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Sobrevivência e desenvolvimento de Spodoptera frugiperda e Pseudoplusia includens (Lepidoptera: Noctuidae) em algodão Cry1Ac/Cry2Ab2 e Cry1Ac/Cry1F: Implicações para o Manejo da Resistência de Insetos; Survival and development of Spodoptera frugiperda and Pseudoplusia includens (Lepidoptera: Noctuidae) in cotton Cry1Ac/Cry2Ab2 and Cry1Ac/Cry1F: Implications for Insect Resistance Management

Sorgatto, Rodrigo José
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/04/2013 PT
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Spodoptera frugiperda (J. E. Smith) e Pseudoplusia includens (Walker) são importantes insetos-praga no algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) devido às injúrias de desfolha e destruição de estruturas reprodutivas no caso de S. frugiperda. Os eventos de algodão Bt que expressam as proteínas Cry1Ac/Cry2Ab2 (Bollgard® II) e Cry1Ac/Cry1F (WideStrike(TM)) de Bacillus thuringiensis Berliner são ferramentas disponíveis para o controle dessas espécies-praga. A fim de subsidiar o Manejo da Resistência de Insetos (MRI) foram conduzidos estudos em laboratório para avaliar a sobrevivência e desenvolvimento de S. frugiperda e P. includens nos eventos de algodão Cry1Ac/Cry2Ab2 e Cry1Ac/Cry1F. Em bioensaios com discos de folhas, a eficácia de controle de neonatas nos dois eventos de algodão Bt foi superior a 80% para S. frugiperda e de 100% para P. includens. Em bioensaios com brácteas com neonatas de S. frugiperda, a eficácia de controle de ambos os eventos de algodão Bt também foi superior a 80%. As lagartas de S. frugiperda sobreviventes em algodão Bt apresentaram severa inibição de desenvolvimento larval em folhas (> 75%) e brácteas (> 44%). Em bioensaios com simulações de alimentação larval, as quais consistiam em grupos de lagartas alimentadas com o algodão Bt aos 0...

Determinantes da adoção de variedades de algodão geneticamente modificado por pequenos produtores; Determinants of genetically modified cotton adoption by smallholders

Bruno Cesar Brito Miyamoto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2014 PT
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A maior parte do algodão brasileiro é produzida em propriedades com área superior a mil hectares. Contudo, a cotonicultura ainda desempenha um papel importante na definição das condições socioeconômicas dos pequenos produtores, inseridos, majoritariamente, nas regiões menos desenvolvidas do Brasil, como o semiárido nordestino e o norte do estado de Minas Gerais. Nessas áreas, a pequena produção ainda persiste cultivando sementes de algodão branco, algodão colorido ou algodão geneticamente modificado utilizando sistemas de produção orgânico ou convencional. Ao contribuir para a redução de riscos e para o aumento de produtividade entre pequenos produtores, a adoção de sementes transgênicas de algodão vem sendo considerada como um elemento importante para atenuar as extremas desigualdades de desempenho entre a grande e a pequena cotonicultura. O objetivo central deste trabalho é identificar as características sociais, econômicas e produtivas que determinam a adoção de sementes transgênicas e de outros tipos de sementes, ou sistemas de produção, por pequenos produtores de algodão. Foi dada atenção especial às características que diferenciam os produtores de algodão transgênico ¿ Bt e RR ¿ e algodão não transgênico ¿ colorido...

Parâmetros hematológicos, bioquímicos, ganho em peso e emissão de metano de ovinos Santa Inês alimentados com coprodutos do algodão

Lima, Paulo de Mello Tavares
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, 2013.; Foram realizados dois experimentos ao longo deste trabalho. O primeiro teve o objetivo de avaliar os efeitos da suplementação de concentrado a base de coprodutos do algodão sobre parâmetros hematológicos, bioquímicos e ganho em peso de borregos Santa Inês. Este ensaio teve duração de 90 dias, foram utilizados 22 animais, sendo formados quatro grupos experimentais, que se diferenciaram entre si de acordo com o coproduto do algodão empregado na formulação do concentrado. Assim sendo, formaram-se os grupos: Controle (CON) (sem coproduto do algodão); Caroço de algodão (CAR); Farelo de algodão (FAR); e Torta de algodão (TOR). Foi utilizado delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e seis repetições para os grupos CON e FAR e cinco para os grupos CAR e TOR. Não foi verificada diferença estatística (P > 0,05) entre os quatro tratamentos em nenhum dos parâmetros hematológicos e bioquímicos avaliados. Na avaliação de parâmetros hematológicos, com exceção ao parâmetro leucócitos (Leu)...

Degradabilidade no rúmen da matéria seca e da protéina do caroço integral e do farelo de algodão (Gossypium hirsutum L.) pela técnica dos sacos de náilon in situ com bovinos

CUNHA,José Aparecido da; MELOTTI,Laércio; LUCCI,Carlos de Sousa
Fonte: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1998 PT
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Avaliou-se a degradabilidade "in situ" da matéria seca e da proteína bruta: a) do caroço de algodão integral; b) do caroço de algodão integral quebrado e c) do farelo de algodão, com três novilhas mestiças, (europeu x zebú) dotadas de fístulas de rúmen, utilizadas em delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os animais receberam como volumoso a cana-de-açúcar e uma mistura de concentrados que continha farelo de algodão (0,3 kg), caroço de algodão integral (0,6 kg) e milho moído (1,6 kg). As taxas médias de degradabilidade para a MS com 48 horas de incubação foram maiores (P<0,01) para o farelo de algodão (62,3%) seguidos pelo caroço de algodão integral quebrado (57,1%) e caroço de algodão integral (22,1%). Para a proteína bruta as taxas foram maiores (P<0,01) para o farelo de algodão (93,5%), seguidos pelo caroço de algodão quebrado (82,5%) e caroço de algodão inteiro (18,3%).

Rendimento do algodão agroecológico em consórcios intercalares no semi-árido paraibano.

SILVA, M. N. B. da.; SANTOS, D. P. dos; LIMA, A. R.; OLIVEIRA, R. A. de; QUEIROZ, N. L.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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2009

Beneficiamento de algodão orgânico no Agreste Paraibano.

SANTOS, I. C. da S.; WANDERLEY JÚNIOR, J. S. A.; SANTOS, F. do N.; SILVA, M. N. B. da; GONZAGA, L. A.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM
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2009

Definição de doses de esterco bovino para o cultivo agroecológico do algodão: II. Biomassa epígea e produção do algodoeiro herbáceo BRS Rubi irrigado.

PEREIRA, J. R.; LIMA, F. V. de; ARAÚJO, W. P.; ARAÚJO, V. L.; CARVALHO JUNIOR, G. S.; SANTOS, J. W. dos; SOUSA JUNIOR, S. P. de; SILVA, M. N. B. da; FIRMINO, P. de T.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM
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2009

Caso de sucesso de um núcleo familiar de produção do algodão orgânico, no município de Juarez Távora-PB.

CARTAXO, W. V.; FIGUEIREDO, L. P. F. de; MELO, A. F. de
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM
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2009

Análise energética de algodão orgânico consorciado com culturas alimentares.

TAVARES, M. da S.; ALBUQUERQUE, F. A. de; SILVA, M. N. B. da; OLIVEIRA, R. A.; COSTA, J. S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 7., 2009, Foz do Iguaçu. Sustentabilidade da cotonicultura brasileira e expansão dos mercados: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2009.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM
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2009

BRS 335 - Cultivar de algodão de ciclo e porte médios para cultivo no Estado da Bahia.

PEDROSA, M. B.; MORELLO, C. de L.; CHITARR, L. G.; SUASSUNA, N. D.; SILVA FILHO, J. L. da; FREIRE, E. C.; BENITES, F. R. G.; FARIAS, F. J. C.; LAMAS, F. M.; ANDRADE, F. P. de; BARROSO, P. A. V.; RIBEIRO, J. L.; GODINHO, V. de P.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ALGODÃO, 8.; COTTON EXPO, 1., 2011, São Paulo. Evolução da cadeia para construção de um setor forte: anais. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ALGODÃO, 8.; COTTON EXPO, 1., 2011, São Paulo. Evolução da cadeia para construção de um setor forte: anais. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2011.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; p. 1311-1315
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O oeste baiano tem aumentado gradativamente a área plantada com algodão, na safra 2010/11 a região apresentou área plantada de 363 mil hectares isso mostra que cultura de algodoeiro herbáceo apresenta adaptação as condições edafoclimáticas ao cerrado da Bahia. O desenvolvimento de novas cultivares com características modernas e adaptadas a regiões de cultivo constitui-se o objetivo de programas de melhoramento para desenvolvimento de cultivares. A cultivar BRS 335 desenvolvida no cerrado do Estado Bahia apresenta-se como nova opção de plantio para os produtores que buscam alta produtividade e características de fibra compatíveis com a indústria têxtil.; 2011

BRS 336 - Cultivar de algodão com alta qualidade de fibra para cultivo no cerrado e semi-árido do Brasil.

PEDROSA, M. B.; MORELLO, C. de L.; CHITARR, L. G.; SUASSUNA, N. D.; SILVA FILHO, J. L. da; FREIRE, E. C.; BENITES, F. R. G.; FARIAS, F. J. C.; LAMAS, F. M.; ANDRADE, F. P. de; BARROSO, P. A. V.; RIBEIRO, J. L.; GODINHO, V. de P.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ALGODÃO, 8.; COTTON EXPO, 1., 2011, São Paulo. Evolução da cadeia para construção de um setor forte: anais. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ALGODÃO, 8.; COTTON EXPO, 1., 2011, São Paulo. Evolução da cadeia para construção de um setor forte: anais. Campina Grande, PB: Embrapa Algodão, 2011.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; p. 1316-1320
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O oeste baiano tem aumentado gradativamente a área plantada com algodão. Na safra 2010/11 a região apresentou área plantada de 363 mil hectares isso mostra que a cultura do algodoeiro herbáceo apresenta adaptação as condições edafoclimáticas ao cerrado da Bahia. O desenvolvimento de novas cultivares com características modernas e adaptadas a regiões de cultivo constitui-se o objetivo de programas de melhoramento para desenvolvimento de cultivares. A cultivar BRS 336 possui fibras com características especiais (média-longa) apresentando-se como nova opção de plantio para os produtores que buscam alta produtividade e características de fibra diferenciada.; 2011

Efeito do uso da quitosana associada ao 6-BENZYLAMINOPURINE (BAP) e KINETINA (KIN) na indução de superbrotamento em cultivar do algodão colorido.

SOARES, T. da C.; ALVES, A. M. M.; MORAIS, J. P. S.; CARVALHO, J. M. F. C.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 31
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2012

Identificação da pluma de algodão colorido usando a espectroscopia no visível e infravermelho próximo (VIS/NIR) e análise de componentes principais (PCA).

SOUSA, G. R. M. de; MEDEIROS, E. P. de; SANTO, M. B. H.; ALMEIDA, P. B. A. de; FRANÇA, C. P. de; BARROS, T. de F. S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 50
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2012

Atividade de peroxidase sob diferentes niveis de salinidade no algodão BRS AROEIRA.

SOUSA, S. da S.; FARIAS, A. de V.; SILVA, D. M.; BELTRAO, N. E. de M.; ROCHA, M. do S.; MENDES, B. S. da S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 113
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2012

Avaliação da qualidade das sementes e da fibra do algodão beneficiada com descaroçador de 25 serras.

JERÔNIMO, J. F.; FRANÇA, P. R. C. de; ALMEIDA, F. de A. C.; SILVA, O. R. R. F.; MACEDO, M. L. A. de
Fonte: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 337
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2012

Comparação dos descaroçadores de 25 e 50 serras na qualidade tecnológica da fibra de algodão.

JERÔNIMO, J. F.; FRANÇA, P. R. C. de; SILVA, O. R. R. F.; ALMEIDA, F. de A. C.; SOFIATTI, V.
Fonte: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 338
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2012

Desenvolvimento de um descaroçador e prensa enfardadeira itinerante para o beneficiamento do algodão.

JERÔNIMO, J. F.; FRANÇA, P. R. C. de; SILVA, O. R. R. F.; ALMEIDA, F. de A. C.; MACEDO, M. L. A. de
Fonte: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 341
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2012

Recuperação dos acessos do banco ativo de germoplasma de algodão in vitro de 2011 a 2012.

CARVALHO, J. M. F. C.; BARROSO, P. A. V.; SILVA, D. M. de S.; ALVES, A. M. M.
Fonte: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012. Publicador: CONGRESSO BRASILEIRO DE MAMONA, 5.; SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE OLEAGINOSAS ENERGÉTICAS, 2.; FÓRUM CAPIXABA DE PINHÃO-MANSO, 1., 2012, Guarapari. Desafios e Oportunidades: anais. Campina Grande: Embrapa Algodão, 2012.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 385
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2012

Características tecnológicas da fibra do algodão 'brs 200' marrom armazenada em duas microrregiões paraibanas.

LIMA, A. V. de O.; ALMEIDA, F. de A. C.; SANTOS, J. W. dos; BARROS NETO, J. J. da S.
Fonte: Revista Brasileira de Oleaginosas e Fibrosas, v.11, n.3, p.163-171, set./dez. 2007. Publicador: Revista Brasileira de Oleaginosas e Fibrosas, v.11, n.3, p.163-171, set./dez. 2007.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar os efeitos do armazenamento sobre as características tecnológicas comprimento, uniformidade, índice de fibras curtas, maturidade, micronaire, alongamento, resistência, grau de amarelamento (+b) e reflectância do algodão 'BRS 200' Marrom, em duas microrregiões paraibanas: Agreste (Campina Grande) e Seridó (Patos) durante 27 mesesde armazenamento. Após a caracterização tecnológica inicial e enfardamento, as fibras foram distribuídas para o armazenamento nos locais referenciados. O delineamento estatístico utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x10, com cinco repetições. Concluiu-se que o período e as condições ambientais de armazenamento influíram nas características da fibra do algodão 'BRS200' Marrom. As condições ambientais do Seridó (Patos) foram favoráveis à qualidade da fibra quanto à tonalidade marrom (+b), ao grau de reflectância, ao índice de fibras curtas e à maturidade; as do Agreste (Campina Grande), às características alongamento, resistência e micronaire.; 2007

Degradabilidade no rúmen da matéria seca e da protéina do caroço integral e do farelo de algodão (Gossypium hirsutum L.) pela técnica dos sacos de náilon in situ com bovinos; Dry matter and protein degradabilities of whole cottonseed and cottonseed meal through nylon bags in situ technique with steers

Cunha, José Aparecido da; Melotti, Laércio; Lucci, Carlos de Sousa
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1998 POR
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Avaliou-se a degradabilidade "in situ" da matéria seca e da proteína bruta: a) do caroço de algodão integral; b) do caroço de algodão integral quebrado e c) do farelo de algodão, com três novilhas mestiças, (europeu x zebú) dotadas de fístulas de rúmen, utilizadas em delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os animais receberam como volumoso a cana-de-açúcar e uma mistura de concentrados que continha farelo de algodão (0,3 kg), caroço de algodão integral (0,6 kg) e milho moído (1,6 kg). As taxas médias de degradabilidade para a MS com 48 horas de incubação foram maiores (P<0,01) para o farelo de algodão (62,3%) seguidos pelo caroço de algodão integral quebrado (57,1%) e caroço de algodão integral (22,1%). Para a proteína bruta as taxas foram maiores (P<0,01) para o farelo de algodão (93,5%), seguidos pelo caroço de algodão quebrado (82,5%) e caroço de algodão inteiro (18,3%).; Crude protein (CP) and dry matter (DM) degradabilities of a) whole cottonseed meal; b) broken whole cottonseed meal, were evaluated with three rumen fistulated crossbred heifers (Bostaurus x Bos indicus) in a randomized block design, with four replicates. The animals were fed sugar cane as roughage and concentrate containing with cottonseed meal (0.3 kg)...