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Estudo do teor de alicina em alho

Mendes, Patrícia Alexandra Pinto
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Tecnologia e de Gestão Publicador: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Tecnologia e de Gestão
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A alicina (dialil-tiosulfinato) é o componente biológico mais activo no alho com inúmeras aplicações a nível da saúde, já conhecida desde décadas. Existem actualmente diversos métodos publicados para a determinação do teor de alicina no alho por HPLC e espectrofotometria. No entanto, os resultados mostram discordância no teor de alicina medido pelos vários métodos. Este estudo tem por objectivo a determinação do teor de alicina por métodos de HPLC e espectrofotometria; e comparação dos seus resultados. Os métodos de HPLC usados neste estudo foram os propostos por Eagling e Sterling1 e pelo Institute for Nutraceutical Advancement (INA)2. Através do primeiro método, que se baseia na introdução de um padrão interno (PI) na amostra e a sua análise por HPLC, obteve-se uma concentração média de 2.0 mgalicina/galho hum ± 0.32. No método INA, que consiste num método de padrão externo de alicina obtido por uma técnica de extracção em fase sólida (SPE) obteve-se uma concentração de alicina média no alho de 5.4 mgalicina/galho hum ± 0.70. Os métodos de espectrofotometria usados para o estudo foram os propostos por Lawson3 e por Miron4. Através do primeiro método, que se baseia na reacção de cisteína em excesso com alicina...

"Alho (allium sativum) e produtos: atividade antioxidante in vitro durante a vida de prateleira" ; Garlic (Allium sativum) and byproducts: in vitro antioxidant activity during shelf life period.

Queiroz, Yara Severino de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2006 PT
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Objetivo. A busca por produtos de alho prontos para consumo cresceu na última década. O alho contém compostos fenólicos e organosulfurados, que são responsáveis pelo odor característico, sabor, aroma e ação antioxidante. Este estudo teve como objetivo avaliar a atividade antioxidante e determinar os compostos fenólicos totais em alho in natura e em seus produtos comercializados, além de avaliar o impacto dos aditivos (ácido cítrico, metabisulfito de sódio e benzoato de sódio) sobre a atividade antioxidante. Métodos. Extratos metanólicos de alho in natura (AIN) e seus produtos picado com sal (APS), picado sem sal (AP), frito (AF) e misto – mistura de alho in natura com alho desidratado (AM) foram analisados pela vida de prateleira (em três momentos), nos parâmetros: teor de fenólicos totais e atividade antioxidante por três métodos: ensaio DPPH (1,1-difenil-2-picrilhidrazil), sistema β-caroteno/ácido linoléico e capacidade protetora da oxidação lipídica utilizando o aparelho Rancimat®. Resultados. O teor de fenólicos totais do extrato em relação ao resíduo seco foi maior para o produto frito, nos três momentos. Em relação à atividade antioxidante, o alho frito foi o produto que apresentou melhor atividade para todos os testes. Ao longo da vida de prateleira...

Efeito do processamento do alho (Allium sativum L.) sobre os seus compostos bioativos e potencial antioxidante in vitro e in vivo; Effect of processing of garlic (Allium sativum L.) on their bioactive compounds and antioxidant potential in vitro and in vivo.

Queiroz, Yara Severino de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/02/2011 PT
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Introdução: O aumento do consumo de frutas e hortaliças está associado à redução do risco de ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis. Este efeito protetor tem sido atribuído particularmente à presença de vários compostos bioativos como compostos fenólicos e organosulfurados, além de fitosteróis presentes no alho que podem contribuir com os efeitos antioxidante e hipolipemiante. Porém, o processamento do alho pode acarretar mudanças na quantidade e na efetividade dos compostos bioativos. Este trabalho teve como objetivo avaliar se a cocção e a fritura do alho reduziram as concentrações de compostos bioativos, o potencial antioxidante in vitro e in vivo em hamsters hipercolesterolemizados. Métodos: In vitro - foram determinados nos alhos cru, frito e cozido: a) composição centesimal (proteínas, lipídios, cinzas, carboidratos, fibra alimentar solúvel e insolúvel); b) perfil de ácidos graxos; c) teor de fenólicos totais; d) teor de quercetina, miricetina e apigenina; e) fitosteróis; f) alicina; g) teor de cobre, zinco e selênio; h) produtos intermediários da reação de Maillard; i) potencial antioxidante utilizando os testes ORAC (Oxygen radical absorbance capacity), Rancimat® e o sistema -caroteno/ácido linoléico. In vivo - hamsters machos foram distribuidos em 5 grupos com 10 animais em cada grupo. 1 - controle; 2 - hipercolesterolêmico; 3- hipercolesterolêmico e alho cru; grupo 4 - hipercolesterolêmico e alho cozido; grupo 5 - hipercolesterolêmico e alho frito. Os animais foram eutanasiados após 4 semanas de estudo para análises do plasma e do tecido hepático. No plasma foi determinado o potencial antioxidante pelo teste ORAC...

Atividade antibacteriana in vitro e in sito de Allium tuberosum - Rottler ex sprengl (alho "nirá" ou alho "japonês", "jiucai" ou alho "chinês") - liliaceae - sobre agentes de toxinfecções alimentares.

Araújo, Cristina Dias
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Buscou-se identificar e comparar a atividade antibacteriana do extrato alcoólico de três acessos de Allium tuberosum - Rottler ex Sprengl – Liliaceae - originários da região metropolitana de Porto Alegre/RS frente a agentes de toxinfecções alimentares, especificamente: Staphylococcus aureus (ATCC 25.923), Enterococcus faecalis (ATCC 19.433), Salmonella Enteritidis (ATCC 11.076) Escherichia coli (ATCC 11.229). Inicialmente, in vitro, através de Teste de Diluição, por meio de Sistema de Tubos Múltiplos e o emprego de desinibidores bacterianos, determinou-se a Intensidade da Atividade de Inibição Bacteriana (IINIB) e a Intensidade de Atividade de Inativação Bacteriana (IINAB), revelando-se capacidades seletivas sobre os diferentes inóculos Gram-negativos, que atingiram inibição e inativação máximas e permanentes para Salmonella às 48 horas de confrontação inóculo/extrato, e às 72 horas de confrontação para Escherichia coli, respectivamente. As bactérias Gram-positivas ( Staphylococcus e Enterococcus) apresentaram resistência total nas diferentes confrontações. Não houve diferença significativa na atividade antibacteriana das três amostras de alho em estudo. Em um segundo momento, para um dos acessos de alho...

Estudo da cinética de branqueamento e de secagem por ar quente e liofilização do alho (Allium sativum L.)

Fante, Luciane
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O alho (Allium sativum L.) originário das zonas temperadas da Ásia Central é uma planta herbácea da família Alliaceae; possui como principais constituintes funcionais a alicina e a inulina. A alicina é um componente ativo e responsável pelo cheiro característico e atividade antimicrobiana, enquanto que a inulina é classificada como prebiótico e como fibra alimentar solúvel por ser resistente à digestão na parte superior do trato intestinal. Neste trabalho foram estudadas as propriedades físico-químicas do alho in natura, além do processo de branqueamento em água e vapor e a desidratação por ar quente e liofilização no alho. Os bulbos de alho foram limpos e selecionados considerando a ausência de injúrias visuais e infecções, bem como a uniformidade de tamanho e cor. O alho in natura apresentou umidade de 64,15±0,09 %, atividade de água de 0,986±0,001, sólidos solúveis de 36,00±0,85 °Brix e pH de 6,41±0,008. As concentrações de inulina, glicose e frutose foram de 56,62±0,89, 2,37±0,03 e 2,23±0,05 g/100g de matéria seca respectivamente. Os bulbilhos do alho foram descascados e cortados em rodelas com diâmetros de 15±2,40 mm e espessuras de 1±0,35 mm. A seguir as amostras passaram pelo processo de branqueamento em água previamente aquecido a 80 e 90 °C e em vapor a 100 °C à pressão atmosférica. Foram empregados tempos de 1...

Estudo do branqueamento e do microencapsulamento do extrato de alho (allium sativum l.) por atomização.

Kinalski, Tenisa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O alho (Allium sativum L.) é uma planta herbácea reconhecida pelas suas numerosas propriedades medicinais e culinárias. É conhecido por possuir uma grande variedade de funções biológicas que são atribuídas aos compostos organossulfurados particularmente aos tiosulfinatos (R-S-S(O)-R), que contém na sua constituição enxofre. Entre os carboidratos possui inulina que é classificada como prebiótico e como fibra alimentar solúvel por ser resistente a digestão na parte superior do trato intestinal. Neste trabalho foram estudadas as mudanças de cor no alho, atividade antioxidante e degradação de tiosulfinatos em diferentes condições de branqueamento e a secagem do extrato de alho por spray drying usando goma guar parcialmente hidrolisada e goma arábica como encapsulantes. Os bulbilhos do alho foram descascados e cortados em rodelas com diâmetros de 15±2,40mm e espessuras de 1±0,35mm. A seguir as amostras passaram pelo processo de branqueamento, que consistiu em colocar as rodelas em um cesto dentro de um banho com 2 litros de água previamente aquecido a 80 e 90°C. Quanto ao branqueamento em vapor, as rodelas foram distribuídas uniformemente em cestas e colocadas dentro de uma autoclave gerando vapor a 100°C à pressão atmosférica. Foram empregados tempos de 1...

Caracterização de allexivirus em alho nas regiões sul, sudeste e centro-oeste brasileiro e análise da sanidade vegetal do alho obtido por cultura de meristema e termoterapia na FCA/UNESP

Oliveira, Milena Leite de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: x , 59 f.: il. color., grafs. , tabs.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; O alho é propagado através de bulbilhos, prática que favorece a transmissão, especialmente de vírus, dos quais pode-se citar os gêneros Allexivirus, Carlavirus e Potyvirus. As espécies pertencentes ao gênero Allexivirus são: Garlic virus A (GarV-A), Garlic virus B (GarV-B), Garlic virus C (GarV-C), Garlic virus D (GarV-D), Garlic virus E (GarV-E), Garlic virus X (GarV-X), Garlic mite-borne filamentous virus (GarMbFV) e Shallot virus X (ShVX). Entretanto, somente cinco destas espécies foram relatadas até o momento em alho no Brasil, o GarV-A, GarV-B, GarV-C, GarV-D e GarMbFV. A importância e ocorrência de cada um destes allexivirus foi estudada em alho nobre proveniente das regiões de Guarapuava, PR; Santa Juliana, MG; Cristalina, GO e Campo Alegre, GO; grandes regiões produtoras de alho nobre no Brasil e também em uma coleção de alho nobre e alho tropical mantida na Fazenda Experimental de São Manuel, SP da FCA/UNESP-Botucatu. Inicialmente a detecção foi realizada com um par de oligonucleotídeo universal, obtido neste trabalho, capaz de identificar as diferentes espécies de allexivirus seguida de detecção com oligonucleotídeos específicos para as espécies. Os resultados obtidos indicam a frequente ocorrência de infecções mistas entre espécies de allexivirus...

Viroses do alho: métodos de diagnose e degenerescência do alho semente livre de vírus

Mituti, Tatiana
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: ix, 85 f. : il. color., grafs., tabs.
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Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; Espécies de vírus dos gêneros Potyvirus, Carlavirus e Allexivirus são comumente encontradas na cultura do alho (Allium sativum L.) e em decorrência da sua propagação vegetativa, há o acúmulo de vírus de um ciclo para outro, formando um complexo entre espécies dos gêneros citados. Uma das principais causas da redução da produtividade ocorre devido à infecção por vírus, e a termoterapia associada à cultura de tecido pode ser um método eficiente para limpeza clonal e obtenção de alho semente livre de vírus. O estudo da degenerescência do alho livre de vírus é, portanto, importante para se conhecer o número de ciclos em que o alho semente, inicialmente sadio, pode ser multiplicado no campo, sem que ocorra a redução da produtividade. Neste estudo foi verificado que após três anos a produtividade foi 13,75% superior ao alho 100% infectado por vírus. Os bulbilhos aéreos também podem ser utilizados para a multiplicação de sementes e tem como vantagem o baixo custo quando comparado à utilização de bulbos provenientes da cultura de tecido. Entretanto, essa técnica só se torna viável com a utilização de matrizes isentas de vírus, pois a transmissão de vírus para os bulbilhos aéreos...

Avaliação do efeito do alho (Allium sativum L.) sobre o colesterol plasmático em coelhos com hipercolesterolemia induzida

Klassa, B.; Grosseli, M.m.; Kiyomura, A.k.; Alves, M.j.q.f.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 557-565
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The use of plants to treat diseases or even to cure them is a high diffused popular tradition, and several studies discuss the therapeutic and pharmacological properties of garlic in the reduction of hyperlipidaemias. The objective of the present study was to investigate the influence of the aqueous extract of garlic (Allium sativum) to treat the serum cholesterol of rabbits with experimental hypercholesterolemia. The animals were divided into G1 (control group) and G2 (group treated with garlic). The experiment was developed according to 3 phases: during the 1st phase, all animals were provided with a regular diet to evaluate the basal cholesterol; during the 2nd phase, all animals received a supplemented diet until the end of the experiment, in order to develop hypercholesterolemia and, in the 3rd phase, the animals on G2 received the garlic treatment. The cholesterol registered on the 1st phase was 39.94 ± 9.57 mg dL-1. On the 2nd phase, there was an increase on the serum cholesterol level in both groups - higher than 100 mg dL-1. Concerning the treatment, the garlic did not reduce the serum cholesterol in rabbits.; A utilização de plantas no tratamento de doenças ou como meio curativo é uma tradição popular e altamente difundida...

Processamento do alho negro

Pires, Liliane de Souza
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 102 f. : il. color., gráfs., tabs.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Engenharia e Ciência de Alimentos - IBILCE; Garlic (Allium sativum) has excellent nutritional value, due to its vitamins content like A, B2, B6 and C, amino acids, enzymes, biologically active compounds and minerals like iron, zinc, selenium and iodine. The various health benefits are generally attributed to organosulfur compounds. Black garlic is obtained from raw garlic submitted to thermal treatment at controlled temperature and relative humidity for long time periods. The black color of the garlic is due to the Maillard reaction and consequent melanoidins formation, as product of the reaction between sugar and amino acids present in fresh garlic. Although some authors have reported that during the maturation process the amount of antioxidants increases, the manufacturing of black garlic is still very empirical and studies about this processing have not been sufficiently clarified in the literature. Thus, the objective of this study was to investigate the processing of black garlic by aging or maturation, assessing the influence of temperature and relative humidity on the nutritional and sensory quality...

Aspectos fisiológicos e fitossanitários na micropropagação para a obtenção de alho-semente livre de vírus

Vieira, Renato Luís
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 193 p.| il., grafs., tabs.
POR
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2012; Com uso intensivo de mão-de-obra, tecnologia e capital, a cultura do alho no Brasil tem viabilizado a pequena e média propriedade nas principais regiões produtoras, sendo portanto, de grande importância sócio-econômica. O alho (Allium sativum L.), por ser propagado vegetativamente, facilita a disseminação de patógenos, como vírus, favorecendo o aparecimento de doenças complexas, pelo acúmulo de diferentes espécies virais numa mesma planta, acarretando diminuição da produtividade e da qualidade do produto. Uma das técnicas mais utilizadas para limpeza clonal de alho é a cultura de meristemas. Apesar de muito utilizada para eliminação de viroses, percebe-se que há uma deficiência nos protocolos atualmente utilizados no que se refere à qualidade da semente produzida. Isto pode estar ligado aos fatores fisiológicos, fitossanitários e, principalmente, à inexistência de estudos para o desenvolvimento de protocolos de limpeza clonal mais eficientes. O presente trabalho teve como objetivos: (i) estudar o padrão de organização morfológica da bulbificação em alho...

Diagnose, disseminação e efeitos do complexo viral do alho (Allium sativum L.) em regiões produtoras do Brasil

André, Michelle de Souza Fayad
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
POR
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Tese (doutorado)-Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2010; A produção do alho em todo o mundo tem sido afetada por diversos patógenos, dentre eles destaca-se o complexo viral que infecta a cultura causando significativa redução na produção de alho no Brasil. Várias espécies foram identificadas no país, no entanto, os danos causados pelo complexo viral nas células e na fisiologia das plantas infectadas ainda é pouco estudado. São também escassas as informações sobre a ocorrência e prevalência desses patógenos nos diferentes sistemas produtivos de alho no país, estudo que demanda o desenvolvimento de um sistema de detecção viral específico e eficiente. Nesse contexto, o presente trabalho visou desenvolver e adaptar métodos de detecção específicos para as espécies virais do complexo do alho e determinar a ocorrência e prevalência desses patógenos nas regiões produtoras de alho no país. Também foram estudadas as principais alterações fisiológicas morfológicas, bioquímicas e citológicas causadas pelo complexo viral nas plantas infectadas, possibilitando a associação dessas informações com as perdas de produção causadas pela infecção viral. O Capítulo I apresenta uma revisão atualizada dos temas abordados no trabalho com o referencial teórico e as informações científicas disponíveis até o presente. O Capítulo II mostra o desenvolvimento de seis sondas não-radioativas espécie-específicas e uma gênero-específico confeccionadas para a detecção das espécies do complexo viral utilizando hibridização em “Dot-Blot” em membrana de nitrocelulose. Reações de PCR...

Caracterização isoenzimática e morfológica de clones e introduções de alho

Siqueira,Walter José; Medina Filho,Herculano Penna; Lisbão,Rogério Salles; Fornasier,João Baptista
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1985 PT
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Em virtude do grande número de denominações locais para clones de alho, nem sempre correspondentes a materiais distintos, conduziu-se o presente estudo objetivando a caracterização e classificação de 72 clones e introduções de alho (Allium sativum L.), e um clone de alho-rei (A. ampeloprasum L.). Isso foi feito analisando as isoenzimas alcooldesidrogenase (ADH), esterase (EST), peroxidase (PRX) e fosfoglucoisomerase (PGI) através da técnica de eletroforese horizontal em gel de amido hidrolisado de batata. Verificou-se que os clones nacionais e introduzidos se enquadram nos grupos aqui denominados DIKA ou CJLB, respectivamente para os padrões de ADH, EST, PRX e PGI. Entretanto, os padrões CILB, CJKB e CIKB foram observados em alguns clones estrangeiros, sugerindo sua maior variabilidade em relação aos nacionais. O alho-rei apresentou padrões diferentes dos encontrados na espécie A. sativum L. A associação dos resultados da técnica de eletroforese de isoenzinas com a caracterização morfológica da parte aérea, bulbos, bulbilhos, coloração externa dos bulbos e bulbilhos e ciclo cultural, permitiu a classificação dos clones nacionais de alho em 19 grupos distintos.

Avaliação do comportamento de pasta de alho durante o armazenamento (Allium sativum L.)

Berbari,Shirley Aparecida Garcia; Silveira,Neliane Ferraz de Arruda; Oliveira,Líria Akemi Tavares de
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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Este trabalho de pesquisa teve por objetivo avaliar o comportamento da pasta de alho sem adição de sal, por um período de três meses. A principal perda de qualidade da pasta de alho é causada pelo escurecimento do produto que ocorre devido à ação de enzimas polifenoloxidases. Para controlar este escurecimento foi utilizado o ácido cítrico. O processamento da pasta de alho compreendeu as etapas: tratamento de imersão, descascamento, obtenção da pasta em "cutter", adição de ácido cítrico e sorbato de potássio para evitar o desenvolvimento de microrganismos deterioradores, acondicionamento em potes de plástico e de vidro, desaeração parcial em câmara de vácuo e armazenamento a temperatura ambiente. O produto final foi submetido a análises microbiológicas, físicas, para avaliação da cor e sensoriais, para avaliação da cor e do aroma. Os resultados da curva de acidificação mostraram que para abaixar o pH inicial da matéria-prima para 4,0 foram necessários 2,1g de ácido cítrico/100g de alho. Do ponto de vista microbiológico, a pasta de alho manteve-se estável durante o período de armazenamento, apresentando contagens < 10UFC/g para bactérias lácticas e <10²UFC/g para bolores e leveduras. As determinações físicas e sensoriais de cor apresentaram resultados coincidentes e embora tenha ocorrido escurecimento...

Caracterização morfológica, produtividade e rendimento comercial de cultivares de alho

Resende,Juliano Tadeu V de; Morales,Rafael Gustavo F; Zanin,Daniel S; Resende,Francisco V; Paula,Juliana T de; Dias,Diego M; Galvão,Alexandre G
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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O Brasil tem condições de elevar a produção de alho a ponto de suprir a demanda interna. Para alcançar tal êxito, é necessário avaliar o maior número possível de cultivares visando estabelecer as melhores para cada região. Sendo assim, esse trabalho objetivou avaliar o rendimento econômico e a qualidade de bulbos de 20 cultivares de alho na região Centro-Sul do Paraná. O experimento foi conduzido entre os meses de março e setembro de 2009, no município de Guarapuava-PR. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com três repetições. Os tratamentos constituíram-se em doze cultivares de alho seminobre e oito cultivares de alho nobre. Foram realizadas as avaliações de produtividade total (PT), produção comercial (PC) e classificação comercial dos bulbos; superbrotamento; e seis caracteres relacionados à morfologia da planta: diâmetro do pseudocaule, comprimento e largura da folha, comprimento, largura e número de bulbilhos. As cultivares do grupo nobre apresentaram PT superior às cultivares do grupo seminobre, porém, não houve diferença com relação à PC. Entre as cultivares do grupo nobre, a São Valentim apresentou a maior PC de bulbos, com 8,9 t ha-1. As cultivares do grupo nobre apresentaram maior porcentagem de bulbos nas classes 6 e 7...

Alimentação de leitões na creche com dietas sem aditivos antimicrobianos, com alho (Allium sativum, L.) ou colistina

Lovatto,Paulo Alberto; Oliveira,Vladimir de; Hauptli,Lucélia; Hauschild,Luciano; Cazarré,Marcus Macedo
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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Foi realizado um experimento para estudar o desempenho de leitões, dos 35 aos 62 dias de idade, alimentados com dietas sem aditivos, com alho ou com colistina. Noventa e seis leitões foram distribuídos em quatro tratamentos num desenho experimental de blocos inteiramente casualizados. A dieta controle (DC) não continha aditivos anti-microbianos; as dietas dois e três foram constituídas pela DC mais 0,05% e 0,15% de alho em pó, respectivamente; a dieta quatro continha a DC mais 0,25% de sulfato de colistina. O consumo de ração foi 16,2% maior (P<0,05) para os animais alimentados com dietas contendo colistina que aqueles que consumiram dietas contendo 0,05% de alho. Não houve diferenças entre os animais que consumiram colistina e aqueles alimentados sem aditivos ou com 0,015% de alho na dieta. O ganho de peso foi maior (P<0,05) para os animais alimentados com dietas contendo colistina. Não houve diferença de ganho de peso entre os animais que consumiram dietas sem aditivos e contendo alho. Os animais alimentados com dietas contendo de alho tiveram conversões alimentares médias ao redor de 7% piores (P>0,05) que os animais alimentados com colistina. O uso de dietas sem anti-microbianos ou com alho para leitões na creche não permite alcançar os mesmos resultados que dietas contendo colistina.

Utilização do alho (Allium sativum L.) como promotor de crescimento de frangos de corte

Freitas,Reginaldo de; Fonseca,José Brandão; Soares,Rita da Trindade Ribeiro Nobre; Rostagno,Horacio Santiago; Soares,Paulo Rubens
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 PT
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Três experimentos foram conduzidos com o objetivo de avaliar a utilização do alho na alimentação de frangos de corte, como promotor de crescimento. No primeiro experimento, foram utilizados 480 pintos de corte, sexados, distribuídos em seis tratamentos com oito repetições (quatro de machos e quatro de fêmeas), com dez aves cada uma. Os tratamentos foram: ração basal com milho, farelo de soja e fosfato bicálcio (RB1); RB1 + 0,2% de alho; RB1 + 0,4% de alho, RB1 + 0,6% de alho; RB1 + 0,001% de lincomicina e RB1 + 0,0025% de bacitracina de zinco. No segundo experimento, utilizaram-se 240 pintos de corte, sexados, distribuídos em três tratamentos com oito repetições (quatro de machos e quatro de fêmeas) com dez aves cada uma. Os tratamentos foram ração basal com milho, farelo de soja e farinha de carne e ossos (RB2); RB2 + 0,2% de alho e RB2 + 0,4% de alho. No terceiro experimento, foram utilizadas 120 pintos de corte (fêmeas), criadas até aos 42 dias de idade, distribuídos em três tratamentos como descrito para o segundo experimento. Em todos os experimentos, foram avaliados consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar. No primeiro e segundo experimentos, avaliou-se também o peso de intestino delgado. Em nenhum dos três experimentos...

Avaliação da potencialidade do uso do alho e do cipó-alho no cultivo do tambaqui.

SILVA, R. C. S. e; INOUE, L. A. K. A.
Fonte: In: SEMINÁRIO DE PÓS-GRADUAÇÃO NA EMBRAPA AMAZÔNIA OCIDENTAL, 2008, Manaus. Integrando esforços para o desenvolvimento da Amazônia. Manaus: Embrapa Amazônia Ocidental, 2008. p. 61-66. Publicador: In: SEMINÁRIO DE PÓS-GRADUAÇÃO NA EMBRAPA AMAZÔNIA OCIDENTAL, 2008, Manaus. Integrando esforços para o desenvolvimento da Amazônia. Manaus: Embrapa Amazônia Ocidental, 2008. p. 61-66.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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A piscicultura é uma das atividades agropecuárias que mais cresce na Amazônia. Isso é devido à importância natural dos peixes alimentação das populações humanas locais, que sempre os tiveram em abundância. Contudo, o crescimento dos centros urbanos, especialmente Manaus, e o aumento da pressão de captura dos estoques naturais de peixes são fatores responsáveis pelo declínio da fartura de peixes na região. Dessa forma, a piscicultura vem crescendo como alternativa que atende ao apelo ambiental de conservação dos peixes amazônicos, gerando ainda emprego e renda para as comunidades rurais. Entretanto, os cultivos comerciais de peixes trabalham com densidades de animais mais elevadas que as encontradas na natureza. A disseminação de doenças e organismos parasitos é facilitada. Assim o uso indiscriminado de produtos químicos no controle e prevenção de problemas sanitários está cada vez mais evidente. A proposta do presente trabalho é testar o uso de produtos naturais, alho e cipó-alho, na prevenção de doenças no peixe mais cultivado na Amazônia, o tambaqui. O alho apresenta características medicinais comprovadas inclusive para peixes. O cipó-alho é uma planta da Amazônia com características similares ao alho...

Estudo clinico do alho fresco em voluntarios sadios : avaliação da agregação plaquetaria in vitro e in vivo e comportamento da pressão arterial atraves da MAPA in vivo

Eduardo Abib Junior
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/11/2004 PT
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Objetivo: Esta tese tem por objetivos: avaliar a agregação plaquetária e o comportamento da pressão arterial em três momentos (sem alho; alho dose única (3,5 g) e alho dose diária (3,5 g) duas vezes ao dia por 4 dias) em voluntários sadios; Analisar a resposta de agregação plaquetária in vitro adicionando extrato de alho diluído em PRP e por ultimo correlacionar os dados obtidos da analise da agregação com os parâmetros TxB2, GMPc entre in vivo e in vivo. Para Analise em in vivo foram selecionados dezoito (18) voluntários do sexo masculino, entre 18 a 45 anos, saudáveis, para estudo não randomizado, aberto e divididos em tres grupos (Grupo Sem alho; Grupo Com Alho Único e Grupo Alho Diário). Amostras de sangue dos voluntários foram coletadas de acordo com horários pré-estabelecidos. Após execução da agregação plaquetária, Pressão arterial através da MAPA e quantificação dos níveis de TXB2, foram realizadas análises estatisticas. Para analise in vitro foram selecionados 5 voluntários sadios, de ambos os sexos, isentos de qualquer medicação uma semana antes coleta. O sangue foi coletado e o PRP foi separado e adicionado extrato de alho em volume determinado. Após execução da agregação plaquetária e quantificação dos níveis de TXB2...

Influência da palhada de aveia preta no controle de plantas invasoras na cultura do alho

Ribeiro, Cristiano da Silva
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 11
PT_BR
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Projeto acadêmico (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Campus Curitibanos. Ciências Rurais.; No Brasil a produção de alho vem se destacando a cada ano devido ao aprimoramento de tecnologias que estão aumentando a produtividade da cultura. Durante o ciclo da cultura do alho diversas plantas invasoras se regeneram competindo com o alho por espaço, luminosidade, água e principalmente nutrientes. Uma das plantas excelentes na cobertura do solo é a aveia preta. Desta forma, questiona-se se a aveia preta pode controlar as plantas invasoras no decorrer do ciclo do alho, sem diminuir a produtividade. A utilização de palhada de aveia preta diminui a infestação de plantas invasoras e ou a palhada de aveia preta não interfere na produtividade do alho. O objetivo deste trabalho é avaliar a influência da palhada de aveia preta sobre o controle na infestação de plantas invasoras no decorrer do ciclo do alho. O experimento será realizado a campo na fazenda experimental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), localizada em Curitibanos no Planalto Catarinense. A cultivar de alho a ser utilizada após o ciclo da aveia, será Chonan livre de vírus tipo 5 submetido a vernalização por 20 dias, à 3°C. O delineamento experimental constitui de blocos ao acaso com quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos serão constituídos de doses crescentes de semente de aveia preta...