Página 1 dos resultados de 141 itens digitais encontrados em 0.006 segundos

O sentido do exílio em 'La Peste' de Albert Camus; The direction of exile in 'La peste' by Albert Camus

Lameirinha, Cristianne Aparecida de Brito
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/03/2007 PT
Relevância na Pesquisa
67.1%
O exílio é um tema recorrente, embora pouco explorado, em Albert Camus. Sua obra é organizada em dois ciclos de criação: o absurdo e a revolta. Apesar de situado pelo autor no ciclo da revolta, propõe-se neste trabalho uma nova leitura de La Peste, obra que permite captar em um único texto a multiplicidade da temática do exílio em Camus, caracterizando-a como livro de transição entre esses dois conceitos, com a lucidez como elemento comum. O homem absurdo se percebe como tal pela consciência que tem de seu universo. Para o homem revoltado, a lucidez permite o combate. Em La Peste, o exílio, sob três aspectos, físico-social, psicológico e metafísico, integra a condição humana metafísica, em contraponto à condição histórica, tornando possível compreender tanto sua perspectiva como a do reino neste autor.; Exile is a recurring subject, though little explored, in Albert Camus. His work is organized in two creation phases: absurdity and rebellion. Even though situated by the author in the rebellion phase, this work proposes a new reading of La Peste, which allows seizing in only one text the thematic multiplicity of exile in Camus, characterizing it as a book of transition between these two concepts, with lucidity as their common feature. The absurd man thus perceives himself by means of the conscience he has of its universe. For the rebellious man...

A filosofia camuflada de Jean-Paul Sartre e Albert Camus; The disguised philosophy of Jean - Paul Sartre and Albert Camus

Martinelli, Bruno Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/07/2011 PT
Relevância na Pesquisa
56.98%
Em nosso trabalho, procuramos demonstrar as fundamentações éticas de Albert Camus e de Jean-Paul Sartre perceptíveis em seus primeiros escritos. Partimos de uma análise da situação histórica dos autores no momento da composição de seus ensaios fundamentais, O ser e o Nada e O mito de Sísifo, para, em seguida, atribuir às iniciativas dramatúrgicas, As Moscas e O mal-entendido, uma fidelidade e complementareidade em relação aos ensaios. Notamos que nessa transposição de idéias para a dramaturgia não ocorrreu prejuízo no que toca às concepções ou recomendações éticas opostas surgidas na década de 1940. No entanto, a diferença fundamental entre os autores permaneceu camuflada até o momento da querela da década de 1950. Apresentar suas inconciliáveis noções éticas inscritas nos dramas concebidos e montados durante a Segunda Guerra Mundial, e analisar o percurso literário e filosófico até o momento da polêmica e rompimento definitivo, nos dará a oportunidade de aventar e demonstrar que a camuflagem de ambas filosofias era provisória e que estavam, desde As Moscas e O mal-entendido, condenadas a combater-se.; We intend demonstrate the ethics fondations of Albert Camus and Jean-Paul Sartre, as we can perceive it dans the beginning of both authors . We start with an analisys of the historic situation at the time of de composition of L'Être et le Néant ...

Língua, Exílio e Memória: uma leitura comparativa de Le Premier Homme, de Albert Camus e La disparition de la langue française, de Assia Djebar; Language, Exile and Memory: a comparative reading of Le Premier Homme, by Albert Camus and La disparition de la langue française, by Assia Djebar

Lameirinha, Cristianne Aparecida de Brito
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/10/2013 PT
Relevância na Pesquisa
67.19%
Este estudo propõe uma análise comparativa entre Le Premier Homme, de Albert Camus, e La disparition de la langue française, de Assia Djebar, tendo como contexto os impasses que cercaram a colonização francesa da Argélia, bem como o período posterior à sua independência, a partir da reflexão sobre as inter-relações língua, exílio e memória. Albert Camus é um escritor de origem francesa, nascido na Argélia. Assia Djebar é uma argelina de origem árabe, que escreve em francês. Nos romances em questão, parte-se da perspectiva da vida privada dos protagonistas para alcançar o espaço da memória coletiva tanto de franceses pobres quanto de árabes. Jacques Cormery e Berkane constituem-se como porta-vozes de seus antepassados, restituindo-lhes o direito a uma memória esfacelada e vista como desimportante pelo poder colonial. A fim de estabelecer essa leitura comparativa, procura-se compreender a relevância da literatura magrebina de língua francesa, com destaque para a produção da Argélia, em paralelo aos princípios ético-culturais da École dAlger, movimento ao qual se associava Albert Camus. A seguir, refletimos sobre as relações entre os conceitos de literatura e história, ficção e autobiografia, fundamentais à análise propriamente dita de ambos os romances.; The aim of this study is to develop a comparative analysis of Albert Camus Le Premier Homme and La disparition de la langue française...

Justiça e revolta em Albert Camus

Laurindo, Marja Mangili
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 83 f.
PT_BR
Relevância na Pesquisa
66.88%
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Curso de Graduação em Direito; O presente trabalho estudará os conceitos de revolta e justiça a partir do entendimento de Albert Camus. Para isso, far-se-á uma análise cronológica que abarca, nos três capítulos, os temas absurdo, revolta e justiça, respectivamente. No primeiro capítulo, a questão do absurdo é colocada sobretudo a partir das obras O estrangeiro e O mito de Sísifo, a fim de introduzir o pensamento do autor estudado. No segundo capítulo, o conceito de revolta passa a ser o objeto de estudo a partir do ensaio O homem revoltado, o qual dá os indicativos mais sólidos para o terceiro capítulo, que se propõe a compreender o tema justiça em Albert Camus. Neste último capítulo, se demonstrará que o entendimento camusiano de justiça está inteiramente associado a sua ideia daquilo que se pode chamar de revolta autêntica e às suas implicações.

O Homem Extraordinário de Fiódor Dostoiévski e O Homem Revoltado de Albert Camus

Fonseca, Ludmilla Carvalho
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
Relevância na Pesquisa
57.03%
Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Teoria Literária e Literaturas, 2010.; Esta pesquisa tem como finalidade abordar a relação entre os romances Crime e Castigo (2001), de Fiódor Dostoiévski (1821 – 1881), A Morte Feliz (1997) e O Estrangeiro (1982), de Albert Camus (1913 – 1960). Pretende-se mostrar a influência do homem extraordinário sobre o homem revoltado. A pesquisa propõe investigar o comportamento das personagens protagonistas; associar as abordagens filosóficas que permeiam o discurso de Dostoiévski e de Camus; compreender o conceito de homem extraordinário e de homem revoltado. O método consiste em uma revisão bibliográfica apropriada ao tema e na análise dos romances em questão. Os resultados apontam para a semelhança entre o homem extraordinário em Dostoiévski e o homem revoltado em Camus. Pode-se concluir que a semelhança entre ambos se dá na temática do crime e, principalmente, pelas características das personagens protagonistas dos romances estudados. Raskólnikov, de Crime e Castigo; Patrice Mersault, de A Morte Feliz; e Meursault, de O Estrangeiro são indivíduos singulares. Eles buscam – cada um ao seu modo e ao seu tempo – exaurir a sua vontade em uma perspectiva de superação dos valores anteriormente consolidados pela estrutura social. Esse movimento de busca da transmutação dos valores encontra...

A tentação de evasão: idealismo e estética nos primeiros escritos de Albert Camus

Pérez, José Luis
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 POR
Relevância na Pesquisa
56.94%
O presente artigo propõe analisar os primeiros escritos de Albert Camus com vista a compreender a importância que a Estética teve na sua iniciação filosófica, procurando avalizar a influência nela exercida pelo pensamento de Arthur Schopenhauer e entender o perfil marcadamente idealista dessa reflexão estética de juventude do autor franco-argelino, discernindo, concomitantemente, os aspectos que serão objecto de superação por parte do desenvolvimento posterior do pensamento filosófico camusiano.; Resumen: El presente artículo propone analizar los primeros escritos de Albert Camus, en vista a comprender la importancia que la Estética tuvo en su iniciación filosófica, buscando evaluar la influencia en ella ejercida por el pensamiento de Arthur Schopenhauer y el perfil marcadamente idealista de esa reflexión estética de juventud del autor franco-argelino, discerniendo, concomitantemente, los aspectos que serán objeto de superación por parte del desarrollo posterior del pensamiento filosófico camusiano.; Résumé: Cet article se propose d’analyser les premiers écrits d’Albert Camus afin de saisir l’importance de l’Esthétique dans son initiation philosophique...

La plume et le glaive : Caligula et la création littéraire chez Camus

Nadeau, Jean-Philippe
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
Relevância na Pesquisa
57.03%
Pour Albert Camus, la littérature était à la fois une activité essentielle à son bonheur et un objet de réflexion. Afin de saisir quelle conception de la littérature et quelle vision du rôle de l’écrivain se dégagent de son oeuvre, ce mémoire aborde dans un même mouvement ses deux principaux essais, Le Mythe de Sisyphe et L’Homme révolté, et une pièce de théâtre, Caligula. Notre premier chapitre consiste dans la recherche de ce qui, pour Camus, fait de la création artistique une activité privilégiée dans l’horizon de la pensée de l’absurde et de la révolte. Dans le deuxième chapitre, les différents commentaires émis par la critique à propos de Caligula seront examinés. La pièce, malgré l’opinion dominante, ne raconte pas l’histoire d’un empereur absurde qui se révolte contre son destin. L’importance du thème de la création littéraire dans cette pièce a également été grandement sous-estimée. Enfin, le troisième chapitre de ce mémoire présente notre propre analyse de la pièce. La confrontation de la fiction avec la théorie révèle une grande concordance entre les deux aspects de l’oeuvre de Camus. L’accord n’est cependant pas parfait, et l’étude des points de friction découverts permet d’apporter des éclaircissements sur un des points les plus obscurs des essais de Camus : l’éthique du créateur placé dans une situation où il doit choisir entre tuer et mourir.; For Albert Camus...

O amor do mundo e o sentimento de absurdo: enunciações da Revolta em Hannah Arendt e Albert Camus

Vaz, Ricardo Vieira
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
Relevância na Pesquisa
57.08%
Esta dissertação se propõe a pensar o nosso tempo. Trata-se de uma reflexão sobre o amor do mundo, sobre o (não)sentido da vida e sobre a importância da política. Ela se fundamenta nas obras de dois pensadores do século XX, contemporâneos dos campos de concentração e extermínio: Albert Camus (1913-1960) e Hannah Arendt (1906- 1975). Pretendemos construir uma interpretação do amor ao mundo em Camus e Arendt a partir da ideia de revolta do homem moderno. Voltar-se contra uma morte sem sentido que derramaria a inutilidade sobre todas as coisas são noções presentes em ambos os autores. Por que apostar no mundo, se fluindo na direção da morte a vida do homem arrastaria consigo todas as coisas humanas para a ruína e a destruição? Se toda nossa vida nada mais é do que uma corrida em direção à morte? Camus defende que a revolta é o próprio movimento da vida. Arendt acredita que os homens, embora tenham de morrer, não foram feitos para morrer, mas para começar algo novo. A finalidade principal deste diálogo (im)pertinente é questionar nossa atual situação política, sobretudo da inação do homem contemporâneo. Este vive uma vida insignificante, dedicada somente ao trabalho, ao consumo e à diversão, e substitui a ação livre e espontânea pelo comportamento. Contra esta existência entorpecida...

Absurdo, revolta, ação : Albert Camus

Machado, Patrícia de Oliveira
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
Relevância na Pesquisa
56.98%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Filosofia, 2010.; Em nossa dissertação, procuramos pensar a ação a partir do itinerário filosófico de Albert Camus. A princípio, investigaremos as possibilidades da ação a partir da fratura entre o homem e o mundo, ao que Camus denomina absurdo. Ação que não pode redundar em suicídio filosófico ou físico, posto que esses são modos de trair a constatação da absurdidade da vida. A ação absurda não pode mais visar o absoluto e se fiar em valores transcendentes e absolutos. Ela tem que respeitar os limites agora descobertos: a relatividade e a ignorância humana frente ao futuro. Por isso, a atitude coerente ao absurdo é “viver mais”, “bater todos os recordes”, já que o homem tem apenas o presente. Mas tal atitude não pode fundamentar uma regra de conduta, não pode oferecer uma referência para a ação frente aos outros homens. A ação tem de ser pensada a partir da revolta, pois ela pode nos revela um valor, em nome do qual o homem pode agir. Pela revolta, o homem toma consciência de um valor comum a todos os homens; é a descoberta de uma natureza humana. É a fidelidade a essa natureza que deve conduzir e limitar a ação revoltada. ________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; In this dissertation we try to think actions from the philosophic itinerary of Albert Camus. At first...

O papel do escritor em Albert Camus

Araújo, Pedro Gabriel de Pinho
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
Relevância na Pesquisa
57.17%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2013.; No discurso que se seguiu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957, Albert Camus (1913 – 1960) apresenta a ideia que então justificava seu ofício. Ao se perguntar não apenas como o escritor deve agir, mas em busca de uma razão de ser da arte mesma, ele apresenta o que ele chama, então, de “o papel do escritor” (CAMUS, 1957, p.14). Na busca de uma compreensão aprofundada dessa expressão e do discurso, desenvolvemos, na presente dissertação, a exploração de algumas obras com valor estratégico na elaboração de um panorama da obra camusiana como um todo e, mais precisamente, do lugar que ocupa a arte no pensamento que lhe dá origem. Nesse sentido, o estudo das três ideias centrais do pensamento camusiano – o absurdo, a revolta e a justiça – foram feitas através de seus ensaios, peças e romances indistintamente. Com isso, definimos uma interpretação que desafia a leitura tradicional de sua obra ficcional como simples ilustração da não ficcional ou, por outro lado, que tome a obra não ficcional como mera explicação da obra ficcional. Definimos essa perspectiva como o “pensamento em imagens” e a tomamos como base para todo o trabalho. Começamos então uma análise do conceito de absurdo...

Albert Camus: ¿un exponente de la acción política noviolenta?

Cante, Freddy; Agudelo-González, Andrés
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 28/12/2012 SPA
Relevância na Pesquisa
66.83%
En este artículo de reflexión se defiende la hipótesis de que Albert Camus fue un intelectual comprometido, cuyas principales posturas públicas (en sus escritos y acciones) pueden ser interpretadas como nítidas expresiones de los principios  y de los métodos de la acción política noviolenta. Primero se exponen los conceptos de democracia y acción política noviolenta; luego se ilustran los principios de la  noviolencia y se identifican algunos en la vida y obra de Camus; posteriormente, se explican los métodos de la noviolencia y, en especial, los que implementó este escritor. Al final hay breves conclusiones.

Aportes literarios de Louis Ferdinand Céline y Albert Camus a la construcción de posiciones políticas en Francia

Agudelo González, Andrés Felipe
Fonte: Facultad de Ciencia Política y Gobierno Publicador: Facultad de Ciencia Política y Gobierno
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2009 SPA
Relevância na Pesquisa
56.88%
Explora la relación entre política y literatura. Se hace énfasis en la construcción de posiciones políticas en Francia por medio de los escritos de Albert Camus y Louis Ferdinand Céline, durante la Segunda Guerra Mundial y la IV República.; It explores the relation between politics and literature. The emphasis is done in the construction of political positions in France by means of the writings of Albert Camus and Louis Ferdinand Céline, during the Second World war and the IV Republic.

La actualidad rebelde de Albert Camus

Landais Choimet, Monique
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Tipo: Articulo
ES
Relevância na Pesquisa
66.83%
Este artículo fue leído para una conferencia dictada durante la Feria Internacional del Libro de Minería el 1 de marzo de 2013.; En su artículo introductorio a la revista Europa dedicada a Albert Camus y publicada en octubre de 1999, Elie Wiesel subraya el carácter polifacético del escritor argelino. Su obra tan diversa deja apreciar al humanista, preocupado por el destino trágico del hombre que se encuentra solo en el mundo; al filósofo atormentado por la existencia absurda del hombre que ya no encuentra ni sentido ni objetivo; al moralista que se rebela en contra de todo lo que rebaja al hombre; al testigo de una época compleja y dolorosa por sus desgarramientos. A este abanico incompleto pero representativo, quise agregar una faceta más: la figura de Camus como libertario.

O estranho na transcriação cinematográfica de Luchino Visconti para O estrangeiro, de Albert Camus: uma análise da abertura fílmica; The stranger in the cinematografic transcreation by Luchino Visconti for The stranger by Albert Camus: an analysis of filmic opening scene

Martins, Ana Cláudia Sampaio
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Centro de Letras e Comunicação; Programa de Pós-Graduação em Letras; UFPel; Brasil Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Centro de Letras e Comunicação; Programa de Pós-Graduação em Letras; UFPel; Brasil
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
66.98%
This study discusses the differents representation of alien in the narratives L’Étranger by Albert Camus and Lo straniero by Luchino Visconti. Therefore, our reflection is based on the precepts chosen by Tiphane Samoyault about the concept of intertextuality in order to understand how the works relate. We also consider the meaning of adaptation by the proposition of Linda Hutcheon. Under this perspective, we discuss the issues concerning the theory of alien of Julia Kristeva and Bernhard Waldenfels in the narratives thematic focus – the incipit from the novel and the opening scenes of Visconti’s film. Thereby, we analysis the alien behavior of the main character in the literary and filmic narratives, Meursault, in order to discuss the hypothesis of the research that seeks to understand if the filmic narrative is able to repay the strangeness of the novel since the opening.; Sem bolsa; Esse trabalho discute as diferentes representações de estranho nas narrativas L’Étranger, de Albert Camus, e Lo straniero, de Luchino Visconti. Para tanto, nossa reflexão baseia-se nos preceitos elencados por Tiphane Samoyault sobre o conceito de intertextualidade de modo a entender como as obras artísticas se relacionam. Pensamos, ainda...

A Estética da Culpa e a Sombra da Tradição: Notas para a análise de A queda, de Albert Camus

Araújo, Raphael Luiz
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 15/10/2009 POR
Relevância na Pesquisa
66.92%
Este texto pretende fazer uma introdução ao livro A queda, de Albert Camus, levando em conta considerações suscitadas por Jacquéline Lévi-Valensi e Anne Coudreuse, duas especialistas da obra. Escrita nos primeiros anos do pós-guerra, A queda se constitui como um monólogo híbrido que se subdivide em encenações teatrais, anedotas romanescas e máximas moralizantes. Essa estrutura adéqua-se inteiramente à concepção ideológica da obra, que busca questionar os discursos tradicionais, revelando a decadência do sentido atribuído à linguagem. A derrocada dos valores humanos reflete-se no protagonista por meio da sua hipocrisia — oscilante entre maldade e culpabilidade — que o leva a dividir-se em confissões duplas, pois também são acusações. Indiretamente, tal postura remete-se ao intertexto baudelairiano, que por meio do conceito do riso, é capaz de sintetizar essa denúncia ao julgamento universal.PALAVRAS-CHAVE:; This text intends to do an introduction to the Albert Camus’ The fall, counting on the considerations that Jacquéline Lévi-Valensi and Anne Coudreuse, two specialists in this title, have brought up. Written in the post-war first years, The Fall is a hybrid monologue subdivided into theater’s mise en scene...

Este mundo de miséria e sol: a narrativa autobiográfica e a relação com o real na obra de Albert Camus

Geske, Samara Fernanda A. O. de Lócio e Silva
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 15/04/2010 POR
Relevância na Pesquisa
56.89%
A partir de uma análise do romance inacabado Le Premier Homme, este artigo pretende discutir a relevância da narrativa de cunho autobiográfico na obra de Camus e as tensões que o real cria com o ficcional. No romance, as lembranças de infância são o ponto de partida para a autobiografia ao mesmo tempo em que se coloca a serviço de uma estética: este mundo de miséria e sol torna-se agora o mundo da criação.   ; Since the analysis the unfinished novel Le Premier Homme, this article intends to discuss the relevance of the autobiography narrative in the work of Camus and the tensions caused by the real with the fictional. In the novel, the childhood remembrances are the start point to the autobiography and at same time, it serves to the aesthetics of the narrative: this world of miseries and the sun turns the world of creation.

O silêncio do estrangeiro: por uma tentativa da tradução da letra nos primeiros cadernos de Albert Camus

Camus, Albert; Geske, Samara Fernanda A. O. de Lócio e Silva; Araújo, Raphael Luiz de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 22/05/2013 POR
Relevância na Pesquisa
76.88%
Partindo das teorias de Antoine Berman em A prova do estrangeiro, o presente artigo tem como objetivo introduzir uma discussão acerca da tradução dos primeiros cadernos de Albert Camus. A proposta de uma tradução da letra do original permite que se conserve a natureza própria dos cadernos que é de ser fragmentário, íntimo e inacabado, evitando, assim, processos como o de clarificação e o de enobrecimento. Essa postura tradutória se coaduna com a temática camusiana do silêncio e do estranhamento, que podemos observar ao longo de toda  sua obra, e particularmente nos cadernos.

; Albert Camus, René Char: fonction du paysage méditerranéen dans l'identité de l'artiste et de l'écrivain au XXeme siècle

Pacchiani, Nathalie
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 22/05/2013 FRA
Relevância na Pesquisa
66.83%
; Il arrive parfois qu’une œuvre soit un microcosme de la problématique existentielle d’un écrivain. Il en est ainsi de L’exil et le royaume ou Noces d’Albert Camus et Feuillets d’Hypnos de René Char. Ces œuvres, en effet, illustrent mieux que tout autre le rapport particulier qu’entretenaient les deux auteurs avec les éléments naturels et qui fut le fondement même de leur amitié. Si Albert Camus et René Char demeuraient liés par une vision commune et fondamentale de la place de l’homme dans le monde, cette quête va se matérialiser par une écriture particulière dont l’énergie ascendante puise ses forces tant dans la lumière du soleil que dans la sève d’une nature mystique. L’éclat des fragments poétiques de Char, l’iconicité du langage camusien donne naissance à une écriture “solaire” méditerranéenne, une écriture de l’unicité et de la rupture qui va permettre à l’homme de se reconstruire et de renouer par la création artistique, un lien avec une origine fondatrice. Étroitement liée à une pensée grecque, notamment celle d’Héraclite prônant une “ parole matinale ” c'est-à-dire une parole originelle seule capable d’“ approcher la présence de l’indémontrable ”...

Camus in the Bom Jesus feast; Camus na festa do Bom Jesus

Bosi, Alfredo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/1998 POR
Relevância na Pesquisa
56.93%
This essay analyses Camus’ tale La pierre qui pousse, “The Stone that Sprouts”, included in his book L’exil et le royaume. The episode takes place in Iguape during the feast dedicated to Bom Jesus (Good Jesus), the town’s patron saint. A French engineer, d’Arrast, having arrived in Iguape, meets a poor Negro who has promised to bear an enormous stone with him in order to thank for a miracle accomplished by Bom Jesus. The tale is a touching example of literature of resistance: it was written soon after Camus’ travel to Brazil.; Este ensaio analisa o conto de Albert Camus La pierre qui pousse, “a pedra que brota”, incluído em seu livro L’exil et le royaume. O episódio tem lugar em Iguape, durante a festa dedicada ao Bom Jesus, o santo padroeiro da cidade. Um engenheiro francês, d’Arrast, ao chegar em Iguape, encontra um pobre, negro, que havia prometido carregar uma enorme pedra para agradecer um milagre recebido do Bom Jesus. O conto é um tocante exemplo de literatura de resistência: foi escrito logo após a viagem que Camus fez ao Brasil.

A literatura reengajada: notas sobre criação e engajamento em Albert Camus

Araújo, Raphael Luiz de; Departamento da Letras Modernas, Universidade de São Paulo (USP).
Fonte: Núcleo de Estudos Literários & Culturais (NELIC-UFSC) Publicador: Núcleo de Estudos Literários & Culturais (NELIC-UFSC)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares; Formato: application/pdf
Publicado em 22/12/2014 POR
Relevância na Pesquisa
66.75%
http://dx.doi.org/10.5007/1984-784X.2014v14n21p105Embora não tenha sido consagrado como crítico literário, Albert Camus apresentou alguns elemen­tos básicos para a criação artística em diálogo com os intelectuais de sua época, como Jean-Paul Sartre e Roland Barthes. Para apresentar tais noções e suas mutações ao longo da carreira do escritor, o presente ar­tigo propõe explorar o ato de escrever como resistência à condição absurda, presente em “A inteligência e o cadafalso” e posto em prática em O estrangeiro. Em seguida, analisa-se como essa concepção aparece no segundo ciclo de obras do escritor, quando a noção de absurdo se estende à coletividade em A peste e em O homem revoltado.