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A acção sindical na UE e MERCOSUL: limites e desafios

Costa, Hermes Augusto
Fonte: Centro de Estudos Sociais Publicador: Centro de Estudos Sociais
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Discutem-se os limites e desafios colocados à acção sindical na União Europeia (UE) e no Mercado Comum do Sul (MERCOSUL). Sugere-se que é possível encontrar algumas simetrias quanto às dificuldades enfrentadas pelo sindicalismo de ambos os espaços. São ainda passadas em revista as principais etapas sociais de ambos os blocos e, na sequência da exposição dos principais desafios enfrentados pelo sindicalismo europeu e do MERCOSUL, são avançadas algumas propostas para uma cooperação sindical envolvendo o sindicalismo português e o brasileiro.

A Liga Operária Católica: em defesa da concepção corporativa da doutrina social da Igreja (1949-1974)

Duarte, Sandra
Fonte: Centro de Estudos de História Religiosa - Universidade Católica Portuguesa Publicador: Centro de Estudos de História Religiosa - Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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Neste artigo, o autor procura analisar a concepção corporativa defendida pela Liga Operária Católica de 1949 a 1974. Esse movimento especializado da Acção Católica Portuguesa intervinha junto das “massas” operárias no intuito de recristianizar o país. Através da sua imprensa e das acções de formação do Centro Católico Operário, difundiu o seu ideal corporativo. Esse assentava em três pilares: a solidariedade entre as classes sociais, o direito de livre associação e a aplicação do princípio de subsidiariedade. À luz da doutrina social da Igreja, a LOC questionou o modelo corporativo instaurado pelo Estado Novo, condenando-o pelo seu excessivo intervencionismo, pela limitação da iniciativa particular e, consequentemente, da liberdade sindical. Para restringir a actividade do movimento locista, o regime adoptou algumas medidas das quais se destacou a submissão à censura do seu jornal “Voz do Trabalho”.; In this article, the author seeks to analyse the corporative conception defended by the CatholicWorkers League from 1949 to 1974. This specialized movement of the Portuguese Catholic Action intervened next to the working “masses” in order to rechristianize the country. Through its press and trainings of ‘Centro Católico Operário’...

Introdução à Globalização

Campos, Luís; Canavezes, Sara
Fonte: Instituto Bento de Jesus Caraça Publicador: Instituto Bento de Jesus Caraça
Tipo: Livro Formato: 1052975 bytes; application/pdf
ENG
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O termo Globalização é normalmente utilizado a propósito de um conjunto de transformações socioeconómicas que vêm atravessando as sociedades contemporâneas em todos os cantos do mundo. Tais transformações constituem um conjunto de novas realidades e problemas que parecem implicar acrescidas dificuldades e novos desafios para os trabalhadores e a acção sindical. Considerando que o conhecimento constitui um instrumento fundamental para a intervenção social, este Manual visa suscitar a reflexão e o debate através de uma iniciação fundamentada às principais questões que a Globalização suscita. Sem respostas milagrosas, nem receitas acabadas, procuraremos contrariar visões derrotistas, ajudando a trilhar e a consolidar caminhos e alternativas. Este Manual procura: Conhecer as principais dinâmicas socioeconómicas do mundo actual; Compreender as questões chave e os conceitos implicados no debate sobre a Globalização; Identificar as principais dimensões da Globalização e conhecer a sua origem e os seus contornos; Colocar e discutir a realidade nacional no contexto da Globalização; Colocar e discutir as questões do trabalho e dos trabalhadores no contexto da Globalização; Identificar as mudanças que a Globalização acarreta para a actividade sindical; Conhecer e discutir dificuldades...

O que esperam os trabalhadores dos sindicatos?: entre militantes e clientes

Almeida, António José
Fonte: Repositório Comum de Portugal Publicador: Repositório Comum de Portugal
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2012 POR
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Portugal, à semelhança dos restantes países do sul da Europa, tem vindo a viver ao longo das últimas décadas um período marcado pelo forte declínio da filiação sindical (Dornelas, 2000) com a consequente diminuição da capacidade das estruturas de representação colectiva dos trabalhadores em se afirmarem enquanto interlocutores no quadro dos mecanismos de negociação colectiva e de regulação laboral. Este declínio pode ser explicado a partir de um conjunto articulado de circunstâncias socieoconómicas e histórioco-culturais (Pichault e De Coster, 1998) associadas não só à crise do movimento sindical mas também à crescente individualização das relações de trabalho e à alteração dos tradicionais equilíbrios entre capital e trabalho. Neste quadro, e na ausência de estudos sistemáticos sobre os mecanismos que determinam a filiação/desfiliação sindical em Portugal, afigura-se-nos relevante procurar compreender as razões que levam os trabalhadores a aderir aos sinsicatos e, em particular, o tipo de relação que com estes estabelecem. Assim, recorrendo a uma amostra de conveniência constituída por 25 trabalhadores com diferentes tipos de relação sindical, realizamos um estudo qualitativo de natureza exploratória com base num conjunto de entrevistas semi-directivas tendo em vista compreender a sua situação perante a sindicalização...

O sindicalismo português entre 1933 e 1974:orientações políticas e estratégicas do Partido Comunista Português para a luta sindical

Lopes, Maria Filomena Rocha
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2010 POR
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Tese de doutoramento, História (História Contemporânea), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2012; O Sindicalismo português, na transição da Ditadura Militar para a plena institucionalização do Estado Novo, caracteriza-se por duas vertentes essenciais: a busca pela reorganização do tecido sindical, destruído por medidas governamentais de repressão e pela ilegalização das principais organizações sindicais, e por uma ampla discussão em torno de opções de carácter ideológico, orientadores da acção sindical. Esta transição provocará a ruptura nas organizações sindicais, colocando à margem da lei as suas principais estruturas, com recurso a métodos coercivos e punitivos, implacavelmente aplicados pela PVDE, sobre estas organizações e os seus principais dirigentes. A legislação laboral de 1933 rompe com o sindicalismo livre impondo sindicatos únicos de feição nacionalista, colaboracionistas, servis em relação aos interesses económicos nacionais e sustentados por uma negação dos princípios do internacionalismo, da pluralidade, da solidariedade e da liberdade de acção sindical que tinham caracterizado o sindicalismo português. O Estado Novo destrói, com recurso a acções de extrema violência...

Um olhar sobre a evolução da Europa social

Silva, Manuel Carvalho da
Fonte: CIES-ISCTE /CELTA Publicador: CIES-ISCTE /CELTA
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2000 POR
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No contexto actual de globalização e de evolução do processo de integração económica e financeira da União Europeia, o modelo social europeu é confrontado com três desafios essenciais: resistir à pressão desregulamentadora, responder às múltiplas incógnitas decorrentes do alargamento e combater potenciais rupturas sociais. Tais desafios remetem-nos, por um lado, para a reflexão sobre o percurso da construção europeia e os objectivos do seu modelo social e, por outro, para a caracterização do sistema de relações laborais e dos anseios sociais que se expressam na Europa e em cada país da União, em direcção ao futuro. O movimento sindical, com a sua dinâmica propositiva e reivindicativa, procurando novos caminhos para um modelo de sociedade mais justa e articulando a sua acção com outros movimentos sociais, continua a ser uma força mobilizadora na empresa, no plano nacional e ao nível europeu, capaz de contribuir também para compromissos sociais dinâmicos e progressistas.

A empresarialização do sector hospitalar público português: a desregulação do mercado de trabalho médico e os desafios sindicais para a sua re-regulação

Stoleroff, Alan; Correia, Tiago
Fonte: CIES – ISCTE Publicador: CIES – ISCTE
Tipo: Trabalho em Andamento
Publicado em //2008 POR
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Neste artigo analisamos as implicações do processo de “empresarialização” dos hospitais públicos em Portugal para a configuração do mercado de trabalho das profissões de saúde. Trata-se de um processo de descentralização organizacional que, por sua vez, tem provocado uma desregulação do padrão de relações de emprego com base em estatutos da função pública. Há uma reconfiguração dos mercados internos de trabalho dos hospitais que resulta da coexistência de relações de emprego de tipos distintos, nomeadamente do estatutário público e do contratual individual. A partir deste contexto laboral damos especial atenção às consequências da desregulação decorrente da descentralização das competências de gestão hospitalar para a acção sindical dessas profissões, destacando principalmente a dos médicos.; In this article we analyze the implications for the structuring of the labor market of the health professions deriving from the process of devolution of managerial powers to the establishment level within the system of public hospitals in Portugal (this process is referred to as empresarialização). This involves organizational decentralization that, in its turn, has provoked the deregulation of the pattern of employment relations that had been based upon public or civil service status. There has been a reconfiguration of the internal labor markets resulting from the co-existence of distinct types of employment relations...

Há futuro para a concertação social? Os sindicatos e a experiência neocorporativa em Portugal

Sousa, Henrique José Carvalho de
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /12/2009 POR
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciência Política; Esta dissertação pretende contribuir para uma análise crítica da aplicação contemporânea do neocorporativismo, de que a concertação social tripartida é uma expressão institucionalizada, e da sua viabilidade e condições de adaptação a um contexto político e económico – o português - muito diferente daquele em que antes nasceu e se desenvolveu a partir do pós-guerra, no século XX, no quadro de democracias liberais e sociedades capitalistas mais evoluídas, como suporte do compromisso social de então entre o capital e o trabalho. Com esse objectivo, analisamos os antecedentes históricos do corporativismo, a evolução das suas práticas e modelos teóricos, o seu diálogo e confronto com outras visões sobre a representação e o conflito de interesses (especialmente com o pluralismo e o marxismo), a sua relação com regimes diferenciados, de cariz autoritário ou democrático, a sua capacidade de adaptação à mudança das condições económicas, sociais e políticas, e procuramos interpretar os elementos de continuidade e de ruptura e as transformações verificadas.O nosso estudo inscreve-se no domínio da análise das relações e interacções entre sindicatos e sistemas políticos no processo de diálogo e conflito sobre as políticas públicas...

Spinolismo: Viragem Política e Movimentos Sociais

Ruivo, Francisco Felgueiras Bairrão
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em /10/2013 POR
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Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História Contemporânea; Entre 25 de Abril e 28 de Setembro de 1974 Portugal conheceu um período marcado pela intensa explosão da acção dos movimentos sociais e a presidência de sinal conservador do general António de Spínola. Forja-se um movimento popular revolucionário que percorre todo o país e todos os sectores profissionais e vai muito além do mundo do trabalho. É o pano de fundo de todas as transformações políticas e o vector central dos primeiros cinco meses do processo revolucionário. Embora seja dado maior destaque ao movimento operário e ao movimento de moradores, é um movimento global que abrange toda a sociedade, a qual experimenta um processo global de politização, mobilização, organização e acção política. É um movimento popular que não é contido pelo Estado, que o ultrapassa e não espera por ele. Impõe conquistas, reivindicações, direitos e liberdades antes da sua consagração institucional. Ao mesmo tempo que punha em causa o poder patronal e o poder estatal, perspectivava uma mudança da natureza estrutural da sociedade portuguesa. Procuraremos medir o impacto deste movimento popular revolucionário...

O caso Flashmob e as novas modalidades de acção colectiva

Mestre, Bruno
Fonte: Revista dos Tribunais Publicador: Revista dos Tribunais
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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A Confederação Geral do Trabalho (1919-1927)

Teodoro, José Miguel
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2014 POR
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Tese de doutoramento, História (História Contemporânea), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2014; Este documento dá conta dos resultados do trabalho de investigação sobre a Confederação Geral do Trabalho (CGT), o organismo de cúpula do sindicalismo português, nos anos de 1919 a 1927. Formada em 1919, no II Congresso Operário Nacional de Coimbra, foi determinada a sua dissolução pelas autoridades após a tentativa de golpe de estado de Fevereiro de 1927. Apresentam-se os antecedentes imediatos da organização, o modelo organizativo que adoptou, o funcionamento dos principais órgãos confederais e a relação com os organismos confederados, o essencial da vida interna destes e a sua participação na actividade confederal; identificam-se organismos, militantes e activistas de referência, a geografia do sindicalismo português, o papel determinante do jornal A Batalha, e os principais eventos, como os três congressos nacionais de sindicatos. Surpreende-se o ambiente social e laboral no país, as principais determinantes da acção sindical e confederal, a militância e a participação; mas também as insuficiências e dificuldades, a repressão e os seus efeitos, os grandes temas fracturantes – as Internacionais sindicalistas...

Concepção e implementação de um website de uma associação sindical

Moreno, Carla Alexandra Cardoso
Fonte: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto Publicador: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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Dissertação apresentada ao Instituto Superior de Contabilidade para a obtenção do Grau de Mestre em Assessoria de Administração; A Internet nasceu por razões relacionadas com a segurança em redes informáticas e, tornou-se actualmente numa febre que revolucionou completamente a comunicação global. Ao longo dos anos a Internet foi crescendo a um ritmo acelerado, sendo necessário criar estruturas de coordenação e cooperação entre o cada vez maior número de redes e operadores que a integravam. No dia-a-dia recorremos à internet para procurar uma simples receita de um bolo que queremos fazer, para saber as notícias de última hora ou mesmo para saber se vai chover. Na era digital em que vivemos criar um site faz toda a diferença, pois quando alguém procura informações de uma empresa, seja uma morada ou um produto, por mais insignificante que seja essa informação, recorremos à Internet. Irá chegar o tempo, em que as empresas que não têm um site na internet estarão fora do mercado. Para a realização desta dissertação, que consistiu na Concepção e Implementação de um Website de uma Associação Sindical, procurou-se fazer uma ligação entre a revisão da literatura existente tendo em atenção as palavras-chave e combinações das mesmas em Português e Inglês e a análise das necessidades do sindicato e dos sócios. Desta forma...

A profissionalidade docente em tempos de transição no sistema público de ensino português: discursos sindicais e associativos

Alves, Daniel Inácio
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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Mestrado em Sociologia, especialização em Trabalho e Emprego; Desde 2006, o sistema público de ensino não superior português transfigurou-se em resultado de medidas de reforma educativa inspiradas no discurso gestionário da agenda neoliberal para o domínio d a educação e concebidas no quadro geral dos projectos de reestruturação e modernização da administração pública. As recentes reformas educativas, alicerçadas na racionalidade gestionária, desafiaram os pilares estruturadores das identidades profissionais d os professores e dos discursos profissionais que as tomam como objecto e matéria de reivindicação. Tendo como pano de fundo este enquadramento contextual, definiu-se como objectivo geral de investigação, identificar e comparar os elementos dos modelos nor mativos da profissionalidade docente veiculados, implícita e explicitamente, nos discursos profissionais, ideológicos e estratégicos das associações sindicais e profissionais mais representativas da classe docente, Federação Nacional dos Professores (FENPROF) e Associação Nacional dos Professores (ANP) respectivamente, através da análise das suas reacções públicas formais a três momentos de reforma educativa: revisão do Estatuto da Carreira Docente...

Sindicalismo revolucionário em Portugal

Pereira, Joana Dias; Universidade Nova de Lisboa
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 27/10/2009 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/1984-9222.2009v1n2p195A conjuntura em que o Sindicalismo Revolucionário se difunde entre os trabalhadores organizados portugueses coincide com o período balizado pela recessão económica dos finais do século XIX e o seu trágico desfecho – a imposição de uma solução autoritária. É nesta época que a classe operária emerge como novo protagonista social em Portugal, opondo-se aos pilares do regime vigente – o capitalismo, o parlamentarismo e o domínio burguês. Desde meados do século XIX que as suas associações de classe crescem em número de associados, lideradas pelo Partido Socialista Português, que lhes incutia um carácter puramente reformista. É na alvorada do século XX que o seu movimento muda de feição, adoptando paulatinamente a acção directa contra o patronato como única forma de fazer frente ao crescente aumento da carestia de vida, que caracteriza todo este período. A eficácia da nova táctica, importada de França, transforma radicalmente o movimento dos trabalhadores, atraindo anarquistas, radicalizando socialistas e, sobretudo, transformando as velhas associações de classe em sindicatos modernos, que mobilizarão de facto as massas operárias. O poder de atracção do Sindicalismo Revolucionário residia nas conquistas parciais e imediatas que satisfaziam os reformistas e as massas trabalhadoras despolitizadas...

Um olhar sobre a evolução da Europa social

Silva,Manuel Carvalho da
Fonte: Editora Mundos Sociais Publicador: Editora Mundos Sociais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 PT
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No contexto actual de globalização e de evolução do processo de integração económica e financeira da União Europeia, o modelo social europeu é confrontado com três desafios essenciais: resistir à pressão desregulamentadora, responder às múltiplas incógnitas decorrentes do alargamento e combater potenciais rupturas sociais. Tais desafios remetem-nos, por um lado, para a reflexão sobre o percurso da construção europeia e os objectivos do seu modelo social e, por outro, para a caracterização do sistema de relações laborais e dos anseios sociais que se expressam na Europa e em cada país da União, em direcção ao futuro. O movimento sindical, com a sua dinâmica propositiva e reivindicativa, procurando novos caminhos para um modelo de sociedade mais justa e articulando a sua acção com outros movimentos sociais, continua a ser uma força mobilizadora na empresa, no plano nacional e ao nível europeu, capaz de contribuir também para compromissos sociais dinâmicos e progressistas.