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"Do sertão para o mar - um estudo sobre a experiência portuguesa na América, a partir da colônia: o caso do diretório dos índios (1751-1798)" ; Of the hinterland for the sea - a study on the portuguese experience in America, from the Colony: the case of the Directory of the Indians (1751-1798)

Coelho, Mauro Cezar
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2006 PT
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Este trabalho tem por objeto de estudo o Directorio que se deve observar nas Po-voaçoens dos Índios do Pará, e Maranhão em quanto Sua Magestade não mandar o contrário - legisla-ção implementada no Estado do Grão-Pará e Maranhão, entre os anos de 1758 e 1798. Ela-borada em meio às intervenções do ministério de Sebastião José de Carvalho e Melo para a região, essa lei tem sido vista pela historiografia como uma lei pombalina. A análise bus-cou acompanhar os processos de formulação da lei. Assim, a tese propõe uma compreen-são distinta da comumente aceita: o Diretório dos Índios (como a lei ficou conhecida) sur-giu como um desdobramento dos conflitos havidos entre a Metrópole portuguesa e sua Colônia americana. Logo, não se trata de uma lei pombalina, mas de uma resposta do mi-nistério de Carvalho e Mello ao conflito que se lhe apresentou – a qual incorpora demandas coloniais e metropolitanas. Por outro lado, a tese buscou compreender o exercício da lei e, nesse sentido, tratou de evitar concebê-lo como o desdobramento lógico do que dispunham os seus dispositivos legais. Antes, tratou de entendê-lo como relacionado ao contexto que o fez emergir. Dessa forma, a tese busca evidenciar que os conflitos que provocaram a lei foram determinantes para a conformação da sua aplicação e trata de analisar...

Ritmos biológicos em índios Guarani adultos; Biological rhythms in Guarani adult indians

Lapa, Daniela Wey Camilo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2007 PT
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Comunidades que vivem em regiões sem energia elétrica apresentam suas atividades sincronizadas pelo ciclo dia/noite e por compromissos sociais podendo haver uma diferença sazonal no comportamento. No ambiente urbano a energia elétrica cria a possibilidade de nos organizarmos temporalmente de acordo com os nossos interesses. Este comportamento tem sido apontado como uma das causas para a ausência de sazonalidade nos ritmos biológicos humanos. Este estudo fenomenológico naturalístico em índios Guarani que viviam em casas sem energia elétrica nos permitiu refletir sobre a presença de sazonalidade nos ritmos biológicos. O ritmo de temperatura do punho em 21 índios e o ciclo de atividade/repouso em 16 índios foram comparados entre o inverno e verão. O perfil temporal da temperatura não se alterou nas duas épocas, mas houve diferença nos valores de amplitude e MESOR que pode ser explicada pela variação sazonal do padrão de dissipação de calor através da pele. Não houve diferença entre o inverno e verão para os valores de acrofase, e os índios mais novos apresentaram horários de acrofase da temperatura mais tardios que os índios mais velhos. Do inverno para o verão observamos um atraso nos horários de repouso sem alteração significativa na duração. Não verificamos diferença nos horários e na duração do repouso entre os dias de semana e fins de semana. O padrão de atividade/repouso não apresentou relação com a duração/alocação da noite no inverno e verão e houve uma correlação negativa com os valores de temperatura do punho. Os índios adultos da Aldeia Boa Vista apresentam ritmos biológicos com características típicas de uma comunidade de transição. As atividades na aldeia são sincronizadas pelas diferentes relações sociais que se estabelecem em cada época do ano.; Communities living in areas without electricity present biological rhythms synchronized by the day/night cycle and social schedules; it seems possible to detect seasonal differences in their behaviour. In urban areas electricity allow us to organize our activities according to our interests. This behaviour has been pointed as a cause for the absence of seasonality in human biological rhythms. The present naturalistic phenomenological study of Guarani indians that living in no electricity houses allowed us to think about the presence of seasonality in biological rhythms. Wrist temperature and activity/rest rhythms of 21 indians were compared between winter and summer. The temperature profile did not change...

O Serviço de Proteção aos Índios e o estabelecimento de uma política indigenista republicana junto aos índios da reserva de Dourados e Panambizinho na área da educação escolar (1929 a 1968)

Girotto, Renata Lourenço
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 250 f. il. + anexo
POR
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Pós-graduação em História - FCLAS; Este trabalho trata da política indigenista do Estado Republicano ao sul de Mato Grosso, tendo como objeto específico o processo de educação escolar na Reserva de Dourados e Aldeia Panambizinho, no período de 1929 a 1968. Os referenciais teórico-metodológicos adotados baseiam-se, primordialmente, na História Cultural, na História Social, na Antropologia e na Etnografia, com a contribuição das fontes da História Oral. Intenta-se a construção de uma História que, ao mesmo tempo em que evidencia a violência cometida contra os povos indígenas, os reconhece como agentes sociais. Ao longo do trabalho, analisamos as concepções da política indigenista oficial em suas contradições e ambigüidades, passando do plano discursivo ao prático. Buscamos reconstituir o processo de criação da Reserva Indígena de Dourados e da Terra Indígena do Panambizinho, fazendo uma breve contextualização dos condicionamentos históricos recentes da migração dos Terena e dos Guarani até a região, perpassando pela caracterização de sua conformação étnico-cultural, em seus aspectos mais relevantes. Com base em documentos escritos e orais, demonstramos o entrelaçamento do Serviço de Proteção ao Índio com a Missão Evangélica Caiuá...

Xukuru : memorias e historia dos indios da Serra do Ororuba (Pesqueira/PE), 1950-1988; Xukuru : memories and history of the Serra do Ororuba Indians (Pesqueira/PE), 1950-1988

Edson Hely Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/03/2008 PT
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Este estudo procurou, a partir das memórias orais dos índios Xukuru e da pesquisa em registros escritos, discutir as conexões temporais entre as mobilizações indígenas pelas terras, nos anos 1980, e as ocorridas na década de 1950, quando os Xukuru conquistaram o reconhecimento oficial com a implantação de um Posto do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) na Serra do Ororubá, em Pesqueira/PE. Em ambos os períodos, os índios afirmaram seus direitos baseados nas memórias de seus antepassados que receberam as terras como recompensa pela participação na Guerra do Paraguai, em um contexto de disputas pelas terras do oficialmente extinto Aldeamento de Cimbres/Ororubá em fins do século XIX. A pesquisa das memórias possibilitou perceber os elos de uma história coletiva, de um pertencimento em um conjunto de situações e experiências históricas que conferem uma identidade baseada em um espaço ancestral comum. Nos relatos das memórias orais dos Xukuru do Ororubá, é possível perceber outros acontecimentos que expressaram o cotidiano, os espaços e momentos de sociabilidades vivenciados na Serra do Ororubá, o significado de Cimbres como um espaço de referência da memória mítico-religiosa para a afirmação da identidade do grupo...

Preliminares sobre a fonética e a fonologia da língua falada pelo primeiro grupo de índios Korúbo recém-contatados

Oliveira, Sanderson Castro Soares de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, 2009.; A presente dissertação tem como principal objetivo apresentar uma primeira descrição do sistema fonético e fonológico da língua Korúbo, além de apresentar notas sobre a cultura e sobre a história do povo que a fala e também demonstrar as primeiras evidências lingüísticas de que essa língua pertence à família Pano e que pode ser classificada como mais próxima das línguas Mayorúna e Matís. Os dados dessa pesquisa foram coletados durante três sessões de campo entre o grupo de índios Korúbo contatados em 1996, que estão localizados na margem esquerda do baixo rio Ituí (afluente do Itaquai, que por sua vez é afluente do Javari), no sudoeste do estado do Amazonas. Na transcrição fonética buscou-se detalhar ao máximo os sons da língua Korúbo, de forma a embasar a análise fonológica e dar conta das peculiaridades sonoras dessa língua. Na análise fonológica, baseada numa descrição articulatória, buscou-se verificar como os sons se organizam e funcionam nessa língua (cf. Hyman 1975:2). Todo o estudo está baseado no conceito de fonema (cf. Trubetzkoy 1939:10; Swadesh 1934), mas considera ainda o conceito de traços distintivos (cf. Jakobson at al. 1942; Jakobson and Halle 1956; Halle e Clements 1992). A função distintiva dos sons foi checada através de pares mínimos e análogos...

Polineuropatia nutricional entre índios Xavantes

Vieira Filho,J.P.B.; Oliveira,A.S.B.; Silva,M.R.D. da; Amaral,A.L.; Schultz,R.R.
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1997 PT
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Os autores apresentam dois casos de polineuropatia carencial (PC) entre os índios Xavantes, em que o arroz era o alimento exclusivo no caso 1 e quase exclusivo no caso 2. O arroz consumido por esses índios era o beneficiado ou despolpado. A intoxicação pelo cianeto da mandioca ou de outros vegetais foi afastada. RELATO DOS CASOS. Foram observados em suas aldeias dois índios com 18 e 25 anos, com história progressiva de fraqueza, diminuição da força muscular e emagrecimento. Removidos ao Hospital São Paulo, notou-se, no exame neurológico do caso 1, atrofia da musculatura distal dos membros superiores e inferiores, déficit motor distalmente com grau zero na musculatura flexora, reflexos profundos abolidos, reflexo cutâneo plantar sem resposta bilateralmente, sensibilidade táctil, dolorosa e palestésica diminuída distalmente nos membros inferiores. No exame neurológico do caso 2, notou-se hiporreflexia proximal nos membros superiores, arreflexia nas porções distais dos membros superiores e inferiores, hipoestesia táctil e dolorosa nos pés, hipoacusia à direita. As eletroneuromiografias mostraram anormalidades compatíveis com polineuropatia sensitivo-motora simétrica, de padrão axonal desmielinizante no caso 1 e de predomínio desmielimizante no caso 2. Os exames de líquor foram normais. DISCUSSÃO. A polineuropatia foi caracterizada pela história clínica...

Índios mestiços e selvagens civilizados de Debret reflexões sobre relações interétnicas e mestiçagens

Almeida,Maria Regina Celestino de
Fonte: Pós-Graduação em História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais. Publicador: Pós-Graduação em História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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Os índios retratados por Jean-Baptiste Debret são por ele classificados nas categorias de selvagens e civilizados e reconhecem-se neles, tanto nas imagens quanto nos textos a elas correspondentes, significativos sinais de mestiçagem. Algumas aparentes contradições do autor indicam considerável continuidade e fluidez entre os ditos estados de selvageria e civilização; e de mestiçagem e indianidade. Índios e mestiços, "selvagens" e "civilizados" interagiam e confundiam-se nas sociedades americanas e nas imagens e classificações do autor. O objetivo deste texto é refletir sobre essas interações complexificando as categorias de índios e mestiços, selvagens e civilizados, a partir de abordagens interdisciplinares que, ao historicizar os conceitos de cultura e etnicidade, permitem um novo olhar sobre relações interétnicas e processos de mestiçagem.

Ler, escrever e contar : praticas de numeramento-letramento dos Kaiabi no contexto de formação de professores indios no Parque Indigena do Xingu

Jackeline Rodrigues Mendes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/03/2002 PT
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O objetivo deste trabalho consiste em apresentar uma discussão sobre as práticas de numeramento-Ietramento do grupo Kaiabi no contexto de formação de professores índios do Parque Indígena do Xingu, procurando estabelecer uma relação entre essas práticas e a prática dominante representada pela instituição escola, do ponto de vista dos professores índios e da professora-formadora-analista. O conceito de numeramento adotado neste estudo é apresentado a partir de relações traçadas entre as áreas de estudo de Letramento (Street, 1984, 1995), Antropologia Social Cognitiva (Lave, 1988) e Etnomatemática (D'Ambrósio, 1985, 1990, 1997; Sebastiani-Ferreira, 1991, 1997 e Knijnik, 1996). Os dados que compõem a análise são provenientes de registros, coletados etnograficamente, compostos por diário de campo; gravações em áudio das aulas, das entrevistas com os professores Kaiabi, das avaliações dos cursos e das assembléias com as lideranças; os textos produzidos para o livro de matemática em língua indígena, na parte de elaboração de problemas, e os diários de classe dos professores Kaiabi. A análise das práticas de numeramento-Ietramento dos professores Kaiabi no contexto formação no PIX aponta um caráter de apropriação da prática dominante no sentido proposto por de Certeau (1996). Indica também a afIrmação de identidade étnica (Cunha...

Os indios aldeados no Rio de Janeiro colonial : novos suditos cristãos do Imperio Portugues

Maria Regina Celestino de Almeida
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/12/2000 PT
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Este trabalho pretende analisar o papel dos índios integrados à colonização, entendendo-os como grupo étnico-social específico construído no interior das aldeias através da experiência compartilhada com grupos étnicos e sociais diversos. Insere-se numa linha de pesquisa interdisciplinar que partindo da concepção de cultura histórica tem repensado as relações de contato entre os índios e os colonizadores. A partir dessa concepção é possível entender que colaborar com os europeus e aldear-se podia significar uma forma de resistência adaptativa, através da qual os povos indígenas re-socializavamse, reelaborando valores, culturas e tradições no contato cotidiano das aldeias repleto de tensões, negociações e conflitos entre todos os agentes sociais ali envolvidos. Sem negar a violência da colonização sobre os povos indígenas, a pesquisa visa a enfatizar o papel das aldeias no processo de re-socialização dos índios, entendendo-as, pois, como espaço que além de português e cristão foi também dos índios, no qual encontraram as possibilidades de recriar suas histórias, culturas e identidades. Uma vez aldeados, os índios tornavam-se súditos cristãos do Rei, adquiriam direitos e deveres e passavam a vivenciar uma nova situação na qual aprendiam novas práticas culturais e políticas que manejavam com considerável habilidade. As evidências empíricas sobre as aldeias e os índios no Rio de Janeiro colonial permitem afirmar que...

A ousadia dos índios : a ação política no aldeamento de Barueri (séc. XVIII); Aldacious indians : political action iin Barueri village during the eighteenth century

Daniel Moretto Martini
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2012 PT
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Esta dissertação de mestrado tem como objetivo principal a investigação da aldeia de Barueri ao longo do século XVIII. Baseando-se em pesquisas recentes, a intenção é entender como os índios dessa aldeia se inseriram dentro da sociedade colonial e como transformaram a identidade de índios aldeados em uma forma de lutar pelos direitos que essa condição supostamente lhes garantia. Para fazer isso esses índios tiveram que se inserir no jogo político da capitania de São Paulo e lidar com os problemas e conflitos entre as diversas autoridades que tinham interesses sobre o trabalho deles. Através dessa interação os índios conseguiram garantir formas particulares de ocupar as terras da aldeia e possibilidades de negar serviços que lhes eram ordenados. Essa situação começou a se transformar com o Diretório dos Índios que passou a exigir uma mudança territorial e, consequentemente, uma mudança de comportamento dos índios. Por fim, buscamos mostrar que existia uma população ativa e que formava famílias dentro da aldeia de Barueri, o que contradiz a bibliografia que vê esse lugar como decadente e despovoado ao longo do século XVIII.; This thesis focuses on the Indian settlement of Barueri, Captaincy of São Paulo...

Real Resolución sobre la fundación del Colegio Mayor de Nuestra Señora del Rosario y la facultad de reducir indios infieles

Felipe IV, Rey de España
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: info:eu-repo/semantics/other; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 20/05/1646 SPA
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Felipe IV de España pide un informe a la Real Audiencia de Santafé sobre la fundación del Colegio Mayor de Nuestra Señora del Rosario y la facultad de reducir indios infieles, que ha solicitado el Arzobispo de Santafé Cristóbal de Torres y Motones. Escribano don Gabriel de Ocaña y Alarcón. El rey pide que le proporcionen información más amplia sobre el valor de las rentas y su coherencia con el gasto que supone poner en pie el colegio: hacerse cargo de los colegiales y traer de otros lados a los maestros. Aprueba la reducción de indios fieles, aunque considera problemático el uso de los indios como servidumbre, cuestión que ya había prohibido en otras Cédulas.

Solicitud y concesión de traslado de indios rebeldes

Vargas, Adrian de
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: info:eu-repo/semantics/other; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
SPA
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Solicitud y concesión de traslado de indios "rebeldes" de los llanos a Santafé para su reducción y servicio en el Colegio Mayor del Rosario. Pedro Sánchez Cueto, pide en nombre de don Adrián de Vargas gobernador de las provincias de Santiago de la Atalaya, tomar quince indios rebeldes para remitirlos a Santafé. Petición concedida y orden de trasladar estos indios al Colegio Mayor de Nuestra Señora del Rosario.

Copia de la Cédula real de Carlos II que habilita a los indios de las colonias para ingresar a los Colegio y a las instituciones civiles y religiosas.

Carlos II, Rey de España; Carlos III, Rey de España; Mora Chimo, Vicente de
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: info:eu-repo/semantics/other; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 12/03/1697 SPA
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Esta cédula de 1767 expone una recopilación de los mandatos planteados por la Corona española en torno a la participación de los indios americanos en las instituciones coloniales. Se citan: *(382r) la cédula de 12 de marzo de 1697 expedida bajo el reinado de Carlos II de España que permite el ingreso de los hijos de los caciques o indios "nobles" a las instituciones eclesiásticas, seculares, de gobierno y de guerra. *(382v) La cédula de 6 de mayo de 1691 que manda el establecimiento de escuelas en las ciudades de los Reinos del Perú y la Nueva España para la enseñanza de la lengua castellana a los indios. *(382v) La cédula de 12 de julio de 1691 sobre la resolución de fundación de un colegio seminario en México, ordenando que tanto en este colegio y en todos los que se fundasen en las Indias se destinen la cuarta parte de las becas para los hijos de los Caciques. *(383v) La comunicación de Vicente de Mora Chimo Cacique y procurador de pueblos de indios en el Perú diciendo que no se han cumplido las disposiciones reales mencionadas en las cédulas con los indios del Perú, situación ante la que el Consejo de Indias insta todas las autoridades civiles y eclesiásticas a cumplir con el mandato en 21 de febrero de 1725. *(384r) En 11 de septiembre de 1676 se emite una nueva cédula Real con el mismo mandato en respuesta a la petición del franciscano Isidoro de Cala sobre permitir a los indios del Perú en los colegios y en los puestos civiles y eclesiásticos. * (384r) Continúa con el obedecimiento del mandato firmado por el presidente y oidores de la Real Audiencia en Santafé en 21 de enero de 1767. *(384v) Vista y Respuesta del fiscal del Rey en Santafé en 9 de febrero 1767 confirmando el mandato de la Cédula. *(384v- 385) Auto en el que se pide comunicar a las autoridades religiosas...

Interações missionárias e matrimônios de índios em zonas de fronteiras (Maranhão, início do século XVII)

Castelnau-L'Estoile,Charlotte de
Fonte: EdUFF - Editora da UFF Publicador: EdUFF - Editora da UFF
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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Este estudo analisa a missão em termos de interação, estudando tanto a perspectiva indígena quanto a dos evangelistas. Índios e missionários são ambos atores nesse ministério, que nunca está distante da relação de poder colonial. É através da questão do matrimônio cristão dos índios que a referida interação é abordada. O matrimônio é o centro do projeto missionário de transformação dos índios, sendo, da mesma forma, o centro de resistência ou de negociação indígena. A partir do exemplo de fontes de capuchinhos franceses do início do século XVII, no Maranhão, o texto procura mostrar a grande riqueza dos escritos dos frades para a história e a antropologia dos índios em situação de contato com os missionários.

Auto del capitán Felipe de Rábago y Terán sobre el modo de manejarse con los indios con que se pactó la paz; que se les permita el tráfico de camba-laches: Real presidio de San...

Rábago y Terán, Felipe de.
Fonte: Colecciones Mexicanas Publicador: Colecciones Mexicanas
Tipo: Imagem Formato: image/jpeg
SP-MX
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Manuscrito que contiene Auto del capitán Felipe de Rábago y Terán sobre el modo de manejarse con los indios con que se pactó la paz; que se les permita el tráfico de cambalaches: Real presidio de San Sabá, 23 abril 1764. Seguido de diligencias sobre lo mismo: Real presidio de San Sabá, 25 abril 1764: y declaraciones de unos indios lipanes: Real presidio de San Sabá, 25-26 abril 1764.

O ALDEAMENTO DOS ÍNDIOS GUERENS DO ALMADA FACE AOS DESÍGNIOS DA POLÍTICA INDIGENISTA DE 1755 A 1815 (VILA DE ILHÉUS)

Jesus, Ana Paula Oliveira de
Fonte: Escritas: Revista do Curso de História de Araguaína Publicador: Escritas: Revista do Curso de História de Araguaína
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 10/08/2015 POR
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As constantes fugas dos índios Guerens para as matas, durante o final do século XVII e início do XVIII, dificultavam a fundação do aldeamento no Almada. Até que por volta de 1755, esse aldeamento foi reestruturado quando autoridades coloniais conseguiram reduzir um grupo desses índios. O período da existência desse aldeamento envolve a política indigenista de Pombal, da Carta Régia de 1798 e do período Joanino. Dessa forma, torna-se necessário discorrer sobre os reflexos dessas legislações nas decisões tomadas pelas autoridades locais que ocuparam a terra do Almada. Além disso, esse aldeamento é considerado tardio, pois o objetivo da sua fundação era apaziguar os índios Guerens para garantir mão-de-obra e ocupar terras.    

Indios vassalos versus Portugueses descansados - liberdade, terra e trabalho na vila indígena de Benavente (capitania do Espírito Santo, 1795)

Moreira, Vânia Maria Losada; Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2014 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/1984-9222.2014v6n12p317Requerimento encabeçado por vários índios da vila de Nova Benavente e endereçado à rainha D. Maria I, em 1795. Nele, denuncia-se esbulhos territoriais e indevidos procedimentos de extração do trabalho indígena na região. Para serem ouvidos em suas súplicas, os índios iniciaram uma verdadeira epopeia, em que dois procuradores índios dirigiram-se à Bahia e depois à Lisboa. Na corte, a rainha acatou as denúncias e mandou que os fatos fossem apurados e a “justiça distribuída” aos índios naquilo que fosse procedente. Em razão disso, foi instaurado um processo judicial na vila de Benavente e, dentre os muitos documentos anexados ao processo, encontra-se o requerimento transcrito e comentado no texto. Atualmente, o conjunto documental está reunido em um único processo depositado noArquivo Histórico Ultramarino, em Lisboa.

Santiago del Estero y sus pueblos de indios: De las ordenanzas de Alfaro (1612) a las guerras de independencia

Farberman,Judith
Fonte: Andes Publicador: Andes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 ES
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A partir de las ordenanzas de Francisco de Alfaro, las aldeas indígenas bajo el régimen de encomienda se institucionalizaron como pueblos de indios. Como es sabido, la reducción, el mantenimiento de las tierras de comunidad, el respeto por las autoridades indígenas tradicionales y la designación de alcaldes, además del reemplazo del servicio personal por un tributo, fueron las principales medidas que se procuró implementar. En Santiago del Estero, zona no alterada por la política de desnaturalizaciones posterior a las rebeliones calchaquíes, las disposiciones alfarianas no tuvieron un carácter meramente formal. Configurando un cuadro bastante excepcional en el escenario tucumano (salvando quizás la jurisdicción de Jujuy), los pueblos de indios y su estructura institucional sobrevivieron hasta poco después de las revoluciones de independencia. Nuestra hipótesis es que la perduración de los pueblos de indios santiagueños se vinculó a la puesta en marcha de una serie de estrategias. El matrimonio preferencial, la migración temporaria, la integración a los mercados de bienes y mano de obra y los cambios en los sistemas de autoridad son algunas de las variables que serán analizadas en la ponencia.

El oidor de Charcas, Antonio Martínez Luján de Vargas, y la nueva coyuntura a fines de siglo XVII en Tucumán: A propósito de los derechos a la tierra de los pueblos de indios

Castro Olañeta,Isabel
Fonte: Memoria americana Publicador: Memoria americana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2015 ES
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Este estudio avanza en la reconstrucción de la coyuntura de fines del siglo XVII en la Gobernación del Tucumán, marcada por la Visita a las encomiendas del oidor de Charcas, Antonio Martínez Luján de Vargas, y la ejecución de sus sentencias. Presenta nueva información biográfica sobre el visitador, la visita es considerada como una intervención cuyo objetivo principal era desagraviara los indios encomendados, en relación con el servicio personal y la demarcación legal de tierras de reducción para los pueblos de indios, y castigar a los encomenderos. Finalmente, se reflexiona sobre el problema de la formación y consolidación de los derechos a las tierras en común de los pueblos de indios en la región, recuperando la información de un documento inédito referido a la ejecución de las sentencias de la Visita en la jurisdicción de Córdoba.

Administración borbónica de pueblos de indios en el Río de la Plata: Matriculas de pueblos de Santa Fe (1785)

Moriconi,Miriam
Fonte: Prohistoria Publicador: Prohistoria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 ES
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En este artículo se transcriben y analiza la potencialidad de las matrículas de dos pueblos de indios para el análisis histórico de la política de fronteras en el Chaco austral en la etapa borbónica. La documentación concierne al pueblo San Javier de indios mocovíes y San Gerónimo indios abipones, ambos localizados en la frontera norte de la ciudad de Santa Fe de la Vera Cruz. Corresponden al período posterior al extrañamiento de la Compañía de Jesús, un momento en que las autoridades borbónicas están urgidas por la necesidad de la repoblación de las reducciones del norte santafesino