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Ação e conhecimento em Aristóteles: estudo da acrasia a partir da Etica Nicomaqueia; Action et connaissance chez Aristote: étude de la acrasie à partir de l'Ethique à Nicomaque

Faustino, Dioclézio Domingos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2014 PT
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Esta dissertação consiste em um estudo sobre a acrasia como um problema filosófico a partir da ética de Aristóteles. Diferente de Sócrates que negava a existência da acrasia no campo moral, Aristóteles consagrará a quase totalidade do livro VII da Ética Nicomaqueia ao estudo desse tema. Para Sócrates se o agente conhece a regra moral, ele agirá conforme esse conhecimento, caso o indivíduo aja diferentemente ao que a regra moral determina é porque, então, ele não possuía verdadeiramente o conhecimento moral. Aristóteles, por sua vez, defende que o acrático age contrariamente a sua deliberação, àquilo que julga como sendo o melhor a ser feito. A partir desse quadro, analisamos a crítica aristotélica à tradição socrática e os argumentos de Aristóteles em defesa da existência da acrasia.; Cette dissertation est une étude sur acrasie comme un problème philosophique à partir de l'éthique d'Aristote. Contrairement à Socrate, qui a nié l'existence de la acrasie dans le domaine moral, Aristote consacre une grande partie de le livre VII de lÉthique à Nicomaque pour l'étude de ce sujet-là. Pour Socrate, si l'agent sait la règle morale, il agira selon cette connaissance, si l'individu agit différemment de ce qui détermine la règle morale est parce qu'alors il ne possède pas vraiment la connaissance morale. Aristote...

Acrasia e Alucinação em Aristóteles

Oliveira, Filipe Klein de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência Formato: application/pdf
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Da filosofia antiga à filosofia contemporânea da acção

Santos, Ricardo
Fonte: Edições Colibri Publicador: Edições Colibri
Tipo: Parte de Livro
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In this chapter, the author presents and develops his views on the philosophy of action. One main theme is the problem of acrasia: how is it possible that a person sometimes acts freely and intentionally against his own better judgement? The author criticizes Donald Davidson’s solution to this problem for being unrealistic and exaggerating the rationality of the agent. He also presents his original way of reading Aristotle’s most famous text on this subject, in Ethica Nicomachea VII 3. The role of desires and reasons in the motivation of action, the individuation of actions, and the possibility of mental causation are also discussed.

Acrasia

Antunes, David João Neves
Fonte: FCSH - UNL Publicador: FCSH - UNL
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2002 POR
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Coordenação de Carlos Ceia.; Nesta entrada de dicionário, descreve-se em detalhe o fenómeno da acrasia e a sua extrema relevância no entendimento do funcionamento da acção e dos fenómenos de irracionalidade na conduta humana.

Sobre a acrasia em Aristóteles: sua possibilidade, a abordagem dialética e a resposta antissocrática ao problema

Mendonça, Fernando Martins
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Essa dissertação tem como objetivo ligar as diversas passagens em que Aristóteles trata da acrasia na Ethica Nicomachea, mostrando que elas formam uma noção clara e consistente desse tipo de ação. Essa noção também é consistente com a abordagem da acrasia no livro VII 1-3, onde Aristóteles trata a acrasia de modo dialético. O método dialético usado, levado a sério, mostrará que Aristóteles salva os phainomena, que são as opiniões aceitas acerca da acrasia, e recusa fortemente a tese socrática, segundo a qual a acrasia não existe porque ninguém pode agir contra o conhecimento que possui. Em vista disso, a interpretação proposta se colocará fortemente contrária à interpretação que atribui a causa da acrasia á ignorância de algum dos elementos do silogismo prático. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This dissertation aims to connect the various passages in which Aristotle deals with the akrasia in Nicomachea Ethics, showing that they form a clear and consistent notion of such an action. This notion is also consistent with the approach of the acrasia in the book VII 1-3, where Aristotle treats acrasia in a dialectical way. The dialectical method used...

Paternalisme et acrasie

Fecteau Robertson, Julien
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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Ce mémoire propose une analyse des justifications du paternalisme étatique dans les cas d’acrasie. Nous explorerons d’abord quelques théories et conceptions de l’acrasie, démontrant la nécessité de développer une conception de l’agent acratique qui soit en quelque sorte subdivisible. Mous exposerons par la suite en quoi cette conception de l’individu remet en question certains présupposés fondamentaux du libéralisme. Notre second chapitre sera consacré à une redéfinition de certains principes libéraux en fonction de notre conception de l’individualité. Cette redéfinition nous permettra d’expliquer comment l’intervention étatique de type paternaliste peut être parfois justifiée d’un point de vue libéral. Le cœur de notre argumentation mettra l’accent sur l’importance pour l’État d’assurer l’autonomie de ses citoyens en concevant leur raison comme faculté d’intégration personnelle. Notre troisième chapitre tentera d’explorer divers exemples de cas concrets où les principes développés plus tôt pourront s’appliquer.; The purpose of this master thesis is to analyze paternalistic justifications for State intervention in cases of acrasia. We first start by exploring some theories and conceptions of acrasia showing the necessity to develop a conception of the acratic agent as somehow subdivisible. We then show that this conception of the individual challenges some of the most central presuppositions for political liberalism. Our second chapter means to redefine some liberal principles according to our conception of individuality. This redefinition will enable us to explain how paternalistic State intervention can sometime be justified from a liberal point of view. Our argumentation will focus on the importance for the State to ensure the autonomy of its citizens by securing the role of their reason as a faculty of personal integration. Our third chapter means to explore diverse practical cases in which the principles developed earlier can apply.

La exculpación como categoría del razonamiento práctico

Mañalich Raffo, Juan Pablo
Fonte: INDRET -Revista para el Análisis del Derecho Publicador: INDRET -Revista para el Análisis del Derecho
Tipo: Artículo de revista
ES
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El artículo ofrece una reconstrucción del significado de “exculpación” como categoría de la imputación jurídico-penal, entendida ésta como un esquema específico de razonamiento práctico. Sobre la base de una concepción de las normas de comportamiento como razones excluyentes para la acción, se propone una interpretación de la tesis de Karl Binding acerca de la psicología esotérica del derecho, en términos de un principio de la contra-facticidad de la imputación. Ello lleva a la tesis de que la función específica de las reglas de exculpación consiste en un desacoplamiento del sujeto de la imputación del estatus excluyente de persona (en sentido hegeliano), sobre el cual recae la expectativa de fidelidad al derecho cuya frustración pueda dar lugar a un reproche jurídico-penal de culpabilidad. Este último argumento se construye a través de una indagación en la solución de la así llamada “paradoja de la acrasia” elaborada por Donald Davidson.

Acrasia, Metamorfoses e o Suicídio de Sêneca na Ética de Espinosa

Pinheiro, Ulysses; Universidade Federal do Rio de Janeiro
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2013 POR
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A teoria de Espinosa enfrenta, aparentemente, dificuldades para incorporar a noção de conflito interno, uma vez que ela defende a tese segundo a qual a essência atual do homem, como de resto de toda coisa singular, envolve apenas a afirmação do que lhe pertence. Porém, para explicar o fenômeno da servidão, formulado em termos da noção de acrasia, a Ética deve dar conta de uma forma qualquer de conflito interno, ainda que seja ilusório. Usando o suicídio como um modelo extremo de aparente conflito interno, poderemos esclarecer esse aspecto da filosofia espinosista. AbstractSpinoza's theory faces some difficulty in assimilating the notion of internal conflict due to one of its central claims, following which the actual essence of man, like those of every other singular thing, involves only the affirmation of what belongs to him. To explain the phenomenon of servitude, however, the demonstrations presented in Ethics should account for some form of internal conflict, even if it is simply illusory, since the former is explained in terms of the notion of akrasia. Using suicide as an extreme model of internal conflict, we can elucidate this aspect of Spinoza's philosophy.p

Acrasia entre Aristóteles e Sócrates

Destrée, Pierre; Université catholique de Louvain
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2013 POR
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A concepção e a explicação que Aristóteles nos propõe do fenômeno da acrasia parece ser um verdadeiro paradoxo. De um lado, ele parece avalizar o senso comum, que considera esse fenômeno uma falta de domínio de si devido à fraqueza da vontade. Por outro lado, contudo, Aristóteles parece também sustentar uma concepção fortemente intelectualista da acrasia. Esse paradoxo se cristaliza na figura de Sócrates. Nesse texto, eu gostaria de defender uma posição conciliadora: Aristóteles não adota nem uma nem outra dessas duas concepções antinômicas, mas, em conformidade com seu método habitual, ele tenta conciliá-las, corrigindo uma e outra. Contra a posição corrente, ele mostra que no momento do ato acrático, o acrático, como um homem bêbado ou adormecido, tem de fato um defeito de conhecimento. Eu tento mostrar que esse defeitoé uma falta de phantasia bouleutikê : o acrático não vê - ou não vê mais – esse bolo aqui como não devendo ser comido, e, então, ele não tem vontade de resistir a ele. Mas contra a doutrina de Sócrates, Aristóteles considera que essa falta de conhecimento, ou de utilização do conhecimento prático, por meio da phantasia bouleutikê, é causada pela irrupção de um desejo irracional irresistível...