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Microbiota no megaesôfago chagásico. ; Microbiota in chagasic megaesophagus

Pajecki, Denis
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/11/2001 PT
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37.27%
A estase de secreção salivar e alimentos deglutidos na luz esofágica de pacientes com megaesôfago chagásico traz como consequências: (1) supercrescimento bacteriano na luz do órgão, (2) episódios de aspiração pulmonar e infecções respiratórias de repetição, (3) aumento do risco dos procedimentos terapêuticos cirúrgicos ou endoscópicos em caso de perfuração pela maior possibilidade de contaminação, (4) desenvolvimento de processos inflamatórios crônicos na mucosa esofágica, que podem predispor ao aparecimento de displasia e câncer. Apesar disto, a microbita esofágica no megaesôfago nunca foi estudado. Esse estudo teve o objetivo de analisar qualitativa e quantitativamente a microbiota presente no líquido de estase esofágico de pacientes portadores de megaesôfago chagásico, comparando-a com a existente em indivíduos sadios. Foram estudados prospectivamente 25 pacientes (10 homens e 15 mulheres) com idades variando de 24 a 74 anos (  = 49,1a). Quinze pacientes eram portadores de esofagopatia chagásica, sendo 5 portadores de mega grau I (MG1), 5 portadores de mega grau II (MG2) e 5 portadores de mega grau III (MG3), segundo a classificação de Rezende; e 10 indivíduos sadios, agrupados no Grupo Controle (GC). Utilizou-se método de coleta que permitia aspiração de líquido através de sonda de Levine diretamente da luz esofágica...

Tratamento do megaesofago pela mucosectonia conservação da tunica muscular esofagica por via cervicoabdominal

Jose Luis Braga de Aquino
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/01/1996 PT
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46.92%
A ressecção do esôfago em toracotomia vem sendo utilizada com maior freqüência, nos últimos anos, para as afecções benignas, sobretudo no megaesôfago avançado. Essa via de acesso, embora apresente a vantagem de evitar o comprometimento da dinâmica pulmonar, não éisenta de complicações. Dentre estas, destaca-se a abertura da pleura, com o conseqüente hemopneumotórax, além da potencial agressão a outros órgãos ao nível do mediastino, com morbidade pós-operatória muitas vezes expressiva. Por sua vez, no megaesôfago avançado, a esofagite de estase predispõe à instalação de carcinoma. Com base nessas considerações, foi proposta, previamente em animais e em cadáver humano, a retirada da mucosa-submucosa do esôfago, mediante sua invaginação completa, sem toracotomia. Os resultados, bastante satisfatórios, na cirurgia experimental, estimularam a continuação nessA linha de pesquisa, iniciando-se a experiência na área clínica. Assim, o presente trabalho teve por objetivo demonstrar, mediante uma análise pormenorizada, a técnica da retirada da mucosa do esôfago pelo descolamento submucoso, atr~Avés da sua túnica muscular, conservando-a por inteiro, ao nível do mediastino, procedimento esse realizado pela via cervicoabdominal em 18 pacientes portadores do megaesôfago grau III ou IV Efetuou-se a reconstrução do trânsito gastrintestinal transpondo o estômago pelo mediastino posterior...

Perfuração Esofágica Após Dilatação Pneumática de Acalásia

Leão, P; Carneiro, T; Luís, D; Gomes, A
Fonte: Serviço de Cirurgia Geral, Hospital de Braga Publicador: Serviço de Cirurgia Geral, Hospital de Braga
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2007 POR
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37.13%

Comparação entre acalásia idiopática e acalásia conseqüente à doença de Chagas: revisão de publicações sobre o tema

Dantas,Roberto Oliveira
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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47.49%
RACIONAL: Embora acalásia idiopática e acalásia conseqüente à doença de Chagas tenham manifestações clínicas semelhantes, mesmo tratamento e ambas comprometerem o plexo mientérico do esôfago, é possível que as alterações motoras do esôfago provocadas pelas duas doenças não sejam iguais, conseqüência da diferente intensidade da destruição dos neurônios inibitórios e excitatórios do esôfago. OBJETIVOS: Revisar os trabalhos que estudaram a fisiopatologia e as alterações motoras do esôfago na acalásia idiopática e na doença de Chagas. DADOS E FONTES DE REFERÊNCIAS: Foram revistos trabalhos que definiram as características da acalásia idiopática e aquela provocada pela doença de Chagas. SÍNTESE DOS DADOS: Está demonstrado o comprometimento da inervação inibitória do esôfago nas duas doenças. Em relação à inervação excitatória, os resultados dos estudos dos efeitos do edrofônio, da atropina e da toxina botulínica sugerem que ela está mais comprometida na doença de Chagas do que na acalásia idiopática, o que justificaria a maior pressão do esfíncter inferior do esôfago observada na acalásia idiopática. Os pacientes com doença de Chagas têm mais falhas de contrações e maior freqüência de anticorpos contra os receptores muscarínicos M2 da acetilcolina. A duração da contração em corpo esofágico é maior nos pacientes com acalásia idiopática. CONCLUSÕES: Os diferentes trabalhos que estudaram as duas doenças sugerem que existem diferenças entre o comprometimento do esôfago na acalásia idiopática e na doença de Chagas...

Mucosectomia esofágica no tratamento do megaesôfago avançado: análise de 60 casos

Aquino,José Luís Braga de; Reis Neto,José Alfredo dos; Muraro,Cirilo Luiz de Pardo Mero; Camargo,José Gonzaga Teixeira de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 PT
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46.92%
A ressecção do esôfago sem toracotomia vem sendo utilizada com maior freqüência, nos últimos anos, para as afecções benignas, sobretudo no megaesôfago avançado. A vantagem dessa via de acesso é a de evitar o comprometimento da dinâmica pulmonar, mas, entretanto, podendo haver abertura da pleura, com o conseqüente hemopneumotórax, além da potencial agressão a outros órgãos mediastinais com morbidade pós-operatória muitas vezes expressiva. Por sua vez, no megaesôfago avançado, a esofagite de estase predispõe à instalação de carcinoma. Com base nessas considerações, foi proposta, previamente em animais e cadáver humano, a retirada da mucosa-submucosa do esôfago, mediante sua invaginação completa, sem toracotomia. Os resultados satisfatórios estimularam a continuação nessa linha de pesquisa, iniciando-se a experiência na área clínica. Assim, o presente trabalho teve por objetivo demonstrar o resultado do pós-operatório imediato, a técnica de retirada da mucosa do esôfago pelo descolamento submucoso, conservando a túnica muscular intacta no mediastino. O procedimento foi realizado pela via cervicoabdominal em 60 pacientes portadores de megaesôfago graus III ou IV. Efetuou-se a reconstrução do trânsito grastrintestinal transpondo o estômago pelo mediastino posterior...

Avaliação tardia da mucosectomia esofágica com conservação da túnica muscular em pacientes com megaesôfago avançado

Aquino,José Luís Braga de; Said,Marcelo Manzano; Fernandes,Pedro Ricardo
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 PT
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46.92%
OBJETIVO: Estudar retrospectivamente, por meio de uma avaliação tardia, a técnica de mucosectomia esofágica em pacientes com megaesôfago avançado. MÉTODO: Foram estudados 50 pacientes portadores de megaesôfago avançado submetidos à mucosectomia esofágica com conservação da túnica muscular no período de janeiro de 1991 a dezembro de 1997. Em todos os pacientes foi realizada avaliação tardia entre 6 e 15 anos de pós-operatório. A idade variou de 30 a 69 anos, com média de 53,5 anos, com predominância do sexo masculino em 32 pacientes (64%). Em todos os doentes, o estudo se fez em relação à avaliação clínica no que concerne à qualidade da deglutição, à presença ou não de regurgitação, a alterações no hábito intestinal, à evolução ponderal, à satisfação com a cirurgia e ao retorno à atividade normal. Também foi realizada a avaliação morfológica e funcional pelo estudo radiológico contrastado, pela endoscopia digestiva alta e pela tomografia computadorizada de tórax. Na avaliação clínica, morfológica e funcional foi realizada uma avaliação global representada pela somatória dos valores numéricos decorrentes da análise de cada um dos parâmetros, sendo o resultado final considerado bom...

Evolução motora incomum na doença do refluxo gastroesofágico

Mendes-Filho,Antônio Moreira; Medeiros,Andréa R.G.V; Silveira,Rayanne Maria B. da; Guedes,Vanessa O. M; Rodrigues,Ilanna N. L; Barbosa,Simone Leal
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 PT
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37.37%
INTRODUÇÃO: Demonstra-se que os distúrbios motores esofágicos como o espasmo esofageano difuso podem progredir para acalásia. Também é conhecida a associação entre a doença do refluxo gastroesofágico e alguns destes distúrbios. RELATO DO CASO: Paciente com queixa de dor torácica, disfagia e perda de peso há dois meses. A primeira endoscopia digestiva alta sugeriu apenas dismotilidade esofágica. Posteriormente, realizou manometria esofágica que evidenciou alterações em corpo compatíveis com espasmo esofageano difuso, sem alterações no esfíncter esofageano inferior. Na oportunidade iniciou o tratamento com pantoprazol e nifedipina que se estendeu por oito meses; no entanto manteve-se sintomática. Após suspender medicação por 10 dias, realizou pH-metria esofageana prolongada constatando-se refluxo gastroesofágico patológico combinado e refluxo proximal, sendo submetida ao tratamento com esomeprazol e mantida a nifedipina. Após dois meses, com a persistência dos sintomas, realizou-se nova endoscopia que evidenciou estase alimentar e manometria esofágica com aperistalse completa de corpo. Neste momento, optou-se por cardiomiotomia a Heller com fundoplicatura laparoscópica. A endoscopia do terceiro mês do pós-operatório evidenciou fundoplicatura bem ajustada ao aparelho. No seguimento a médio prazo ela permanece assintomática. CONCLUSÃO: Existe correlação entre os distúrbios motores esofágicos e a doença do refluxo gastroesofágico...

Acalásia na adolescência – dois casos; Esophageal achalasia in adolescence – two case reports

Silva, I.; Morais, R.; Ferreira, P.; Cunha, F.
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /03/2015 POR
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37.32%
Introdução: A acalásia é uma doença rara, particularmente em idade pediátrica. Caracteriza-se por aperistaltismo do esófago e inadequado relaxamento do esfíncter esofágico inferior. A sua etiologia está ainda pouco esclarecida. Casos clínicos: Descrevem-se dois adolescentes com disfagia para sólidos e líquidos, vómitos, perda ponderal e tosse noturna, durante vários meses. Inicialmente foi considerada a hipótese de doença do comportamento alimentar, mas a investigação posterior levou ao diagnóstico de acalásia confirmado por manometria esofágica num caso e por biópsia intraoperatória no outro. Foram submetidos a miotomia de Heller com procedimento antirrefluxo, um por laparoscopia e outro por laparotomia, com evolução favorável. Discussão/conclusões: Destacamos a raridade e desafio diagnóstico destes casos. A sintomatologia inespecífica leva frequentemente ao diagnóstico de doença do comportamento alimentar, protelando o tratamento dirigido. Na persistência de sintomas é mandatório considerar a hipótese de acalásia, sendo a manometria esofágica o exame diagnóstico de escolha. O tratamento de eleição é cirúrgico, salientando-se a eficácia das diferentes técnicas aplicadas.

Acalasia esofágica : correlación entre la clínica, radiología y estudios fisiológicos

González Paredes, Gabriela Margarita
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //2011 SPA
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37.92%
INTRODUCCION: La Acalasia es un trastorno motor primario causado por la pérdida selectiva de las motoneuronas del plexo mientérico esofágico que ocasiona aumento en la presión basal y relajación incompleta del esfínter esofágico inferior (EEI), y la desaparición de la peristalsis esofágica. OBJETIVOS. Correlacionar los síntomas clínicos de los pacientes con alteraciones manométricas y los hallazgos morfológicos (radiología y endoscopia) en una cohorte de pacientes con Acalasia. PACIENTES Y MÉTODOS. Estudio retrospectivo de 37 pacientes, 22 (59.4%) hombres y 15 (40,5%) mujeres, con una edad media de 57,45 años con Acalasia estudiados entre 2000-2009, mediante evaluación clínica según escalas de Zanitoto, Atkinson y clasificación manométrica de acuerdo a los criterios de Pandolfino. RESULTADOS. Todos los pacientes consultaron por disfagia esofágica de 34,7 meses de evolución en promedio, moderada en 15 pacientes (40,5%, necesidad de agua para pasar), y en 8 (21,6%) con obstrucción severa. En el momento del diagnóstico el 35% de los pacientes requerían dieta triturada y el 35% sólo podían pasar líquidos; 14 pacientes presentaban pérdida de peso (37,8%). Los estudios morfológicos sólo orientaron el diagnóstico de Acalasia en un 48...

Abordaje laparoscópico de la acalasia análisis clínico, de calidad de vida y funcional /

Marinello, Franco Guillermo
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2013 SPA; SPA
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37.45%
INTRODUCCIÓN La Acalasia es un trastorno esofágico primario con etiología desconocida. Por posibles causas genéticas, virales o autoinmunes, existe una inflamación mioentérica que conlleva a una destrucción neuronal inhibitoria. Esta destrucción tiene como resultado final la falla de relajación del EEI y la aperistalsis esofágica. Existen diversos tratamientos para tratar la Acalasia, ninguno de ellos curativo. La miotomía de Heller demostró ser el tratamiento con mejores resultados a largo plazo. PACIENTES Y METODOS Se realizó un estudio retrospectivo observacional de los pacientes con Acalasia esofágica primaria intervenidos por laparoscopia desde Octubre de 1998 a Diciembre de 2010. Todos los pacientes fueron diagnosticados por sospecha clínica y manometría confirmatoria. Los pacientes valoraron su sintomatología y calidad de vida preoperatoriamente. Se realizaron 2 controles postoperatorios: uno en el año 2003 que incluyó a los primeros pacientes intervenidos hasta esa fecha y otro durante los años 2010-11 que incluyó a todos los pacientes de la serie. Las variables del estudio fueron: a) Tiempo de seguimiento desde la intervención hasta el control realizado en el año 2010-11. Se realizaron 2 subanálisis: Por un lado...

Radiología en Acalasia y Pseudoacalasia

Videla,Ricardo Luis; Cámara,Héctor Alfredo; Defagó,María Rosa
Fonte: Revista argentina de radiología Publicador: Revista argentina de radiología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 ES
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37.25%
Propósito: Revisar hallazgos clínicos (edad y duración de la disfagia) y radiológicos (dilatación esofágica y longitud de la estrechez) para diferenciar acalasia primaria de pseudoacalasia maligna. Material y métodos: Se analizaron historias clínicas de un periodo comprendido entre abril de 1997 y abril de 2007 (10 años) en pacientes con diagnóstico confirmado de acalasia o pseudoacalasia. Criterios de inclusión: acalasia primaria: ausencia de peristaltismo primario y falla en relajación del esfínter esofágico inferior; pseudoacalasia: ausencia de peristaltismo primario y estenosis del tercio inferior esofágico. Las variables clínicas estudiadas fueron: edad, sexo, duración de la disfagia y presencia o ausencia de enfermedad de Chagas. Las variables radiológicas se obtuvieron de estudios baritados, determinando longitud de la estrechez y diámetro esofágico máximo. El análisis estadístico de las variables se realizó con test T de student. Resultados: Se incluyeron en el estudio 64 pacientes: 55 portadores de acalasia primaria, uno de acalasia secundaria (enfermedad de Chagas) y ocho de pseudoacalasia: seis malignas: tres carcinomas de esófago, dos de techo gástrico y una metástasis de cáncer pulmonar; y dos etiologías benignas: una estenosis péptica y una leiomiomatosis. Las variables que mostraron diferencias significativas fueron: la edad del grupo con acalasia primaria fue 56 ± 16 años y los de pseudoacalasia maligna 68 ± 8 años con una p <0...

Acalasia: estudio de 27 casos en el Hospital Calderón Guardia

Mainieri-Hidalgo,José A.; Schmitz-Gerstlauer,Iris; Mainieri-Breedy,Giovanna
Fonte: Acta Médica Costarricense Publicador: Acta Médica Costarricense
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2003 ES
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37.16%
Se estudiaron en forma retrospectiva los expedientes clínicos de 27 pacientes diagnosticados con acalasia en el Hospital Dr. R. A. Calderón Guardia (HCG) vistos durante el período de 11 años comprendido entre 1991 y 2001, encontrando una tasa de 0.3 por 100.000 habitantes la cual es menor que la informada en la literatura. Esto posiblemente debido a que la ausencia en nuestro medio de manometría esofágica dificulta el diagnóstico de pacientes en estadio temprano o con enfermedad leve o moderada. La presentación clínica fue muy similar a la reportada por otros autores con una relación hombre mujer de 1.7 a 1 y edad promedio de 42 años. Los síntomas con un promedio de evolución de 7 años, fueron el más frecuente, la disfagia que se presentó en todos los casos, seguida de vómito, dolor torácico, pérdida de peso y datos de reflujo gastroesofágico. La esofagoscopía y la esofagografía mostraron hallazgos de enfermedad avanzada como dilatación esofágica importante, retención de restos alimentarios y cardias con espasmo que se superó fácilmente al presionar con el endoscopio. El tratamiento que se administró fue solamente médico (Nifedipina o Isorbide) a 6 pacientes, dilataciones y tratamiento médico a 7 y quirúrgico (esofagomiotomía) a 14...

Acalasia, experiencia de 6 años. Hospital "Dr. Rafael Ángel Calderón Guardia" (2001-2007)

Hernández-de Mezerville,Viviana; Izquierdo-Sandí,Edgar; Avendaño-Alvarado,Gerardo; Barahona-García,Ricardo; Ávalos-Giugliarelli,Alessia; Páez-Sáenz,Rolando; Salas-Aguilar,Rigoberto
Fonte: Acta Médica Costarricense Publicador: Acta Médica Costarricense
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 ES
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37.16%
Objetivos: Caracterizar la población de pacientes vistos con esta entidad en el Hospital "Dr. Rafael Angel Calderón Guardia" durante los últimos 6 años y determinar su presentación clínica, método(s) de diagnóstico utilizado (s), tratamiento brindado y evolución durante el primer año postratamiento. Materiales y métodos: Se analizaron los expedientes clínicos de hospitalización de los pacientes con acalasia atendidos desde enero de 2001 hasta enero de 2007; luego se revisaron las notas de evolución de la consulta externa de Gastroenterología durante el año posterior a la terapia brindada. Resultados: Durante el periodo se analizaron 30 pacientes en total. Hubo una discreta predominancia del género masculino y la edad promedio en el momento del diagnóstico fue de 50,37 años. El 100% de los pacientes presentó disfagia de larga data y los síntomas asociados más frecuentes fueron la pérdida de peso y el dolor torácico. Los métodos diagnósticos más utilizados fueron la manometría esofágica, la endoscopía y el esofagograma. El tratamiento que más se empleó fue la dilatación neumática seguida de la cirugía. El 50% de los pacientes reinició o persistió con disfagia durante el año siguiente a su tratamiento. La incidencia de complicaciones fue baja y no hubo perforación esofágica. Conclusiones: Las características generales y la presentación clínica de los pacientes coincidieron con lo descrito en la bibliografía. El tratamiento que más se brindó fue la dilatación neumática. La mitad de los pacientes presentaron o continuaron con síntomas postratamiento.

Esofagectomía transhiatal videoasistida en la acalasia esofágica

Martín González,Miguel A; Placeres,Augusto Zoilo; Pérez Palenzuela,Javier
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 ES
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67.7%
En ocasiones la acalasia esofágica necesita de una esofagogastrectomía, de ahí que se elija la vía transhiatal, de preferencia la realizada por mínimo acceso y con el empleo de un flebo-extractor. El objetivo de nuestro trabajo es valorar el empleo de un flebo-extractor como sustituto de la disección esofágica transhiatal mínimamente invasiva, en una paciente con acalasia esofágica. Se realizó este abordaje en una enferma de 37 años con disfagia, dilatación esofágica importante y desnutrición proteico-energética, después de ser operada en 2 ocasiones de esofagomiotomía mínimamente invasiva, por una acalasia esofágica. La cirugía duró 4 horas, sin complicaciones y con una estadía de 4 días. La esofagectomía transhiatal mínimamente invasiva, en algunos enfermos con acalasia, tiene todos los beneficios del mínimo acceso, y con el empleo de un flebo- extractor, se agiliza el proceder de forma segura.

Miotomía de Heller laparoscópica para el tratamiento de la acalasia esofágica en el adulto mayor

Roque González,Rosalba; Martínez Alfonso,Miguel Ángel; Torres Peña,Rafael; Anido Escobar,Vivianne; Naranjo Hernández,Daisy; Díaz Drake,Zunilda
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 ES
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47%

Estrategias terapéuticas en el tratamiento de la acalasia esofágica

Jiménez Ramos,Raúl; Roque González,Rosalba; Anido Escobar,Vivianne
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 ES
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47%

Acalásia na adolescência: dois casos

Silva,Inês Vaz; Morais,Rita Belo; Ferreira,Patrícia; Cunha,Florbela
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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37.32%
Introdução: A acalásia é uma doença rara, particularmente em idade pediátrica. Caracteriza-se por aperistaltismo do esófago e inadequado relaxamento do esfíncter esofágico inferior. A sua etiologia está ainda pouco esclarecida. Casos clínicos: Descrevem-se dois adolescentes com disfagia para sólidos e líquidos, vómitos, perda ponderal e tosse noturna, durante vários meses. Inicialmente foi considerada a hipótese de doença do comportamento alimentar, mas a investigação posterior levou ao diagnóstico de acalásia confirmado por manometria esofágica num caso e por biópsia intraoperatória no outro. Foram submetidos a miotomia de Heller com procedimento antirrefluxo, um por laparoscopia e outro por laparotomia, com evolução favorável. Discusão/conclusões: Destacamos a raridade e desafio diagnóstico destes casos. A sintomatologia inespecífica leva frequentemente ao diagnóstico de doença do comportamento alimentar, protelando o tratamento dirigido. Na persistência de sintomas é mandatório considerar a hipótese de acalásia, sendo a manometria esofágica o exame diagnóstico de escolha. O tratamento de eleição é cirúrgico, salientando-se a eficácia das diferentes técnicas aplicadas.

Tratamiento laparoscópico de la acalasia en un centro de baja frecuencia

Rodríguez Temesio,Gustavo; González González,Daniel; Ruso,Luis
Fonte: Revista Médica del Uruguay Publicador: Revista Médica del Uruguay
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 ES
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47.12%
Introducción: el tratamiento laparoscópico de la acalasia esofágica brinda excelentes resultados funcionales en el corto y largo plazo. En Uruguay, por razones demográficas y la baja prevalencia de la enfermedad, el número de pacientes operados anualmente es bajo. Objetivo: analizar los resultados del tratamiento quirúrgico de la acalasia mediante abordaje video laparoscópico. Material y método: estudio observacional descriptivo, retrospectivo, de una serie de casos integrada por todos los pacientes operados en la Clínica Quirúrgica 3 del Hospital Maciel en un período de 108 meses (2002-2010), en el cual se operaron 17 pacientes (14 mujeres, 3 hombres; edad media: 34 años) y con 24 meses promedio de duración de síntomas que cumplieron los criterios clínicos, endoscópicos, radiológicos y manométricos para diagnóstico de acalasia y a los cuales se les realizó esofagomiotomía asociada a un procedimiento antirreflujo tipo Toupet. Resultados: el tiempo operatorio fue de 120 minutos. No hubo conversiones a cirugía laparotómica. Una perforación mucosa intraoperatoria. La mortalidad fue nula. Los resultados funcionales fueron excelentes. Seguimiento promedio: dos años. Conclusiones: el tratamiento laparoscópico de la acalasia es una alternativa segura...

Experiencia en la evaluación diagnóstica y terapéutica de la disfagia orofaríngea y esofágica en niños

Navarro,Dianora; Nogales,Andrea; Rossell,Adalis; López,Karolina; Candelario,Eddy; Materan,Viviana; Neri,Sandra; Belandria,Katiuska
Fonte: Sociedad Venezolana de Gastroentereología Publicador: Sociedad Venezolana de Gastroentereología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2014 ES
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47.08%
Introducción: La disfagia puede ser a nivel orofaríngeo o esofágico debido a trastornos estructurales o funcionales. Su abordaje diagnóstico y tratamiento evita la desnutrición y el riesgo de aspiración. Objetivo: reportar la experiencia en la evaluación diagnóstica y tratamiento en niños con disfagia orofaríngea y esofágica. Pacientes y método: estudio descriptivo y transversal, de 49 niños con disfagia, durante dos años. Protocolo de estudio: historia clínica, patologías asociadas, estudio radiológico, endoscopia, nasolaringoscopia-videodeglutoscopia, terapia deglutoria, videofluoroscopia, manometría y ph-metría esofágica y tratamiento indicado. Resultados: 20(40,82%) hembras y 29(59,18%) varones. Edad promedio 2,56 años (rango: 1m-16 años). El 46,93% presentó trastornos neurológicos como patología asociada. El 65,31% con disfagia a sólidos y 34,69% a líquidos, otros síntomas: vómitos, regurgitaciones y reflujo faringo-nasal. Posterior a la evaluación y estudios se encontró: disfagia orofaríngea 25/49(51,02%), de origen funcional en 22/25(88%) y mecánica 3(12%); disfagia esofágica 13/49(26,53%), mecánica en 1/13(7,69%) y funcional en 12/13(92,30%) de los cuales 6 con dismotilidad inespecífica y 4 asociada a esofagitis; disfagia mixta 11(22...

TRATAMIENTO DE LA ACALASIA EN EL HOSPITAL NACIONAL DE ITAUGUA: TREATMENT OF ACHALASIA IN THE HOSPITAL NACIONAL DE ITAUGU

Cabral,D; Reyes,R; Mosqueira,N; Godoy,M
Fonte: Sociedad Paraguaya de Cirugía Publicador: Sociedad Paraguaya de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 ES
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37.21%
RESUMEN Antecedentes: La acalasia es el desorden motor primario del esófago, en el cual hay una relajación ineficiente del esfínter esofágico inferior con pérdida progresiva de la perístasis esofágica, como consecuencia de ambos mecanismos se produce dilatación gradual del esófago. La acalasia puede ser primaria (idiopática) y secundaria. La causa más común de acalasia secundaria es la enfermedad de Chagas. Objetivo: Analizar nuestra experiencia con los datos de pacientes diagnosticados y tratados de acalasia en el Servicio de Cirugía General del Hospital Nacional de Itaugua. Diseño: Observacional. Material y Método: Pacientes diagnosticados de Acalasia en el Servicio de Cirugía General del Hospital Nacional de Itaugua entre enero de 2008 y diciembre de 2013. Todos los casos de acalasia diagnosticados de forma consecutiva en el período e institución antes señalados que pudieron ser intervenidos quirurgicamente. Se excluyeron los casos sin intervención quirurgica. Se consideró la edad, género; también nos interesó la presentación de los pacientes con anemia y el motivo de consulta con el cual se presentaron. Conclusiones: La miotomía asociada a una funduplicatura parcial por laparoscopía, es una técnica segura y efectiva para el alivio de la disfagia en los pacientes con acalasia. En los dolicomegaesofagos de no existir contraindicación la esofagectomía debe ser evaluada.