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Prevalência dos sintomas de asma e alergia e avaliação dos mecanismos envolvidos no broncoespasmo induzido pelo exercício em corredores de longa distância; Prevalence of asthmatic and allergic symptoms and mechanism of exercise-induced bronchoconstriction in long distance runners

Teixeira, Renata Nakata
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/05/2014 PT
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37.57%
A prevalência de sintomas de asma, broncoespasmo induzido pelo exercício (BIE), hiperresponsividade brônquica (HRB) e alergia em atletas que praticam modalidades de alto rendimento e longa duração tem aumentado nas últimas décadas e tem sido estudada principalmente em atletas de inverno e nadadores. No entanto, a prevalência de sintomas de asma e alergia e os mecanismos inflamatórios envolvidos no BIE que ocorre em corredores de longa distância permanecem pouco conhecidos. Objetivos: O presente estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de sintomas de asma e alergia em corredores de longa distância de elite e investigar os mecanismos inflamatórios envolvidos no BIE nos atletas sem histórico de asma. Casuística e Métodos: Este estudo foi realizado em duas fases: na Fase I, foi avaliada a prevalência de sintomas de asma e alergia em 201 corredores de longa distância, através da aplicação dos questionários ISAAC e AQUA©. Na Fase II, foram avaliados os mecanismos inflamatórios envolvidos no BIE de 40 corredores que não apresentaram sintomas de asma na Fase I e que foram selecionados aleatoriamente. Nesta fase, os atletas compareceram ao laboratório em três momentos, com intervalo máximo de duas semanas entre cada visita...

Prevalência e fatores de risco associados a reações a alimentos e diagnóstico médico de alergia alimentar referidos pelos pais em crianças de Ribeirão Preto e São Luís; Prevalence and risk factors associated with parent reported reactions to food and medical diagnosis of food allergy in children of Ribeirão Preto and São Luís

Zeppone, Sílvio César
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/05/2015 PT
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37.61%
Objetivo: Avaliar a prevalência e fatores de risco associados a reações adversas a alimentos (RAA) e diagnóstico médico de alergia alimentar referidas pelos pais em crianças de um a três anos de vida. Métodos: Estudo de coorte prospectivo de crianças nascidas em Ribeirão Preto, São Paulo e São Luís, Maranhão, no ano de 2010, e avaliadas para esse estudo nos três primeiros anos de vida. Em Ribeirão Preto, foram incluidas 3740 das 7702 crianças nascidas no ano de 2010. Em São Luís, participaram do estudo 3320 das 5166 crianças avaliadas ao nascimento no mesmo ano. Os responsáveis pelas crianças responderam questões referentes à ocorrência de reações adversas após a ingestão de alimentos e diagnóstico médico prévio de alergia alimentar. O estudo das associações entre os desfechos e as variáveis independentes de interesse foi feito por meio de análise univariada e por modelos log-binomiais ajustados, obtendo-se medidas de risco relativo (RR) e seus intervalos de confiança (IC). Resultados: A prevalência de reações adversas a alimentos (RAA) referidas pelos pais e de diagnóstico médico de alergia a pelo menos um alimento foi, respectivamente, de 10,7% (399/3740) e 4,4% (164/3716) em Ribeirão Preto...

Alergia à proteína do leite de vaca (APLV): uma perspectiva imunológica

Zeppone, Sílvio César
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 68 f.
POR
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37.3%
Pós-graduação em Biociências e Biotecnologia Aplicadas à Farmácia - FCFAR; A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é comum no primeiro ano de vida e o seu reconhecimento e diagnóstico são difíceis. A proposta deste estudo é verificar a expressão de fenótipos linfocitários, as citocinas padrão Th1 e Th2, e a IgE total e específica em crianças com APLV, crianças atópicas (AC) e não atópicas (NAC) e suas respectivas mães.Foram colhidas amostras de sangue periférico para tipagem de linfócitos por citometria de fluxo, e dosadas as citocinas séricas, por CBA (Cytometric Bead Array) e dosado a IgE total e específica para as proteínas caseína, α lactoalbumina e β lactoglobulina , das crianças e suas mães nos grupos APLV, AC e NAC.Nas crianças do grupo APLV o início dos sintomas foi por volta dos 5,1 meses de idade, com idade média de 17,25 meses (sd=14,8 meses). As crianças e suas mães dos grupos alérgicos (APLV e AC) mostraram maior número de linfócitos CD4+CD25+ (p<0,05) em relação àquelas do grupo não alérgico (NAC), mas sem diferença significativa (p>0,05) entre os grupos APLV e AC. O grupo APLV mostrou maior tendência à presença do fenótipo CD25. As concentrações séricas das citocinas IL4...

Alergia alimentar a frutos em crianças : estudos in vivo e in vitro

Soares, Elisa Mafalda da Fonseca Gravito
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 POR
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37.44%
Introdução. A prevalência da alergia alimentar tem vindo a aumentar nas últimas décadas. Na população pediátrica, o seu conhecimento é ainda escasso, principalmente em Portugal. Material e Metodologia. Estudo analítico transversal de uma população pediátrica, dos 3-11 anos, inscrita nas escolas da Cova da Beira. Inicialmente, foi aplicado um questionário preliminar para avaliar a presença de reacção adversa a alimentos. Posteriormente, as crianças com questionário positivo para os frutos frescos foram avaliadas em consulta, para aplicação de um questionário alargado e, realização de testes de hipersensibilidade in vivo e in vitro para os frutos suspeitos e alergénios com reactividade cruzada para frutos (látex e pólenes). Resultados. Por questionário, a prevalência das reacções adversas a frutos foi 3-5 vezes superior à da Alergia Alimentar a Frutos (AAF) propriamente dita. A frequência da AAF foi de 0,53% (IC 95% [0,24;0,82]). Os frutos mais implicados foram o kiwi e o pêssego. A clínica predominante foi a de reacção imediata, unissintomática e mucocutânea localizada, nomeadamente a Síndrome de alergia oral. Os frutos apresentaram elevada sensibilização cruzada com o látex e os pólenes. Conclusão. A frequência da AAF foi semelhante à de outros países europeus. Na Cova da Beira...

Alergia a beta-lactâmicos na clínica pediátrica: uma abordagem prática

Rosário,Nelson A.; Grumach,Anete Sevciovic
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2006 PT
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37.52%
OBJETIVO: Apresentar uma abordagem prática ao diagnóstico e conduta na alergia a antibióticos beta-lactâmicos. FONTES DOS DADOS: Periódicos da área de alergia indexados nas bases MEDLINE e LILACS, além de estudos e textos clássicos que tratam do tema. SÍNTESE DOS DADOS: A alergia à penicilina é relatada com freqüência, em muitos casos resultando na exclusão desse medicamento do arsenal terapêutico. Cerca de 10% dos relatos de alergia a drogas são confirmados. As manifestações clínicas decorrentes da reação alérgica à penicilina são bastante amplas, destacando-se os quadros cutâneos. Os quatro mecanismos de hipersensibilidade de Gell & Coombs estão envolvidos nas reações alérgicas. A penicilina é degradada em determinante maior (95% dos produtos) e em determinantes menores (5% dos produtos). As reações imediatas, mediadas por IgE, e que determinam quadros de anafilaxia, estão relacionadas aos determinantes menores em 95% dos casos. A hipersensibilidade a esses produtos pode ser avaliada através de testes cutâneos realizados com os determinantes maior e menores, permitindo, assim, evitar o choque anafilático em indivíduos alérgicos. O texto ressalta conhecimentos básicos sobre a alergia à penicilina...

Alergia alimentar: atualização prática do ponto de vista gastroenterológico

Ferreira,Cristina Targa; Seidman,Ernest
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 PT
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37.52%
OBJETIVOS: Apresentar uma revisão atualizada e crítica sobre alergias alimentares, focando principalmente em tratamento e prevenção. FONTES DOS DADOS: Revisão da literatura publicada obtida através do banco de dados MEDLINE, sendo selecionados os mais atuais e representativos do tema (2000-2006). A pesquisa incluiu os sites da European Society of Pediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition (ESPGHAN) e American Academy of Pediatrics (AAP). SÍNTESE DOS DADOS: A prevalência de doenças alérgicas tem aumentado nas últimas décadas e alergia alimentar parece fazer parte desse aumento. Alergia alimentar é muito mais comum em pediatria e apresenta impacto médico, financeiro e social significativos em crianças menores e suas famílias. Tratamento e prevenção da alergia alimentar são desafios maiores do ponto de vista da saúde pública e para as comunidades médica e científica. Há muita informação incorreta e condutas médicas discutíveis nessa área. Apresentamos e discutimos as recomendações publicadas pelos Comitês de Nutrição da ESPGHAN juntamente com a Sociedade Européia Pediátrica de Alergologia e Imunologia Clínica (ESPACI) e AAP. CONCLUSÃO: Excesso de diagnósticos de alergia alimentar é bastante prevalente. Há necessidade de uniformização de definições e procedimentos diagnósticos. O objetivo primário do manejo deve ser o de instituir medidas efetivas de prevenção das alergias alimentares. Há necessidade de métodos precisos para confirmar ou excluir o diagnóstico. Os pacientes necessitam tratamento apropriado através da eliminação de alimentos que causam sintomas...

Alergia ao látex: diagnóstico acidental após procedimento urológico. Relato de caso

Verdolin,Bruno Araújo; Villas Boas,Walkíria Wingester; Gomez,Renato Santiago
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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37.38%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A alergia aos produtos derivados do látex tem-se tornado um problema de grandes proporções, afetando tanto os pacientes como os profissionais da saúde. O objetivo deste relato é descrever o diagnóstico acidental de alergia ao látex após uma cirurgia urológica sob raquianestesia em que o paciente apresentou quadro clínico compatível ao choque anafilático. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 16 anos, portador de lesão de uretra posterior e em uso de sonda vesical por 3 anos, devido a duas cirurgias prévias sem sucesso. Durante o procedimento cirúrgico sob raquianestesia com bupivacaína, o paciente apresentou, logo após a exploração da cavidade abdominal, confusão, dispnéia, prurido e eritema generalizado, broncoespasmo, hipotensão arterial e taquicardia. Houve melhora gradativa das alterações apresentadas com o tratamento instituído. Durante a permanência no hospital, o paciente apresentou, ao soprar um balão de festa, urticária de contato na face e broncoespasmo, que foram prontamente tratados. O teste de punção cutânea e a dosagem de IgE específica para o látex confirmaram a hipótese diagnóstica de alergia ao látex. CONCLUSÕES: A combinação da história clínica do paciente com os dados laboratoriais permitiram a identificação do quadro de alergia ao látex. Esta entidade vem apresentando grande importância recentemente...

Reações de alergia provocadas pelo látex: um alerta aos trabalhadores da área da saúde

Lopes,Rosimeire Aparecida Mendes; Lopes,Maria Helena Baena de Moraes
Fonte: Associação Brasileira de Enfermagem Publicador: Associação Brasileira de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1999 PT
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É apresentado um levantamento bibliográfico de artigos referentes às reações de alergia ao látex, publicados nos últimos anos. O primeiro artigo sobre reação de alergia associado ao uso do látex foi publicado em 1979, na Grã-Bretanha, e desde então, de forma crescente, outros casos têm sido relatados(Barion, 1993). As reações do Tipo I (reação imediata) e Tipo IV (resposta tardia) estão envolvidas nos processos de alergia ao látex (Steelman, 1995). Uma das explicações para a alergia por contato é o processo inadequado de lavagem durante a manufatura, com retenção de proteínas hidrossolúveis que causam reação alérgica em pessoas susceptíveis. Na literatura são descritos casos de reações que variam de dermatite de contato à choque anafilático. Conclui-se que os achados evidenciam a necessidade da equipe de saúde ter conhecimento das implicações prováveis da alergia ao látex.

Associação entre alergia prévia, infertilidade e abortamento

Zac,Renata Indelicato; Machado,Valeska Marques de Menezes; Alberti,Luiz Ronaldo; Petroianu,Andy
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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OBJETIVO: Verificar a existência de associação entre alergia e abortamentos ou infertilidade. MÉTODOS: O estudo retrospectivo do tipo caso-controle foi conduzido por meio de entrevistas com 250 mulheres. Dentre 40 e 60 anos, distribuídas em dois grupos: Grupo 1 (n = 162): mulheres com relato de alergia e Grupo 2 (n = 148): mulheres sem passado alérgico. As entrevistadas foram aleatoriamente abordadas pelos autores nos ambulatórios de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital das Clínicas da UFMG. Todas foram identificadas de acordo com a idade e a cor da pele. Avaliou-se a incidência de abortamentos e a infertilidade. Foram excluídas pacientes quando houve dúvida em relação às respostas. Os resultados foram comparados por meio do teste Qui-quadrado. As diferenças foram consideradas significativas para valores correspondentes a p < 0,05. RESULTADOS: Houve maior incidência de abortamentos detectados no grupo de pacientes com história positiva para alergia, porém sem significância estatística. Elas também tiveram maior dificuldade para engravidar. Em ambos os grupos, os abortamentos e a infertilidade foram mais freqüentes nas mulheres feodérmicas, seguidas pelas leucodérmicas e melanodérmicas. Em 44,4% das pacientes do Grupo 1 houve piora das manifestações alérgicas. CONCLUSÕES: Os resultados encontrados sugerem que a alergia relaciona-se com maior freqüência de infertilidade.

Prevalência de sintomas de alergia ocular em adolescentes de Curitiba

Geraldini, Marcos
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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37.61%
Resumo: Introdução. A epidemiologia da rinoconjuntivite alérgica é amplamente estudada devido a sua alta prevalência e importante impacto na qualidade de vida. No entanto, dados epidemiológicos referentes à alergia ocular, não somente como comorbidade de rinite são escassos. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência, o impacto em atividades diárias, a sazonalidade e as comorbidades da alergia ocular em adolescentes de Curitiba. Métodos. Adolescentes de sétima e oitava séries do ensino fundamental de escolas da rede pública e privada de Curitiba, foram selecionadas randomicamente. Questionários validados para o diagnóstico de alergia ocular, asma, rinite e eczema atópico foram aplicados em sala de aula. Considerou-se alergia ocular quando houve resposta afirmativa para mais de três episódios de prurido ocular nos últimos 12 meses. Impacto em atividades diárias foi avaliado pela questão: “De que forma o problema com os olhos interferiu em suas atividades normais?”. Conjuntivite alérgica sazonal foi considerada quando os sintomas ocorreram exclusivamente no período de setembro a dezembro. Adolescentes com sintomas oculares durante todo o ano foram considerados com conjuntivite alérgica perene. Asma...

Análise da resposta de anticorpos IgE, IgG1 e IgG4 específica a antígenos derivados de grãos de pólen de Lolium multiflorum por ELISA e immunoblotting e diagnóstico de alergia por microarray de alérgenos em pacientes com polinose

Moreira, Priscila Ferreira de Sousa
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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37.44%
O pólen da gramínea Lolium multiflorum é considerado a principal fonte alergênica para a alergia a pólen de gramíneas na região sul do Brasil. A sensibilização dos pacientes alérgicos a pólen de gramíneas a moléculas de alérgenos individuais ainda não foi avaliada. Os objetivos deste trabalho foram no estudo I: avaliar a reatividade de IgE, IgG1 e IgG4 aos componentes do extrato de pólen de Lolium multiflorum em pacientes com polinose; e no estudo II: avaliar a reatividade cruzada entre alérgenos de pólen de Lolium multiflorum e Phleum pratense e a analisar a reatividade IgE por meio de microarray de alérgenos. Para o estudo I, extrato de pólen de Lolium multiflorum foi preparado e analisado por SDS-PAGE. Amostras de soro de 33 pacientes com alergia a pólen de gramíneas (Lm+) e 10 indivíduos nãoatópicos (NA) foram testadas para a reatividade IgE, IgG1 e IgG4 por ELISA e immunoblotting. No estudo II, foram analisadas 78 amostras (incluindo os 33 do estudo I) de soro de pacientes com alergia a pólen de gramíneas (grupo polinose) e 5 amostras de soro de pacientes alérgicos a ácaros da poeira domiciliar (controle). Para investigar o nível de reatividade cruzada, foram realizados experimentos de ELISA e immunoblotting de inibição com extratos de Lolium multiflorum e Phleum pratense. A presença de anticorpos IgE específicos para 103 alérgenos purificados naturais e recombinantes foi investigada por microarray de alérgenos. No estudo I...

Alergia alimentar a frutos em crianças : estudos in vivo e in vitro

Soares, Elisa Mafalda da Fonseca Gravito
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 POR
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37.44%
Introdução. A prevalência da alergia alimentar tem vindo a aumentar nas últimas décadas. Na população pediátrica, o seu conhecimento é ainda escasso, principalmente em Portugal. Material e Metodologia. Estudo analítico transversal de uma população pediátrica, dos 3-11 anos, inscrita nas escolas da Cova da Beira. Inicialmente, foi aplicado um questionário preliminar para avaliar a presença de reacção adversa a alimentos. Posteriormente, as crianças com questionário positivo para os frutos frescos foram avaliadas em consulta, para aplicação de um questionário alargado e, realização de testes de hipersensibilidade in vivo e in vitro para os frutos suspeitos e alergénios com reactividade cruzada para frutos (látex e pólenes). Resultados. Por questionário, a prevalência das reacções adversas a frutos foi 3-5 vezes superior à da Alergia Alimentar a Frutos (AAF) propriamente dita. A frequência da AAF foi de 0,53% (IC 95% [0,24;0,82]). Os frutos mais implicados foram o kiwi e o pêssego. A clínica predominante foi a de reacção imediata, unissintomática e mucocutânea localizada, nomeadamente a Síndrome de alergia oral. Os frutos apresentaram elevada sensibilização cruzada com o látex e os pólenes. Conclusão. A frequência da AAF foi semelhante à de outros países europeus. Na Cova da Beira...

Alergia alimentaria

Botero Osorio, Verónica; Serrano Reyes, Carlos D.; Fundación Valle de Lili
Fonte: Fundación Valle del Lili; Universidad Icesi Publicador: Fundación Valle del Lili; Universidad Icesi
Tipo: article; Artículo Formato: PDF; Electrónico
SPA
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37.52%
Alergia alimentaria/ ¿Cómo se produce la alergia alimentaria?/ ¿Cuáles son los factores de riesgo?/ ¿Cómo se manifiesta la alergia alimentaria?/ ¿Cuáles son los alimentos que producen alergias con mayor frecuencia?/ ¿Cómo se hace un diagnostico correcto de la alergia alimentaria?/ ¿Cómo se trata la alergia alimentaria?/ ¿Es posible prevenir las alergias alimentarias?/ Pronostico/ Mitos y verdades sobre la alergia alimentaria

Alergia al veneno de himenópteros; Hymenoptera venom allergy

Marinovic Mayorga, María Angélica; Salinas Luypaert, Jessica; Díaz Gallardo, Carolina
Fonte: Asociación Argentina de Alergia e Inmunología Clínica Publicador: Asociación Argentina de Alergia e Inmunología Clínica
Tipo: Artículo de revista
ES
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47.2%
La alergia al veneno de himenópteros es un hecho epidemiológicamente significativo. Alrededor del 0,15% al 3% de la población general tiene historia de reacciones sistémicas causada por picaduras de insectos. Entre los himenópteros más comunes que provocan este tipo de reacciones se encuentran: abejas, abejorros, avispas y hormigas. Las manifestaciones clínicas varían desde reacciones locales (eritema, edema, prurito o dolor) hasta reacciones sistémicas, e incluso shock anafiláctico con riesgo vital. El manejo inmediato depende de la intensidad de la reacción y abarca desde la aplicación de frío local y el uso de antihistamínicos orales y corticoides tópicos u orales hasta, en los casos más severos, la administración de adrenalina inyectable. En relación con el tratamiento a largo plazo, la inmunoterapia específica ha demostrado ser muy efectiva en la reducción del riesgo de reacción severa frente a la posterior picadura de insecto.

Alergia al látex: historia, epidemiología, prevención y tratamiento

Porras,Oscar
Fonte: Acta Médica Costarricense Publicador: Acta Médica Costarricense
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 ES
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37.44%
La alergia al látex de hule natural se ha convertido en un problema importante de salud en los trabajadores de la salud y en pacientes con espina bífida e intervenciones quirúrgicas múltiples. Las medidas preventivas permiten reducir la incidencia y son la mejor estrategia para intervenir en este problema de salud pública. Con el objetivo de aumentar el conocimiento sobre el problema de alergia al látex discutimos los aspectos relacionados con historia, epidemiología, diagnóstico, prevención y tratamiento. Se definen los términos sensibilización y alergia y se describen los aspectos químicos del látex de hule natural y de sus proteínas. La definición de grupos de riesgo permite desarrollar una estrategia en las instituciones de salud que disminuye la exposición y como consecuencia las manifestaciones clínicas de los individuos sensibilizados.

Alergia a Anisakis simplex

Gómez,B.; Lasa,E.; Arroabarren,E.; Garrido,S.; Anda,M.; Tabar,A.I.
Fonte: Anales del Sistema Sanitario de Navarra Publicador: Anales del Sistema Sanitario de Navarra
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2003 SPA
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37.38%
El Anisakis simplex es un parásito perteneciente a la familia Anisakidae. El ciclo vital del parásito puede incluir uno o más huéspedes intermediarios, siendo sus huéspedes definitivos mamíferos marinos y grandes peces en los cuales la larva se desarrolla hasta alcanzar el estadio adulto. El hombre es un huésped accidental que adquiere las larvas al ingerir pescado crudo o poco cocinado. Desde mediados de los años cincuenta en que se publicaron los primeros casos en Holanda y Japón, se han ido comunicando nuevos casos en diferentes países entre ellos España. La parasitación del hombre por la larva viva se conoce como anisakiasis, dando lugar a sintomatología digestiva principalmente, describiéndose también casos raros de invasión de otros órganos como pulmón, hígado, bazo, páncreas, etc. También han sido descritos cuadros de alergia a Anisakis simplex IgE mediadas: reacciones por antígenos termoestables del parásito que se desarrollan a pesar de que el pescado se consuma cocinado o congelado y una parasitación aguda digestiva con síntomas alérgicos llamada anisakiasis gastro-alérgica. En el diagnóstico de anisakiasis y/o alergia a Anisakis el antecedente de la ingesta previa de pescado así como la clínica acompañante pueden ser datos bastante orientativos y la realización de endoscopia puede demostrar la presencia de las larvas y permitir su extracción. Además en los casos de alergia deben realizarse test para la detencción de IgE específica frente a Anisakis simplex y pruebas cutáneas con pescado. El mejor tratamiento para evitar esta parasitación es profiláctico...

Test de activación de basófilos en el diagnóstico de alergia a medicamentos

Sanz,M.L.; García,M.C.; Caballero,M.R.; Diéguez,I.; Gamboa,P.M.
Fonte: Anales del Sistema Sanitario de Navarra Publicador: Anales del Sistema Sanitario de Navarra
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2003 SPA
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37.52%
En el presente trabajo se estudia la fiabilidad del test de activación de basófilos (TAB) en el diagnóstico "in vitro" de alergia a betalactámicos y a metamizol y se analiza la sensibilidad y especificidad de la técnica. Para ello se estudian 58 pacientes alérgicos a antibióticos betalactámicos con prueba cutánea positiva frente a algún derivado de la penicilina y 30 controles sanos que toleraban betalactámicos, y 26 pacientes alérgicos a metamizol con una reacción inmediata y 30 controles sanos que toleraban el medicamento. La sensibilidad del TAB en alergia a betalactámicos fue del 52,8% y la especificidad del 92,6%. Para metamizol la sensibilidad fue del 42,3% y la especificidad del 100%. El valor predictivo positivo del TAB en alergia a betalactámicos fue del 18,9% y el valor predictivo negativo del 98,4%. Para metamizol el valor predictivo positivo de la técnica fue del 100% y el valor predictivo negativo del 99,4%. La utilización conjunta de TAB y CAP (IgE específica) permite diagnosticar un 65% de los pacientes alérgicos a betalactámicos. El uso combinado de pruebas cutáneas y TAB en alergia a metamizol detecta el 70% de los casos. El TAB es una técnica útil, no invasiva en el diagnóstico "in vitro" de la alergia a betalactámicos y metamizol.

Epidemiología de la historia de alergia a proteínas de la leche de vaca en niños mayores de un año de edad y su tolerancia

Sacristán Martín,A.M.; Lanza,E.; Dos Santos Athaide,A.
Fonte: Pediatría Atención Primaria Publicador: Pediatría Atención Primaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2011 SPA
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37.44%
Introducción: la alergia a las proteínas de la leche de vaca (PLV) es una afección frecuente en el primer año de vida, cuya incidencia parece estar aumentando en los países desarrollados. Objetivos: estudiar, en el ámbito de la Atención Primaria, la prevalencia acumulada de alergia IgE-mediada a las PLV en niños mayores de un año de edad y la adquisición de tolerancia, y factores que pueden estar asociados a ella. Material y métodos: estudio retrospectivo de las historias clínicas de los pacientes menores de 14 años de un centro de salud en Palencia (2805 niños). Resultados: el 2,35% (66) presentó alergia a las PLV. El 57,6% consiguió tolerar las PLV, la edad media a la que se logró fue de 34,6 meses. No se encontró ningún factor asociado al hecho de alcanzar la tolerancia. Los niños que no presentaban manifestaciones respiratorias de atopia tendían a tolerar antes, pero no de forma estadísticamente significativa. Conclusiones: se encontró en el ámbito sanitario de la Atención Primaria, una prevalencia elevada de alergia a las PLV IgE-mediada. La probabilidad de alcanzar la tolerancia a las PLV disminuye con la edad y es máxima entre los dos y los tres años. Se necesita realizar un diagnóstico preciso, tanto para el bienestar de los pacientes y sus familias como para evitar gastos sanitarios innecesarios.

Eficácia e tolerância de Imunoterapia sublingual com Pru p 3 em doentes com alergia grave ao pêssego: evolução clínica e imunológica ao longo de 12 meses

Costa,Ana Célia; Melo,Alcinda; Duarte,Fátima; Pereira-Barbosa,Manuel; Santos,M Conceição Pereira
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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37.38%
Introdução: A alergia ao pêssego é prevalente, persistente e potencialmente grave, sendo as proteínas de transferência lipídica (LTPs) - Pru p 3 e as profilinas - Pru p 4, os principais alergénios envolvidos.A presença oculta de Pru p 3 em produtos alimentares pode desencadear reacções acidentais graves, incluindo anafilaxia e os doentes podem reagir a outros alimentos que contêm LTPs (síndrome LTP). Este tipo de alergia pode ser considerado um alvo importante para imunoterapia (IT) a alergénios. Objectivo: Demonstrar a eficácia e segurança da IT sublingual (SLIT) com Pru p 3 (SLIT-Pru p 3) em doentes com reacções sistémicas (RS) associadas à ingestão de pêssego, através da avaliação de parâmetros clínicos e imunológicos, ao longo de 12 meses. Material e métodos: Oito doentes (7F,1M; média de idades -25,6;19-41 anos) com história de alergia ao pêssego, confirmada por Prova de Provocação Oral (excepto se anafilaxia e evidência de sensibilização) submetidos a SLIT -Pru p 3 (Alk -Abelló) durante 1 ano. Todos os doentes tiveram RS (75% anafilaxia) associadas à ingestão de pêssego (62,5% referiam sintomas com outros alimentos com LTP). Realizaram testes cutâneos por picada (TCP) com bateria de aeroalergénios...

Desarrollo de tolerancia oral en niños con alergia a la proteína de leche de vaca: Seguimiento de 10 años

Navarro,Dianora; Arrieta,Analy; López,Karolina; Belandria,Katiuska; Quintana,Betzabeth; Enicar,Perla; Figuereo,Credy; Rossell,Adalis; Nogales,Andrea
Fonte: Sociedad Venezolana de Gastroentereología Publicador: Sociedad Venezolana de Gastroentereología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 ES
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Se estima que niños alérgicos desarrollen tolerancia oral durante los primeros años de vida con una dieta de eliminación de lácteos. Objetivo: determinar el tiempo de desarrollo de tolerancia oral a la proteína de leche de vaca, características clínicas y laboratorio. Pacientes y Método: estudio prospectivo, seguimiento durante 10 años, de niños con alergia a proteína de leche de vaca. Se indicó dieta de eliminación por 4 semanas con posterior reto. Se solicitó IgE total y específica. Se registro edad y tiempo de dieta al confirmarse la tolerancia. Resultados: 81 niños, 33/81(40,74%) femeninos y 48/81(59,25%) masculinos, edad promedio de diagnóstico 6,22 meses(rango <1-42). Alergia no mediada IgE 32/81 (39,50%) y alergia mediada IgE 49/81 (60,49%); IgE específica para leche de vaca positivo en 55/81 (67,90%). Diagnóstico por respuesta positiva a la dieta de eliminación en 62/81 (76,54%) y con reto en 19/81 (23,45%). Desarrollaron tolerancia después de 12-18m con dieta, 21/32 (65,62%) con alergia no IgE a los 1,6 años y 23/49 (46,93%) con alergia IgE a los 2,13 años. Los niños restantes toleraron entre 19-24m, a los 2,35 y 2,80 años para la alergia no IgE e IgE respectivamente. Después de 36m, continuaron sin tolerar 5 niños entre ambos grupos con progreso a alergia alimentaria múltiple. Conclusiones: el diagnóstico de alergia puede basarse en la respuesta positiva a la dieta de eliminación de lácteos...