo entre anestésico local, opióides e antiinflamatório não esteróide

Menezes,Miriam Seligman; Gozzani,Judymara Lauzi
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento da dor pós-operatória em crianças tem merecido atenção especial nas últimas décadas. O propósito deste estudo foi analisar a analgesia pós-operatória de crianças no que se relaciona à qualidade e à duração da analgesia, à confiabilidade dos métodos de avaliação e à incidência de efeitos colaterais decorrentes das diferentes técnicas de analgesia utilizadas. MÉTODO: Participaram do estudo 100 crianças com idades entre 2 e 12 anos alocadas em 5 grupos de 20 crianças cada, que receberam, logo após a indução da anestesia, os seguintes tratamentos de analgesia: grupo B, bupivacaína a 0,25%, com vasoconstritor, 0,5 a 1 ml.kg-1; grupo F, fentanil, 1,5 µg.kg-1; grupo M, morfina, 30 µg.kg-1, grupo S, sufentanil, 0,3 µg.kg-1, todos por via peridural caudal e o grupo D, que recebeu diclofenaco potássico (1 mg.kg-1) por via retal. A dor foi avaliada por 2 métodos distintos: um predominantemente comportamental, objetivo e o outro de auto-avaliação, subjetivo, durante as primeiras 4 horas e a partir deste momento até a 24ª hora. Efeitos colaterais foram observados e tratados. RESULTADOS: Nas primeiras 4 horas os pacientes dos grupos B, F, M e S apresentaram comportamentos semelhantes...

Dexmedetomidina e sufentanil como analgésicos per-operatórios: estudo comparativo

Curtis,Fábio Geraldo; Castiglia,Yara Marcondes Machado; Stolf,Andrea Albres; Ronzella,Erick; Vanni,Simone Maria D’Angelo; Nascimento Junior,Paulo do
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 PT
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46.9%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A utilização das drogas agonistas dos alfa2-adrenoceptores para controlar a pressão arterial e freqüência cardíaca, propiciar menores respostas hemodinâmicas à intubação e extubação traqueal e poupar anestésicos já está difundida na literatura desde a introdução da clonidina. O desenvolvimento de agentes providos de maior seletividade alfa2-adrenoceptora que, por isso, determinam menos efeitos adversos, como a dexmedetomidina, recentemente liberada para utilização clínica, possibilitou que ocorressem maior sedação e analgesia com o seu uso. Despertou-se, então, o interesse em sua utilização como substitutos dos opióides, conhecidos por determinarem potente analgesia e sedação. O objetivo deste trabalho foi comparar a analgesia promovida pela dexmedetomidina e pelo sufentanil, utilizados em infusões contínuas durante anestesias de procedimentos otorrinolaringológicos e de cabeça e pescoço. MÉTODO: Os 60 pacientes estudados foram divididos em dois grupos de 30: G1, recebendo sufentanil e G2, dexmedeto- midina, na indução e manutenção anestésicas. Para a manutenção da anestesia utilizaram-se, também, o óxido nitroso e o propofol, em infusão contínua alvo-controlada. Foram avaliados os parâmetros hemodinâmicos (pressões arteriais sistólica e diastólica e freqüência cardíaca)...

O uso de opióides no tratamento da dor crônica não oncológica: o papel da metadona

Ribeiro,Sady; Schmidt,André Prato; Schmidt,Sérgio Renato Guimarães
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 PT
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47.08%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O uso de opióides em dor oncológica já é bastante difundido e comprovado por diversos ensaios clínicos bem controlados. Entretanto, há uma grande controvérsia em relação ao uso em longo prazo de opióides em dor crônica de origem não oncológica, que tem se intensificado de forma importante nos últimos anos. Neste estudo, objetivamos avaliar criticamente as informações disponíveis na literatura a respeito do uso de opióides para tratamento de dor crônica não oncológica e o papel da metadona como opção terapêutica. CONTEÚDO: Os estudos disponíveis ainda são limitados, mas demonstram que determinadas subpopulações de pacientes portadores de dor crônica podem alcançar analgesia importante, com pouca tolerância e baixo potencial para adição, principalmente aqueles refratários aos esquemas terapêuticos convencionais. Morfina é o opióide padrão, mas outras alternativas podem ser utilizadas como oxicodona, hidromorfona ou fentanil. Metadona é um opióide sintético, inicialmente utilizado para prevenir síndrome de abstinência em paciente dependentes, que também constitui uma importante opção no tratamento da dor crônica não oncológica, principalmente dor neuropática. CONCLUSÕES: Apesar do conhecimento crescente sobre o uso de opióides em dor crônica não oncológica...

Uma breve história do ópio e dos opióides

Duarte,Danilo Freire
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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47.08%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Desde tempos imemoriais, o ópio e os seus derivados, além de exercerem ponderável influência sobre o comportamento dos seres humanos, têm sido empregados como sedativo e como analgésico. A partir do século XIX, com o isolamento dos alcalóides do ópio e as facilidades para o emprego dessas substâncias por via parenteral, houve aumento do interesse pelo uso criterioso dos opióides na área médica e da análise das conseqüências sociais de seu uso abusivo. Justifica-se, pelo exposto, uma revisão histórica do ópio e dos seus derivados. CONTEÚDO: A evolução dos conhecimentos sobre o ópio, produto natural extraído do Papaver somniferum, e sobre os opióides, substâncias naturais, semi-sintéticas e sintéticas extraídas do ópio, bem como as principais referências a essas substâncias desde a Antigüidade foram avaliadas. Foi enfatizado o progresso obtido a partir dos trabalhos de Setürner que resultaram no isolamento da morfina. As investigações conduzidas por outros autores na busca de substâncias sintéticas que apresentassem vantagens sobre os produtos naturais foram mencionadas. A importância da descoberta dos receptores opióides e de seus ligantes endógenos foi sublinhada. CONCLUSÕES: No alvorecer do terceiro milênio...

O papel dos antagonistas periféricos dos opióides no tratamento da dor e nos cuidados perioperatórios

Tanaka,Pedro Paulo; Moss,Jonathan
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 PT
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46.81%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Estudos clínicos e pré-clínicos sobre os antagonistas periféricos dos opióides aumentaram nosso conhecimento sobre os efeitos dos opióides exógenos e endógenos. CONTEÚDO: Este artigo faz uma revisão dos estudos clínicos e pré-clínicos sobre a disfunção intestinal secundária ao uso de opióides. CONCLUSÕES: Se forem aprovados, esses fármacos podem representar soluções importantes para os problemas encontrados na prática médica com relação ao tratamento da dor.

Uso e rotação de opioides para dor crônica não oncológica

Kraychete,Durval Campos; Sakata,Rioko Kimiko
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 PT
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46.9%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Para o tratamento da dor crônica existe a possibilidade de uso prolongado de opioides. Os opioides são eficazes para praticamente todas as síndromes dolorosas crônicas não oncológicas, porém podem causar dependência. O objetivo deste texto é fazer uma revisão sobre o uso e rotação de opioides para dor crônica não oncológica. CONTEÚDO: O uso de opioides potentes é controverso e não são recomendados como medicamentos de primeira linha devido à possibilidade de dependência. Foi descrita tolerância, vício, fatores de risco para vício, rotação ou troca, regras gerais para administração, tabelas de conversão e dicas para prescrição de opioides. CONCLUSÕES: Os opioides são fármacos com eficácia comprovada para dor crônica não oncológica, porém sua prescrição deve ser feita respeitando alguns critérios para reduzir a incidência de efeitos adversos e vício.

Opioides e o sistema imunológico: relevância clínica

Garcia,João Batista Santos; Cardoso,Mirlane Guimarães de Melo; Dos-Santos,Maria Cristina
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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46.92%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVO: O crescente uso de opioides para o tratamento da dor é uma realidade em vários países. Com o aumento do uso aparecem questionamentos menos usuais, como a influência dos opioides nas respostas imunológicas. O presente estudo tem como objetivo detalhar a resposta imunológica explorando as influências dos efeitos dos opioides sobre a resposta inflamatória em situações experimentais e clínicas, bem como sua importância para a prática diária. CONTEÚDO: Após revisão de artigos publicados em revistas indexadas no Medline, foi descrita a resposta imunológica de forma geral, especialmente em seu aspecto celular. Após essa abordagem, foram identificados os mecanismos de liberação dos opioides endógenos e a modulação da resposta imune aos opioides exógenos na dor aguda e crônica, sempre finalizando com as implicações clínicas e sua aplicabilidade na rotina de atendimento. CONCLUSÕES: Embora vários estudos apontem para um efeito imunodepressor dos opioides, a relevância clínica dessas observações continua incerta e serve apenas como um prerrequisito para que novas investigações nessa área sejam conduzidas. Recomendações definitivas para a aplicação de opioides, nas mais variadas situações da prática clínica em relação às consequências imunológicas desses fármacos...

Opioides, sexo e gênero

Palmeira,Cláudia C. de A.; Ashmawi,Hazem A.; Oliveira Junior,José Oswaldo de; Posso,Irimar de Paula
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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57.31%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Sexo é um fator importante na modulação da experiência dolorosa. Evidências significativas têm demonstrado que a experiência à dor difere entre homens e mulheres, bem como na resposta à ativação do sistema opioide e seus efeitos analgésicos. Há evidências que as mulheres têm menor limiar que os homens para alguns estímulos álgicos. Os neurotransmissores opioides e seus receptores estão centralmente envolvidos na resposta ao estresse, na supressão à dor e na ação dos analgésicos opioides. O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre sexo, gênero e sistema opioide e discutir a relevância de um dos aspectos mais intrigantes da fisiologia da dor: a presença da diferença entre sexo e gênero, sistema opioide e as respostas da analgesia por opioides. CONTEÚDO: Uma revisão da literatura sobre opioides, sexo e gênero, cujo objetivo foi mostrar dados atuais sobre a experiência dolorosa entre homens e mulheres, a ativação opioide central e a resposta aos analgésicos opioides. CONCLUSÃO: Os dados disponíveis na literatura, e os trabalhos em andamento indicam que o sexo provavelmente seja responsável pelas diferenças à analgesia opioide em homens e mulheres, mas a direção e a magnitude destas diferenças dependem de variáveis que se interagem. Como fatores importantes que interagem na percepção dolorosa e na resposta analgésica opioide...

Percepção dos enfermeiros sobre o tratamento da dor crônica não maligna com opioides

Posso,Maria Belén Salazar; Giaretta,Vânia Maria de Araujo; Santanna,Ana Lucia Gargioni de; Ranzani,Regimar Carla Machado; Gouvea,Áquila Lopes
Fonte: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor Publicador: Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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46.85%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor crônica, muitas vezes, é subtratada em pacientes com dor crônica não maligna pela sua complexidade, e o sucesso do tratamento em longo prazo é difícil de ser obtido. Este estudo teve como objetivo conhecer a percepção de enfermeiros sobre a administração de opioides para alívio da dor crônica não maligna (DCNM). MÉTODO: Após aprovação pelo Comitê de Ética foram incluídos enfermeiros clínicos com experiência em cuidar de pacientes com dor crônica, que responderam um formulário sobre o uso de opioides em DCNM. RESULTADOS: Foram incluídos 60 enfermeiros, sendo que 56,7% identificaram a dor do paciente pelas queixas, 40% informaram que a dipirona era a terapêutica farmacológica usada para tratar a DCNM, 50% informaram que a massagem era a terapêutica não farmacológica usada para tratar a DCNM, a maioria citou a morfina e o tramadol como os opioides mais usados para alivio da dor crônica não oncológica, 50% afirmaram que avaliam a intensidade da dor e administram o opioide prescrito se necessário se a dor for moderada ou intensa, 60% dos enfermeiros acreditam que o opioide interfere com a reabilitação do paciente, a maioria citou a dependência (65%) e a depressão respiratória (46...

Cancer-Related Pain Management and the Optimal Use of Opioids; O Tratamento da Dor Oncológica e a Utilização Idónea de Opióides

Reis-Pina, Paulo; Unidade Cuidados Paliativos. Casa Saúde da Idanha. Sintra. Portugal.; Lawlor, Peter G.; Bruyère Research Institute. Bruyère Continuing Care. Ottawa. Ontario. Canada. Division of Palliative Care. Department of Medicine, Epidemiology an
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; review; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2015 ENG
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57.04%
Pain relief is vital to the treatment of cancer. Despite the widespread use and recognition of clinical recommendations for the management of cancer-related pain, avoidable suffering is still prevalent in patients with malignant disease. A gap exists between what is known about pain medical management and actual practices of patients, caregivers, healthcare professionals and institutions. Opioids are the pillar of the medical management of moderate to severe pain. The prescription of opioid analgesics – by a registered medical practitioner for absolute pain control – is a legitimate practice. In this article we look at patients’ fears and physicians’ generalhesitations towards morphine and alike. We examine misconceptions that yield fallacies on the therapeutically use of opioids and, therefore, sustain inadequate pain management.; O controlo da dor é fundamental no tratamento do cancro. Apesar da vasta utilização e do reconhecimento das normas de orientação clínica para o controlo da dor oncológica, o sofrimento evitável é ainda prevalente em doentes com cancro. Existe um hiato entre o conhecimento e a prática clínica no que concerne a uma adequada gestão da dor pelos doentes, cuidadores, profissionais e instituições de saúde. Os opióides representam o pilar do tratamento farmacológico da dor moderada a insuportável. A prescrição de analgésicos opióides - por um médico credenciado...

Analgésicos tópicos

Flores,Murilo Pereira; Castro,Anita Perpetua Carvalho Rocha de; Nascimento,Jedson dos Santos
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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57.36%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento da dor envolve a utilização de analgésicos opioides, analgésicos comuns, anti-inflamatórios não hormonais (AINH's) e analgésicos adjuvantes. Tradicionalmente, estes fármacos são administrados por via sistêmica ou no neuroeixo. Entretanto, quando aplicados por estas vias, estão associados a efeitos colaterais importantes, os quais podem inviabilizar o seu uso. A administração tópica de analgésicos é uma alternativa. O objetivo deste trabalho é discutir os analgésicos tópicos, seus mecanismos de ação e eficácia clínica. CONTEÚDO: Trata-se de um trabalho de revisão que aborda a utilização tópica de anestésicos locais, capsaicina, clonidina, antidepressivos tricíclicos, cetamina, opioides e canabinoides, discutindo o seu mecanismo de ação e a sua eficácia. CONCLUSÕES: Os analgésicos tópicos são promissores como estratégia para o tratamento da dor, já que estão associados à menor incidência de efeitos colaterais. O benefício dos anestésicos locais, dos AINH's e da capsaicina está bem estabelecido, entretanto, a eficácia de clonidina, antidepressivos tricíclicos, cetamina, opioides e canabinoides ainda é questionável. Trabalhos demonstram que a abordagem multimodal é uma alternativa...

Consideraciones sobre el empleo de opioides en el dolor crónico del paciente geriátrico

Mencías,A. B.; Rodríguez,J. L.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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46.99%
El número de pacientes ancianos se incrementa día a día en nuestra sociedad. La vejez, antes privilegio de unos pocos, ha pasado a ser un periodo extenso en la vida de muchos individuos que llevan a cabo con frecuencia una vida social intensa y participativa y presentan muchas veces un buen estado de salud. Sin embargo, a medida que aumenta la edad por encima de los 65 años, se va produciendo una disminución progresiva de la capacidad funcional del individuo y como consecuencia, las enfermedades crónicas prevalecen y secundariamente, la incapacidad. El cuidado médico de los ancianos no sólo pretende aumentar la cantidad de vida del anciano sino, lo más importante, mejorar su calidad de vida. Creemos necesario el conocimiento de las peculiaridades fisiológicas, farmacocinéticas y farmacodinámicas del paciente anciano para un correcto manejo y control analgésico de su dolor con los mínimos riesgos e incrementando paralelamente su capacidad funcional y calidad de vida como objetivo principal de nuestra labor asistencial. Los analgésicos opioides representan un arma terapéutica fundamental en el manejo del dolor moderado-severo. A pesar de la reticencia al empleo de los opiáceos en el dolor crónico del paciente anciano...

Manejo del dolor perioperatorio de los pacientes en tratamiento crónico con opioides

Mugabure Bujedo,B.; González Santos,S.; Tranque Bizueta,I.; Araujo López,A.; Torán García,L.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/07/2009 SPA
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46.85%
Históricamente, el consumo de opioides se ha circunscrito al manejo del dolor agudo mientras que su administración crónica se ha reservado para los pacientes con enfermedades malignas o terminales. Sin embargo, recientemente se ha producido un mayor énfasis en abordar el dolor como un importante problema de salud. Como resultado, los opioides desempeñan hoy día un mayor papel en el tratamiento del dolor crónico de diversos orígenes, lo que ha conllevado a un rápido aumento en el consumo de analgésicos opioides en todos los países desarrollados. Cada anestesiólogo está en la situación de enfrentarse con el difícil manejo del dolor agudo perioperatorio en estos pacientes debido a que pueden experimentar un mayor dolor postoperatorio junto con un incremento de los requerimientos de fármacos opioides. Por tanto, debemos adquirir los conocimientos y las habilidades necesarias para proporcionar una analgesia efectiva a este grupo de pacientes.

Intercambiabilidad de opioides y moléculas bioequivalentes

Rodrigo,M.D.; Herrera,J.; Busquets,C.; Pozo,C. del; López,M.
Fonte: Revista de la Sociedad Española del Dolor Publicador: Revista de la Sociedad Española del Dolor
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2010 SPA
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46.85%
Ante la alerta creada por dos situaciones que inciden, de manera significativa, en el entorno de la actividad clínica de los médicos que tratan el dolor, y que son: por un lado, la intercambiabilidad de moléculas bioequivalentes y, por el otro, las directrices emitidas por alguna consejería de salud en el fomento del uso de morfina frente a otros opioides como analgésico opioide de primera elección, el Grupo de Trabajo de Opioides de la Sociedad Española del Dolor -considerando que ambas pueden llevar a actuaciones en la práctica clínica que no se ajustan a la evidencia científica disponible- analiza estos dos hechos a partir del informe de experto del Dr. Cecilio Álamo, realizado en mayo de 2009, sobre la intercambiabilidad clínica de opioides potentes. Tras una revisión en profundidad de la bibliografía disponible a nivel nacional e internacional, así como de la posición de instituciones sanitarias europeas, entre otras, la Agencia Francesa del Medicamento y la Royal Pharmaceutical Society del Reino Unido, emite las conclusiones siguientes: 1. No creemos justificada la intercambiabilidad de opioides potentes entre sí, ya sean genéricos o de marca. 2. Ante las ventajas que aportan las nuevas moléculas con diferentes formulaciones (tanto por vía oral como por vía transdérmica)...