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Análise de força muscular e composição corporal de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos; Analysis of muscle strength and body composition of women with Polycystic Ovary Syndrome

Kogure, Gislaine Satyko; Piccki, Fabiene Karine; Vieira, Carolina Sales; Martins, Wellington de Paula; Reis, Rosana Maria dos
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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OBJETIVOS: Comparar os parâmetros metabólicos, a composição corporal e a força muscular de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) em relação a mulheres com ciclos menstruais ovulatórios. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 27 mulheres com SOP e 28 mulheres controles com ciclos ovulatórios, com idade entre 18 e 37 anos, índice de massa corpórea entre 18 e 39,9 kg/m², que não praticassem atividade física regular. Níveis séricos de testosterona, androstenediona, prolactina, globulina carreadora dos hormônios sexuais (SHBG), insulina e glicemia foram avaliados. Índice de andrógeno livre (FAI) e resistência insulina (por HOMA) foram calculados. As voluntárias submetidas avaliação de composição corporal por dobras cutâneas e absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA) e testes de força muscular máxima de 1-RM em três exercícios após procedimento de familiarização e de força isométrica de preensão manual. RESULTADOS: Os níveis de testosterona foram mais elevados no grupo SOP em relação ao CO (68,0±20,2 versus 58,2±12,8 ng/dL; p=0,02), assim como o FAI (282,5±223,8 versus 127,0±77,2; p=0,01), a insulina (8,4±7,0 versus 4,0±2,7 uIU/mL; p=0,01), e o HOMA (2,3±2,3 versus1,0±0...

Preval??ncia da doen??a mineral ??ssea em pacientes adolescentes com fibrose c??stica

Caldeira, Reinaldo Jos?? do Amaral
Fonte: Instituto Fernandes Figueira Publicador: Instituto Fernandes Figueira
Tipo: Dissertação
PT_BR
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A Fibrose c??stica (FC) ?? uma doen??a gen??tica autoss??mica recessiva, mais freq??ente na popula????o caucas??ide. As principais manifesta????es cl??nicas da FC incluem doen??a pulmonar cr??nica, insufici??ncia pancre??tica, eleva????o dos eletr??litos no suor e esterilidade masculina. O aumento da sobrevida destes pacientes trouxe complica????es como a redu????o da densidade mineral ??ssea (DMO). O objetivo deste trabalho foi avaliar a DMO de adolescentes com FC e correlacionar os achados com os dados das avalia????es: nutricional, pulmonar, pancre??tica, atividade f??sica, exposi????o ao sol, diabetes mellitus, osteoporose familiar, fraturas e corticoterapia. Estudou-se 46 pacientes, com idade de 10 anos at?? 18 anos com diagn??stico de FC acompanhados regularmente no Instituto Fernandes Figueira,da Funda????o Oswaldo Cruz. Avaliou-se o estado nutricional pelos indicadores antropom??tricos: estatura para idade (E/I) e ??ndice de massa corporal para idade (IMC/I),utilizando-se percentis (CDC/2000) e por composi????o corporal (Equa????o de Slaughter, 1988). A ingest??o diet??tica di??ria foi determinada pelo registro alimentar de 3 dias e a fun????o pulmonar por espirometria utilizando o volume expirat??rio for??ado no primeiro segundo (VEF1). Mensurou-se a DMO (coluna lombar e corpo inteiro) pelo DEXA (absorciometria com emiss??o de raio-X de dupla energia). A m??dia de idade da popula????o estudada foi de 13...

Importância da actividade física no mineral ósseo de diversas regiões do fémur proximal, de acordo com a morfologia da pélvis em crianças de 10 a 12 anos de idade

Klostermann, Carlos Zanello
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Mestrado na Especialidade de Exercício e Saúde; Objetivo: Este estudo analisou a importância da actividade física (AF) no mineral ósseo de três regiões do fémur proximal, de acordo com a morfologia da pélvis em crianças de 10 a 12 anos de idade de ambos os sexos. Métodos: A análise dos diâmetros pélvicos foi realizada através de morfometria geométrica em 119 participantes. As variáveis de composição corporal e o mineral ósseo das três regiões do fémur proximal foram avaliados por densitometria de raio-x de dupla energia. A AF foi avaliada através de acelerometria. Resultados: As raparigas apresentaram maior diâmetro pélvico ao nível interno e inter-acetabular inferior do que os rapazes. Estas dimensões da pélvis nas raparigas parecem estar associadas a valores mais baixos de mineral ósseo no colo do fémur e no intertrocanter e a valores mais elevados sobretudo de área óssea no trocanter. Conclusão: A actividade física poderá eventualmente prevenir valores mais baixos de mineral e área óssea do trocanter em raparigas com menor diâmetro inter-acetabular inferior.; Objective: This assignment analyzes the association between physical activity (PA) and bone mineral in three regions of the proximal femur...

Prevenção da osteoporose : pacientes com fratura do colo do fémur seriam identificáveis como de alto risco através da aplicação prévia da ferramenta FRAX®?

Tavares, Bruna Filipa Gonçalves
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 POR
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Introdução: A prevenção das fraturas osteoporóticas passa pela identificação dos indivíduos com fatores de risco clínicos para fratura, realização criteriosa da absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA), tratamento anti-osteoporótico e follow-up dos doentes. Criada em 2008, validada para Portugal em 2012, a ferramenta FRAX® (WHO Fracture Risk Assessment Tool) calcula o risco de fratura da anca e de fratura major a 10 anos, ao integrar múltiplos fatores de risco. A National Osteoporosis Foundation (NOF) determinou dois limiares de alto risco, ≥3% e ≥20% respetivamente, que indicam a conduta para o tratamento farmacológico da osteopororse (OP), nos EUA. A adequação desses limiares tem sido objetivo de estudo por outros autores, mas não existem estudos na população portuguesa. O objetivo principal deste estudo foi determinar qual o limiar de risco, calculado através do FRAX®, que permite identificar com elevada sensibilidade os indivíduos com alto risco de fratura da anca, em Portugal. Métodos: De agosto a novembro de 2012, foi realizado um questionário e colheita de dados do processo clínico, de pacientes com pelo menos 50 anos, com fratura não traumática da extremidade proximal do fémur, internados no Serviço de Ortopedia do Hospital Pêro da Covilhã...

Análise de força muscular e composição corporal de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos

Kogure,Gislaine Satyko; Piccki,Fabiene Karine; Vieira,Carolina Sales; Martins,Wellington de Paula; Reis,Rosana Maria dos
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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OBJETIVOS: Comparar os parâmetros metabólicos, a composição corporal e a força muscular de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) em relação a mulheres com ciclos menstruais ovulatórios. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 27 mulheres com SOP e 28 mulheres controles com ciclos ovulatórios, com idade entre 18 e 37 anos, índice de massa corpórea entre 18 e 39,9 kg/m², que não praticassem atividade física regular. Níveis séricos de testosterona, androstenediona, prolactina, globulina carreadora dos hormônios sexuais (SHBG), insulina e glicemia foram avaliados. Índice de andrógeno livre (FAI) e resistência insulina (por HOMA) foram calculados. As voluntárias submetidas avaliação de composição corporal por dobras cutâneas e absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA) e testes de força muscular máxima de 1-RM em três exercícios após procedimento de familiarização e de força isométrica de preensão manual. RESULTADOS: Os níveis de testosterona foram mais elevados no grupo SOP em relação ao CO (68,0±20,2 versus 58,2±12,8 ng/dL; p=0,02), assim como o FAI (282,5±223,8 versus 127,0±77,2; p=0,01), a insulina (8,4±7,0 versus 4,0±2,7 uIU/mL; p=0,01), e o HOMA (2,3±2,3 versus1,0±0...

Massa óssea e composição corporal em estudantes universitários

Reuter,Cristina; Stein,Carlos Efrain; Vargas,Deisi Maria
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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65.89%
OBJETIVO: Comparar a densidade mineral óssea (DMO) e a composição corporal (CC) de universitários com diferentes estilos de vida. MÉTODOS: Estudo transversal realizado em 85 estudantes dos cursos de Medicina (MED) e Educação Física (EF) da Universidade Regional de Blumenau. As variáveis antropométricas, sociodemográficas, clínicas e de estilo de vida foram obtidas por meio de anamnese densitométrica e as variáveis densitométricas por raio-x de dupla energia (DXA). Os testes estatísticos foram: t de Student, qui-quadrado e regressão logística. RESULTADOS: Os acadêmicos de EF apresentaram massa magra maior (79,5 ± 5,9 versus 75,1 ± 5,3; p = 0,03) e gordura corporal menor (16,7 ± 6,1 versus 21,6 ± 5,6; p = 0,02), e as acadêmicas de EF apresentaram massa magra maior (68,2 ± 5,5 versus 65,3 ± 5,5; p = 0,05). A DMO do colo do fêmur (CF), fêmur total (FT) e corpo total (CT) foi maior nos acadêmicos de EF em ambos os sexos. Os estudantes de EF praticavam mais exercícios físicos do que os de MED. A baixa massa óssea (BMO) foi mais frequente nos estudantes de MED (34,9% versus 4,7%; p = 0,001), sendo que o risco de um estudante de MED ter BMO foi 9 vezes maior para a CL, 5 vezes para o CF, 8 vezes para o FT e 7 vezes para o CT. CONCLUSÃO: A CC e a DMO foram diferentes entre os estudantes; os acadêmicos de MED apresentaram um risco maior de ter BMO e os acadêmicos de EF praticavam mais exercícios físicos.

Thoracic limb bone development in Sotalia guianensis (Van Beneden 1864) along the coastline of Espirito Santo, Brazil

Azevedo, Carolina Torres; Lima, Juliana Ywasaki; de Azevedo, Raíssa Miranda; Santos Neto, Elitieri Batista; Tamy, Wagner Pessanha; Barbosa, Lupércio de Araújo; Brito, José Lailson; Boere, Vanner; da Silveira, Leonardo Serafim
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
EN
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85.92%
The skeleton is often the only remaining structure of the Guiana dolphin, Sotalia guianensis, after decomposition of carcasses. This study investigates the bone development of Guiana dolphins beached on the coastline of the state of Espi´rito Santo, Brazil. External measurements of 43 thoracic limbs were obtained. Internal structures (radius, ulna, and humerus) were also measured. Dual-energy X-ray absorptiometry (DXA) was used to evaluate bone mass. The variables concerning the thoracic limb were tested using the Akaike information criterion to scale the best growth model when correlated with age and by the allometric model when they were correlated with total body length. The efficacy of DXA was also tested. The Brody growth model (best fit) showed that the thoracic limb stopped growing around the age of 2, while total body length ceased to grow at the age of 5.5. The thoracic limb presented early growth (negative allometry) compared with total body length. The methodology used to measure bone mass was efficient when considering ash weight. No difference in bone density was observed between the right and the left forelimb (P > 0.05), male and female (P > 0.05), or between dolphins found in the 3 sites we monitored. The deposition of bone mass was high in the early stages of life...

Prevenção da osteoporose : pacientes com fratura do colo do fémur seriam identificáveis como de alto risco através da aplicação prévia da ferramenta FRAX®?

Tavares, Bruna Filipa Gonçalves
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 POR
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55.89%
Introdução: A prevenção das fraturas osteoporóticas passa pela identificação dos indivíduos com fatores de risco clínicos para fratura, realização criteriosa da absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA), tratamento anti-osteoporótico e follow-up dos doentes. Criada em 2008, validada para Portugal em 2012, a ferramenta FRAX® (WHO Fracture Risk Assessment Tool) calcula o risco de fratura da anca e de fratura major a 10 anos, ao integrar múltiplos fatores de risco. A National Osteoporosis Foundation (NOF) determinou dois limiares de alto risco, ≥3% e ≥20% respetivamente, que indicam a conduta para o tratamento farmacológico da osteopororse (OP), nos EUA. A adequação desses limiares tem sido objetivo de estudo por outros autores, mas não existem estudos na população portuguesa. O objetivo principal deste estudo foi determinar qual o limiar de risco, calculado através do FRAX®, que permite identificar com elevada sensibilidade os indivíduos com alto risco de fratura da anca, em Portugal. Métodos: De agosto a novembro de 2012, foi realizado um questionário e colheita de dados do processo clínico, de pacientes com pelo menos 50 anos, com fratura não traumática da extremidade proximal do fémur, internados no Serviço de Ortopedia do Hospital Pêro da Covilhã...