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Agressividade e representações sobre a violência em jovens institucionalizados

Silva, Paula Alexandra L.
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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37.26%
Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde.; Este estudo pretende descrever e compreender os níveis de agressividade exteriorizados por 31 jovens em risco, entre os 12 e os 18 anos de idade (média=14,45 e dp=1,65), que se encontram com uma medida legal de acolhimento em instituição, nomeadamente no Porto. Procurou-se, ainda, saber se existe alguma relação ou interferência entre os comportamentos agressivos e as crenças elaboradas por estes jovens sobre a violência. Para a avaliação das variáveis dependentes (a agressividade e as crenças sobre a violência) foram administrados os respectivos instrumentos: Aggression Questionnaire (A.Q.) de Buss e Perry (1992), adaptado para a população portuguesa por Rego (2005), e a Escala de Crenças da Criança sobre a Violência (E.C.C.V.) de Sani (2003). No que diz respeito à agressividade, os resultados convergem com a literatura pesquisada, uma vez que se verificaram valores elevados de agressividade nos jovens participantes. Contudo, a nível das crianças sobre a violência não se obtiveram resultados que indicassem crenças significativamente disfuncionais relativamente ao conceito da violência. Estes dados corroboram a literatura e salientam o papel individual das crianças com seres pensantes e com opiniões vincadas sobre este tema. The purpose of this study is to describe and understand the levels of external aggressiveness in 31 at-risk youth...

A agressividade na infância

Dias, Débora Pacheco de Medeiros
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Dissertação apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação: Educação Especial, área de especialização em Domínio Cognitivo e Motor; O estudo em presença centra-se na problemática das atitudes dos docentes do ensino pré-escolar e do 1º ciclo perante os comportamentos agressivos manifestados pelos seus alunos em contexto de sala de aula. Neste trabalho procede-se à descrição, avaliação e comparação das teorias e estudos empíricos relevantes ao tema da agressividade, nomeadamente à sua expressão em meio escolar, bem como ao construto das atitudes dos docentes face ao fenómeno da agressividade em contexto de sala de aula. Tendo por base a agressividade é ainda feita uma abordagem a aspetos fundamentais como a prevenção e a intervenção perante a agressividade, o papel do professor e a sua formação profissional. A investigação está organizada em duas partes, precedidas por uma breve introdução, sendo que cada parte é compota por dois a quatro capítulos. Este é um estudo correnacional, exploratório e não experimental, desenvolvido de acordo com um paradigma misto, cuja população foi os educadores de infância e professores do 1ºciclo titulares de turma...

Avaliação do comportamento de agressividade em ratos expostos ao cádmio e submetidos ao estresse por imobilização

Terçariol, Simone Galbiati
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 61 f.
POR
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Pós-graduação em Biologia Geral e Aplicada - IBB; O objetivo do presente trabalho foi avaliar a agressividade de ratos expostos concomitantemente ao cádmio (Cd) e ao estresse por imobilização (EI). Ratos Wistar, machos, provenientes do Biotério Central da Unesp, foram divididos em 2 grupos experimentais: A- animais intrusos (sem tratamento) e B- animais residentes, os quais receberam um dos seguintes tratamentos: acetato de sódio (controle); acetato de cádmio (solução a 50 ppm de Cd na água de beber); submetidos ao estresse por imobilização (30 minutos, 3 vezes ao dia, 5 dias por semana, durante 4 semanas); expostos ao Cd e concomitantemente submetidos ao estresse por imobilização. O comportamento de agressividade dos animais residentes foi avaliado ao final da última semana do experimento, baseando-se no paradigma do animal intruso/residente, segundo os seguintes parâmetros: número total de ataques (NTA), tempo de latência para a 1º mordida (TLM), tempo total de manifestações de ataques (TTMA) e escore de agressão composta (EAC). Após a avaliação do comportamento de agressividade, o sangue e o cérebro dos animais foram coletados para dosagem de Cd por espectrometria de absorção atômica. O nível de cádmio no sangue não se alterou...

Agressividade infantil: análises de artigos científicos

Pimpinato, Camila Marceli
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 97 f.
POR
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This project has its topic on child aggression. Child aggression has always been present in the school environment. Therefore, aggressive behaviors have been interpreted as violence in which the educators have come to complaining earlier now. This study has its objective to survey published articles in electronic magazines, which talk about thematic aggression, child aggression and to systemize and analyze these procedures. Therefore, there will be a survey on the articles about this set of themes based on the data from Scielo (Scientific Electronic Library Online). In this data base, there are indexed published articles in electronic magazines from different areas of knowledge considered relevant. The articles will be identified by the keywords of aggressiveness, children, aggression, childhood, infantile, schools and their combinations; Este trabalho tem como tema a agressividade infantil. A agressividade infantil sempre esteve presente no meio escolar. No entanto comportamentos considerados agressivos são hoje muitas vezes interpretados como violência a qual segundo os educadores estão se manifestando cada vez mais cedo. Este estudo tem então como objetivo mapear artigos publicados em revistas eletrônicas que tratam da temática agressividade e violência infantil e sistematizar e analisar essas produções. Para tanto será feito um levantamento de artigos que tratam desta temática na base de dados Scielo (ScientificElectronic Library Online). Nessa base de dados estão indexados artigos publicados em revistas eletrônicas de diferentes áreas do conhecimento consideradas relevantes na área. Os artigos serão identificados por meio das palavras chaves agressividade...

Engajamento paterno e agressividade em crianças de quatro a seis anos

Gomes, Lauren Beltrão
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 170 p.| tabs.
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2011; A violência constitui-se em um dos principais problemas de saúde pública do mundo, sobretudo no que se refere à saúde de crianças e adolescentes. Considerando-se a tendência de que o comportamento agressivo infantil se mantenha na idade adulta e de que possa ser expresso através de atos de violência, faz-se relevante a identificação das origens da agressividade, bem como dos fatores relacionados ao seu desenvolvimento. Visto que o engajamento paterno tem sido apontado como um importante fator de influência na regulação do comportamento agressivo infantil, objetivou-se investigar a relação entre engajamento paterno e agressividade em crianças de quatro a seis anos de idade. A pesquisa transversal, descritiva e exploratória usou delineamento quantitativo e os seguintes instrumentos: Questionário Sociodemográfico, Questionário de Engajamento Paterno (QEP), Inventário do Comportamento Infantil (TRF) e Escala de Comportamento Social do Pré-escolar (PSBS-T). Responderam aos questionários 50 pais, que constituíam família biparental e que residiam com o filho...

Violência sexual na conjugalidade : o papel da agressividade

Pinto, Vânia Alexandra Pires
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2013 POR
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Dissertação de mestrado integrado em Psicologia (área de especialização em Psicologia da Justiça); Poucos estudos têm explorado a violência sexual na conjugalidade em contexto nacional. O objetivo deste estudo foi caracterizar os agressores conjugais de uma amostra forense e diferenciar aqueles que perpetraram violência sexual dos que não perpetraram este tipo de violência ao nível da agressividade e avaliar se esta é preditora da violência sexual em relacionamentos violentos. Foram analisados 69 processos da Unidade de Consulta em Psicologia da Justiça da Universidade do Minho. A violência sexual esteve presente em 14 casos (20.3%). Os agressores que perpetraram violência sexual apresentaram significativamente maiores níveis de agressividade, agressividade física e raiva. A regressão logística indica que por cada acréscimo de um ponto na raiva o risco de abuso sexual aumenta em 1.135. É fulcral nos programas de intervenção da violência conjugal abordar a agressividade dos ofensores, em especial, ao nível de estratégias de controlo da raiva.; Few studies have explored sexual violence in marital relationships in national context. The aim of this study was to characterize the marital aggressors in a forensic sample and differentiate the perpetrators of sexual violence and the perpetrators of nonsexual violence in the level of aggressiveness and assess whether this is a predictor of sexual violence in violent relationships. We analyzed 69 cases seen in Unit of Justice Psychology from the University of Minho. Sexual violence was present in 14 cases (20.3%). The aggressors who perpetrated sexual violence had significantly higher levels of aggressiveness...

Agressividade e adolescência : implicações na deteção de faces emocionais positivas e negativas

Nogueira, Marta Raquel da Silva
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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A adolescência é uma fase do ciclo de vida marcada por grandes alterações psicológicas, comportamentais, físicas e cognitivas, suscetível ao desenvolvimento de comportamentos agressivos. A agressividade pode surgir como resposta a uma forma de interpretação hostil de estímulos sociais. Quando um indivíduo entra numa situação social, a informação é processada em cinco etapas anteriores a ser efetivada uma ação, e em cada uma delas, a informação é codificada ou recuperada com interferência de um conjunto de pressupostos cognitivos armazenados na memória e que podem estar enviesados. Existem evidências do processamento automático de faces de raiva. Estas podem ser interpretadas como uma pista de hostilidade por parte dos outros, podendo estar associada ao viés de atribuição hostil em jovens mais agressivos. Neste sentido, o objetivo deste estudo foi investigar se o processamento de informação se encontra enviesado na deteção de pistas sociais, neste caso faces, em adolescentes agressivos. Pretende-se averiguar se um maior nível de agressividade potencia o reconhecimento de expressões faciais de cariz emocional negativo (raiva e nojo), levando a menores tempos de reação bem como a uma maior proporção de respostas corretas para faces emocionais negativas. A amostra de 40 adolescentes (20 rapazes e 20 raparigas) preencheu o Questionário Revisto de Experiência Entre Pares (QREEP) para categorização do nível de agressividade e posterior divisão em dois grupos...

Agressividade na condução e mecanismos de defesa em condutores infractores : perspectiva psicodinâmica

Rosário, Luís Miguel Agulheiro Santos Bonsucesso do
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2009; Esta investigação teve como objectivo estudar a comparação entre a agressividade na condução e os mecanismos de defesa em condutores infractores. Para tal, recorreu-se a uma medida de auto-relato da agressividade na condução (DDDI) e a um inventário de mecanismos de defesa com uma componente semi-projectiva (DMI). Foi também construído um questionário sócio-demográfico caracterizador da amostra. Verificou-se a associação entre mecanismos de defesa e a agressividade na condução, particularmente em correlações positivas e significativas entre os mecanismos de defesa nomeadamente a projecção (PRO) e a agressividade dirigida ao objecto (TAO) com a condução agressiva. Complementarmente, observaram-se correlações negativas significativas com a repressão emocional, racionalização (PRN) e com a agressividade dirigida ao self (TAS), e entre a reversão (REV) e as emoções negativas durante a condução, tendo-se concluído assim a existência de mecanismos de defesa que promovem e mitigam a condução agressiva.; This investigation aimed to study the comparison of aggression in driving and defense mechanisms on traffic offenders. To this purpose...

Práticas educativas parentais e a agressividade no adolescente: que relação?

Pinto, Carla Cristina de Jesus Magalhães
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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37.42%
Mestrado em Psicologia Comunitária e Protecção de Menores/ 2950; A presente investigação pretendeu analisar as práticas parentais de ambos os progenitores, a agressividade nos adolescentes de ambos os sexos e em função da área de residência, bem como relação entre as práticas educativas parentais e os comportamentos agressivos destes últimos. Deste modo, foram aplicados o Agression Questionnaire (A.Q.; Buss & Perry, 1992; adaptação portuguesa de Simões, 1993) e o Inventário de Práticas Educativas (IPE; Machado, Gonçalves & Matos, 2007), a uma amostra de adolescentes portugueses (N = 109) e seus progenitores (N = 109), respectivamente, residentes no interior/rural e no litoral/urbano do país. Em termos gerais, verifica-se não existirem diferenças significativas nas práticas parentais de ambos os progenitores. No que diz respeito aos adolescentes, são os rapazes que vivem no interior/rural que manifestam maior agressividade (agressividade física e raiva), quando comparados com os do litoral; comparando os adolescentes do litoral, são as raparigas que expressam maior agressividade verbal. Ainda, os resultados indicam que existe uma correlação negativa entre práticas parentais adequadas, nomeadamente dos pais...

Violência nos videojogos e a agressividade: Estudo exploratório da associação entrejogar video jogos violentos e a agressividade em adolescentes

Ferreira, Patrícia Paula Lourenço e Arriaga
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2001 POR
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Dissertação de Mestrado em Psicopatologia e Psicologia Clínica; O principal objectivo deste estudo foi testar se existe uma associação entre a violência jogada em videojogos e as medidas de auto-relato da agressividade em adolescentes. Esta dissertação também avaliou: (a) o tempo dispendido a jogar videojogos; (b) a idade com que iniciaram o uso de videojogos; (c) os motivos para jogarem; (d) os habituais parceiros de jogo; (e) a percepção acerca das atitudes dos pais relativamente aos seus hábitos com videojogos; (f) os jogos favoritos; (g) as preferências pela modalidade cooperativa, competitiva ou solitária; (h) as opiniões acerca dos efeitos dos videojogos violentos no comportamento agressivo das crianças e jovens; e (i) dimensões da Personalidade. Foram analisadas diferenças entre sexos, idades e níveis sócio-económicos. Seiscentos e sessenta e seis adolescentes (239 rapazes e 327 raparigas), entre os 12 e os 17 anos de idade (M = 14,12), do 8o ao 10° ano de escolaridade, preencheram quatro questionários que analisavam: dados sócio-demográficos; hábitos com videojogos; Agressividade total e diferentes componentes da agressão, avaliadas pela versão Portuguesa do Aggression Questionnaire (AQ; Buss & Perry...

Análise confirmatória fatorial de uma versão portuguesa do Questionário de Agressividade de Buss-Perry

Cunha, Olga; Gonçalves, Rui Abrunhosa
Fonte: ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: ISPA - Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2012 POR
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37.31%
Buss e Perry (1992) desenvolveram um instrumento composto por 29 itens para avaliar comporta - mentos agressivos, o Questionário de Agressividade de Buss-Perry (AQ). Neste estudo analisaram-se a estrutura fatorial e as propriedades psicométricas de uma versão portuguesa deste Questionário numa amostra de 633 estudantes do Norte de Portugal. A análise fatorial exploratória confirmou a estrutura fatorial de quatro fatores definida por Buss e Perry (1992): agressividade física, agressi - vidade verbal, raiva e hostilidade. A escala evidenciou boa consistência interna, com exceção do fator agressividade verbal. Na análise confirmatória verificou-se uma replicação moderada dos fatores agressividade física, raiva e hostilidade e uma modesta replicabilidade da agressividade verbal. O instrumento evidencia igualmente uma boa capacidade discriminante, verificando-se diferenças entre os sexos, com exceção da hostilidade. Os resultados foram discutidos com base na utilidade do AQ para a prática clínica e forense.; Buss and Perry (1992) developed a questionnaire composed by 29 items to evaluate aggressive behaviours, the Buss-Perry Aggression Questionnaire (AQ). In this study we analysed the factorial structure and psychometric properties of a Portuguese version of the AQ in a sample of 633 students from the North of Portugal. Factorial analysis confirmed the Buss and Perry (1992) four-factor structure: physical aggression...

Aceitação-rejeição para estudar e agressividade na escola

Sisto,Fermino Fernandes
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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37.45%
Foram estudadas as relações entre agressividade e aceitação-rejeição em 1281 estudantes de quatro escolas de ensino fundamental. A medida sociométrica baseou-se em três escolhas positivas e três negativas em situação de estudo. As escalas de agressividade forneceram três medidas: em situação familiar, em situação escolar e geral. Nas medidas sociométrica e de agressividade em situação familiar as diferenças entre as escolas foram atribuídas ao acaso. As escalas de agressividade escolar e geral formaram dois subgrupos, sendo duas escolas com menor e outras duas com maior agressividade. Foram encontradas correlações significativas entre as medidas sociométrica e de agressividade escolar nas quatro escolas e com agressividade geral em uma delas, indicando que quanto maior a aceitação social, menor a agressividade. Como as correlações foram baixas, estudaram-se grupos extremos em termos de aceitação-rejeição e apenas em uma escola as escalas de agressividade escolar e geral diferenciaram esses grupos.

Avaliação da agressividade na família e escola de ensino fundamental

Joly,Maria Cristina Rodrigues Azevedo; Dias,Anelise Silva; Marini,Janete Aparecida da Silva
Fonte: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Publicador: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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37.39%
O estudo objetivou identificar a percepção de crianças do ensino fundamental acerca da agressividade na família e escola, verificando possíveis diferenças entre essa variável com gênero, faixa etária, série e tipo de escola. Aplicou-se uma escala de agressividade em 758 alunos brasileiros, de 2ª a 4ª séries, de ambos os sexos, sendo 50,4% meninas. Os participantes apresentaram poucas condutas agressivas. A agressividade familiar teve maiores índices do que a escolar. Identificou-se influência do gênero sobre a agressividade geral dos participantes. Verificou-se que os meninos apresentaram índices de agressividade na família mais altos e significativamente diferentes em relação às meninas. Constataram-se diferenças significativas para idade e série apenas para agressividade familiar.

Dificuldades lingüísticas na aquisição da escrita e agressividade

Sisto,Fermino Fernandes; Fernandes,Débora Cecílio
Fonte: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) Publicador: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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Esta pesquisa estudou a relação entre dificuldades lingüísticas da escrita e agressividade em estudantes de oito a doze anos. Participaram 834 alunos de escolas estaduais e particulares. Foi aplicada a Escala de Agressividade para Crianças e Jovens, que fornece medidas de agressividade geral e nas situações familiar e escolar e o ADAPE, que consiste em um ditado composto por palavras com dificuldades lingüísticas. As dificuldades lingüísticas e as medidas de agressividade escolar indicaram grandes semelhanças nos resultados das segundas e terceiras séries, fornecendo correlações significativas e positivas, ou seja, conforme aumentaram os erros na escrita, aumentaram também as pontuações em agressividade escolar. Entretanto, com os alunos da quarta série, houve uma nítida diferenciação entre os gêneros. Enquanto que as meninas forneceram coeficientes positivos e alguns muito altos, os meninos registraram correlações negativas, indicando que conforme aumentaram os erros, diminuiu a agressividade escolar.

Atitudes morais, agressividade e empatia: um estudo com atletas que participam de competições

Moura, Maria Aline Rodrigues de; Roazzi, Antonio (Orientador); Sampaio, Leonardo Rodrigues (Coorientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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37.31%
psicológico, uma vez que influenciam nas condutas morais dos indivíduos, na mobilização dos atletas para com as situações vivenciadas por seus companheiros e adversários e na emissão de comportamentos agressivos. Partindo desse princípio, o objetivo do presente estudo foi investigar se a empatia exerce influência significativa sobre as atitudes morais e a agressividade dos atletas da modalidade futebol de salão durante as competições, bem como, propor uma nova medida de empatia voltada para o contexto esportivo. Para tanto, no estudo I, contou-se com a colaboração de 201 atletas, de ambos os sexos, que participam de competições nas mais diversas modalidades. No estudo II, contou-se com a participação de 50 atletas, do sexo masculino, da modalidade futebol de salão. Todos os participantes eram residentes da cidade do Recife-PE com idade mínima de 15 anos. Para avaliar a agressividade foram realizadas gravações dos jogos para posterior categorização dos comportamentos agressivos dos participantes. Em seguida, os atletas responderam, de maneira coletiva, a uma bateria de instrumentos contendo a Escala de Agressividade em competição (EAGRESCOMP), os dilemas referentes às atitudes morais no esporte...

Agressividade e depressão em escolares

Silva, Diego Dewes da
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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37.45%
A presente dissertação de Mestrado é composta por dois estudos, seguindo as normas do programa de Pós-Graduação em Psicologia da PUCRS. O primeiro estudo é uma revisão sistemática de literatura intitulada “Manifestações da Agressividade e depressão em crianças e adolescentes: revisão sistemática”, cujos objetivos são: a) realizar revisão sistemática da literatura sobre a temática da agressividade em crianças e adolescentes avaliados pelo Children Behavior Checklist (CBCL); b) realizar revisão sistemática da literatura sobre a temática da depressão em crianças e adolescentes avaliados pelo CBCL; c) avaliar como a agressividade e depressão se manifestam na infância e adolescência. Foram utilizados descritores e critérios de inclusão e exclusão pré-definidos em buscas às bases de dados MedLine, Embase, PsycInfo, Lilacs, SCielo e BVS para as duas revisões sistemáticas realizadas, considerando descritores específicos para agressividade e depressão, utilizados em buscas separadas. Identificou-se que crianças e adolescentes manifestam agressividade e depressão de diferentes formas quanto ao sexo e idade, em diferentes regiões do mundo. O segundo estudo, intitulado “Diferenças de Gênero e Idade na Agressividade e Depressão em Escolares” objetivou analisar relações existentes entre agressividade...

Impacto dos problemas de sono na agressividade e implicação forense ao nível da tipologia do crime do, psicotapoligia do género

Ferreira, Domingos Júlio Gomes Alves
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 27/07/2011 POR
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37.42%
Os problemas de sono estão associados, tanto nos animais como nos humanos, ao aumento da agressividade. A investigação desta temática é pertinente no contexto forense uma vez que a agressividade é um factor muito associado ao crime. Este trabalho pretendeu verificar se os problemas de sono afectam os níveis de agressividade em ofensores adultos em regime de internamento psiquiátrico. No mesmo sentido, pretendeu-se também verificar até que ponto os possíveis problemas de sono possam estar implicados na génese dos actos agressivos na referida população e conceptualizar o fenómeno em termos de diferenças de género, tipologia de crime e relação com a psicopatologia. A amostra foi constituída por 70 ofensores adultos utentes do Serviço de Psiquiatria Forense do Centro Hospitalar e Psiquiátrico de Coimbra e os instrumentos utilizados foram, além de um questionário sociodemográfico para caracterização da amostra, o Índice de Qualidade do Sono de Pittsburg (PSQI) (Buysse et al, 1989; versão portuguesa adaptada por Ramalho, 2007) para avaliar o sono e o Aggression Questionnaire (AQ) (Buss & Perry, 1992; versão portuguesa adaptada por Rego, 2005) para avaliar os índices de agressividade. Os resultados obtidos apontam para a existência de uma relação entre os problemas de sono e os níveis de agressividade...

Agressividade e o adolescente em conflito com a lei: um estudo psicanal?tico

CRUZ, Alexandre Th?o de Almeida
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.31%
A presente disserta??o de mestrado trata-se de uma pesquisa te?rica fundamentada na psican?lise e na psicopatologia fundamental e prop?e um estudo sobre agressividade e o adolescente em conflito com a lei. Primeiramente demonstra-se como a agressividade ? constitutiva da subjetividade, ou seja, existe em todos os sujeitos humanos, tomando como base a an?lise feita por Freud em o Mal-estar na civiliza??o (1930); posteriormente estuda-se a agressividade em Winnicott (2002) o qual tamb?m afirma ser esta constitutiva da subjetividade e enfatiza a import?ncia de se compreender este conceito em sua rela??o com a tend?ncia anti-social e a delinqu?ncia. Em seguida, apresenta-se uma reflex?o sobre a conduta anti-social e a delinqu?ncia onde se destaca o pensamento de Vilhena (2002) que diferencia agressividade e viol?ncia ao mesmo tempo em que articula os conceitos de de-priva??o com aspectos da contemporaneidade, destacando que a fam?lia ? o lugar do suporte para o adolescente que transgride as leis sociais, assim como a fal?ncia dos pap?is parentais deve ser levada em considera??o no estudo da agressividade, tend?ncia anti-social e delinqu?ncia. Por fim apresenta-se a teoria de Marta Gerez-Ambert?n (2004) sobre o "sujeito do ato" Para a autora o sujeito deve ter um comprometimento subjetivo com seus atos atrav?s de seu discurso. Trabalha-se com a hip?tese de que os adolescentes em conflito com a lei tentam encontrar respostas a seus conflitos e desejos inconscientes. Outrossim...

Clozapina no tratamento da agressividade patológica grave em crianças e adolescentes com transtorno de conduta ou com autismo; Clozapine in the treatment of serious pathological aggression in children and adolescents with conduct disorder or autism

Eduardo Henrique Teixeira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2012 PT
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37.45%
Introdução: Comportamento agressivo pode ser a principal manifestação clínica de Transtorno de Conduta (TC) e Autismo e deve ser cuidadosamente manejado na criança e adolescente, considerando os possíveis prejuízos e a evolução para transtornos psiquiátricos graves na idade adulta. A clozapina se mostrou eficaz no controle da agressividade em crianças e adolescentes com esquizofrenia. Objetivos: Fazer uma análise detalhada dos resultados do uso clínico naturalístico da clozapina no manejo da agressividade patológica grave em TC e Autismo e seu impacto no funcionamento global dos casos estudados. Método: Sete crianças/adolescentes com diagnóstico de TC e quatro com diagnóstico de Autismo foram acompanhados durante seguimento ambulatorial em uso de clozapina por um período de 26 semanas para controle de agressividade patológica grave. Foram avaliadas periodicamente através das escalas CGI e CBCL. Resultados: O resultado foi positivo com dose média de clozapina de 375,0 mg/dia (± 202,2) principalmente em relação à agressividade afetiva/impulsiva, independente do diagnóstico. Em apenas um caso de TC os níveis de agressividade se mantiveram inalterados. A agressividade predatória/pró-ativa teve diminuição apenas parcial. As alterações hematológicas ficaram dentro dos limites de segurança. Conclusões: A clozapina se mostrou eficaz...

O ensino do karatê na diminuição da agressividade de crianças na percepção de professores do sul de Santa Catarina – SC

Colombo, Juliano
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
PT_BR
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Artigo apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Educação Física, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.; O presente estudo tem como objetivo verificar se as aulas de Karatê contribuem na diminuição da agressividade em crianças. A agressividade foi escolhida dentre os outros fatores psicossociais, por que ainda hoje muitas pessoas consideram as Artes Marciais, nesse caso o Karatê, como contribuinte no fator da agressividade, e não como uma ferramenta auxiliadora na diminuição da mesma. Por essa razão foi aplicado um questionário e consequentemente respondido por professores de Karatê a fim de verificarmos se realmente houve mudanças em aspectos psicossociais em crianças praticantes de Karatê referente à agressividade. O professor de Karatê é um grande influente na formação da criança, e muitas vezes os comportamentos inadequados dos alunos, são resultados do ensinamento de um professor não tão capacitado, e que não possui uma verdadeira visão do que é o verdadeiro Karatê-Do. Sendo assim, a prática do Karatê não está vinculada ao comportamento agressivo e/ou violento por parte de seus adeptos. Tanto os estudos sobre a agressividade quanto os estudos relacionados a violência...