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Previsão de inflação utilizando modelos de séries temporais

Bonno, Simone Jager Patrocinio
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
PT_BR
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136.06%
Este trabalho compara modelos de séries temporais para a projeção de curto prazo da inflação brasileira, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Foram considerados modelos SARIMA de Box e Jenkins e modelos estruturais em espaço de estados, estimados pelo filtro de Kalman. Para a estimação dos modelos, foi utilizada a série do IPCA na base mensal, de março de 2003 a março de 2012. Os modelos SARIMA foram estimados no EVIEWS e os modelos estruturais no STAMP. Para a validação dos modelos para fora da amostra, foram consideradas as previsões 1 passo à frente para o período de abril de 2012 a março de 2013, tomando como base os principais critérios de avaliação de capacidade preditiva propostos na literatura. A conclusão do trabalho é que, embora o modelo estrutural permita, decompor a série em componentes com interpretação direta e estudá-las separadamente, além de incorporar variáveis explicativas de forma simples, o desempenho do modelo SARIMA para prever a inflação brasileira foi superior, no período e horizonte considerados. Outro importante aspecto positivo é que a implementação de um modelo SARIMA é imediata, e previsões a partir dele são obtidas de forma simples e direta.; This paper compares time series models to forecast short-term Brazilian inflation measured by Consumer Price Index (IPCA). Were considered SARIMA Box-Jenkins models and structural models in state space...

Testando a validade da paridade de poder de compra entre regiões metropolitanas do Brasil através do IPCA

Alves, Vagner Enrico Castilho
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
PT_BR
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125.96%
Este trabalho procurar analisar a validade da Paridade do Poder de Compra entre regiões metropolitanas do Brasil através do Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA). Para isso foram realizados testes de raiz unitária para modelos lineares e não lineares, sobre cinco grupos do IPCA: Índice Geral, Administrados, Bens Comercializáveis, Bens Não Comercializáveis e Alimentos no Domicílio. O banco de dados utilizado compreende o período de 1991 a 2013 e os testes foram realizados sobre 550 séries, comparando-se todos os pares possíveis de regiões. Sob o modelo linear, não foi possível validar a PPC para a maioria das séries através do teste de raiz unitária DF-GLS, o que é diferente do esperado, uma vez que a análise intranacional elimina os efeitos da taxa de câmbio e reduz a influência dos custos de transações sobre as condições de arbitragem. Já o resultado do modelo não linear, realizado através do teste de Kapetanios, confirmou a estacionariedade de 203 séries, de tal forma que podemos afirmar que a PPC é válida para praticamente todos os pares possíveis de regiões metropolitanas abrangidas pelo IPCA nos cinco grupos estudados. Além disso, é possível observar que as séries apresentam maiores desvios entre os anos de 1991 e 1994...

O regime de metas inflacionárias e sua adequação à economia brasileira

Porteiro, Glória Bolani
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
POR
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The Inflation Targeting Regime was adopted in Brazil in 1999 and it aims at maintaining the price level in the interval set by the government. For such reason, the Central Bank makes use of variations in the interest rate, which causes the cost of the credit to be more expensive, reducing the investments, the jobs and, concomitantly, the inflation. Being aware that the country is subject to sudden reversals of the international capital flows which results in exchange rate and price instability, an econometric analysis of the adequation of the targerting regime to the Brazilian economy, especially concerned with the index price that is used as the parameter for the inflation calculus, is proposed; O Regime de Metas de Inflação foi adotado no Brasil em 1999 e tem como objetivo principal manter o nível de preços em determinado intervalo estabelecido pelo governo. Para tanto, o Banco Central lança mão de variações na taxa de juros, a qual faz com que o custo do crédito encareça, reduzindo a demanda e os investimentos e, concomitantemente, a inflação. Tendo em vista que o país historicamente está sujeito à vulnerabilidade nas contas externas, eventuais instabilidades cambiais podem se propagar rapidamente para a inflação e o mecanismo de metas de inflação pode mostrar-se pouco eficaz. A fim de avaliar a adequação do referido regime...

Gastos das famílias brasileiras com medicamentos segundo a renda familiar: análise da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2002-2003 e de 2008-2009

Garcia,Leila Posenato; Sant'Anna,Ana Cláudia; Magalhães,Luís Carlos Garcia de; Freitas,Lúcia Rolim Santana de; Aurea,Adriana Pacheco
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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O estudo teve como objetivos investigar os gastos das famílias brasileiras com medicamentos e as desigualdades de renda nestes gastos, segundo categorias de medicamentos. Trata-se de estudo transversal realizado com dados das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) realizadas em 2002-2003 e 2008-2009. Os valores foram corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Índice de Concentração (IC) foi calculado como medida de desigualdade. O gasto médio com medicamentos para o total das famílias correspondeu a R$ 53,54 na POF 20022003 e R$ 59,02 na POF 2008-2009. Os IC revelaram concentração dos gastos entre as famílias de maior renda. A composição destes gastos é diferente conforme a renda das famílias. Entre as de menor renda predominam os gastos com analgésicos, antigripais e anti-inflamatórios. Entre as de maior renda predominam os gastos com medicamentos para diabetes, hipertensão e doenças do coração. Para as famílias de menor renda, apesar da redução do peso do gasto com medicamentos sobre sua renda, este ainda é o principal componente dos gastos com saúde.

Rodovias brasileiras: políticas públicas, investimentos, concessões e tarifas de pedágio; Texto para Discussão (TD) 1668: Rodovias brasileiras: políticas públicas, investimentos, concessões e tarifas de pedágio

Campos Neto, Carlos Alvares da Silva; Paula, Jean Marlo Pepino de; Souza, Frederico Hartmann de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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Este artigo tem dois objetivos gerais: apresentar, analisar e sugerir políticas de investimento e de financiamento da infraestrutura rodoviária no Brasil; e analisar o processo de concessão de rodovias no país, destacadamente no que respeita à política relativa às tarifas de pedágio. Nos últimos oito anos, o investimento público federal em rodovia, em valores constantes, vem aumentando de forma expressiva. De 2003 a 2010, os valores passaram de R$ 1,3 bilhão para R$ 10,3 bilhões, o que significou crescimento de 700%. Em relação aos investimentos privados, os valores se mantiveram relativamente constantes, durante o período 2002-2007, representando em média R$ 1,8 bilhão por ano. A partir de 2007, esses investimentos apresentaram crescimento significativo, consequência das novas concessões realizadas pelo governo federal e pelo Estado de São Paulo, ambas entre 2008 e 2009. Assim, os recursos aplicados pelo setor privado dobraram desde 2007, atingindo R$ 3,6 bilhões em 2010. A partir da extensão da malha rodoviária brasileira, a equipe de infraestrutura econômica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calculou o valor investido por quilômetro, tanto para rodovias públicas quanto para concedidas. Em ambos os casos...

Inflação e padrão de crescimento brasileiro : considerações a partir da desagregação do IPCA; Inflation and the Brazilian growth pattern : considerations from the IPCA breakdown

Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Brasil em Desenvolvimento (BD) - Artigos
PT-BR
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115.84%
Este capítulo discute a trajetória recente da inflação e sua relação com a elevação da taxa média de crescimento da economia, associada às transformações estruturais ocorridas a partir de 2003. O enfoque adotado é eminentemente descritivo – apontando, pela decomposição do IPCA, quais são os grupos de preços mais influentes. O período de análise se estende desde 2000, o primeiro ano completo sob o regime de metas para a inflação, até junho de 2011, com maior detalhamento no período posterior a 2007. Para os anos mais recentes, observou-se um padrão em que alimentos e bebidas e serviços apresentaram taxas de variação de preços acima do centro da meta para o IPCA, enquanto as taxas de monitorados e produtos industrializados foram inferiores à meta. A evolução dos quatro grupos é relacionada, respectivamente, a: i) alta internacional dos preços de commodities; ii) melhoria da distribuição de renda e do mercado de trabalho; iii) mudanças na regulação dos preços administrados; e iv) apreciação cambial e ganhos de produtividade. Este texto está dividido em sete seções. Após esta introdução, a segunda seção discute o padrão de crescimento brasileiro e apresenta as linhas gerais da composição da inflação de 2000 ao primeiro semestre de 2011. O comportamento no período de 2007 a junho de 2011 de cada um dos quatro agrupamentos de preços (alimentos e bebidas...

Decomposição e determinantes da inflação no Brasil no período 2007-2009; Decomposition and determinants of inflation in Brazil during 2007-2009

Cerqueira, Vinicius; Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Brasil em Desenvolvimento (BD) - Artigos
PT-BR
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Este capítulo apresenta a composição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2007 a 2009 e seus principais determinantes. Para decompor o IPCA, foi construída uma nova classificação, denominada classificação por segmentos, cruzando a classificação em bens comercializáveis, não comercializáveis e monitorados (CNMC) do BCB com a classificação de grupos do IPCA. A partir das 22 séries geradas, são apontados os segmentos que mais afetaram a inflação, de acordo com o índice de pressão inflacionária (IP), criado para medir a contribuição de cada bem ou agrupamento de bens para a inflação do IPCA. A seguir, a análise dos determinantes da inflação no período é conduzida por meio de um modelo econométrico, aplicado a cada uma das séries a fim de medir o impacto de variáveis macroeconômicas sobre os diferentes segmentos. Por fim, as considerações finais levantam algumas implicações dos resultados em termos de políticas de combate à inflação.; p. 185-209 : il.

Custos do trabalho : uma análise da indústria brasileira no período 1996-2012; Texto para Discussão (TD) 2050 : Custos do trabalho : uma análise da indústria brasileira no período 1996-2012

Cavalcante, Luiz Ricardo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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105.77%
O objetivo desta pesquisa é analisar a evolução e a composição dos custos do trabalho no setor industrial no Brasil no período entre 1996 e 2012, com base nos dados disponíveis na Pesquisa Industrial Anual (PIA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os custos do trabalho são decompostos em três grandes blocos – pagamento pelo tempo trabalhado; benefícios pagos diretamente; e gastos previdenciários dos empregadores e outros tributos relacionados ao trabalho –, compatíveis com os dados sistematizados pelo Bureau of Labor Statistics (BLS) e com o padrão internacional adotado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Conclui-se que, entre 1996 e 2012, os custos médios mensais por trabalhador na indústria extrativa – em valores constantes de 2012 deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – passaram de R$ 4.165 para R$ 7.122 (crescimento médio anual de 3,41%). Na indústria de transformação, esses valores passaram de R$ 3.150 para R$ 3.582 no mesmo período (crescimento médio anual de 0,81%). Quando expressos em dólares norte-americanos, os custos do trabalho na indústria exibem uma trajetória que, graficamente, tem o formato de “U”, decrescendo entre 1996 e 2002...

Política monetária e câmbio : efeitos sobre preços desagregados em um modelo Favar para o Brasil; Texto para Discussão (TD) 2072 : Política monetária e câmbio : efeitos sobre preços desagregados em um modelo Favar para o Brasil

Lima, Elcyon Caiado; Martinez, Thiago Sevilhano; Cerqueira, Vinícius dos Santos
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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105.87%
Este trabalho investiga o efeito de choques monetários e cambiais sobre a dinâmica de preços desagregados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 1999 a 2011. Para tanto, os resultados foram analisados com o emprego de um modelo de autorregressão vetorial estrutural aumentada por fatores dinâmicos – factor-augmented vector autoregressive model (Favar) –, apresentados por diferentes níveis de agregação. O modelo é estimado por técnicas bayesianas, e as funções de resposta-impulso são construídas utilizando restrições de sinais sobre as respostas de variáveis macroeconômicas. Os principais resultados foram: i) 65,9% dos preços dos subitens investigados caem após um choque monetário e 50,7% sobem após um choque cambial; ii) apenas 2,6% dos subitens (peso de 1,6% no índice total) apresentaram price puzzle para choques monetários e 2,3% (peso de 0,5% no índice total) para choques cambiais; iii) choques macroeconômicos são mais persistentes do que os choques específicos; e iv) as respostas são diferenciadas conforme o setor considerado.; 35 p.

Efeitos da política monetária na economia brasileira: resultados de um procedimento de identificação agnóstica; Effects of monetary policy in the Brazilian economy: results of an agnostic identification procedure

Mendonça, Mario Jorge C.; Medrano, Luis; Sachsida, Adolfo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
PT-BR
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95.79%
Este artigo investiga os efeitos de choques de política monetária sobre a economia brasileira durante o período julho/1999-maio/2010. Seguimos o procedimento sugerido por Uhlig (2005) para verificar o efeito de um choque monetário contracionário sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e a inflação. Os resultados apontam que, com 65% de probabilidade, o PIB real cai imediatamente após o choque monetário. Esta probabilidade é de 20% se considerarmos uma variação negativa do PIB real entre 0% e 0,5%. Com 35% de probabilidade o índice de preços – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – cai 0,10% durante os seis primeiros meses após o choque monetário.; p. 367-394 : il.

Preços relativos e política monetária no Brasil : uma discussão a partir do Índice de Contribuição para o Desvio da Meta de Inflação (ICMI) e da desagregação do IPCA por natureza dos produtos; Texto para Discussão (TD) 2055 : Preços relativos e política monetária no Brasil : uma discussão a partir do Índice de Contribuição para o Desvio da Meta de Inflação (ICMI) e da desagregação do IPCA por natureza dos produtos

Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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166.07%
O objetivo do texto é apresentar as contribuições de diferentes setores aos desvios em relação ao centro da meta de inflação de 2000 a 2013, além de discutir implicações para o quadro recente da política monetária. As contribuições são medidas pelo Índice de Contribuição para o Desvio da Meta de Inflação (ICMI), que é uma versão aprimorada do índice apresentado em Martinez e Cerqueira (2013). O ICMI é aplicado a uma desagregação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) por natureza dos produtos, em três níveis. As tendências observadas, particularmente a recente elevação da inflação de serviços, são comentadas à luz da literatura novo-keynesiana de política monetária ótima sob heterogeneidade setorial na rigidez de preços.; 61 p. : il.

Compatibilização de mudanças em classificações desagregadas do IPCA (1999-2014); Texto para Discussão (TD) 2056 : Compatibilização de mudanças em classificações desagregadas do IPCA (1999-2014)

Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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165.97%
Este texto propõe três adaptações relacionadas a desagregações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) com o intuito de disponibilizar dados relevantes para estudos sobre inflação no Brasil em cortes desagregados, em periodicidade mensal de agosto de 1999 a setembro de 2014. Na primeira, é feita a compatibilização das séries de subitens, o nível mais desagregado do IPCA, entre as três estruturas de ponderação vigentes desde o início do regime de metas de inflação: de agosto de 1999 a junho de 2006; de julho de 2006 a dezembro de 2011; e de janeiro de 2012 em diante. Resultaram do procedimento 313 séries de subitens, que cobrem no mínimo 95% da ponderação do IPCA em cada mês do período. Na segunda, são retrocedidos até 1999 os rótulos vigentes atualmente das classificações desagregadas do Banco Central do Brasil (BCB) em comercializáveis, não comercializáveis e monitorados (CNCM) assim como em duráveis, não duráveis, semiduráveis, serviços e monitorados (DNDS). As séries assim obtidas são comparadas com as originais do BCB, nas quais as reclassificações não são retrocedidas. Também são calculadas as séries da classificação em alimentos e bebidas, produtos industriais...

Inflação e o padrão de crescimento brasileiro: considerações a partir da desagregação do IPCA; Texto para Discussão (TD) 1804: Inflação e o padrão de crescimento brasileiro: considerações a partir da desagregação do IPCA; Inflation and growth pattern Brazil: considerations from the breakdown of IPCA

Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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166.05%
O texto discute a trajetória da inflação e sua relação com o crescimento econômico em anos recentes. É adotado um enfoque eminentemente descritivo, apontando por meio do Índice de Pressão sobre a Meta de Inflação (IPMI) quais foram os grupos de preços mais influentes sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O período de análise se estende de 2000 até junho de 2011, com ênfase no período posterior a 2007. As quatro categorias principais de preços – alimentos e bebidas, serviços, monitorados e produtos industrializados – são decompostas com maior detalhamento para o período de 2007 a 2011. Para estes anos, observou-se um padrão em que alimentos e bebidas e serviços apresentaram taxas de variação de preços acima do centro da meta para o IPCA, enquanto as taxas dos monitorados e produtos industrializados foram inferiores à meta. A evolução dos quatro grupos é relacionada, respectivamente, a: i) alta internacional dos preços de commodities; ii) melhora da distribuição de renda e do mercado de trabalho; iii) mudanças na regulação dos preços administrados; e iv) apreciação cambial e ganhos de produtividade.; 36 p. ; il.

A dinâmica da inflação brasileira : considerações a partir da desagregação do IPCA; Comunicados do Ipea 101 : A dinâmica da inflação brasileira : considerações a partir da desagregação do IPCA

Martinez, Thiago Sevilhano (Colaborador)
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Comunicados do Ipea
PT-BR
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Este Comunicado discute a dinâmica inflacionária brasileira na última década, com maior detalhamento no período desde 2007. A análise tem como foco a decomposição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apontando quais são os grupos de preços mais influentes e como podem estar relacionados às mudanças recentes na trajetória de crescimento da economia brasileira. Para os anos mais recentes, observou-se um padrão em que os alimentos e bebidas e os serviços apresentaram taxas de variação de preços acima do centro da meta para o IPCA, enquanto as taxas dos monitorados e produtos industrializados foram inferiores à meta. A evolução dos quatro grupos é relacionada, respectivamente, a: i) alta internacional dos preços de commodities; ii) melhora da distribuição de renda e do mercado de trabalho; iii) mudanças na regulação dos preços administrados e iv) apreciação cambial e ganhos de produtividade.; 20 p. : il.

Estrutura da inflação brasileira: determinantes e desagregação do IPCA; Texto para Discussão (TD) 1634: Estrutura da inflação brasileira: determinantes e desagregação do IPCA

Martinez, Thiago Sevilhano; Cerqueira, Vinícius dos Santos
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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155.96%
Este artigo tem por objetivo discutir os determinantes e a decomposição da inflação brasileira medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos anos de 2000 a 2009. Foram construídas 22 séries desagregadas, a classificação por segmentos, resultante da combinação da classificação bens comercializáveis/não comercializáveis/monitorados com os nove grupos do IPCA (alimentação e bebidas, habitação, artigos de residência, vestuário, transportes, saúde e cuidados pessoais, despesas pessoais, educação e comunicação). Os segmentos que mais influenciaram a inflação são ordenados pelo denominado Índice de Pressão sobre a Meta de Inflação (IPMI), criado para medir o impacto de cada agrupamento sobre o IPCA. São apresentados os resultados de um modelo econométrico que utiliza o método da função de transferência, com dados mensais de 1999 a 2009, para estimar os determinantes macroeconômicos da inflação desagregada nas 22 séries. Os determinantes dos segmentos mais influentes são explorados a partir dos resultados do modelo econométrico. Por fim, são levantadas algumas implicações para políticas de combate à inflação.; 69 p. : il.

Volatilidade da taxa de câmbio real e taxa de juros no Brasil: evidências de um modelo VAR-GARCH-M para o período 1999-2010; Texto para Discussão (TD) 1586: Volatilidade da taxa de câmbio real e taxa de juros no Brasil: evidências de um modelo VAR-GARCH-M para o período 1999-2010; Volatility of the real exchange rate and interest rate in Brazil: evidence from a model VAR-GARCH-M for the period 1999-2010

Cerqueira, Vinícius dos Santos
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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105.69%
Este trabalho investiga a relação entre taxa de juros e volatilidade da taxa de câmbio real efetiva no Brasil. Por meio de um modelo GARCH multivariado simultâneo, que permite estimar equações para a média e a variância em único estágio, infere-se que: não é possível afirmar que as variações e a volatilidade da taxa de câmbio real efetiva e da taxa de juros – Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) ou Selic descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – sejam independentes. No contexto do regime de metas para a inflação, tal consideração sugere que a elevada volatilidade cambial no Brasil pode estar relacionada com a regra de política monetária adotada no país.; 30 p. : il.

Índice de contribuição para o desvio da meta de inflação e desagregação do IPCA por natureza dos produtos; Contribution index to the inflation targeting deviation and the National Consumer Price Index (IPCA) desaggregation according to the nature of the product

Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Carta de Conjuntura - Artigos
PT-BR
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166.08%
Esta nota apresenta a metodologia do Índice de Contribuição para o Desvio da Meta de Inflação (ICMI), um indicador que mede a contribuição de diferentes grupos de preços para o cumprimento da meta de inflação no Brasil. Além do ICMI, discute-se uma nova desagregação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a qual tem por referência a natureza dos produtos que compõem o índice. Essas contribuições têm por objetivo dar sustentação a análises setoriais da dinâmica inflacionária, ao facilitarem a mensuração da influência de diferentes setores e a organização de informações sobre preços em diferentes níveis de agregação.; p. 75-79 : il.

Gasto do Ministério da Saúde com medicamentos: tendência dos programas de 2002 a 2007; Gasto del Ministerio de la Salud con medicamentos: tendencia de los programas de 2002 a 2007; Ministry of Health's spending on drugs: program trends from 2002 to 2007

Vieira, Fabiola Sulpino
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2009 POR; ENG
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96%
OBJETIVO: Analizar la evolución del gasto del Ministerio de la Salud de Brasil con medicamentos. MÉTODOS: El gasto total (agregado) del Ministerio de la Salud con medicamentos y de sus programas (desagregado) fue analizado para el período de 2002 a 2007. Las acciones que financiaron la adquisición de medicamentos fueron obtenidas en el sistema Siga Brasil y clasificadas según los programas de asistencia farmacéutica. Los valores liquidados fueron identificados para cada programa. Para 2006 y 2007, fueron pesquisadas las adquisiciones de anti-retrovirales. Con relación a los medicamentos del Programa de Dispensación en Carácter Excepcional, se confrontaron los datos de la acción presupuestaria con aquellos disponibles en el Sistema Único de Salud. Los valores obtenidos fueron deflacionados aplicándose el Índice de Precios al Consumidor Amplio. Fue efectuado el análisis exploratorio de los datos. RESULTADOS: El gasto en 2007 fue 3,2 veces el de 2002 y la participación del gasto con medicamentos en el gasto total aumentó de 5,4% en 2002 a 10,7% en 2007. El gasto con los medicamentos de la atención básica tuvo aumento de 75% y con medicamentos de los programas estratégicos, de 124%. En caso de los anti-retrovirales el aumento fue de aproximadamente 6%...

A política antitabagismo e a variação dos gastos das famílias brasileiras com cigarro: resultados das Pesquisas de Orçamentos Familiares, 2002/2003 e 2008/2009

Garcia,Leila Posenato; Sant'Anna,Ana Cláudia; Freitas,Lúcia Rolim Santana de; Magalhães,Luís Carlos Garcia de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
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105.72%
O estudo teve como objetivo descrever a evolução dos gastos com cigarro das famílias brasileiras e seu peso sobre a renda dessas no período de 2002-2009. Foram utilizados dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2002/2003 e 2008/2009. Foi realizada correção dos valores mediante o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A proporção de famílias que tiveram gastos com cigarro reduziu de 23,5% para 18,2%, no período estudado, mas o valor do gasto aumentou de R$ 55,36 para R$ 59,45. O gasto foi maior à medida que aumentavam a renda e a escolaridade do chefe das famílias. As famílias com maior renda concentram a maior parte desses gastos, apesar da redução de sua contribuição no gasto total com cigarro. O comprometimento da renda na aquisição de cigarros foi de 5,2% no primeiro e de 1,2% no último quinto de renda. A política antitabagismo logrou êxitos na redução da prevalência do tabagismo no Brasil. Porém, medidas econômicas ainda são importantes no contexto nacional, tendo em vista que a parcela da renda e da despesa das famílias comprometida com cigarro apresentou redução.

Gastos das famílias brasileiras com medicamentos segundo a renda familiar: análise da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2002-2003 e de 2008-2009

Garcia,Leila Posenato; Sant'Anna,Ana Cláudia; Magalhães,Luís Carlos Garcia de; Freitas,Lúcia Rolim Santana de; Aurea,Adriana Pacheco
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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125.76%
O estudo teve como objetivos investigar os gastos das famílias brasileiras com medicamentos e as desigualdades de renda nestes gastos, segundo categorias de medicamentos. Trata-se de estudo transversal realizado com dados das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) realizadas em 2002-2003 e 2008-2009. Os valores foram corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Índice de Concentração (IC) foi calculado como medida de desigualdade. O gasto médio com medicamentos para o total das famílias correspondeu a R$ 53,54 na POF 20022003 e R$ 59,02 na POF 2008-2009. Os IC revelaram concentração dos gastos entre as famílias de maior renda. A composição destes gastos é diferente conforme a renda das famílias. Entre as de menor renda predominam os gastos com analgésicos, antigripais e anti-inflamatórios. Entre as de maior renda predominam os gastos com medicamentos para diabetes, hipertensão e doenças do coração. Para as famílias de menor renda, apesar da redução do peso do gasto com medicamentos sobre sua renda, este ainda é o principal componente dos gastos com saúde.