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Habilitação e reabilitação visual de escolares com baixa visão: aspectos médico-sociais; Visual habilitation and rehabilitation of visually impaired children at school age. Social and ophthalmologic features

Haddad, Maria Aparecida Onuki
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/09/2006 PT
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16.62%
INTRODUÇÃO: A baixa visão na infância pode limitar as experiências de vida, a velocidade de realização de tarefas, o desenvolvimento motor, as habilidades, a educação e o desenvolvimento emocional e social, com comprometimento da qualidade de vida. O conhecimento de aspectos médico-sociais colaboram para a elaboração de ações efetivas para a reabilitação visual e a inclusão educacional. OBJETIVOS: 1)Identificar aspectos clínicos referentes a população com baixa visão em idade escolar atendida no Serviço de Visão Subnormal da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual, com relação a causa da baixa visão, localização da anormalidade, classes de comprometimento visual, função visual atual, prescrição óptica para correção de ametropias e para auxílios para baixa visão; necessidades reabilitacionais; 2) Verificar percepção de mães ou responsáveis quanto a detecção da deficiência visual, encaminhamentos e condutas realizados por profissionais da área médica, acesso a serviços de atenção oftalmológica especializada à baixa visão, acesso a auxílios ópticos prescritos para baixa visão; 3) fornecer subsídios para desenvolvimento de ações para habilitação/reabilitação da baixa visão na infância. MÉTODOS: Realizou-se estudo transversal analítico...

Miopia e seus tratamentos

Canheto, Mónica Alexandra Robalo
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2012 POR
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27.22%
A elaboração deste relatório, afigura-se como o culminar do período de estágio que foi desenvolvido entre o mês de Novembro de 2011 e o mês de Maio de 2012 na Clínica Oftalmológica Professor Doutor Manuel Monteiro Pereira, no Porto. O estágio consistiu no acompanhamento de consultas, cirurgias, realização e análise de exames complementares de diagnóstico, com o intuito de consolidar conhecimentos de correção e tratamento das diversas ametropias, com principal destaque para a miopia. Promovendo assim, uma maior sensibilização para este tema, uma vez que se trata da ametropia com maior grau de prevalência a nível mundial.

Relação entre a biometria papilar retiniana com a idade, a pressão intra-ocular e a ametropia

Silva, Orquídea Silva e
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2012 POR
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37.74%
Na prática clínica na área de Optometria utiliza-se o rácio C/D linear, entre outros parâmetros, para caracterizar a normalidade da zona papilar. Nos estudos já efectuados constatou-se que não se recorria à análise da totalidade da área da papila. A experiência clínica permitiu a verificaçao de inúmeros casos em que o rácio C/D linear era distinta do rácio C/D área. Neste estudo analisámos a totalidade da área papilar para obter uma caracterização mais completa e determinar as novas relações deste parâmetro com outros dados fisiológicos como a idade, PIO e ametropia. Foram analizados 300 indivíduos saudáveis com idades compreendidas entre os 40 e 65 anos, PIO entre 10 e 21 mmHG, miopias até 6.00D, hipermetropias até 5.00D e astigmatismos iguais ou inferiores a 1.00D. Verificou-se que não existe nenhuma correlação entre o C/D área, idade, PIO e ametropia. O valor médio do racio C/D área para a amostra estudada é de 0,29.

Incidência das ametropias no Hospital Universitário em Campo Grande (MS) entre 1996 e 1998

Barros,Eduardo Velasco de; Dias,Vanderson Glerian
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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27.74%
Objetivo: Avaliar o perfil epidemiológico dos casos de ametropias atendidos no Núcleo do Hospital Universitário (NHU) da UFMS, já que as pesquisas em oftalmologia nessa área são extremamente pobres em nossa região. Métodos: Realizou-se levantamento epidemiológico retrospectivo na Seção de Arquivos Médicos (SAME), através da aplicação de protocolo de investigação de 2.361 prontuários de pacientes com algum tipo de ametropia atendidos no NHU entre 1996 e 1998, contendo sexo, idade e tipo de ametropia (miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia). Os dados foram analisados e discutidos. Resultados: Prevalência do sexo feminino (60%) em todas as ametropias, o maior contingente atendido foi de pacientes com presbiopia (987 casos), seguida pela hipermetropia (701), miopia (434) e astigmatismo (239). A miopia esteve mais presente na faixa etária entre 20 e 29 anos, a hipermetropia entre 0 a 9 anos e os astigmatas entre 10 e 39 anos, enquanto a maior incidência de presbiopia foi na faixa etária acima de 40 anos. Conclusão: O número de pacientes do sexo feminino é maior em relação ao sexo masculino, mesmo considerando cada ametropia isoladamente. Propõe-se no trabalho algumas hipóteses. A miopia concentra-se mais entre as idades de 10 a 39 anos. Já a hipermetropia ocorre mais em crianças e recém-nascidos...

Componentes oculares em anisometropia

Tayah,David; Coral-Ghanem,Vinicius; Alves,Milton Ruiz
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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17.97%
OBJETIVO: Comparar as correlações dos componentes oculares (comprimento axial, comprimento do segmento anterior, poder médio da córnea, profundidade da câmara vítrea e poder refrativo equivalente) com o erro refrativo total do olho portador da menor e da maior ametropia em anisométropes. MÉTODOS: Foi realizado um "survey" analítico conduzido em população de 68 anisométropes de duas ou mais dioptrias atendida no Ambulatório da Clinica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Os anisométropes foram submetidos à refração estática objetiva e subjetiva, ceratometria e biometria ultra-sônica. RESULTADOS: Não houve diferença significativa entre os valores dos componentes oculares medidos dos olhos portadores da menor e da maior ametropia. Os olhos portadores da menor ametropia apresentaram as mesmas correlações significantes observadas em olhos emétropes, ou seja, correlação da refração com comprimento do segmento anterior e comprimento axial, e correlação do comprimento axial com poder corneano e profundidade da câmara vítrea. Os olhos portadores da maior ametropia apresentaram correlação significante da refração com o comprimento axial e do comprimento axial com a profundidade da câmara vítrea. Ainda em ambos os olhos observou-se correlação significante do poder do cristalino com a profundidade da câmara anterior. CONCLUSÃO: Os olhos portadores da menor ametropia desenvolveram as correlações mais freqüentemente observadas nos olhos emétropes. Os olhos portadores da maior ametropia não desenvolveram as mesmas correlações dos emétropes.

Crianças usuárias de lente de contato nos serviços público e privado: análise comparativa

Toscano,Daniela Araújo; Florêncio,Ana Cláudia Tabosa; Sales,Maria da Conceição; Cavalcanti,Márcia Trovão Duarte; Antunes,Daniela Almeida Lyra
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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17.54%
OBJETIVOS: Analisar as indicações, tipo, complicações do uso de lentes de contato e acuidade visual em crianças de serviços de Oftalmologia público e privado. MÉTODOS: Os dados dos prontuários de 59 crianças usuárias de lentes de contato em serviço privado (Hospital de Olhos de Pernambuco - Grupo 1), e 43 no serviço público (Fundação Altino Ventura - Grupo 2), foram analisados. A coleta de dados incluiu características sociodemográficas, idade da primeira consulta, indicação do uso da lente, tipo de lente, complicações e acuidade visual. RESULTADOS: As mais comuns indicações do uso de lente de contato no grupo 1 foram: ametropia (55,9%), anisometropia (18,6%) e esotropia (16,9%). Neste grupo o leucoma e phthisis não estavam presentes. No grupo 2, as indicações mais comuns foram: anisometropia (23,2%), ametropia e leucoma (18,6%) cada, e phthisis (16,3%). A esotropia não apareceu no grupo 2. O tipo de lente de contato mais prescrita foi a gelatinosa de uso permanente (não descartável) no grupo 1 (45,8%) e no grupo 2 (32,6%). A complicação mais encontrada no grupo 1 foi desconforto (33,3%) e no grupo 2 perda da lente (60%). CONCLUSÕES: A indicação de ametropia predominou nos pacientes privados e as anisometropias nos públicos. O tipo de lente de contato mais prescrita nos dois grupos foi a gelatinosa de uso permanente. A complicação mais frequente no grupo 1 foi desconforto e no grupo 2 perda da lente. A acuidade visual na maioria dos pacientes manteve-se.

Efeito da trepanação na previsibilidade da correção da ametropia esférica pós-transplante

Magalhães,Renata Soares; Moro,Karine Moysés; Moro,Fernando; Cvintal,Tadeu
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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27.54%
OBJETIVO: Demonstrar a redução e previsibilidade da ametropia esférica com melhora da acuidade visual promovida pelo transplante penetrante (TP) de córnea por ceratocone e o efeito da relação diâmetro doador-receptor neste resultado. MÉTODOS: Estudo retrospectivo revisando aleatoriamente os prontuários de 60 pacientes submetidos ao TP por ceratocone, realizados pelo mesmo cirurgião, com a mesma técnica cirúrgica, entre 2005 e 2008. Foram avaliados estatisticamente: ceratometria, equivalente esférico e acuidade visual no pré, pós-operatório de 1, 3 e 6 meses. Os grupos foram então divididos conforme a diferença de trepanação entre diâmetro do doador e receptor, sendo o grupo 1 composto por pacientes com diferença de zero ou 0,25mm (8,0/8,0 e 8,25/8,0mm) e o grupo 2 por pacientes com diferença de 0,5mm (8,0/8,5mm). RESULTADOS: Observou-se redução significativa da ceratometria média e equivalente esférico e melhora da acuidade visual dos pacientes com ceratocone submetidos ao TP. No sexto mês a redução do equivalente esférico foi de 79% em relação ao pré-operatório. Cada dia de pós-operatório está associado à hipermetropização de 0,68D (p=0,005). Entretanto, a diferença entre os grupos não foi significativa. Em relação a ceratometria...

Piggyback secundário com LIO de PMMA para correção de surpresa refracional pós-facoemulsificação: resultados a longo prazo de 20 casos

Trindade,Fernando Cançado
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 PT
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17.22%
OBJETIVO: Avaliar os resultados a longo prazo da técnica do piggyback secundário utilizada para a correção de ametropia indesejável pós-facoemulsificação. MÉTODOS: Estudo retrospectivo que compreendeu 20 olhos (19 pacientes). A LIO utilizada foi de peça única de PMMA de 12,5 mm de comprimento total, com óptica oval de 5x6mm, com borda fina e arredondada e angulação de 10 graus com as hápticas. A mesma técnica cirúrgica foi utilizada em todos os casos, consistindo na confecção de túnel esclero-corneano com 5mm de largura, através do qual foi implantada a lente secundária no sulco ciliar. RESULTADOS: A ametropia indesejável foi corrigida em todos os casos. Não foi observado qualquer tipo de complicação durante ou após a cirurgia do piggyback secundário. CONCLUSÃO: A utilização de LIO de peça única de PMMA foi segura e eficaz no piggyback secundário para a correção das surpresas refracionais pós-facoemulsificação.

LASIK for post penetrating keratoplasty astigmatism and myopia

Webber, S.; Lawless, M.; Sutton, G.; Rogers, C.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/1999 EN
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17.22%
AIMS—To report the results of a series of patients who were treated with LASIK to correct post penetrating keratoplasty ametropia.
METHODS—26 eyes of 24 patients underwent LASIK to correct astigmatism and myopia after corneal transplantation; 14 eyes also received arcuate cuts in the stromal bed at the time of surgery. The mean preoperative spherical equivalent was −5.20D and the mean preoperative astigmatism was 8.67D.
RESULTS—The results of 25 eyes are reported. The mean 1 month values for spherical equivalent and astigmatism were −0.24D and 2.48D respectively. 18 eyes have been followed up for 6 months or more. The final follow up results for these eyes are −1.91D and 2.92D for spherical equivalent and astigmatism. The patients undergoing arcuate cuts were less myopic but had greater astigmatism than those not. The patients receiving arcuate cuts had a greater target induced astigmatism, surgically induced astigmatism, and astigmatism correction index than those eyes that did not. One eye suffered a surgical complication. No eyes lost more than one line of BSCVA and all eyes gained between 0 and 6 lines UCVA.
CONCLUSIONS—LASIK after penetrating keratoplasty is a relatively safe and effective procedure. It reduces both the spherical error and the cylindrical component of the ametropia. Correction of high astigmatism may be augmented by performing arcuate cuts in the stromal bed.



Incidência das ametropias no Hospital Universitário em Campo Grande (MS) entre 1996 e 1998

Barros, Eduardo Velasco de; Dias, Vanderson Glerian
Fonte: Arquivos Brasileiros de Oftalmologia Publicador: Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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17.54%
Objetivo: Avaliar o perfil epidemiológico dos casos de ametropias atendidos no Núcleo do Hospital Universitário (NHU) da UFMS, já que as pesquisas em oftalmologia nessa área são extremamente pobres em nossa região. Métodos: Realizou-se levantamento epidemiológico retrospectivo na Seção de Arquivos Médicos (SAME), através da aplicação de protocolo de investigação de 2.361 prontuários de pacientes com algum tipo de ametropia atendidos no NHU entre 1996 e 1998, contendo sexo, idade e tipo de ametropia (miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia). Os dados foram analisados e discutidos. Resultados: Prevalência do sexo feminino (60%) em todas as ametropias, o maior contingente atendido foi de pacientes com presbiopia (987 casos), seguida pela hipermetropia (701), miopia (434) e astigmatismo (239). A miopia esteve mais presente na faixa etária entre 20 e 29 anos, a hipermetropia entre 0 a 9 anos e os astigmatas entre 10 e 39 anos, enquanto a maior incidência de presbiopia foi na faixa etária acima de 40 anos. Conclusão: O número de pacientes do sexo feminino é maior em relação ao sexo masculino, mesmo considerando cada ametropia isoladamente. Propõe-se no trabalho algumas hipóteses. A miopia concentra-se mais entre as idades de 10 a 39 anos. Já a hipermetropia ocorre mais em crianças e recém-nascidos...

Ocular preference following implantation of aspheric and spherical intraocular lenses; an intra-individual comparison

Landers, J.; Goggin, M.
Fonte: Wiley-Blackwell Publishing Ltd Publicador: Wiley-Blackwell Publishing Ltd
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 EN
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27.54%
Purpose:  Recently, intraocular lenses (IOLs) that possess an aspheric design, compensating for the spherical aberration (SA) of the cornea, have been developed. We designed this study to compare a group of patients who had undergone bilateral cataract surgery and had received one spherical IOL and one aspheric IOL, to assess their ocular preference. Methods:  Patients were recruited from those who had undergone bilateral cataract surgery during the preceding six months (32 patients). Types of aspheric IOLs, which were used included: Tecnis ZA9003, AcrysofIQ SN60WF and Akreos Adapt AO. Contrast acuity was measured using a CSV-1000CVA instrument and spherical aberration (SA) was measured using a Zywave aberrometer. Patients also answered a brief questionnaire, designed to determine whether they could detect any difference between their spherical and aspheric IOLs and whether they had an ocular preference. Results:  No differences were found between spherical and aspheric IOLs in contrast acuity. Total ocular spherical aberration was greater among eyes with spherical IOLs compared with aspheric IOLs (t = 6.67; p < 0.0001). Patients' ocular preference was unrelated to the presence of an aspheric IOL or the amount of spherical aberration...

Ophthalmic findings in Apert's syndrome after craniofacial surgery - Twenty-nine years' experience

Khong, J.; Anderson, P.; Gray, T.; Hammerton, M.; Selva-Nayagam, D.; David, D.
Fonte: Elsevier Science Inc Publicador: Elsevier Science Inc
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2006 EN
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17.22%
PURPOSE: To survey the spectrum of ophthalmic morbidity in Apert's syndrome after craniofacial surgery. DESIGN: A retrospective study of patients with Apert's syndrome managed at the Australian Craniofacial Unit from 1975 to 2004. PARTICIPANTS: Sixty-one patients (31 females and 30 males) had final ophthalmic reviews at a mean age of 9.3 years (standard deviation, 9.2; range, 0.2-48.3; median, 8.2 years). METHODS: Patients were identified from the unit database, and case notes were reviewed. Cases that had < or =2 recorded variables were excluded. Demographic details, age at last ophthalmic review, and total craniofacial operations performed were documented. MAIN OUTCOME MEASURES: Best-corrected visual acuity, cycloplegic refractions, strabismus, amblyopia, corneal abnormality, fundoscopic findings, and visually evoked potentials. RESULTS: The average number of craniofacial operations performed was 2 (range, 1-4; median, 2). Visual impairment was found in 54% of patients in at least one eye and in 19% of patients in their better eye. The most common cause was amblyopia, with a prevalence of 35%. Optic atrophy caused visual impairment in 5% of patients and corneal scarring in 8%. Sixty-three percent of patients had strabismus with more esotropia than exotropia. Ametropia was found in 69% of patients (42% were hypermetropic and 27% were myopic). Anisometropia of > or =0.75 diopters was present in 16 cases (50%). CONCLUSIONS: Visual impairment is a common finding in Apert's syndrome and amblyopia is the major cause. Ametropia...

Miopia e seus tratamentos

Canheto, Mónica Alexandra Robalo
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2012 POR
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27.22%
A elaboração deste relatório, afigura-se como o culminar do período de estágio que foi desenvolvido entre o mês de Novembro de 2011 e o mês de Maio de 2012 na Clínica Oftalmológica Professor Doutor Manuel Monteiro Pereira, no Porto. O estágio consistiu no acompanhamento de consultas, cirurgias, realização e análise de exames complementares de diagnóstico, com o intuito de consolidar conhecimentos de correção e tratamento das diversas ametropias, com principal destaque para a miopia. Promovendo assim, uma maior sensibilização para este tema, uma vez que se trata da ametropia com maior grau de prevalência a nível mundial.

Relação entre a biometria papilar retiniana com a idade, a pressão intra-ocular e a ametropia

Silva, Orquídea Silva e
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2012 POR
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37.74%
Na prática clínica na área de Optometria utiliza-se o rácio C/D linear, entre outros parâmetros, para caracterizar a normalidade da zona papilar. Nos estudos já efectuados constatou-se que não se recorria à análise da totalidade da área da papila. A experiência clínica permitiu a verificaçao de inúmeros casos em que o rácio C/D linear era distinta do rácio C/D área. Neste estudo analisámos a totalidade da área papilar para obter uma caracterização mais completa e determinar as novas relações deste parâmetro com outros dados fisiológicos como a idade, PIO e ametropia. Foram analizados 300 indivíduos saudáveis com idades compreendidas entre os 40 e 65 anos, PIO entre 10 e 21 mmHG, miopias até 6.00D, hipermetropias até 5.00D e astigmatismos iguais ou inferiores a 1.00D. Verificou-se que não existe nenhuma correlação entre o C/D área, idade, PIO e ametropia. O valor médio do racio C/D área para a amostra estudada é de 0,29.

Comparação da função visual e do índice de qualidade de vida com uso de óculos ou de lente de contato progressiva

Sant'Anna,Neusa Vidal; Schor,Paulo; Lipener,César; Uras,Ricardo
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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17.54%
OBJETIVO: Comparar a função visual e a resposta dos pacientes ao índice de qualidade de vida quando estes são corrigidos com óculos com lentes progressivas ou lente de contato progressiva. MÉTODOS: Foram selecionados 35 pacientes présbitas, usuários de óculos com acuidade visual igual, ou melhor, a logMAR zero (longe) e J1 (perto), para adaptarem a lente de contato Focus Progressive®. Foram comparadas medidas de acuidade visual para longe, perto e sensibilidade ao contraste com a lente de contato e com os óculos. Os resultados do questionário de avaliação de qualidade de vida NEI VFQ-25 dos mesmos pacientes corrigidos com os óculos e com a lente de contato progressiva foram comparados, levando-se em consideração o tipo de ametropia e a idade. RESULTADOS: A acuidade visual para longe, perto e a sensibilidade ao contraste foram significantemente piores com lente de contato progressiva do que com os óculos. As respostas do questionário não diferiram quanto à forma de correção quando se analisou o tipo de ametropia, entretanto foram significantemente piores com a lente de contato nos grupos míope e hipermétrope abaixo das suas respectivas medianas da idade e maiores no hipermétrope acima de sua mediana. CONCLUSÃO: As funções visuais foram significantemente piores com a lente de contato e o tipo de ametropia não influenciou nas respostas ao índice de qualidade de vida quanto à forma de correção...

Evaluación de la concordancia y correlación de la fórmula Srk-T refractiva en el cálculo de la ametropía postoperatoria en pacientes operados mediante extracción de catarata por facoemulsificación

Niño Moreno, Camilo Andrés; Toro Millán, María Alejandra; Piñeros Botero, Oscar Mario, dir.
Fonte: Universidade La Sabana Publicador: Universidade La Sabana
Tipo: Tese de Doutorado
ES
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27.22%
La catarata es la principal causa de ceguera reversible a nivel mundial y el único tratamiento disponible es la extracción quirúrgica. En los últimos años la cirugía de catarata está exigiendo que los resultados refractivos postoperatorios sean cada vez más exactos. El objetivo de esta intervención es retirar el cristalino opaco y en su reemplazo implantar un lente intraocular cuyo poder ha sido previamente calculado mediante diversas fórmulas, mejorando la calidad visual del paciente, y al mismo tiempo obteniendo una refracción postoperatoria lo más cercana posible a la emetropía. Para llevar a cabo este trabajo se realizó una modificación matemática a la fórmula SRK-T que es la más utilizada en la actualidad para el cálculo de lentes intraoculares, dando como resultado la fórmula SRK-T Refractiva, la cual se aplicó de manera retrospectiva a pacientes operados de catarata mediante la técnica de facoemulsificación con el fin de comprobar su exactitud en la predicción del error refractivo postoperatorio mediante un estudio de concordancia y correlación. Nota: Para consultar la carta de autorización de publicación de este documento por favor copie y pegue el siguiente enlace en su navegador de internet: http://hdl.handle.net/10818/9421

Frecuencia de ametropía y ambliopía en escolares, municipio Girardot estado Aragua 2014

Güin López, Gerardo José
Fonte: Universidade de Carabobo Publicador: Universidade de Carabobo
Tipo: specialtyThesis
ES_ES
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37.87%
Introducción: El desarrollo visual se produce de forma cronológica, como reflejo de la maduración neurológica. La ambliopía se define como la disminución visual en uno o ambos ojos sin causa orgánica aparente, provocada generalmente, porque el cerebro favorece el desarrollo visual de un ojo con respecto al otro, sin anomalías anatómicas. Es una de las causas de déficit visual prevenible en preescolares y escolares. Objetivo: Determinar la frecuencia de ametropía y ambliopía en escolares “Municipio Girardot” Estado Aragua 2014. Materiales y Métodos: Estudio de campo no experimental de corte transversal en el que se evaluaron escolares, repartidos en grados que van de 1ro a 6to grado, en edades comprendidas entre 6 y 11 años de edad, durante el curso escolar en curso 2014-2015. Resultados: Se analizaron 325 escolares predominando el sexo masculino (56%), la edad promedio en las hembras 8,4 años, y en los varones 8,3 años. En la muestra se determinó una prevalencia de ametropía de 12,92%. Predominó la ambliopía refractiva (95,2%), seguida de la estrábica (4,8%), no se encontró causa deprivativa. El defecto refractivo, entre los cuales encontramos que el 37,9% tenía astigmatismo, el 35,8% hipermetropía y el 26...

Intraocular lens power calculation for planned ametropia: a clinical study.

Hillman, J. S.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /04/1983 EN
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27.54%
A prospective series of 25 eyes received an intraocular lens (IOL) of power calculated for planned ametropia, by means of the formulae of R. D. Binkhorst, from data of axial length, corneal curvature, and postoperative anterior chamber depth. All the postoperative refractions were within the +/- 2 D range from the predicted refraction, confirming the clinical value of such calculation. A retrospective study of 100 eyes which had received a +19 D power Binkhorst IOL showed a wide range of change in refraction extending up to the +/- 6 D range, indicating that a 'standard' power IOL cannot be relied upon to reproduce the preoperative refraction. Calculation of IOL power from biometric data is essential when controlled postoperative ametropia is required.

Management of Extreme Ametropia after Penetrating Keratoplasty: A Series of Surgical Procedures for High Myopia and Astigmatism

Valdez-Garcia, Jorge E.; Cueto-Gómez, Juan J.; Lozano-Ramírez, Juan F.; Tamez-Peña, Alejandro E.
Fonte: S. Karger AG Publicador: S. Karger AG
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 07/08/2014 EN
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27.22%
A series of surgical interventions – relaxing corneal incisions, intraocular lens, and intrastromal rings – were used to correct a case of extreme ametropia in a thin cornea after a penetrating keratoplasty in an 18-year-old patient who presented with a −10.25 −8.50 × 120 preoperative refraction and 20/200 best-corrected visual acuity (BCVA). After a series of surgical procedures, the patient's BCVA in his left eye improved to 20/30 with +0.50 −1.00 × 170, the slit lamp examination showed no significant findings, and the patient's visual complaints disappeared. At the 1-year follow-up, the BCVA was 20/25, without visual complaints. The process of individualizing the surgical procedure in the present case was employed in an outcome-based approach, that is, the next surgical procedure was defined after the surgery and postoperative evaluation. The patient did not present complications during the follow-up period of 2.5 years.

Measurement of optic disc size: equivalence of methods to correct for ocular magnification

Garway-Heath, D; Rudnicka, A; Lowe, T; Foster, P; Fitzke, F; Hitchings, R
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/1998 EN
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17.74%
AIMS—To compare methods available to correct the magnification of images that result from the optics of the eye and identify errors, and source of error, of the methods.
METHODS—11 methods were applied to ocular biometry data from three independent cohorts. Each method was compared with the method of Bennett, which uses most biometric data. The difference between each method and Bennett's is the "error" of the method. The relation between the error and axial length, ametropia, and keratometry was explored by linear regression analysis.
RESULTS—Methods using axial length had the lowest mean (+0.5 to +2.6%) and standard deviation (0.6 to 1.2%) of errors. Of methods using keratometry and ametropia only, the lowest mean (−1.4% to +4.4%) and standard deviation (2.9 to 4.3%) of errors was found for a new method described in this paper, and that used by the Heidelberg retina tomograph (HRT). The highest mean error (+2.2 to +7.1%) was found for Littmann's method. Littmann's correction was larger than the HRT's by 3.5 to 3.7%. The mean difference between the new and HRT methods and the "abbreviated axial length" method of Bennett is −1.3 to +2.0%. The error of the "keratometry and ametropia" methods is related to axial length.
CONCLUSIONS—Methods using axial length are most accurate. The abbreviated axial length method of Bennett differs little from more detailed calculations and is appreciably more accurate than methods using keratometry and ametropia alone. If axial length is unknown...