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Considerações sobre controle e vigilância da qualidade de água de cisternas e seus tratamentos.

AMORIM, M. C. C. de; PORTO, E. R.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 4., 2003, Juazeiro. Anais... Juazeiro: ABCMAC; Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2003. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 4., 2003, Juazeiro. Anais... Juazeiro: ABCMAC; Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2003.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
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No Brasil, principalmente no Semi-Árido, a utilização de cisternas para armazenar água para consumo humano tem sido implementada por meio de programas de cunhos municipal, estadual, federal e, principalmente, por organizações não governamentais, as quais podem ser utilizadas não apenas para captar e armazenar água de chuva, como, também, para armazenar água transportada por carros-pipa. Em ambos os casos, a qualidade da água pode ser afetada por diversos fatores, tornando-se irrelevante garantir a qualidade da água consumida, seja ela oriunda de precipitações e/ou de carros-pipa, pois os riscos à saúde pública existem quer por ausência de abastecimento quer por fornecimento inadequado. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é abordar algumas considerações sobre controle e vigilância da qualidade de água de cisterna, os requisitos e padrões de qualidade da água de cisterna para consumo humano, de acordo com a Portaria 1.469/00 do Ministério da Saúde, bem como uma abordar sobre o tratamento da água de cisternas para consumo humano.; 2003

Transporte e armazenamento de água para consumo humano no Sertão do Nordeste em período de seca.

CAVALCANTI, N. de B.; BRITO, L. T. de L.; RESENDE, G. M. de.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 5., 2005, Teresina, PI. Anais... Teresina: ABCMAC; Governo do Estado do Piauí; Embrapa Semi-Árido; IRPAA; ASA, 2005. 1 CD-ROM. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 5., 2005, Teresina, PI. Anais... Teresina: ABCMAC; Governo do Estado do Piauí; Embrapa Semi-Árido; IRPAA; ASA, 2005. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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A questão da água na região semi-árida não está limitada unicamente ao seu fornecimento para os habitantes, pois a qualidade da mesma e sua conservação têm sido causa de alguns transtornos para muitas famílias, principalmente da zona rural, devido a fatores contaminantes, tanto biológicos com naõ biológicos. Há relatos de contaminação com vários microrganismos do grupo coliformes fecais e bactérias. Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento dos meios utilizados para o transporte e armazenamento de água para o consumo humano em alguns municípios do semi-árido do Nordeste em período de seca. Para realização desse estudo foram realizadas viagens a alguns municípios e comunidades da região com o objetivo de observar a forma que a água estava sendo transportada e armazenada para atender as necessidades de consumo de água das famílias nas zonas rurais e urbanas no período de janeiro a dezembro de 2003. Em cada localidade visitada foram obtidas informações quanto à fonte de água, os meios de transporte da água e o tipo de recipiente utilizado para armazenar a mesma. Foram realizadas entrevistas com agricultores, motoristas de carros-pipa e vendedores de bombonas e tambores de aço utilizados para o transporte e o armazenamento de água. Os resultados obtidos indicam que...

Capacidade de captação da água de chuva em cisternas de comunidades da zona rural do município de Petrolina, Pernambuco.

CAVALCANTI, N. de B.; BRITO, L. T. de L.; RESENDE, G. M. de.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 5., 2005, Teresina, PI. Anais... Teresina: ABCMAC; Governo do Estado do Piauí; Embrapa Semi-Árido; IRPAA; ASA, 2005. 1 CD-ROM. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 5., 2005, Teresina, PI. Anais... Teresina: ABCMAC; Governo do Estado do Piauí; Embrapa Semi-Árido; IRPAA; ASA, 2005. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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A cisterna é uma forma milenar de armazenar água das chuvas em regiões que não dispõem de fornecimento de água permanente. No semi-árido do Nordeste brasileiro, a cisterna tem sido uma das principais formas de captação e armazenamento da água da chuvas, todavia, os longos períodos de estiagem que ocorre na região a água das cisternas não têm sido suficiente para atender as necessidades das famílias rurais. Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento junto aos agricultores de quatro comunidades do município de Petrolina, PE, quanto capacidade de captação e armazenamento de água de chuva em cisternas. O trabalho foi realizado de janeiro a dezembro de 2004 com os agricultores das comunidades de Caldeirão, Varginha e Cacimba do Baltazar. Foram acompanhadas 33 famílias. Os resultados obtidos demonstraram que o período analisado a precipitação média foi de 813,6 mm. A água da chuva acumulada nas cisternas não foi suficiente para atender as necessidades dos agricultores no período da seca. Os carros-pipa têm contribuído significativamente na complementação da água para os agricultores da zona rural. Com esses resultados, pode-se concluir que as cisternas embora tenham contribuído em parte para solução do problema da falta de água na região...

Captação e utilização de água de chuva em comunidades do semi-árido do Nordeste brasileiro.

CAVALCANTI, N. de B.; BRITO, L. T. de L.; RESENDE, G. M. de.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 5., 2005, Teresina, PI. Anais... Teresina: ABCMAC; Governo do Estado do Piauí; Embrapa Semi-Árido; IRPAA; ASA, 2005. 1 CD-ROM. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 5., 2005, Teresina, PI. Anais... Teresina: ABCMAC; Governo do Estado do Piauí; Embrapa Semi-Árido; IRPAA; ASA, 2005. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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No semi-árido do Nordeste brasileiro, a água é um obstáculo para a sobrevivência dos agricultores e animais nos períodos de estiagem. Anualmente ocorrem chuvas em grande parte da região, entretanto, mesmo nos anos de precipitações acima da média, há no período de estiagem graves problemas pela falta de água nas comunidades do interior das caatingas. Este trabalho teve com objetivo fazer um levantamento junto aos agricultores de nove comunidades do município de Petrolina, PE e de Curaçá - BA, quanto à forma de captação de água da chuva, armazenamento e o período de utilização. Foram acompanhadas 81 famílias no período de janeiro de 2002 a dezembro de 2004. Desse total, 18 famílias não possuem cisternas rurais em suas residências. Os resultados obtidos demonstraram que, no período analisado, a precipitação média foi de 556,8 mm. A água da chuva acumulada nas cisternas foi a mais utilizada pelos agricultores, seguida pela água fornecida por carro-pipa. Com esses resultados, pode-se concluir que as cistenas embora tenham contribuído em parte para solução do problema da falta de água na região, não acumulam água suficiente para o atendimento das famílias no período de seca.; 2005

Produçãode fruteiras irrigadas com água de chuva na região Semiárida do Nordeste.

CAVALCANTI, N. de B.; BRITO, L. T. de L.; ARAÚJO, J. O.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 8., 2012, Campina Grande. Aproveitamento da água de chuva em diferentes setores e escalas: desafio da gestão integrada. Campina Grande: ABCMAC: INSA: UEPB: UFCG: IRPAA; Petrolina: Embrapa Semiárido, 2012. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 8., 2012, Campina Grande. Aproveitamento da água de chuva em diferentes setores e escalas: desafio da gestão integrada. Campina Grande: ABCMAC: INSA: UEPB: UFCG: IRPAA; Petrolina: Embrapa Semiárido, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
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A busca pela água para o consumo no semiárido do Nordeste foi significativamente alterada pelo Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC),que tem como meta construir um milhão de cisternas para coletar água dachuva. Todavia, em função do volume das precipitações da região semiárida, pode-se utilizar parte da água armazenada nas cisternas para produção de alimentos. Com esse objetivo foi avaliada a utilização da água de chuva captada em um telhado e armazenada em uma cisterna para produção de fruteiras. O trabalho foi realizado no período de agosto de 2006 a dezembro de 2011 com a construção de uma cisterna de 16 mil litros, um telhado de 78,6 m2 e a implantação de um pomar com 36 fruteiras. Com os resultados obtidos podese concluir que a água da chuva armazenada em cisternas pode contribuir significativamente para melhoria das condições de vida dos pequenos agricultores da região semiárida.; 2012

Agricultura e produção de água: o enfoque hidro-agrícola.

SANTANA, D. P.; ALVARENGA, R. C.
Fonte: In: REUNIÃO BRASILEIRA DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA, 16., 2006, Aracaju. Novos desafios do carbono no manejo conservacionista: resumos e palestras. Aracaju: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2006. Publicador: In: REUNIÃO BRASILEIRA DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA, 16., 2006, Aracaju. Novos desafios do carbono no manejo conservacionista: resumos e palestras. Aracaju: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2006.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
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É crescente a demanda por água e a visão da agropecuária como produtora de alimentos, fibras e energia, deve ser ampliada para agregar a produção de água. O agricultor .produtor de água" seria aquele que usa tecnologia e conceitos relacionados à agricultura sustentável que aumentam a infiltração de água no solo, enriquecendo o lençol freático. Dentro dessa ótica, o objetivo do trabalho foi demonstrar que práticas adequadas de manejo que possibilitem maior cobertura e estruturação do solo aumentam a infiltração e contribuem para a "produção de água". Foram utilizados dados de cinco anos (1993 a 1997) de um ensaio sobre perdas de solo e água, sob condições de chuva natural, instalado em 1989, na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas - MG. Os dados mostram que pastagem não degradada e plantio direto são os métodos de manejo de solo e de pasto que maiores garantias oferecem do ponto de vista de conservação de solo e água no sistema, apontando-os como estratégias para aumentar a infiltração de água no solo, garantindo a recarga e o abastecimento d'água à população. Dentro de seu sistema de produção, esse "agricultor produtor de água" deve considerar a água como um de seus insumos e também como um de seus produtos...

Desarrollo de un Sistema Innovador de Impulsión de Agua de Mar Utilizando Energía Unidmotriz para Plantas Desaladoras de Ósmosis

Centro del Agua para Zonas Aridas y Semiaridas de America Latina y el Caribe; Esval S a; Ministerio de Obras Publicas-direccion de Obras Hidraulicas; New England Marine Renewable Energy Center (mrec); Pontificia Universidad Catolica de Valparaiso; Rodrigo
Fonte: Corporação de Fomento da Produção Publicador: Corporação de Fomento da Produção
Tipo: proyecto
Publicado em 14/03/2012
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La Evidencia Empírica Muestra que en la Zona Centro y Norte del País Existe una Tendencia a la Disminución de los Recursos Hídricos Aprovechables para Consumo Humano como Agua Potable Agricultura Minería e Industria y Simultáneamente hay También un Aumento de la Demanda que se Explica Tanto por Crecimiento Vegetativo como por Crecimiento Económico. Los Expertos Señalan que la Tendencia a la Disminución del Recurso se Acentuaría en el Futuro en la Zona Mencionada como Consecuencia del Cambio Climático lo que Incrementará la Demanda No Satisfecha de Agua. Si Bien Existen Tecnologías de Desalación de Agua de Mar sus Costos Resultan Prohibitivos para la Gran Mayoría de los Usuarios Básicamente por el Alto Costo de la Energía Necesaria en las Tecnologías Vigentes Especialmente en la de Osmosis Inversa. El Consumo de Energía de una Planta de Osmosis Inversa Varía entre 2. 3 a 4 Kwh/m3 Dependiendo de las Características de la Planta lo que Hace que el Costo de Producción de un Metro Cúbico de Agua Desalada Esté en el Rango de 0. 5 a 0. 9 Us$ de los Cuales el Costo de la Energía Puede Llegar a Representar hasta Algo Más del 50% lo que Resta Competitividad a este Sistema de Obtención de Agua. De Aquí que se Postula el Uso de Energía Undimotriz para Proporcionar la Energía de Impulsión Suficiente para el Funcionamiento de la Planta de Osmosis Inversa Disminuyendo los Costos de Producción de Agua Desalada y Aumentando la Competitividad de este Tipo de Tecnología de Desalación. La Realidad del Mercado del Agua Aprovechable a Partir de la Depuración de Agua de Mar en Chile Señala que el Problema es el Alto Costo Derivado del Consumo de Energía Utilizada. De Hecho al Transformar la Energía Undimotriz Naturalmente Disponible de Modo Eficiente Eficaz y Nulo o Muy bajo Impacto Ambiental Negativo y Aplicarla a los Procesos de Impulsión de Agua Requeridos por las Plantas Desaladoras de Osmosis Inversa Aumenta su Competitividad como Fuente de Agua Aprovechable. Por Otra Parte Esta Fuente es Independiente de la Hidrología de la Zona donde se Encuentre la Planta de Depuración por lo que la Seguridad de Suministro es Superior al de las Fuentes de Agua Tradicionales.; Objetivo Generalpreparar el Fundamento Económico y Formalizar la Estructura de Participación de Asociados y Co-ejecutores Orientados a la Obtención de una Nueva Tecnología que Permita Impulsar Agua de Mar a Baja y Alta Presión a Plantas Desaladoras Utilizando la Energía Undimotriz Presente en las Costas Chilenas. Objetivos Específicos para la Línea 1 desarrollar el Estado del Arte Mundial de Experiencias Tecnológicas y Económicas en la Utilización de Energía Undimotriz para Impulsión Agua de Mar. proponer un Diseño de Uno o Más Ingenios que Permitan Utilizar la Energía Undimotriz para Impulsar Agua de Mar a Presión. determinar y Formalizar la Estructura de Participación de Asociados y Coejecutores del Proyecto Definiendo sus Roles y Capacidades Técnicas. definir el Modelo de Negocio que Permite la Sustentabilidad de la Tecnología Propuesta. identificar el Mercado de la Tecnología que se Propone y el Modelo de Negocio Potencial de su Puesta en Marcha.; definir el Modelo de Negocio que Permite la Sustentabilidad de la Tecnología Propuesta.; desarrollar el Estado del Arte Mundial de Experiencias Tecnológicas y Económicas en la Utilización de Energía Undimotriz para Impulsión Agua de Mar.; determinar y Formalizar la Estructura de Participación de Asociados y Coejecutores del Proyecto Definiendo sus Roles y Capacidades Técnicas.; identificar el Mercado de la Tecnología que se Propone y el Modelo de Negocio Potencial de su Puesta en Marcha.; proponer un Diseño de Uno o Más Ingenios que Permitan Utilizar la Energía Undimotriz para Impulsar Agua de Mar a Presión; Corporación de Fomento de la Producción

Centro Tecnológico del Agua y del Medioambiente

Bioforest S. A.; Centro del Agua para Zonas Aridas y Semiaridas de America Latina y el Caribe; Essbio S. A.; Instituto Forestal; Subsecretaria del Medio Ambiente; Universidad de Talca; Iván Vergara S. – Maule
Fonte: Corporação de Fomento da Produção Publicador: Corporação de Fomento da Produção
Tipo: proyecto
Publicado em 26/06/2009
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Las principales actividades económicas de la zona central de chile (comprendida desde la V a VIII regiones) son de índole agrícola, minera, forestal y turística las cuales por ubicarse en una zona semiárida a subhúmeda están ligadas fuertemente al agua y al medioambiente. En este marco el agua juega un rol fundamental en los procesos productivos derivado de la demanda creciente que existe sobre este recurso. Asimismo el agua es muy relevante si se la considera desde una perspectiva ambiental dado que es parte de la solución pero también del problema cuando se trabaja con aguas contaminadas. Por otra parte, los excesos de oferta hídrica en términos espaciales y temporales generan efectos desastrosos como pérdidas de cultivos, daños ligados a inundaciones, movimientos en masa, socavaciones de riberas caminos y puentes, y torrentes sin control todo lo cual afecta vidas humanas, transitabilidad de personas y mercancías, deterioro de infraestructura y obras civiles, y problemas geopolíticos de conexión del territorio entre otros. En este marco, los principales desafíos están relacionados con conocer por un lado cómo se comportan las precipitaciones y los caudales en una región determinada, para lo cual se precisa contar con un sistema de estimación cuantitativa de la relación precipitación escorrentía que a su vez facilite la estimación de las ofertas y las demandas frente a escenarios de incertidumbre...

Diagnóstico de la calidad del agua en un sistema de embalses en cascada, cuenca del río San Juan, Querétaro, México

Saldaña-Fabela,María del Pilar; Díaz-Pardo,Edmundo; Gutiérrez-Hernández,Altagracia
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 ES
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En los últimos años, el número de embalses creados por el hombre ha aumentado por la urgente necesidad de suministrar agua, alimentos y energía a la población. Cuando en un sistema fluvial se ubican varios embalses en la misma cuenca, se produce un efecto en cascada por la liberación del agua río abajo, produciendo cambios en la calidad del agua. El presente trabajo aporta información para el conocimiento de las variaciones en la calidad del agua de un sistema de embalses en cascada, donde se ubican tres embalses que regulan la cantidad de agua y por consiguiente determinan su calidad. Se establecieron ocho sitios de monitoreo a lo largo de los 86 km del cauce principal del río, antes de la presa Zimapán: tres para representar las condiciones de embalse y cinco de tramo de río. En cada sitio se realizaron mediciones de once parámetros fisicoquímicos: cinco determinados in situ utilizando equipo multiparamétrico y seis ex situ utilizando métodos espectrofotométricos. Se realizaron muestreos bimensuales para la colecta de agua desde octubre de 2004 hasta junio de 2006. Los análisis estadísticos (ANOVA, MANOVA, componentes principales y de agrupamiento) se aplicaron para determinar las variaciones espaciales y temporales de la calidad del agua del sistema. El análisis de ANOVA identificó una correlación positiva significativa (p < 0.05) entre la conductividad...

Gobernabilidad del agua y género en el sector de la irrigación: Un estudio de caso en Chiapas, México

Ruiz-Meza,Laura Elena
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 ES
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En este artículo se analiza la forma en que se expresa y recrea la segregación de género en los procesos de gestión del agua en los espacios formales de adopción de decisiones, presentes en el Distrito de Riego 101 Cuxtepeques, localizado en el municipio La Concordia, Chiapas. Se examina el proceso de transferencia de la infraestructura hidroagrícola a los usuarios del distrito, así como la constitución y operación de la Asociación de Usuarios y el Comité Hidráulico, a fin de identificar las barreras culturales asociadas con masculinidad que impiden considerar a las mujeres campesinas como agricultoras y legítimas usuarias, con capacidad de ser acreedoras de derechos al agua de regadío y de participar en condiciones de equidad en los procesos de gestión del agua. Frente a los obstáculos legales y culturales que enfrentan, se revisan las diversas estrategias e iniciativas impulsadas por las mujeres campesinas para asegurar sus derechos al agua y hacerse visibles en el mundo de la irrigación. Se concluye que para disminuir la brecha de género en el control sobre el agua no bastan los cambios en las políticas, sino que se requiere desafiar la fuerte asociación cultural e ideológica entre irrigación y masculinidad; de construir los símbolos culturales que organizan y estructuran las prácticas y representaciones respecto a los vínculos entre género y agua.

Localización de puntos de monitoreo de calidad de agua en sistemas de distribución

Saldarriaga,Juan G.; Ximena Hernández,María; Prieto,Cesar; Jurado,Mauricio; Gacharná,Sara; Páez,Diego
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 ES
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Durante años, particularmente en los países en desarrollo, las empresas prestadoras del servicio (EPS) de agua potable han utilizado procedimientos empíricos para localizar, en sus redes de distribución, los puntos en los cuales deben hacerse muestreos periódicos, a fin de garantizar que cumplen con los estándares mínimos de calidad de agua. A pesar de que hoy en día estas empresas cuentan con excelentes herramientas informáticas para modelar la dinámica del agua en las redes, así como la evolución de la calidad de agua, no se tienen suficientes datos que permitan escoger en forma científica dichos puntos. En particular, no se cuenta con los coeficientes de decaimiento del cloro tanto de cuerpo como de pared. A pesar de esta limitación, se han desarrollado e implementado metodologías con el objetivo de diseñar redes de sensores que garanticen un constante monitoreo de la calidad del agua en los sistemas de distribución, pero que implican una alta incertidumbre. En la investigación objeto de este artículo se desarrolló una metodología que permitiera en ese ambiente de pocos datos escoger los puntos de monitoreo de calidad (PMC) de agua que respondieran simultáneamente a dos problemas típicos de las redes de distribución: por un lado...

Uso industrial del agua en Mendoza, Argentina: coeficientes para la industria alimenticia

Duek,Alicia Elena; Fasciolo,Graciela Elena
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 ES
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Aproximadamente el 50% de los establecimientos industriales de la provincia de Mendoza, Argentina se concentra en los rubros de alimentos y bebidas. En zonas áridas como ésta, el consumo y la eficiencia en el uso del agua requieren de especial atención en todos los sectores de la demanda: doméstico, riego, industrial y ambiental. Las industrias de Mendoza utilizan fundamentalmente agua subterránea, ya sea para refrigerar, como materia prima o para la limpieza en distintas partes del proceso productivo; en este último caso, con retorno al sistema hídrico. El conocimiento del volumen de agua que utilizan tales industrias es importante para diversas aplicaciones, como el cálculo del agua virtual de los productos, y para la realización de balances hídricos que incorporan los usos sectoriales en el nivel de cuenca. Para conocer el consumo de agua por parte de la industria alimenticia de Mendoza, el presente trabajo propone utilizar coeficientes que relacionen volumen de agua con materia prima procesada o producto elaborado. Éstos se pueden aplicar para efectuar las estimaciones por cuenca del volumen de agua utilizada por tales industrias. Los coeficientes primarios se obtuvieron a partir de entrevistas presenciales en industrias con diferentes escalas de producción...

Caracterización de los flujos de agua subterránea a partir de su salinidad

Fagundo-Castillo,Juan R.; Alconada-Magliano,Margarita M.; Carrillo-Rivera,J. Joel; González-Hernández,Patricia
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 ES
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La vinculación entre elementos del paisaje puede ser explicada mediante la teoría de los sistemas de flujo de agua subterránea, que reconoce los diferentes flujos y sus zonas de descarga y recarga, que manifiestan en forma complementaria su funcionamiento hidrológico. Es esencial la caracterización de los diferentes flujos para conocer su potencialidad, salinidad y su posibilidad de uso en diferentes prácticas de manejo agropecuario y forestal; en esta definición quedan implícitas sus características de cantidad y profundidad de circulación. En ambientes donde la superficie de agua freática es poco profunda, definir los flujos constituye un procedimiento esencial al seleccionar las prácticas de manejo agropecuario y forestal que coadyuven en una situación dada, tales como excesos o déficit hídricos. Los flujos se definen a partir de la calidad del agua e indicadores ambientales. Los costos de los análisis químicos de agua son elevados y resultan difíciles de abordar en grandes áreas. Sin embargo, puede utilizarse la conductividad eléctrica (CE) para estimar la composición química del agua en un área si se conocen los principios mediante los cuales adquiere su composición y se establecen las relaciones matemáticas con los iones mayoritarios. El objetivo del presente estudio es establecer la factibilidad de utilizar los modelos hidrogeoquímicos propuestos para estimar la composición química del agua a partir de su conductividad eléctrica. Se estudió el origen del agua de pozos...

Hidrogeoquímica y procesos naturales de ablandamiento del agua subterránea en sistemas kársticos

Bibiano,Luvina; Gárfias,J.; Llanos,Hilario
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 ES
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El agua que emerge de los manantiales kársticos contiene altas concentraciones de dureza total causadas por la disolución de formaciones geológicas carbonatadas, lo cual limita el uso doméstico e industrial del recurso en estas zonas. El enfoque aplicado consistió en el análisis de los procesos geoquímicos y del ablandamiento natural para estimar los factores que controlan la dureza del agua en áreas kársticas. Una serie de muestras de agua se tomaron a lo largo del sistema hidrogeológico, considerando cuatro manantiales principales y tres sitios sobre los canales de flujo. Sobre la dirección del flujo se observó un cambio en la caracterización del agua de HCO3-Ca-Na a HCO3-Ca-Na-Cl, aunada al enriquecimiento iónico atribuido a la disolución de los minerales del sustrato. Además, se ha inferido la ocurrencia de procesos de dedolomitización originados en la disolución de minerales evaporíticos. Asimismo, casi 60% de las muestras presenta sobresaturación en cuanto a la calcita, en la mayoría de los casos como consecuencia de la pérdida del CO2 disuelto, lo cual induce el ablandamiento natural del agua. Esta evolución es causada por dos cambios físicos que experimenta el flujo en su trayecto superficial: turbulencia y aireación...

Recuperación de agua de efluentes de una industria de cereales utilizando membranas

Escobar-Jiménez,Jesús; Muro-Urista,Claudia; Esparza-Soto,Mario; Gómez-Espinoza,Rosa María; Díaz-Nava,Carmen; García-Gaitán,Beatriz; Ortega-Aguilar,Rosa Elena; Zavala-Arce,Rosa Elvira
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 ES
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Para recuperar agua de reúso en actividades industriales, se evaluó el proceso de filtración tangencial con membranas de efluentes previamente tratados por métodos biológicos en la planta experimental del Centro Interamericano de Recursos del Agua (CIRA). Entre las características del efluente destacan una alta turbiedad, la presencia de dos colorantes sintéticos de uso alimenticio, azul brillante y tartrazina, que son causantes de varias cortinas de coloración verde, además del contenido de sales y materia orgánica con valores de DQO aún altos para considerar el reúso del agua. En la evaluación del proceso de filtración fueron probadas dos membranas cerámicas con umbral de corte de 150 y 15 kDa, y dos poliméricas de fibra hueca con 50 y 13 kDa, integradas individualmente a un equipo de filtración a escala piloto. En cada proceso se determinó el efecto de la presión transmembrana, la velocidad de flujo de agua y las características de la membrana sobre los caudales de agua filtrada y la calidad obtenida. Los resultados mostraron que las membranas de 15 y 13 kDa fueron las más eficientes en el tratamiento del efluente del CIRA para obtener parámetros de calidad en el agua requeridos para actividades industriales de limpieza de equipos y suministro de agua a calderas. Sin embargo...

Regreso a Dublín: ¿gestionan las comunidades tradicionales el agua como recurso económico?

Batista-Medina,José Antonio
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2015 ES
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La idea del agua como bien económico no es nueva, pero se ha extendido desde la Conferencia de Dublín (1992). ¿Cuál es el significado del agua como recurso económico? Podemos identificar dos acercamientos o interpretaciones. La primera considera que el agua es un input (un input productivo), como otros, en un sistema económico. En este sentido, el agua debe tener precio o debe ser transferida mediante las instituciones de mercado. Esas herramientas económicas llevarán a un uso eficiente o, en otras palabras, al uso más beneficioso. Así pues, el agua se convierte en una mercancía. La segunda interpretación es menos estrecha en su sentido económico. El agua como recurso económico significa que es escasa y debe ser gestionada cuidadosamente para alcanzar los objetivos establecidos en una sociedad concreta. Tratar el agua como un recurso económico no implica el uso de un conjunto específico de herramientas económicas. Los precios, los mercados, la propiedad privada, etcétera, son herramientas en una caja de herramientas; pero hay otras, otros medios para gestionar el agua de una manera social, económica y ecológicamente sostenible. Aplicaremos esta segunda interpretación al análisis de la gestión del agua en las comunidades tradicionales. En este sentido...

Calidad del agua para riego en la Sierra Norte de Puebla, México

Can-Chulim,Álvaro; Ortega-Escobar,Héctor Manuel; Sánchez-Bernal,Edgar Iván; Cruz-Crespo,Elia
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2014 ES
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En el estado de Puebla, el agua es de gran importancia, ya que condiciona la posibilidad de incrementar el desarrollo económico. La mayor proporción de agua superficial se encuentra en la Sierra Norte, donde se emplea principalmente en la agricultura. A los cauces de los ríos se vierte agua de origen residual y de nacimientos termales, que modifican la calidad. Como el agua superficial de diferente origen y concentración se utiliza en la agricultura, se determinó su concentración y composición química, con el objetivo de evaluar su calidad para uso agrícola. Los principales parámetros de calidad y sus valores fueron: pH, media de 7.7, mínimo 6.1 y máximo 9.2; conductividad eléctrica, media de 346, mínimo 61.0 y máximo 1 913.0 µS cm-1; relación de adsorción de sodio (RAS) con medias de RAS = 1.0, RASaj = 1.4 y RASº = 1.0; carbonato de sodio residual, con valores positivos en primavera y negativos en otoño; boro, media de 0.7, mínimo 0.0 y máximo 4.0 mg l-1. El agua superficial de la Sierra Norte es apta para el riego, su concentración iónica es baja, debido a que proviene de los escurrimientos pluviales, teniendo variaciones mayores donde recibe agua de nacimientos termales y moderadamente donde recibe residuales. La hidrogeoquímica indica que el carácter químico dominante del agua es resultado de los procesos físico-químicos del agua con la geología regional. El agua es bicarbonatada...

Contenido de boro en el agua superficial de Puebla, Tlaxcala y Veracruz

Mancilla-Villa,Oscar Raúl; Bautista-Olivas,Ana Laura; Ortega-Escobar,Héctor Manuel; Ramírez-Ayala,Carlos; Reyes-Ortigoza,Amada Laura; Flores-Magdaleno,Héctor; González-Eguiarte,Diego Raymundo; Guevara-Gutiérrez,Rubén Darío
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2014 ES
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El desarrollo de la actividad agrícola depende, entre otros factores, de la cantidad y calidad del agua disponible para riego. La calidad varía ampliamente de acuerdo con la cantidad y tipo de sales que contenga, ya que algunos elementos, como el boro (B), son tóxicos para las plantas. En Puebla, Tlaxcala y Veracruz son destinadas a la agricultura de riego más de un millón de hectáreas y por ello resulta imperante conocer la calidad del agua en cuanto al contenido del boro. En este estudio se llevó a cabo una investigación para conocer la conductividad eléctrica (CE), el pH y el contenido de B de estas muestras de agua, con tres recorridos y muestreos de agua en 2009, 2010 y 2011; se colectaron 91 muestras de agua por cada muestreo. La determinación de B se realizó por el método de la azometina-H, en el Laboratorio de Hidrociencias del Colegio de Postgraduados. Las concentraciones de B en las muestras de agua fueron bajas, menores de 1 mg l-1, en 76 de las 91 colectas de cada muestreo. En 15 muestras de agua se encontraron contenidos altos de B, mayores a 5 mg l-1. De las muestras de agua analizadas, 83.5% se recomienda para uso agrícola sin ninguna restricción, mientras que 16.5% de los ríos y cuerpos de agua no es recomendable para usos agrícola...

Estado actual del aprovechamiento del agua subterránea del valle de Rioverde, San Luis Potosí, México

Aguilar-Ortega,Francisco; Charcas-Salazar,Hilario; Aguirre-Rivera,Juan Rogelio; Castro-Larragoitia,Javier; Flores-Flores,José Luis
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 ES
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El valle de Rioverde geográficamente se puede dividir en dos zonas: a) Norte, de aguas sulfatadas cálcicas, clases de agua C4S1 y C5S1 e impotables, se utilizan en la producción de cosechas; b) Sur, de aguas bicarbonatadas cálcicas, clases de agua C1S1, C2S2 y C3S1 y potables, con diferentes posibilidades de uso. Debido a la excelente calidad del agua en la zona sur, se espera que los efectos de un mayor aprovechamiento sean más intensos en esta zona. Considerando lo anterior, el objetivo del trabajo fue reconocer y jerarquizar los factores que influyen en el aprovechamiento del agua subterránea para uso agrícola y sus implicaciones en el abatimiento del nivel freático en la porción sur del valle de Rioverde. El procedimiento de trabajo fue: a) recopilar y analizar información censal y de archivos sobre el aprovechamiento del agua subterránea del valle de Rioverde; b) realizar una encuesta entre agricultores propietarios de pozos. La temática comprendió infraestructura hidráulica, organización, sistemas de cultivo, producción, rentabilidad y comercialización agrícola, crédito y apoyo oficial. La información censal y de archivos se sintetizó en cuadros. La información de la encuesta se analizó mediante análisis multivariable (componentes principales y TWISPAN). Los resultados indican que el aprovechamiento del agua subterránea se puede caracterizar con las variables aplicación del agua y patrón de cultivos. Asimismo...

Calidad química del agua subterránea y superficial en la cuenca del río Duero, Michoacán

Silva,José Teodoro; Moncayo,Rodrigo; Ochoa,Salvador; Estrada,Francisco; Cruz-Cárdenas,Gustavo; Escalera,Carlos; Villalpando,Fabián; Nava,Jaime; Ramos,Alfredo; López,Martín
Fonte: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información Publicador: Instituto Mexicano de Tecnología del Agua, Coordinación de Comunicación, Participación e Información
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 ES
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Se describe la calidad química de los recursos hídricos tanto subterráneos como superficiales en la cuenca del río Duero. El agua subterránea se analizó mediante un estudio hidrogeoquímico en 97 aprovechamientos (20 manantiales y 76 pozos) para la época de estiaje. Se aplicó el Índice de Calidad del Agua (ICA; NSFWQI) en el agua superficial para 35 sitios, a partir de ocho parámetros, dividiéndolos en manantiales y el cauce. Se compararon diferentes parámetros con información previa mediante un análisis de varianza. La calidad del agua subterránea en términos generales resultó buena y está asociada con el tipo de rocas y geología de la cuenca. Predomina la clase de agua C1-S1, baja en salinidad y sodio, pudiéndose utilizar en la mayor parte de los cultivos y cualquier tipo de suelos sin desarrollar peligro por salinidad y sodicidad. Los valores ICA obtenidos, uso en agua potable, ubican a la mayoría de los manantiales como contaminados, con excepción del manantial de Carapan (condición excelente con 92 puntos). En el cauce, uso en agricultura, el 75% de los sitios resulta como contaminado y el resto en levemente contaminado. La comparación de los nitratos en 20 años de diferencia fue estadísticamente significativo (F = 15.73...