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Avaliação da actividade antioxidante de frutos secos

Delgado, Teresa; Pereira, J.A.; Ramalhosa, Elsa
Fonte: Associação Portuguesa de Horticultura Publicador: Associação Portuguesa de Horticultura
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A ingestão de frutos secos pode trazer inúmeros benefícios à saúde humana devido à presença de compostos antioxidantes. Dessa forma, no presente trabalho pretendeu-se avaliar a actividade antioxidante de vários frutos secos, designadamente, avelãs, nozes, amêndoas e pinhões, adquiridos numa grande superfície da região e sujeitos a uma extracção com acetona 80% (v/v) durante 24 horas. Nas diferentes amostras foi avaliado o teor em fenóis totais através do método do Folin-Ciocalteau e a actividade antioxidante através dos métodos do efeito bloqueador dos radicais livres de DPPH e do Poder Redutor. Em termos gerais, as amêndoas e os pinhões foram os frutos secos que apresentaram os menores teores de fenóis totais, 7,0+1,5 e 6,9+1,2 mg GAE/g extracto, respectivamente, ao contrário das nozes, nas quais foi determinado um teor de fenóis totais cerca de 38 vezes superior aos anteriores (268+32 mg GAE/gextracto). Foram também as nozes que apresentaram maior actividade antioxidante, tanto em termos de poder redutor (EC50 = 0,091+0,015 mgextracto/mL) como de actividade bloqueadora de radicais livres, designadamente do radical DPPH (EC50 = 0,060+0,011 mgextracto/mL). Tendo em consideração os resultados obtidos em ambos os ensaios da actividade antioxidante...

Actividade antioxidante e composição em fenóis totais de dez variedades de feijão do ITACYL

Afonso, Sílvia Marlene Esteves; Oliveira, Ivo; Ramalhosa, Elsa; Asensio-S-Manzanera, M.C.; Asensio, Carmen; Bento, Albino; Pereira, J.A.
Fonte: Instituto Tecnológico Agrario de Castilla y León Publicador: Instituto Tecnológico Agrario de Castilla y León
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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O feijão (Phaseolus ltztlgaris L.) é uma leguminosa largamente consumida no mundo, estando-lhe associadas diferentes propriedades nutricionais. Nas últimas décadas o Instituto Tecnológico Agrário de Castela e Leão (ITACyL) tem-se dedicado ao desenvolvimento de novas variedades de feijão. Neste sentido, com o presente trabalho procedeu-se à avaliação do teor em fenóis totais, e da actividade antioxidante através do efeito bloqueador dos radicais livres de DPPH (2,2-difenil-1-picrilhidrazilo) em dez variedades de feijão desenvolvidas naquele organismo (Almonga, Cárdeno, Cardina, Casasola, Corcal, Curruquilla, Moradillo, Tafioga, Tremaya e Tropical). O teor em fenóis totais foi muito diferente entre variedades oscilando entre 4.19±0.18 (variedade Almonga) e 90.85±2.04 (variedade Tafioga) equivalentes de ácido cafeico/100 g de feijão, enquanto os valores de ECso variaram entre 0.17±0.06 (variedade Tafioga) e 20.58±3.93 (variedade Casasola) mg de extracto aquoso liofilizado de feijão/ ml. De maneira geral as amostras com maior teor em fenóis totais conduziram a menores valores de ECso estando os valores significativamente correlacionados (r2= 0.677; p =0.003).

Caracterização físico-química e actividade antioxidante de novas variedades de feijão (Phaseolus vulgaris L.)

Afonso, Sílvia Marlene Esteves
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária Publicador: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O feijão (Phaseolus vulgaris L.) é uma leguminosa que é largamente consumida no mundo, estando-lhe associadas diferentes propriedades nutricionais. O feijão contribui substancialmente como fonte de proteína para grande parte da população mundial, especialmente onde o consumo de proteína animal é relativamente baixo. Com o presente trabalho procedeu-se à avaliação do efeito do tempo de cozedura no potencial antioxidante do feijão, assim como a sua avaliação nutricional. O tempo de cozedura é determinante no teor de compostos fenólicos dos extractos de feijão. Na composição físico-química do feijão cozido, o constituinte maioritário é a água, com quantidades significativas de proteínas. Nas últimas décadas o Instituto Tecnológico Agrário de Castela e Leão (ITACyL) tem dedicado parte da sua actividade ao desenvolvimento de novas variedades de feijão e, em colaboração com a Escola superior Agrária de Bragança (Portugal) procede á avaliação de algumas propriedades biológicas nessas variedades. Sendo assim, procedeu-se à avaliação do teor em fenóis totais, e da actividade antioxidante através do efeito bloqueador dos radicais livres de DPPH (2,2-difenil-1-picrilhidrazilo) e do poder redutor em dez variedades de feijão (coloridos e brancos) desenvolvidas naquele organismo (Almonga...

Composição química e actividade antioxidante das folhas internas da couve tronchuda

Pereira, J.A.; Sousa, C.; Ferreres, F.; Valentão, P.; Seabra, R.M.; Andrade, P.B.
Fonte: Instituto Politécnico de Beja Publicador: Instituto Politécnico de Beja
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A couve tronchuda (Brassica oleracea L. var. costata DC) é uma das couves mais consumidas pelos portugueses, especialmente durante o Inverno, apresentando as folhas (internas e externas) diferenças organolépticas marcadas. No presente trabalho procedeu-se à caracterização química das folhas internas de couve tronchuda, através da identificação e quantificação dos compostos fenólicos e dos ácidos orgânicos que as compõem e avaliou-se o seu potencial antioxidante. Foram identificados e quantificados, por HPLC-DAD-ESI-MS e HPLC/DAD, respectivamente, 17 compostos fenólicos: quercetina 3-O-soforósido-7-O-glucósido, ácido 3-p-cumaroilquínico, campferol 3-O-soforósido-7-O-glucósido, campferol 3-O-(cafeoil)-soforósido-7-O-glucósido, ácido sinapoilglucósido, campferol 3-O-(sinapoil)-soforósido-7-O-glucósido, campferol 3-O-(feruloil)-soforósido-7-O-glucósido, campferol 3-O-(p-cumaroil)-soforósido-7-O-glucósido, ácido 4-p-cumaroilquínico, ácido sinápico, campferol 3-O-soforósido, 3 isómeros de 1,2-di-sinapoilgentiobiose, 1-sinapoil-2-feruloilgentiobiose, 1,2,2-tri-sinapoilgentiobiose e 1,2’-di-sinapoil-2-feruloilgentiobiose. Foram também identificados e quantificados, por HPLC/UV, sete ácidos orgânicos (ácidos aconítico...

Actividade sequestrante de radicais livres do medronho (Arbutus unedo L.).

Oliveira, Ivo; Pereira, J.A.; Bento, Albino; Baptista, Paula
Fonte: Associação Portuguesa de Horticultura Publicador: Associação Portuguesa de Horticultura
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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O medronho e um fruto usado no fabrico de bebidas alcoólicas, geleias e doces. A sua composição química apresenta elevados teores de açúcares, minerais, e uma grande quantidade de compostos com actividade antioxidante com comprovados efeitos benéficos na saúde humana. No presente trabalho teve por objectivo avaliar a actividade antioxidante do medronho. Para tal, em extractos metanó1icos foi quantificado o tear em fenóis totais, e a actividade antioxidante através dos métodos do poder redutor, do efeito bloqueador de radicais de DPPH (2,2-difenil-l-picrilhidrazilo) e do efeito sequestrante de radicais superóxido. O tear de fenóis totais observado nas amostras de medronho foi de 43,66±S,12 meq. de acido gálico/ g de extracto. Os valores de EC,. obtidos para o poder redutor e para 0 efeito bloqueador de radicais superóxido foi de, respectivamente 1,83 ± 0,18 mg/mL e 2,66 ± 1,44 mg/g de extracto. Na avaliação do efeito bloqueador de radicais de DPPH, foi determinado 0 valor de EC25, que correspondeu a 0,69 ± 0,33 mg/g de extracto.

Actividade antioxidante de folhas de medronheiro (Arbutus unedo L.) de 19 genótipos provenientes da região de Bragança

Sá, Olga; Malheiro, R.; Baltasar, José Luís; Pereira, J.A.; Baptista, Paula
Fonte: Associação Portuguesa de Horticultura Publicador: Associação Portuguesa de Horticultura
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Nos últimos anos, tem-se verificado na região de Trás-os-Montes a substituição do medronheiro (Arbutus unedo L.) por espécies florestais. Este facto resulta da pouca importância económica atribuída a esta espécie fruteira. Com o intuito de inverter esta situação, no presente trabalho procedeu-se à caracterização da actividade antioxidante das folhas, afim de seleccionar os genótipos de superior qualidade e incentivar a sua utilização na indústria farmacêutica e química. Para tal, em diferentes localidades do distrito de Bragança foram colhidas folhas de medronheiro de 19 indivíduos, e determinada a sua actividade antioxidante através dos métodos do poder redutor e do efeito bloqueador de radicais de DPPH (2,2-difenil-1-picrilhidrazilo). Na generalidade dos extractos analisados verificou-se a existência de uma relação de dependência entre a concentração dos extractos e a actividade demonstrada. Os valores de EC50 para o método do poder redutor oscilaram entre 0,234 e 0,378 mg de extracto/ml, enquanto para o método do DPPH variaram entre 0,089 e 0,142 mg de extracto/ml. As folhas provenientes de Vila Verde foram as que apresentaram maior actividade antioxidante enquanto as provenientes de Vila Boa 2 expressaram a menor actividade. ln the last years there has been noticed...

Composição química e actividade antioxidante de folhas de diferentes castas de videira

Pires, Ana Patrícia Martins
Fonte: Instituto Politécnica de Bragança, Escola Superior Agrária Publicador: Instituto Politécnica de Bragança, Escola Superior Agrária
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Neste trabalho pretendeu-se caracterizar os compostos fenólicos e avaliar a actividade antioxidante de extractos aquosos obtidos de folhas de Vitis vinifera L., de diferentes castas (brancas e tintas) colhidas em Sendim, concelho Miranda do Douro, distrito de Bragança. Para tal, determinaram-se os fenóis individuais por HPLC-DAD, tendo sido a actividade antioxidante avaliada pelos métodos do efeito bloqueador de radicais livres de DPPH, do poder redutor e da actividade sequestrante para o radical hidroxilo. Da análise dos compostos fenólicos foi possível identificar seis compostos fenólicos, designadamente, o ácido trans-cafeoiltartárico, o ácido transcumaroiltartárico, a miricetina-3-O-glucósido, a quercetina-3-O-glucósido, quercetina- 3-O-galactósido e, ainda, o campferol-3-O-glucósido, tendo sido a quercetina-3-Oglucósido + quercetina-3-O-galactósido a mais abundante. Os extractos aquosos de folhas de videira mostraram possuir actividade antioxidante bloqueadora de radicais de DPPH e poder redutor, com valores de EC50 inferiores a 1 mg/mL. Em relação à actividade sequestrante para o radical hidroxilo, constatou-se que os extractos apresentaram efeito pró-oxidante e que são capazes de quelatar o ferro. Assim...

Actividade antioxidante e composição em fenóis totais de dez novas variedades de feijão do ITACYL

Afonso, Sílvia Marlene Esteves; Oliveira, Ivo; Ramalhosa, Elsa; Asensio-S-Manzanera, M.C.; Asensio, Carmen; Bento, Albino; Pereira, J.A.
Fonte: Instituto Tecnológico Agrario de Castilla y León Publicador: Instituto Tecnológico Agrario de Castilla y León
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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O feijão (Phaseolus ltztlgaris L.) é uma leguminosa largamente consumida no mundo, estando-lhe associadas diferentes propriedades nutricionais. Nas últimas décadas o Instituto Tecnológico Agrário de Castela e Leão (ITACyL) tem-se dedicado ao desenvolvimento de novas variedades de feijão. Neste sentido, com o presente trabalho procedeu-se à avaliação do teor em fenóis totais, e da actividade antioxidante através do efeito bloqueador dos radicais livres de DPPH (2,2-difenil-1-picrilhidrazilo) em dez variedades de feijão desenvolvidas naquele organismo (Almonga, Cárdeno, Cardina, Casasola, Corcal, Curruquilla, Moradillo, Tafioga, Tremaya e Tropical). O teor em fenóis totais foi muito diferente entre variedades oscilando entre 4.19±0.18 (variedade Almonga) e 90.85±2.04 (variedade Tafioga) equivalentes de ácido cafeico/100 g de feijão, enquanto os valores de ECso variaram entre 0.17±0.06 (variedade Tafioga) e 20.58±3.93 (variedade Casasola) mg de extracto aquoso liofilizado de feijão/ ml. De maneira geral as amostras com maior teor em fenóis totais conduziram a menores valores de ECso estando os valores significativamente correlacionados (r2= 0.677; p =0.003).

Composição química e atividade antioxidante de diferentes variedades de pimento (Capsicum annum L.)

Nogueira, Lília
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Dissertação de Mestrado
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56.71%
Existe uma preocupação crescente sobre o consumo de produtos alimentares de elevada qualidade, com possibilidade de contribuir para a diminuição do envelhecimento precoce, reduzir processos inflamatórios e evitar o aparecimento de doenças degenerativas. Exemplos de compostos associados a estas propriedades são os compostos fenólicos, carotenóides, fitosteróis, ácidos orgânicos e saponinas, entre outros. A informação sobre estes compostos, em alguns tipos de produtos alimentares, é ainda escasso, particularmente em Portugal em que a maioria dos estudos são feitos apenas para a composição química. Neste contexto, devido à informação científica limitada sobre o interesse biológico dos pimentos para a saúde humana, apresentamos este estudo, em que queremos demonstrar o alto valor biológico de diferentes cultivares de pimentos com relevância económica em Portugal. A partir de diferentes pimentos selecionados (Capsicum annuum L.) (pimento amarelo, pimento vermelho, pimento vermelho italiano, pimento verde, pimento verde italiano, pimento verde padrão e piripiri) procedeu-se á avaliação da composição química (vitamina C, carotenóides e clorofilas, compostos fenólicos e flavonóides, fenólicos e capsaicinóides individuais ) e potencial antioxidante pelos métodos de DPPH...

Avaliação da capacidade antioxidante e antimicrobiana em algas da costa de Peniche (Portugal): identificação de compostos bioactivos com elevado potencial biotecnológico

Pinteus, Susete
Fonte: Instituto Politécnico de Leiria Publicador: Instituto Politécnico de Leiria
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Dissertação de Mestrado em Biotecnologia dos Recursos Marinhos apresentada à ESTM - Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria; Neste trabalho foi avaliado o potencial biotecnológico de dez algas da costa de Peniche relativamente à sua capacidade antioxidante e antimicrobiana. As algas analisadas foram Asparagopsis armata, Plocamium cartilagineum, Ceramium ciliatum, Sphaerococcus coronopifolius, Codium adhaerens, Ulva compressa; Fucus spiralis, Saccorhiza polyschides, Stypocaulon scoparium e Halopteris filicina. A identificação de compostos bioactivos das algas que revelaram o maior potencial biotecnológico também foi alvo de estudo. Os compostos bioactivos foram extraídos das algas com recurso a solventes, nomeadamente metanol, n-hexano e diclorometano. Estes extractos foram utilizados em todos os ensaios experimentais. A capacidade antioxidante foi determinada através da Quantificação Total de Polifenóis (QTP) pelo método de Folin-Ciocalteu e através da avaliação da capacidade de redução do radical 1, 1-Difenil-2-picrilhidrazil (DPPH). A capacidade antimicrobiana foi avaliada através do método de difusão em disco em Bacillus subtilis e Escherichia coli. Por outro lado...

Avaliação da actividade antioxidante dos ácidos úrico e ascórbico pelo método RACE

Oliveira, Raquel; Yilmaz, Pinar; Yavas, Pinar; Geraldo, M. Dulce; Bento, M. Fátima
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2011 POR
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Os antioxidantes desempenham um papel importante na prevenção e tratamento de doenças relacionadas com o envelhecimento, sendo por isso muito usados em produtos farmacêuticos, suplementos dietéticos e cosméticos. Numerosos estudos têm sido desenvolvidos no sentido de estabelecer os mecanismos de acção destas substâncias [1], determinar a actividade antioxidante de compostos [2] e definir índices de capacidade antioxidante de alimentos e amostras biológicas [3]. Na determinação da capacidade antioxidante através de testes químicos e biológicos é comum o uso de oxidantes fortes, espécies reactivas de oxigénio (ROS) ou espécies reactivas de azoto (RNS) geradas in situ [1]. A simulação do ataque oxidativo destas espécies e a monitorização da reactividade dos antioxidantes por métodos electroquímicos serviu de base ao desenvolvimento de um método que dispensa a utilização de reagentes específicos [4]. Este método denominado Reducing Antioxidant Capacity Evaluated by Electrolysis (RACE) foi desenvolvido recentemente no nosso grupo e foi testado em antioxidantes e misturas de antioxidantes relevantes do ponto de vista alimentar como os polifenóis. Neste trabalho, é feita a aplicação deste método a compostos com reconhecida acção fisiológica no combate ao stress oxidativo. São estudados os antioxidantes hidrossolúveis mais abundantes no nosso organismo...

Efeito da adição de sesquiterpenóides e quitosana e aplicação de alta pressão hidrostática na proliferação de leveduras e actividade antioxidante de vinho branco

Nunes, C.; Rocha, S. M.; Saraiva, J. A.; Lopes da Silva, J. A.; Mendo, S.; Coimbra, M. A.
Fonte: Universidade dos Açores, SPQ Publicador: Universidade dos Açores, SPQ
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A adição de sulfuroso nas diferentes etapas de vinificação tem por objectivo impedir o crescimento de microrganimos nocivos ao vinho, bem como actuar como antioxidante, mantendo as características sensoriais do vinho. Contudo, os produtores têm procurado reduzir a utilização de sulfuroso dada a sensibilidade alérgica a este composto por cerca de um terço dos consumidores. Neste trabalho foram testados diferentes tratamentos com o objectivo de desenvolver tecnologias para a substituição total ou parcial do sulfuroso adicionado na vinificação. Foram estudados três tratamentos diferentes em vinho branco de forma isolada e em combinação: adição de um sesquiterpenóide, adição de quitosana e a utilização da tecnologia de alta pressão hidrostática. Para fins de comparação, também foi preparado e analisado um vinho com sulfuroso e outro sem nenhum tipo de tratamento. Os vinhos tratados com quitosana e alta pressão, ao fim de um mês de armazenamento, ainda apresentavam ausência de leveduras. Contudo, no vinho sem tratamento e no vinho em que só foi adicionado o sesquiterpenóide verificou-se crescimento de leveduras (5x1 04-6x1 o4 UFCJmL). A actividade antioxidante foi superior no vinho branco tratado com o sesquiterpenóide (28%)...

Desenvolvimento de filmes de quitosana insolúveis em meio ácido com actividade antioxidante

Maricato, Élia Sofia Oliveira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A quitosana é um polissacarídeo constituído maioritariamente por resíduos de D-glucosamina e, em menor número, por resíduos de N-acetil-D-glucosamina com ligação β-1,4. A quitosana tem a capacidade de formar filmes com capacidade antioxidante mas que são solúveis em soluções ácidas. Neste trabalho procedeu-se ao desenvolvimento de uma metodologia para a produção de filmes com base em quitosana insolúveis em meio ácido e com capacidade antioxidante para poderem ser aplicados no processo de vinificação para a substituição da adição de SO2. Com este objectivo foi optimizada uma metodologia para ligação do ácido cafeico (Caf), composto fenólico com actividade antioxidante, por mecanismo radicalar com recurso a agentes oxidantes como persulfato de potássio (KPS) e o hexanitrocerato (IV) de amónio (CAN). A ligação de ácido cafeico aos filmes de quitosana e filmes híbridos de quitosana com (3-cloropropil)trimetoxissilano (CPTMS), com recurso tanto a KPS como a CAN, deu origem a filmes com baixa capacidade antioxidante. No entanto, a ligação de ácido cafeico à quitosana em solução aquosa de ácido acético 5%, utilizando CAN 60 mM, e posterior formação dos filmes, revelou ser a melhor metodologia para a produção de filmes com actividade antioxidante. Estes filmes foram neutralizados com NaOH e reduzidos com NaBH4 com o intuito de aumentar a sua actividade antioxidante. Os filmes de quitosana com ácido cafeico neutralizados apresentaram uma actividade 40% superior em relação aos filmes de quitosana. No entanto...

Actividade antioxidante de complexos proteína-polissacárido produzidos em culturas de Pleurotus ostreatus

Martins, M. Rosário; Caldeira, A. Teresa; Salvador, Cátia; Terasso, A.; Karmali, Amin; Candeias, M. Fátima; Arteiro, J. M.
Fonte: Sociedad Española de Fitoterapia (SEFIT) e Sociedade Portuguesa de Fitoquímica y Fitoterapia (SPFito) Publicador: Sociedad Española de Fitoterapia (SEFIT) e Sociedade Portuguesa de Fitoquímica y Fitoterapia (SPFito)
Tipo: Artigo de Revista Científica
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66.6%
Diversas espécies de cogumelos comestíveis têm sido referidas como fonte de compostos, nomeadamente complexos proteína-polissacárido, com propriedades terapêuticas. Neste trabalho efectuaram-se culturas de Pleurotus ostreatus em meio líquido e avaliou-se o perfil de produção de complexos proteína-polissacárido extra e intracelulares (EPS e IPS) utilizando diversas fontes de carbono: glucose, sacarose, maltose, manitol, beterraba e repiso de tomate, durante 14 dias de cultura. A concentração de IPS e EPS produzida nestas culturas variou entre 127 e 444 mg L-1 respectivamente. Todas as culturas de P.ostreatus produziram compostos com actividade antioxidante avaliada pelo método do DPPH, no entanto, as culturas contendo beterraba e repiso de tomate como fontes de carbono foram as que produziram maior quantidade destes compostos (inibição >45% para EPS e >22% para IPS). Os extractos de EPS e IPS das culturas em repiso de tomate e beterraba foram também os que apresentaram valores mais elevados de SOD, seguidos das culturas em glucose. As propriedades antioxidantes observadas nas culturas de P. ostreatus sugerem que culturas submersas deste Basidiomycete poderão ser uma importante fonte de compostos bioactivos com potencial valor medicinal. Este processo permite também valorizar a utilização de resíduos agro-industriais...

Estudos de actividade inibidora de acetilcolinesterase e actividade antioxidante por derivados de colina de ácidos cafeico, cinâmico e rosmarínico: metabolismo in vitro destes compostos

Santos, Susana Isabel Pólvora
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Tese de mestrado, Bioquímica (Bioquímica Médica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, 2009; A doenca de Alzheimer (AD) e considerada a forma mais comum de demência na populacao idosa. O cérebro de um doente de AD é caracterizado por uma deficiência na neurotransmissão colinergica central, principalmente pela diminuição de acetilcolina. Um dos tratamentos para esta doença é a utilizacao de inibidores de acetilcolinesterase, enzima responsável pela degradação da acetilcolina. Por outro lado, a inflamação e o stress oxidativo são algumas das causas desta doença, pelo que pensa-se que a acção de antioxidantes poderá contribuir também para o seu tratamento. Neste trabalho estudou-se a actividade inibidora de acetilcolinesterase e a actividade antioxidante de compostos fenólicos, devido às suas propriedades antioxidantes, e respectivos ésteres de colina sintetizados, com o intuito de encontrar compostos mais eficazes. De todos os compostos fenólicos estudados (ácidos cafeico, cinâmico, rosmarínico, 3,4- dimetoxicinâmico e trolox), o ácido rosmarínico apresentou maior actividade antioxidante, EC50 = 6,38 μM, e melhor capacidade de inibir o enzima, IC50 = 1,2 mM. Contudo, observou-se que a introdução do grupo colina...

Bioactividade do mel: actividade antioxidante, antimicrobiana e composição em ácidos orgânicos

Lopes, Marina Filipa Paixão Domingos
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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67.04%
Tese de mestrado em Bioquímica, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2010; O mel tem sido alvo de vários estudos sobre a sua composição e propriedades, indicando que alguns méis de diferentes origens possuem propriedades antimicrombianas e antioxidantes específicas, que variam de acordo com a sua origem floral. Os Açores com a sua flora endémica são propícios para a produção de mel. No entanto, existem poucos estudos que caracterizam os méis açorianos. Deste modo, foram analisadas 27 amostras de mel de diferentes ilhas dos Açores, de Portugal continental, Austrália, Argentina e Nova Zelândia, avaliando-se a sua composição em fenóis totais e avaliando-se a actividade antioxidante através do método de avaliação da capacidade de captação de radicais (DPPH) e do poder antioxidante pela redução de ferro (FRAP). Foram avaliados a actividade da água (aw), pH e cor, e analisados os ácidos orgânicos (fórmico, D-málico, láctico, acético, maleico, cítrico, succínico e fumárico) por cromatografia Liquida de Alta Pressão (HPLC) e o ácido glucónico total (ácido D-glucónico livre e D-glucono-δ-lactona) por um Kit enzimático da Boehringer. Foi ainda avaliada a actividade antimicrobiana contra duas estirpes de Staphylococcus aureus (3DA e 2LaQ) pelo método por difusão em agar ("well-assay test") e realizada a análise polínica através da contagem dos grãos de pólen dos méis por microscopia óptica. Efectuaram-se regressões lineares múltiplas entre a análise polínica e o pH...

Actividade antioxidante de diferentes hortofrutícolas da ilha Terceira

Dias, Cátia Alexandra Mendes
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 23/03/2011 POR
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47.03%
Dissertação de Mestrado em Ciências Biomédicas.; Os efeitos protectores dos produtos naturais, como frutas e vegetais, na saúde estão na sua maioria relacionados com os compostos fenólicos e antioxidantes (Chun et al., 2005). Neste sentido, foi-se determinar a actividade antioxidante de diferentes variedades de batata-doce, inhame, banana e maçã da ilha Terceira. Uma vez que tanto a batata-doce como o inhame não são consumidos crus, testou-se o efeito que os diferentes tratamentos térmicos tinham na actividade antioxidante avaliada pela regeneração da peroxidase (HPR), expressa em % da sua inibição. Verificou-se que processamento térmico da batata-doce aumentou a sua actividade antioxidante sendo esta tanto maior se a batata fosse cozida com casca. Ao contrário, o tratamento térmico não afectou a actividade antioxidante do inhame, no entanto a sua idade no momento da colheita afectou claramente a actividade antioxidante, tendo-se verificado que quanto mais tempo deixado na terra maior seria esta actividade. A actividade antioxidante exibida tanto pela batata-doce como pelo inhame não se relacionara com a cor da polpa. Na banana testou-se a actividade antioxidantes em três estados de maturação (verde, intermédia e madura)...

Determinação da actividade antioxidante e composição fenólica de vinhos portugueses e correlação com parâmetros de cor

Rodrigues, Joana Abreu
Fonte: Faculdade de Ciências e Tecnologia Publicador: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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66.89%
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Tecnologia e Segurança Alimentar – Qualidade Alimentar; Este trabalho teve por objectivo a determinação da actividade antioxidante, perfil de compostos fenólicos e características de cor para 63 vinhos tintos, 21 vinhos brancos e 4 vinhos rosés, das regiões Península de Setúbal, Lisboa e Tejo. Para todos os vinhos, foi avaliado o poder de redução férrica (FRAP), a capacidade de sequestração do radical DPPH, a quantificação dos compostos fenólicos totais pelo método de Folin-Ciocalteu, e identificação e quantificação de compostos fenólicos por HPLC-DAD. Alguns destes compostos foram identificados e quantificados, representando alguns dos grupos de fenólicos mais importantes do vinho: o ácido gálico (ácido benzóico), os ácidos cafeico e ferúlico (ácidos hidroxicinâmicos), o trans-resveratrol (stilbeno) e a quercetina (flavonol). Os vinhos brancos e rosés foram submetidos a uma análise suplementar de actividade antiradicalar por fotoquimioluminescência. Relativamente às características de cor dos vinhos tintos, foram tidos em conta a intensidade, tonalidade, brilho e composição de cor. Os vinhos brancos da Estremadura, juntamente com os vinhos tintos produzidos a partir da casta Alicante Bouschet...

Avaliação da actividade antioxidante e antimutagénica em diferentes infusões medicinais: barbas de milho, carqueja, dente de leão, folhas de oliveira e urtiga-branca

Lima, Katelene Soraia Pereira
Fonte: Faculdade de Ciências e Tecnologia Publicador: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Tecnologia e Segurança Alimentar; Recentemente, os antioxidantes exógenos introduzidos através de dieta ou por outros meios tornaram-se populares. Tem havido um crescente interesse na identificação de possíveis antioxidantes dietéticos capazes de tratar ou prevenir doenças causadas por radicais livres. O objectivo deste trabalho foi o de contribuir para um melhor conhecimento das propriedades bioactivas de cinco infusões de plantas medicinais de consumo comum em Portugal, nomeadamente as infusões de carqueja (Pterospartum tridentatum), dente de leão (Taraxacum officinale), barbas de milho (Zea mays), folhas de oliveira (Olea europaea) e urtiga-branca (Lamium album). Para isso determinou-se o seu conteúdo em compostos fenólicos totais e em flavonóides totais e avaliou-se a capacidade antioxidante e antimutagénica destas infusões. Assim, a capacidade para inibir os efeitos mutagénicos do tert-butil hidroperóxido foi utilizada para avaliar a actividade antimutagénica, enquanto que a actividade antioxidante foi avaliada utilizando diferentes tipos de ensaios, nomeadamente ensaios de avaliação da actividade redutora (FRAP e CUPRAC), de quelação de Fe(II) e de sequestro dos radicais hidroxilo...

Avaliação fitoquímica e actividade antioxidante de compostos fenólicos presentes em 'Valerianella Locusta'

Parente, Catarina Pereira; Lima, Maria João, orient.; Guido, Luís Ferreira, co-orient.; Lemos, Edite Teixeira de, co-orient.
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu. Escola Superior Agrária Publicador: Instituto Politécnico de Viseu. Escola Superior Agrária
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /02/2013 POR
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Dissertação de Mestrado em Qualidade e Tecnologia Alimentar; Nos últimos anos, o consumo de frutas e vegetais tem sido recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), numa perspectiva de prevenção de diversas patologias, tais como o cancro, a osteoporose e doenças cardiometabólicas e degenerativas. Os benefícios destes alimentos para a saúde humana estão associados à presença de compostos com actividade antioxidante capazes de minimizar alterações celulares induzidas por espécies reactivas de oxigénio e azoto. O presente trabalho tem como principais objectivos determinar o teor total de polifenóis e consequentemente a capacidade antioxidante dos brócolos e canónigos, avaliando paralelamente a influência das condições de extracção através de variadas técnicas espectrofotométricas; e ainda caracterizar a composição fenólica dos canónigos após separação por cromatografia líquida (HPLC-DAD-ESI/MS/MS). Os resultados mostram que os canónigos possuem um teor de polifenóis totais cerca de 3 vezes superior em relação aos bróculos, bem como 4 a 22 vezes maior capacidade antioxidante. O solvente mais eficaz na extracção dos polifenóis em ambos os vegetais foi o metanol. Foram identificados cinco compostos fenólicos...