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Efeito do silicato de cálcio e magnésio sobre a reprodução de Meloidogyne javanica e desenvolvimento de mudas de bananeira Prata-Anã

Oliveira,Rodrigo Mendes; Ribeiro,Regina Cássia Ferreira; Xavier,Adelica Aparecida; Pimenta,Lívia; Korndorfer,Gaspar Henrique
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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27.01%
O trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes doses de silicato de cálcio e magnésio sobre a reprodução de Meloidogyne javanica e sobre o desenvolvimento de mudas de bananeira Prata-Anã em solo arenoso. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação, em blocos (quatro) ao acaso, em esquema fatorial 5x2, correspondendo a cinco doses de silicato de cálcio e magnésio (0; 0,64; 1,28; 1,92 ou 2,56 g/dm³ de solo) e duas fontes de variação de M. javanica (presença e ausência). As parcelas constaram de três vasos com uma muda de bananeira cada. Nas doses de 1,28 e 2,56 g de silicato de cálcio e magnésio/dm³ de solo, o número de ovos e o fator de reprodução (FR=população final/população inicial) de M. javanica foram significativamente menores em relação ao tratamento-testemunha. Porém estas doses de silicato não afetaram o número de galhas e massa de ovos/raiz e número de juvenis de segundo estádio (J2) de M. javanica/100 cm³ de solo. Na ausência do nematoide, a dose estimada de 1,61 g de silicato de cálcio e magnésio/dm³ proporcionou maior peso de matéria seca do rizoma, porém não afetou a altura de planta, o diâmetro do pseudocaule, o número de folhas e o peso da matéria seca das folhas e da raiz. Maior desenvolvimento das plantas foi obtido naquelas não inoculadas com M. javanica. Conclui-se que as mudas tiveram seu desenvolvimento vegetativo afetado pela presença de M. javanica e...

Correlação fenotípica entre caracteres de híbridos diploides (AA) de bananeira

Lessa,Lauro Saraiva; Ledo,Carlos Alberto da Silva; Amorim,Edson Perito; Silva,Sebastião de Oliveira e
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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27.01%
O estudo de correlação tem como propósito mensurar a alteração em um caráter quando se altera outro. Neste trabalho, objetivou-se estimar correlações fenotípicas entre o número de frutos por cacho e 22 caracteres avaliados em híbridos diploides (AA) de bananeira. No experimento, conduzido na Embrapa Mandioca e Fruticultura, em blocos casualizados com quatro repetições, foram avaliados 11 híbridos diploides (AA) de bananeira. Os caracteres avaliados foram: altura de plantas, diâmetro do pseudocaule, número de filhos, número de folhas na floração, período do plantio ao florescimento, presença de pólen, peso do cacho e da ráquis, sigatoka-amarela no florescimento, número de folhas na colheita, Sigatoka-amarela na colheita do cacho, número de dias do florescimento à colheita, comprimento e diâmetro do engaço, peso da segunda penca, número de pencas e de frutos por cacho, fragilidade do pedicelo, comprimento e diâmetro do fruto e comprimento do pedicelo, além de presença de semente. Após a tabulação, procederam-se a estudos de correlação entre o número de frutos e os demais caracteres da planta. Essas correlações variaram entre os genótipos, sendo assim, observado que as associações entre o número de frutos e os caracteres vegetativos da planta foram...

Avaliação de cultivares de bananeira em sistema de cultivo convencional e orgânico

Ribeiro,Lindinéia Rios; Oliveira,Lenaldo Muniz de; Silva,Sebastião de Oliveira E; Borges,Ana Lúcia
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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A bananicultura apresenta importância social na geração de emprego e renda e como fonte alimentar para pessoas em todo o mundo. A crescente demanda por frutos de alta qualidade tem contribuído para a conversão de áreas manejadas convencionalmente para sistemas de manejo orgânico. Contudo, inexistem informações seguras referentes às vantagens de cada tipo de manejo, que possam subsidiar os agricultores nessa importante tomada de decisão. Assim, com o objetivo de comparar cultivares de bananeira, em manejo convencional e orgânico, foram avaliadas as características agronômicas e o estado nutricional das bananeiras, quantificando-se o teor de minerais nas folhas. Foram avaliadas as cultivares Caipira (AAA), Maravilha (AAAB), Pacovan Ken (AAAB), Prata-Anã (AAB), Thap Maeo (AAB) e Tropical (AAAB). Os dados foram submetidos à análise de variância, e as médias, comparadas pelos testes Scott Knott e Tukey, a 5% de probabilidade de erro. O sistema de cultivo afetou os parâmetros agronômicos de bananeira, destacando-se a cultivar Thap Maeo, que apresentou superioridade para algumas características agronômicas, podendo ser facilmente utilizado em sistema orgânico de cultivo. As cultivares apresentaram diferenças agronômicas...

Caracterização morfológica de cultivares de bananeira micropropagadas em estádio juvenil

Madail,Rafael Hansen; Pio,Leila Aparecida Salles; Pasqual,Moacir; Silva,Sebastião de Oliveira e
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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O objetivo deste trabalho foi determinar descritores morfológicos que possibilitassem a caracterização de cultivares de bananeira provenientes de micropropagação ainda na fase juvenil. Foram utilizadas 12 cultivares de bananeira de diferentes grupos genômicos e graus de ploidia, que foram cultivadas in vitro e posteriormente aclimatizadas em casa de vegetação. Após o período de três meses, foram avaliadas características morfológicas quantitativas e caracteres descritivos das plantas. Com base nos resultados obtidos, foi possível separar todas as cultivares estudadas e elaborar uma chave analítica que permite a identificação dessas cultivares após o período de apenas três meses de aclimatização.

Sementes contra a varíola: Joaquim Vás e a tradução científica das pevides de bananeira brava em Goa, Índia (1894-1930)

Roque,Ricardo
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 PT
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Em 1914, em Goa, antiga colônia portuguesa na Índia, o médico António Joaquim Vás anunciou a descoberta de um fabuloso tratamento contra a varíola: a aplicação clínica das pevides, ou sementes, de bananeira brava, medicamento de origem vegetal extraído das práticas médicas indianas. Este artigo investiga as circunstâncias do sucesso e insucesso dessa descoberta. A constituição das pevides de bananeira brava como medicamento contra a varíola, no início do século XX, é interpretada com base no conceito de tradução científica. Argumenta-se que a tradução das pevides - de atividade indígena a terapêutica científica - constitui um caso de criação de quasi-medicamentos, uma tradução média. Embora habitando um lugar problemático no programa de tradução científica, as pevides circularam ativamente no interior da própria ciência, persistindo contra a varíola nas práticas médicas.

Avaliação agronômica em híbridos diplóides (AA) de bananeira

Lessa,Lauro Saraiva; Ledo,Carlos Alberto da Silva; Silva,Sebastião de Oliveira e; Peixoto,Clóvis Pereira
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
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Objetivou-se avaliar características agronômicas em híbridos diplóides (AA) de bananeira. No experimento, conduzido no campo experimental da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, em blocos casualizados com quatro repetições, foram avaliados 11 híbridos diplóides (AA) de bananeira (4279-06, TH03-01, 8987-01, 0323-03, 1318-01, 0116-01, 8694-20, 1304-06, 9179-03, 4223-06 e SH3263). Os dados dos caracteres agronômicos avaliados foram submetidos à análise de variância e as médias dos genótipos foram agrupadas pelo teste de Scott-Knott, a 5% de probabilidade. O genótipo SH3263 apresentou valores favoráveis ao melhoramento para número de pencas e de frutos por cacho e baixa incidência de Sigatoka-amarela na floração, além de menor número de dias da floração à colheita, maior peso da segunda penca e comprimento de fruto acima de 10 cm. O híbrido 0323-03 apresentou a maior retenção de folhas vivas na colheita do cacho e, também, a menor nota para incidência de sigatoka-amarela na colheita. A alta variabilidade encontrada com a avaliação dos híbridos permite a seleção de diplóides (AA) com potencial para utilização em programas de melhoramento da cultura.

Acúmulo de matéria seca, absorção e exportação de micronutrientes em variedades de bananeira sob irrigação

Hoffmann,Ricardo Bezerra; Oliveira,Fábio Henrique Tavares de; Gheyi,Hans Raj; Souza,Adailson Pereira de; Arruda,Jandeilson Alves de
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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Para estimativa da demanda de micronutrientes pela bananeira (Musa spp.) é fundamental que se conheçam as quantidades de matéria seca e de micronutrientes acumuladas na planta e exportadas pelo cacho. Neste trabalho, objetivou-se avaliar o acúmulo de matéria seca e de micronutrientes em seis variedades de bananeira sob irrigação. Foram amostradas plantas das variedades Grande Naine, Pacovan, Pacovan-Apodi, Prata-Anã, Terrinha e Gross Michel. As variedades foram plantadas em fileiras duplas, sendo 1.666 covas por hectare. Na época da colheita, foram escolhidas quatro touceiras de plantas de cada variedade para amostragem da planta-mãe, que foi dividida em rizoma, pseudocaule, pecíolo, limbo, engaço e frutos. Foram feitas pesagens para a determinação da matéria fresca de cada parte da planta-mãe de uma mesma touceira e retirada uma amostra de aproximadamente 700 g dessas partes para determinação do acúmulo de matéria seca e dos teores de micronutrientes. As amostras foram lavadas rapidamente com água de torneira, depois com água destilada e colocadas sobre as bancadas de uma casa de vegetação para pré-secagem. Posteriormente, foram colocadas em sacos de papel e levadas para uma estufa de circulação forçada de ar para obtenção do acúmulo de matéria seca e determinação dos teores de B...

Viabilidade in vitro de grãos de pólen de bananeira sob diferentes concentrações de ácido bórico e sacarose

Reis,Ronaldo Viana dos; Morais-Lino,Lucymeire de Souza; Silva,Sebastião de Oliveira e; Amorim,Edson Perito; Ledo,Carlos Alberto da Silva; Viana,Alexandre Pio
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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27.01%
Neste trabalho, objetivou-se avaliar a germinação do grão de pólen e o comprimento do tubo polínico das bananeiras diplóides M53, 8987-01 e 9197-03, Calcutá, Lidi e 86B79-12. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado com cinco doses de sacarose (0, 5, 10, 15, 20%) e seis concentrações de ácido bórico (0, 100, 200, 300, 400 e 500 Mg L-1) com quatro repetições. Foram utilizados grãos de pólen retirados da inflorescência masculina dos diplóides Musa acuminata (AA). O pólen foi distribuído em placas de Petri, contendo o seguinte meio de cultura: 1,27 mM de Ca(NO3)2.2H2O, 0,87 mM de MgSO4.7H2O, 0,99 mM de KNO3, 0,7% de ágar com pH ajustado para 7,0, variando as concentrações de sacarose e de ácido bórico. As avaliações foram realizadas 24 horas após a distribuição do pólen no meio de cultura. O meio de cultura padrão para germinação de grãos de pólen suplementado com 15% de sacarose proporcionou uma maior percentagem de germinação para os diplóides de bananeira avaliados. A concentração de ácido bórico adicionado ao meio de cultura para a germinação de grãos de pólen de bananeira diplóide é dependente do genótipo.

Composição mineral de substratos à base de resíduos de bananeira durante o cultivo de Pleurotus ostreatus

Carvalho,Cristiane Suely Melo de; Sales-Campos,Ceci; Aguiar,Lorena Vieira Bentolila de; Minhoni,Marli Teixeira de Almeida; Andrade,Meire Cristina Nogueira de
Fonte: Instituto Biológico Publicador: Instituto Biológico
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2014 PT
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27.01%
O objetivo deste trabalho foi avaliar a composição mineral (macro e micronutrientes) dos substratos [(inicial e residual (pós-colheita)] à base de diferentes combinações de resíduos (folha, pseudocaule e pseudocaule + folha) e cultivares de bananeira - Musa spp. (Thap Maeo, Prata Anã, Pelipita e Caipira), durante 49 dias de cultivo da linhagem POS 09/100 de Pleurotus ostreatus. Verificaram-se que todos os substratos à base de resíduos de diferentes cultivares de bananeira apresentaram quantidades satisfatórias de nutrientes para o cultivo de P. ostreatus, tanto na fase inicial de cultivo como na final.

Acúmulo de matéria seca e micronutrientes em mandioca consorciada com bananeira

Silva,Heider Rodrigo Ferreira; Melo,Vinicius Lopes; Pacheco,Dilermando Dourado; Assis,Ygho Jackson Muniz de; Sales,Hamilton dos Reis
Fonte: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos/UFG Publicador: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos/UFG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 PT
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27.01%
A mandioca é uma importante cultura consorte. Entretanto, existem poucas informações sobre o acúmulo e partição de matéria seca na planta, bem como a demanda de micronutrientes, quando utilizada como espécie intercalar com frutíferas. O estudo foi conduzido em Januária (MG), em 20102011, com o objetivo de avaliar o acúmulo de matéria seca e micronutrientes em mandioca consorciada com bananeira irrigada. Utilizou-se delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições, considerando-se, como tratamentos, 14 épocas de coleta, do plantio até a colheita. Em cada coleta, as plantas foram separadas em parte aérea (caules e folhas) e raízes, para determinação da matéria seca e teores de Cu, Fe, Mn e Zn. O acúmulo de matéria seca e micronutrientes seguiu padrão de crescimento sigmoidal. O acúmulo de matéria seca da parte aérea foi crescente até 200 dias após o plantio (DAP), estabilizandose, posteriormente, até o fim do ciclo de cultivo. Nas raízes, o acúmulo de matéria seca foi contínuo até o fim do ciclo. A partir de 250 DAP, as raízes foram o principal órgão de acúmulo de matéria seca na planta. Para o acúmulo de micronutrientes nas plantas de mandioca, a ordem foi a seguinte: Fe > Zn > Mn > Cu. Concluiu-se que o cultivo de mandioca em consórcio com bananeira é viável...

Absorcao de micronutrientes por explantes de bananeira in vitro.

DINIZ, J.D.N.; HERNANDEZ, F.F.F.; GONCALVES, A.N.; TORRES, A.C.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, V.34, n.8, p.1385-91, ago. 1999. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, V.34, n.8, p.1385-91, ago. 1999.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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Foi estudada a absorcao dos micronutrientes B, Cu, Fe, Mn e Zn em explantes de bananeira (Musa sp.), cultivar Prata Ana em meio basico de Murashige & Skoog suplementado com 30 g/L de sacarose e 3,5 mg/L de BAP. O experimento foi realizado em delineamento completamente casualizado, com tres repeticoes. Na materia seca dos propagulos inteiros, rizomas, pseudocaules e folhas foram avaliadas a concentracao e extracao de nutrientes, e, no meio de cultivo, a quantidade remanescente aos 0, 10, 20, 30, 40, 50 e 60 dias. A maior quantidade de micronutrientes extraida pelos propagulos foi observada nos primeiros 20 dias, exceto no tocante ao Mn, que foi aproximadamente constante durante o periodo. O Fe e Cu foram os micronutrientes absorvidos em maior e menor quantidade, respectivamente. As concentracoes de B, Zn, Mn, e Cu remanescentes no meio de cultivo aos 60 dias foram de 52, 61, 77 e 78%, respectivamente, o que sugere que podem ser reduzidas no meio basico MS para o cultivo de explantes de bananeira.; 1999

Diplóides (AA) de bananeira submetidos ao estresse salino.

GOMES, E.W.F.; WILLADINO, L.; MARTINS, L.S.S.; SILVA, S. de O. e; CAMARA, T.R.; MEUNIER, I.M.J.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 39, n. 6, p. 525-531, junho 2004. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 39, n. 6, p. 525-531, junho 2004.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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No Nordeste do Brasil a salinização dos solos é um dos fatores limitantes na produção de bananeira. Estudos quanto à tolerância à salinidade em diplóides de bananeira são importantes para programas de melhoramento genético. Esse trabalho objetivou avaliar os efeitos da salinidade utilizando variáveis químicas e de crescimento, e quantificar, mediante padrões isoenzimáticos, a diversidade genética entre seis genótipos diplóides (AA), associando-os à tolerância à salinidade. As plantas foram tratadas durante 21 dias com 0, 50 e 100 mM de NaCl, num delineamento experimental inteiramente casualizado. Os diplóides Lidi e Calcuttá apresentaram maiores reduções na área foliar e fortes sintomas de toxidez associados aos maiores acúmulos de Na+ e Cl- no limbo. Os genótipos Borneo e SNo/2 apresentaram discretos sintomas de toxidez e, como o genótipo M-53, demonstraram habilidade de evitar a translocação excessiva de Na+ e Cl- para as folhas preservando o aparelho fotossintético. Nos diplóides SNo/2 e M-53 foi detectada uma banda específica (Po-6) do sistema peroxidase, sob condições de estresse salino. Associando as características isoenzimáticas com as de crescimento, sintomatologia, análise mineral e grau de similaridade genética entre os genótipos...

Avaliação de banana-passa obtida de frutos de diferentes genótipos de bananeira.

JESUS, S.C. de; MATSUURA, F.C.A.U.; FOLEGATTI, M.I. da S.; CARDOSO, R.L.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.40, n. 6, p.573-579, jun. 2005. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.40, n. 6, p.573-579, jun. 2005.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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27.01%
A industrialização pode ser uma opção para o aproveitamento de excedentes de produção e de frutos com aparência comprometida para consumo in natura, ao proporcionar aumento da vida-de-prateleira e agregação de valor ao produto. Frutos de diferentes variedades de bananeira (Musa spp.), obtidas em programas de melhoramento genético, podem apresentar características diferenciadas no que se refere à adequação à determinada forma de processamento. O objetivo deste trabalho foi avaliar o produto banana-passa, obtido a partir de frutos de diferentes genótipos de bananeira. Os genótipos avaliados foram: Caipira; Nanica; Pacovan e seus híbridos PV03-44 e PV03-76; Prata Anã e seus híbridos FHIA-18, Pioneira e Prata Graúda. O processamento da banana-passa incluiu a aplicação de tratamento antioxidante, com ácido ascórbico (0,25%) e ácido cítrico (0,30%), e desidratação osmótica, com sacarose (40%, a 70°C). A desidratação foi completada em secador de cabine com circulação forçada de ar. Os produtos obtidos foram avaliados quanto aos aspectos físicos, físico-químicos, químicos e sensoriais. O maior rendimento de produção foi obtido pela cultivar Pacovan. As bananas-passa tiveram boa aceitação sensorial...

Estimativas de tamanho de parcelas para avaliação de descritores fenotípicos em bananeira.

DONATO, S.L.R.; SIQUEIRA, D.L. de; SILVA, S. de O. e; CECON, P.R.; SILVA, J.A. da; SALOMÃO, L.C.C.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasilia, DF, v. 43, n.8, p.957-969, ago. 2008. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasilia, DF, v. 43, n.8, p.957-969, ago. 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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 O objetivo deste trabalho foi estimar o tamanho adequado de parcelas experimentais, para avaliação de descritores fenotípicos em bananeira, a partir de um ensaio de uniformidade com a cultivar Tropical, no espaçamento de 3x2 m, em área útil com nove fileiras de 40 plantas. Foram avaliados: altura da planta; perímetro do pseudocaule; número de filhos emitidos e número de folhas vivas, no florescimento e na colheita; peso do cacho e das pencas; número de pencas e de frutos; peso da segunda penca; e peso, comprimento e diâmetro do fruto, em dois ciclos de produção. As plantas, consideradas unidades básicas, foram combinadas para formar diferentes tamanhos de parcelas. Os dados foram submetidos à análise de variância em modelo hierárquico. O tamanho da parcela foi estimado pelos métodos da máxima curvatura, máxima curvatura modificado e comparação de variâncias. Determinaram-se o índice de heterogeneidade do solo e a diferença detectável entre médias de tratamentos. A variabilidade aumentou entre os ciclos, com reflexos nos tamanhos de parcela, que variaram com o método utilizado, a variável avaliada e o ciclo de produção. O método da máxima curvatura modificado apresenta estimativas mais ajustadas. Parcelas com seis unidades básicas (36 m²) são apropriadas para avaliar...

Eficiência de diferentes tipos de iscas no monitoramento da broca da bananeira (cosmopolites sordidus) na região de Quirinópolis ? GO.

DOMINGUES, A. R.; SILVA NETO, S. P. da
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade. Natal: SBF, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade. Natal: SBF, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
PT_BR
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Os problemas fitossanitários contribuem, em grande parte, para os baixos níveis de produtividade de banana no Brasil (Aves et al., 1997). Das pragas com maior frequência e que tem exigido dos bananicultores a adoção de medidas efetivas para controlá-las, a broca da bananeira (Cosmopolites sordidus) é a mais severa. Atinge praticamente todas as regiões em que se cultiva a banana, e pode ser responsável por quedas de safras de até 80%, em função da redução da colheita e da qualidade do produto (Cordeiro et al., 2000). O grande prejuízo causado por essa praga ocorre no seu período larval, quando ao se alimentar, abre galerias no interior do rizoma, diminuindo ou eliminando o seu sistema radicular, comprometendo-o seriamente, e assim limitando a estabilidade e a produção da planta (Manica,1998). O monitoramento periódico das populações da broca da bananeira, mediante de utilizações de iscas atrativas, permite o conhecimento do nível de infestação, e a indicação do controle de uma forma segura, evitando assim, a aplicação excessiva de defensivos e tornando, conseqüentemente, o controle mais racional (Cordeito et al., 2000). Existem dois tipos de iscas mais indicadas na literatura e difundidas pelos produtores...

Doses de N e K aplicadas via fertirrigação em bananeira terceiro ciclo.

PINTO, J. M.; FARIA, C. M. B. de; SILVA, D. J. da; FEITOSA FILHO, J. C.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FERTIRRIGFAÇÃO, 1.; MOSTRA DE EQUIPAMENTOS E PRODUTOS UTILIZADOS NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO, 1., 2003, João Pessoa. [Anais...]. João Pessoa : UFPB; Embrapa Semi-Árido; Areia : CCA, 2003. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FERTIRRIGFAÇÃO, 1.; MOSTRA DE EQUIPAMENTOS E PRODUTOS UTILIZADOS NA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO, 1., 2003, João Pessoa. [Anais...]. João Pessoa : UFPB; Embrapa Semi-Árido; Areia : CCA, 2003. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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A banana é uma das frutas mais consumidas no mundo sendo cultivada na maioria dos países tropicais. A área cultivada atualmente no pólo Petrolina (PE) - Juazeiro (BA) com a cultura é de aproximadamente 5000 ha. O objetivo deste trabalho foi avaliar doses de nitrogênio e potássio aplicados via água de irrigação visando aumentar a produtividade da cultura da bananeira no Submédio São Francisco. O nitrogênio e o potássio foram aplicados via água de irrigação numa freqüência de três vezes por semana ao longo de todo o ciclo fenológico da bananeira, utilizando-se injetores hidráulicos de fertilizantes. A adubação fosfatada foi dividida em duas partes iguais, aplicadas a cada seis meses, durante o ciclo da cultura. Para produção de frutos, peso de cacho e número de frutos por cacho em relação no nitrogênio, ajustaram-se, pela análise de regressão, equações quadráticas, cuja dose que proporcionou a produtividade máxima (27t.ha-1) foi de 340 kg.ha-1 de N. Essa dose situa-se no intervalo das doses de N que proporcionaram o melhor teor de sólido solúveis. O potássio influenciou apenas no número de frutos por cacho.; 2003

Doses de nitrogênio e potássio aplicadas via fertirrigação em bananeira.

PINTO, J. M.; FARIA, C. M. B. de; SILVA, D. J.; FEITOSA FILHO, J. C.
Fonte: Irriga, Botucatu, v. 10, n. 1, p. 45-52, jan./abr. 2005. Publicador: Irriga, Botucatu, v. 10, n. 1, p. 45-52, jan./abr. 2005.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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A banana é uma das frutas mais consumidas no mundo sendo cultivada na maioria dos países tropicais. A área cultivada atualmente no pólo Petrolina (PE) - Juazeiro (BA) com a cultura é de aproximadamente 5000 ha. O objetivo deste trabalho foi avaliar doses de nitrogênio e potássio aplicados via água de irrigação visando aumentar a produtividade da cultura da bananeira no Submédio São Francisco. O nitrogênio e o potássio foram aplicados via água de irrigação numa frequência de três vezes por semana ao longo de todo o ciclo fenológico da bananeira, utilizando-se injetores hidráulicos de fertilizantes. A adubação fosfatada foi dividida em duas parte iguais, aplicadas a cada seis meses, durante o ciclo da cultura. Para produção de frutos, peso de cacho e numero de frutos por cacho em relação ao nitrogênio, ajustaram-se, pela análise de regressão, equações quadráticas, cuja dose que proporcionou a produtividade máxima (17 t.ha-1) foi de 340 kg.ha-1 de N. Essa dose situa-se no intervalo das doses de N que proporcionaram o melhor teor de sólidos solúveis. O potássio influenciou apenas no número de frutos por cacho.; 2005; 1 CD-ROM.

Aplicação de nitrogênio e potássio via fertirrigação em bananeira.

PINTO, J. M.; FLORI, J. E.; FARIA, C. M. B.; SILVA, D. J.; SOARES, J. M.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRICOLA, 29., 2000, Fortaleza. Anais... Fortaleza: SBEA/UFC, 2000. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRICOLA, 29., 2000, Fortaleza. Anais... Fortaleza: SBEA/UFC, 2000.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
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A banana é uma das frutas mais consumidas no mundo e cultivada na maioria dos países tropicais. A área cultivada atualmente no pólo Petrolina, PE - Juazeiro, BA com a cultura é de aproximadamente de 5000 ha. O objetivo deste trabalho foi avaliar doses de nitrogênio e potássio aplicados via água de irrigação visando melhorar a produtividade da cultura da bananeira no Submédio São Francisco. O nitrogênio e o potássio foram aplicados via água de irrigação numa freqüência de três vezes por semana ao longo de todo o ciclo fenológico da bananeira, utilizando-se injetores hidráulicos de fertilizantes. A adubação fosfatada foi dividida em duas partes iguais, aplicadas a cada seis meses do ciclo da cultura. Para os pesos de cacho e de penca e número de frutos em relação ao nitrogênio, ajustaram-se, pela análise de regressão, equações quadráticas, cuja melhor dose foi 340 kg.ha-1 de N. O potássio influenciou o número de frutos por penca.; 2000

Diversidade genética entre genótipos de bananeira por meio de caracteres físicos e químicos dos frutos.

SILVEIRA, T. C. da; LEDO, C. A. da S.; AMORIM, E. P.; SILVA, S. de O. e
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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A banana destaca-se entre as fruteiras mais consumidas no Brasil, pelo sabor e valor nutritivo. A fruta é usada por todas as classes sociais devido principalmente ao seu baixo custo. A cultura da bananeira representa importância tanto em nível econômico quanto social, contribuindo para o estabelecimento do homem no campo, já que é considerada como fonte contínua de alimento, por causa de sua produção durante todo o ano. Um dos grandes problemas enfrentados pela cultura é a perecibilidade e fragilidade do produto, sendo necessários cuidados durante as diferentes etapas do complexo sistema de produção, para permitir a chegada de um produto de qualidade nas mãos dos consumidores (FAVERET et al., 1999). Outro fator que limita a expansão da bananicultura está associado à falta de cultivares de bananeira que possuem ao mesmo tempo alta produtividade, porte adequado, resistência às principais pragas e doenças, adaptação à diferentes ecossistemas e aceitação pelos consumidores (Silva et al., 2000).; 2010; pdf 230

Comportamento de variedades de bananeira no sistema orgânico - terceiro ciclo.

BORGES, A. L.; PROFETA, T. de S.; SANTOS, J. de S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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A bananeira, Musa spp., é uma planta originária do Continente Asiático e uma das frutas mais consumidas no Mundo. Constitui importante alimento, contendo minerais K (2.640 a 3.870 mg/kg), Mg (240 a 300 mg/kg), P (160 a 290 mg/kg), Ca (30 a 80 mg/kg), Fe (2 a 4 mg/kg) e Cu (0,5 a 1,1 mg/kg), vitaminas C (59 a 175 mg/kg), B6 (0,3 a 1,7 mg/kg) e B1 (0,3 a 0,9 mg/kg), carboidratos (230 a 320 g/kg), proteínas (10 a 13 g/kg), gordura (3,7 a 4,8 g/kg) e baixo teor calórico (900 a 1200 kcal/kg). A bananeira, predominantemente do tipo Prata (grupo genômico AAB), é cultivada de Norte a Sul do Brasil, em solos dos mais diversos, sob sistemas convencional, integrado e orgânico. O sistema orgânico busca manejar, de forma equilibrada, o solo, a água, as plantas e os animais, conservando-os a longo prazo e mantendo a harmonia desses componentes entre si e com os seres humanos.; 2010; pdf 995