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Desenvolvimento da videira 'Itália' em clima tropical de altitude; Development of Itália grapevine in humid subtropical climate

Rodrigues, Alessandro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/06/2009 PT
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A videira Itália (Vitis vinifera L.) é a cultivar de uva fina de mesa mais consumida no Brasil, sendo o Estado de São Paulo um dos principais produtores. Em função da diversidade climática presente em diferentes regiões paulistas, ocorre variações na duração do ciclo de produção da videira. Além disso, podas efetuadas em diferentes épocas na mesma região podem alterar a duração do ciclo. No momento da comercialização, a qualidade dos cachos é fundamental, sendo o tamanho das bagas, componente valorizado pelos consumidores. Uma das alternativas para incrementar o tamanho das bagas é o uso de biorreguladores. Com o objetivo de avaliar o desenvolvimento da videira Itália em clima tropical de altitude (Cwa) em diferentes épocas de poda e aplicação isolada ou conjugada de concentrações dos biorreguladores GA3 e CPPU sobre a qualidade dos cachos, dois experimentos foram realizados: O primeiro experimento avaliou seis ciclos de produção (poda-colheita) em dois talhões, sendo três ciclos por talhão, denominados de poda de inverno, poda de verão e poda de primavera. Realizaram-se avaliações visuais semanais a partir da poda até a colheita registrando-se a duração em dias do ciclo de produção e dos períodos poda-brotação...

Sistemas de condução de mini melancia cultivada em ambiente protegido; Mini watermelon cultivation systems in greenhouse

Campagnol, Rafael
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2009 PT
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Dois experimentos foram conduzidos em casa de vegetação com o objetivo de avaliar a influência do espaçamento entre plantas, do sistema de condução e da altura de poda de mini melancia conduzidas na vertical. O híbrido utilizado foi o Smile. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com quatro repetições. O primeiro experimento foi conduzido no período de 12 de agosto a 25 de novembro de 2008, cujos tratamentos foram três alturas de poda da haste principal (1,7; 2,2 e 2,7 m) e dois espaçamentos entre plantas (30 e 45 cm). O segundo experimento foi conduzido no período de 20 de outubro de 2008 a 16 de janeiro de 2009 e os tratamentos foram compostos por três sistemas de condução (S1 = uma haste e um fruto por planta conduzido na haste principal; S2 = uma haste e um fruto por planta conduzido na haste secundária e S3 = duas hastes e um fruto por planta conduzido na haste principal) e dois espaçamentos entre plantas (30 e 60 cm). No primeiro experimento o índice de área foliar, o teor de sólidos solúveis (SS), de ácido ascórbico, a acidez titulável (AT) e a produtividade comercial foram maiores no espaçamento de 30 cm entre plantas. A produtividade total sofreu influência tanto da altura de poda como do espaçamento entre plantas...

Estudo do potencial de utilização da biomassa resultante da poda de árvores urbanas para a geração de energia - estudo de caso: AES Eletropaulo; Study of the potential use of resulting biomass from urban tree pruning for power generation. Case Study: AES Eletropaulo

Cortez, Cristiane Lima
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 09/05/2011 PT
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No Brasil e em muitos países, principalmente países em desenvolvimento, os resíduos de poda urbana são na sua grande maioria depositados em aterros ou lixões contribuindo para a produção de metano, esgotamento das áreas dos aterros, contaminação do solo e dos lençóis freáticos. Assim, considerando o crescente problema ambiental e a busca pelo desenvolvimento sustentável, a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, recentemente regulamentada, proíbe, a partir de 2014, dispor em aterro sanitário qualquer tipo de resíduo que seja passível de reutilização ou reciclagem. Há premente necessidade do estudo e quantificação do potencial de utilização dos resíduos de poda urbana, quer pela reutilização, reciclagem pela compostagem ou aproveitamento energético. A utilização dos resíduos de poda urbana como fonte de energia, desde que viável econômica e tecnicamente, apresenta aspectos benéficos ao país: aumenta a segurança do sistema elétrico com a geração descentralizada a custos competitivos, reduz a importação de combustíveis fósseis, capta recursos internacionais decorrentes da possível venda de Certificados de Emissão de Carbono para os países do Anexo 1 (caso seja considerado do tipo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo...

Desenvolvimento da videira 'Niagara Rosada' submetida a diferentes frequências de poda de produção em clima Cwa; Development and production of 'Niagara Rosada' grapevine, in Cwa climate classification

Costa, Thiago Vieira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/04/2015 PT
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Foram realizados dois experimentos nos anos agrícolas: 2011/2012 e 2012/2013. O primeiro estudo foi realizado no município de Piracicaba-SP e teve como objetivo comparar os teores de carboidratos e o desenvolvimento da videira 'Niagara Rosada' submetida a diferentes frequências de poda de produção, sendo os tratamentos: plantas submetidas a uma e duas podas de produção anuais. O segundo estudo foi desenvolvido nos municípios de Atibaia -SP, Jundiaí-SP e Porto Feliz - SP, e teve o objetivo de avaliar o efeito da aplicação de ethephon antes da poda de produção de verão, no desenvolvimento da videira 'Niagara Rosada'. Os tratamentos foram duas concentrações de ethephon aplicados 20 e 15 dias antes da poda de produção. No primeiro experimento o delineamento estatístico foi em blocos incompletos, os dados foram submetidos a análise de variância, e comparados pelo teste de Scott Knott a 5% de significância. No segundo experimento o delineamento estatístico foi em blocos casualizados, os dados submetidos a análise de variância e comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de significância. Os teores de carboidratos solúveis totais na poda de inverno e na poda de verão variaram de forma semelhante durante o ciclo de produção. Os teores de amido nas raízes atingiram o nível máximo na fase de colheita da poda de inverno...

Poda e raleio manual de tangerineira (Citrus deliciosa Tenore) cv. Montenegrina no Sudoeste do Paraná

Rosa,Rafael Dalla; Nava,Gilmar Antônio; Piva,André Luiz; Mezzalira,Éder Júnior; Paulus,Dalva
Fonte: Universidade Federal de Viçosa Publicador: Universidade Federal de Viçosa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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O bom calibre e a coloração adequada dos frutos cítricos para consumo in natura são importantes fatores de qualidade que elevam o seu consumo e melhoram os preços do produto. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes intensidades de raleio manual dos frutos e da poda sobre a produção e qualidade dos frutos da tangerina Montenegrina. O experimento foi realizado em pomar comercial no município de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Paraná. O experimento bifatorial (raleio x poda) constituiu-se dos seguintes tratamentos. 1) sem raleio e sem poda (testemunha); 2) sem raleio, com poda; 3) 33% de raleio, sem poda; 4) 33% de raleio, com poda; 5) 66% de raleio, sem poda; e 6) 66% de raleio, com poda. O delineamento experimental foi de blocos completamente casualizados, com quatro repetições, sendo cada unidade experimental constituída por uma planta. Nas condições em que o experimento foi realizado, concluiu-se que o raleio nas intensidades de 33 e 66% promove aumento da massa fresca, melhora a cor da epiderme, aumenta o diâmetro e melhora a classificação comercial dos frutos da tangerina Montenegrina. A poda leve, de abertura e levantamento da base da copa, não contribui para a melhoria da qualidade dos frutos.

Época apropriada para a poda apical do algodoeiro para o controle de pragas

Neves,Robério Carlos dos Santos; Torres,Jorge Braz; Silva,Melchior Naelson Batista da
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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O objetivo deste trabalho foi determinar a época apropriada para a realização da poda apical em algodoeiro. O trabalho foi realizado durante as safras de 2008 e 2009 (maio a novembro) em delineamento de blocos ao acaso, em dois ambientes, com as variedades: BRS 201, de fibra branca, e BRS Rubi, BRS Safira e BRS Verde, de fibra colorida, em Paudalho, PE; e BRS 201 e BRS Rubi, em Surubim, PE. A poda apical consistiu na retirada dos ápices das plantas com estruturas vegetativas e reprodutivas, em duas idades fenológicas: com 50% das maçãs maduras (poda I) e no surgimento dos primeiros capulhos (poda II). A poda I resultou em maior retirada de botões florais do que a poda II. Em ambas as podas, houve a retirada de cinco nós dos ponteiros. A produção e a qualidade de fibra não diferiram entre plantas podadas ou não. Um número significativo de estruturas atacadas foi eliminado pela poda. A poda apical é recomendada para reduzir o número de estruturas não produtivas, ao final da safra, que são utilizadas como hospedeiras de pragas

Intensidades da poda seca e do desbaste de cacho na composição da uva Cabernet Sauvignon

Miele,Alberto; Rizzon,Luiz Antenor
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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A pesquisa foi realizada durante quatro anos, num vinhedo de Cabernet Sauvignon (Vitis vinifera L.), em Bento Gonçalves-RS. O objetivo foi determinar o efeito das intensidades da poda seca e do desbaste de cacho em variáveis relacionadas aos componentes de produção da videira e à composição do mosto de uva. Os tratamentos consistiram em dois níveis de poda seca - curta e longa - e quatro de desbaste de cacho (%) - 0; 25; 50 e 75 -; com cinco repetições. O delineamento experimental foi o em blocos casualizados, com os tratamentos em parcelas subdivididas. Os resultados mostram que a poda seca e o desbaste de cacho tiveram efeito altamente significativo na produtividade do vinhedo que, na média dos quatro anos, variou de 10.971 kg/ha − poda curta, 75% de desbaste − a 32.819 kg/ha − poda longa, 0% de desbaste. Houve, também, efeito significativo na produtividade por gema, peso de ramos podados por gema e por hectare, área foliar/peso fresco do fruto e produtividade/peso de ramos podados. Entretanto, o efeito nas variáveis relacionadas a açúcar e acidez do mosto da uva foi pouco expressivo. O componente 1 da análise de componentes principais discriminou o tratamento poda curta a 75% de desbaste de cacho dos tratamentos poda longa-0% de desbaste e poda longa-25% de desbaste.

Desenvolvimento da espinheira-santa sob diferentes intensidades luminosas e níveis de poda

Souza,José Roberto P de; Rocha,Juliana N; Morais,Heverly; Caramori,Paulo H; Johansson,Loana APS; Miranda,Luís V
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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A espinheira-santa (Maytenus ilicifolia) possui, além de propriedades antiulcerogênica e antigástrica, um imenso potencial farmacológico e cosmético ainda pouco explorado de maneira racional. O objetivo do trabalho foi avaliar o desenvolvimento das plantas submetidas a diferentes manejos de luminosidade e poda durante o período de um ano. Foram realizados dois experimentos, um em uma área sombreada por espécies nativas e, outro, a pleno sol. O delineamento experimental utilizado foi blocos ao acaso, com 6 repetições e parcelas com duas plantas na área útil. Foram aplicados três tipos de podas, plantas sem eliminação de folhas/poda, plantas com eliminação de 30% das folhas e galhos e plantas com poda a 20 cm do solo; e foram realizadas quatro avaliações (0; 100; 211; 331 dias pós a poda (DAP)). Nas plantas que cresceram a pleno sol, a poda drásticas resultou em não desenvolvimento de folhas até a última data de avaliação. Nessa condição de irradiação, o número de folhas por ramo alterou-se em função da poda executada (variando de 11,2 a 15,7 na ausência de poda; e de 8,7 a 11,7, com poda de 30%), mas permaneceu constante ao longo do tempo. Na área sombreada, as plantas que sofreram poda drástica apresentaram o maior número de folhas por ramo (25...

Avaliação das necessidades de manejo e compatibilidade entre a arborização de ruas e redes de energia em Apucarana e Cascavel - Parana

Nunes, Maria de Lourdes
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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Este trabalho objetivou caracterizar e comparar a arborização de ruas das cidades de Apucarana e Cascavel, no Paraná; analisar as necessidades de manejo relativas às podas leve e pesada, remoção de árvores e danos físicos provocados por poda; verificar a existência de correlação entre estas necessidades e outras características das árvores e plantios em cada cidade. Os dados de Apucarana e Cascavel foram coletados em 1992 e 1994, respectivamente. Para o diagnóstico da situação da arborização das cidades foi utilizado o inventário qualitativo por amostragem aleatória. As unidades de amostra foram estabelecidas com dimensões de 250 X 500 m em Apucarana e 200 x 500 m em Cascavel. Foram consideradas como amostras potenciais aquelas com pelo menos 50% da extensão total de ruas arborizadas. Estabelecendo-se um limite de erro de 10% e probabilidade de 95%, resultou-se 16 amostras medidas em Apucarana e 15 em Cascavel. As informações sobre a arborização foram coletadas em formulário específico e foram utilizados os valores médios dos dacJos qualitativos e os valores percentuais dos dados quantitativos das espécies em comum com freqüência acima de 1%. Em Apucarana (68 espécies arbóreas) encontrou-se 15 espécies...

Avalia????o das Vari??veis Meteorol??gicas e do Manejo sobre a Qualidade e Produtividade de videiras cultivadas sob base familiar em Pelotas/RS; Evaluation of meteorological variables and Management on the Quality and Productivity of vines grown under family base in Pelotas

RAD??NZ, Andr?? Luiz
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agricultura familiar; Programa de P??s-Gradua????o em Sistemas de Produ????o Agr??cola Familiar; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agricultura familiar; Programa de P??s-Gradua????o em Sistemas de Produ????o Agr??cola Familiar; UFPel; BR
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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27.48%
In order to reach the strengthening and the development of family agriculture as well as the premise of diversification of the productive sources, there appears as an alternative the cultivation of common vineyards destined to the production of home-grown wine, juices and derivatives. Attempts were made to evaluate the existing relationships among local meteorological variables and handling practices, dry pruning and green pruning and the effects on phenological behavior, productive aspects and on the quality of the cultivated grape under the conditions of the region of Pelotas/RS. For this purpose, a family based agricultural property was selected located in the 8TH district of Pelotas/RS, in which the experiment was carried out and where the experimental delineation was composed for a (2 x 2 x 2) factorial, these being: (Bord?? and BRS Violeta) cultivar, period of dry pruning (normal and late) and green pruning (with and without defoliation). Evaluations were carried out during harvest of total soluble solids, of the mass of clusters, of the number of clusters of grapes per cluster and production per plant. Moreover, global solar radiation was measured in each treatment, reflected by the canopy and available at the level of clusters as well as the daily temperature of the vineyards...

Produção e qualidade de frutos da goiabeira 'Paluma', submetida à diferentes épocas de poda em clima subtropical

Ramos, Dayana Portes; Silva, Andréa Carvalho da; Leonel, Sarita; Costa, Sérgio Marques; Damatto Júnior, Erval Rafael
Fonte: Universidade Federal de Viçosa (UFV) Publicador: Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 659-664
POR
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção e a qualidade dos frutos da goiabeira 'Paluma' com cinco anos de idade, submetida a podas drásticas, em diferentes meses, na Fazenda Experimental São Manuel FCA/UNESP, Campus de Botucatu-SP. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e dez repetições, com uma planta útil por parcela experimental, completamente rodeada por quatro plantas na bordadura. Os tratamentos corresponderam aos seguintes meses de poda: T1: sem poda (testemunha), T2: poda em agosto, T3: poda em setembro e T4: poda em outubro. As características avaliadas foram: número, peso médio, diâmetros longitudinal e transversal dos frutos, produção por planta, produtividade, teores de sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), relação SS/AT e pH. Com relação ao número de dias entre o início e o final das colheitas (período produtivo), observou-se que a poda, independentemente da época, favoreceu o aumento do intervalo de produção. As goiabeiras submetidas à poda em agosto apresentaram maiores valores de número médio de frutos (385) e de produção por planta (58,82 kg planta-1), diferindo das outras épocas. Os teores de sólidos solúveis, acidez titulável...

Produção e qualidade de frutos da goiabeira 'Paluma', submetida à diferentes épocas de poda em clima subtropical

Ramos,Dayana Portes; Silva,Andréa Carvalho da; Leonel,Sarita; Costa,Sérgio Marques; Damatto Júnior,Erval Rafael
Fonte: Universidade Federal de Viçosa Publicador: Universidade Federal de Viçosa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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27.48%
O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção e a qualidade dos frutos da goiabeira 'Paluma' com cinco anos de idade, submetida a podas drásticas, em diferentes meses, na Fazenda Experimental São Manuel FCA/UNESP, Campus de Botucatu-SP. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e dez repetições, com uma planta útil por parcela experimental, completamente rodeada por quatro plantas na bordadura. Os tratamentos corresponderam aos seguintes meses de poda: T1: sem poda (testemunha), T2: poda em agosto, T3: poda em setembro e T4: poda em outubro. As características avaliadas foram: número, peso médio, diâmetros longitudinal e transversal dos frutos, produção por planta, produtividade, teores de sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), relação SS/AT e pH. Com relação ao número de dias entre o início e o final das colheitas (período produtivo), observou-se que a poda, independentemente da época, favoreceu o aumento do intervalo de produção. As goiabeiras submetidas à poda em agosto apresentaram maiores valores de número médio de frutos (385) e de produção por planta (58,82 kg planta-1), diferindo das outras épocas. Os teores de sólidos solúveis, acidez titulável...

Goiabeira 'Paluma' sob diferentes sistemas de cultivo, épocas e intensidades de poda de frutificação

Serrano,Luiz Augusto Lopes; Marinho,Cláudia Sales; Ronchi,Cláudio Pagotto; Lima,Inorbert de Melo; Martins,Marlon Vagner Valentim; Tardin,Flávio Dessaune
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção e a qualidade dos frutos da goiabeira 'Paluma', em diferentes sistemas de cultivo, épocas e intensidades de poda de frutificação, em Pedro Canário, ES. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As parcelas foram os sistemas de cultivo irrigado e sequeiro; as subparcelas foram as épocas de poda (10/11/2005, 9/12/2005, 13/1/2006 e 10/2/2006); e as sub-subparcelas foram as intensidades de poda (curta, média e longa). A produção, o número de frutos e o peso médio dos frutos foram maiores nas plantas cultivadas com irrigação. Independentemente da época de poda, as plantas submetidas à poda curta apresentaram as menores produções e números de frutos por planta, entretanto produziram os frutos mais pesados. As maiores produções e número de frutos por planta ocorreram nas plantas submetidas às podas médias e longas, em fevereiro, enquanto os frutos mais pesados, independentemente da intensidade da poda, foram produzidos pelas plantas podadas em dezembro. O teor de sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT) e relação SST/ATT dos frutos não foram influenciados pela intensidade da poda de frutificação...

Épocas e intensidades de poda de frutificação na goiabeira ' Paluma' , em Pinheiros-ES

Serrano,Luiz Augusto Lopes; Martins,Marlon Vagner Valentim; Lima,Inorbert de Melo; Marinho,Cláudia Sales; Tardin,Flávio Dessaune
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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Este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de diferentes intensidades de poda de frutificação realizadas em diferentes épocas do ano sobre a fenologia e a produção da goiabeira 'Paluma', em Pinheiros-ES. As plantas foram submetidas a três intensidades de poda de frutificação (curta, média e longa), em quatro diferentes épocas (25-11-2005, 21-12-2005, 27-01-2006 e 23-02-2006). O ciclo da goiabeira 'Paluma', entre a poda até o início da colheita dos frutos, variou de 189 dias (podas em novembro e dezembro) a 203 dias (poda em fevereiro). Independentemente da época de poda, as plantas submetidas à poda longa apresentaram maior emissão de brotos novos e maior número de ramos estabelecidos. As plantas submetidas à poda curta apresentaram menores números de brotos emitidos e de ramos estabelecidos, bem como menor índice de pegamento de frutos, menor número de frutos por planta e, conseqüentemente, menor produção; entretanto produziram frutos de maior peso médio em relação às plantas submetidas à poda longa. A maior produção e o maior número de frutos colhidos por planta ocorreram nas plantas podadas em fevereiro. A época e a intensidade da poda de frutificação afetam a brotação e a produção da goiabeira 'Paluma'.

Goiabeira 'Paluma' sob diferentes sistemas de cultivo, épocas e intensidades de poda de frutificação

SERRANO, L.A.L.; MARINHO, C.S.; RONCHI, C.P.; LIMA, I. de M.; MARTINS, M.V.V; TARDIN, F.D.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 42, n.6, p. 785-792, jun. 2007 Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 42, n.6, p. 785-792, jun. 2007
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção e a qualidade dos frutos da goiabeira 'Paluma', em diferentes sistemas de cultivo, épocas e intensidades de poda de frutificação, em Pedro Canário, ES. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As parcelas foram os sistemas de cultivo irrigado e sequeiro; as subparcelas foram as épocas de poda (10/11/2005, 9/12/2005, 13/1/2006 e 10/2/2006); e as sub-subparcelas foram as intensidades de poda (curta, média e longa). A produção, o número de frutos e o peso médio dos frutos foram maiores nas plantas cultivadas com irrigação. Independentemente da época de poda, as plantas submetidas à poda curta apresentaram as menores produções e números de frutos por planta, entretanto produziram os frutos mais pesados. As maiores produções e número de frutos por planta ocorreram nas plantas submetidas às podas médias e longas, em fevereiro, enquanto os frutos mais pesados, independentemente da intensidade da poda, foram produzidos pelas plantas podadas em dezembro. O teor de sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT) e relação SST/ATT dos frutos não foram influenciados pela intensidade da poda de frutificação...

Épocas e intensidades de poda de frutificação na goiabeira 'Paluma', em Pinheiros-ES.

SERRANO, L. A. L.; MARTINS, M. V. V.; LIMA, I. de M.; MARINHO, C. S.; TARDIN, F. D.
Fonte: Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v. 30, n. 4, p. 994-1000, dez. 2008. Publicador: Revista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabal, v. 30, n. 4, p. 994-1000, dez. 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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Este trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos de diferentes intensidades de poda de frutificação realizadas em diferentes épocas do ano sobre a fenologia e a produção da goiabeira ?Paluma?, em Pinheiros-ES. As plantas foram submetidas a três intensidades de poda de frutificação (curta, média e longa), em quatro diferentes épocas (25-11-2005, 21-12-2005, 27-01-2006 e 23-02-2006). O ciclo da goiabeira ?Paluma?, entre a poda até o início da colheita dos frutos, variou de 189 dias (podas em novembro e dezembro) a 203 dias (poda em fevereiro). Independentemente da época de poda, as plantas submetidas à poda longa apresentaram maior emissão de brotos novos e maior número de ramos estabelecidos. As plantas submetidas à poda curta apresentaram menores números de brotos emitidos e de ramos estabelecidos, bem como menor índice de pegamento de frutos, menor número de frutos por planta e, conseqüentemente, menor produção; entretanto produziram frutos de maior peso médio em relação às plantas submetidas à poda longa. A maior produção e o maior número de frutos colhidos por planta ocorreram nas plantas podadas em fevereiro. A época e a intensidade da poda de frutificação afetam a brotação e a produção da goiabeira ?Paluma?. Termos para indexação: Psidium guajava L....

Qualidade de frutos da tangerina 'Ponkan' após poda de recuperação

Mendonça,Vander; Ramos,José Darlan; Rufini,José Carlos Moraes; Araújo Neto,Sebastião Elviro de; Rossi,Erick Pretti
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2006 PT
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Objetivou-se com esta pesquisa avaliar a qualidade de frutos de tangerineira 'Ponkan' em três safras subseqüentes aos tratamentos: poda de topo no rebaixamento da copa e poda da parte baixa da planta (saia). O experimento foi conduzido na Fazenda Vito Crincoli, localizada no município de Perdões - MG. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 4 x 2, sendo poda do topo (sem poda, poda a 3,0; 2,5 e 2,0 m) e poda da saia (sem e com a poda) com quatro repetições e três plantas úteis por parcela. Os diferentes tipos de poda não prejudicaram a qualidade de frutos de tangerineira 'Ponkan' nas três safras subseqüente as podas. Após o terceiro ano as plantas que sofreram podas mais severas produziram frutos com peso superiores, demonstrando a viabilidade da poda na recuperação da qualidade dos frutos.

Poda de recuperação em tangerineira 'Ponkan' no município de Perdões-MG

Mendonça,Vander; Ramos,José Darlan; Araújo Neto,Sebastião Elviro de; Rufini,José Carlos Moraes; Gontijo,Tiago Chaltein Almeida; Carrijo,Edney Paulo
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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Objetivou-se com esta pesquisa testar o efeito da poda de topo no rebaixamento da copa e poda da parte baixa da planta (saia) na recuperação da tangerineira ‘Ponkan’ com 12 anos de idade, altura de 5 metros, espaçadas de 6 x 4 m e enxertadas sobre limoeiro ‘Cravo’. O experimento foi conduzido na fazenda Vito Crincoli, localizada no município de Perdões, MG. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 4 x 2, sendo poda do topo (sem poda, poda a 3,0; 2,5 e 2,0m) e poda da saia (sem e com a poda) com quatro repetições. A parcela foi constituída de três plantas. A produção da tangerineira, após o primeiro ano da poda, reduziu-se em função sua intensidade. Os diferentes tipos de poda não alteraram a qualidade dos frutos.

Produção da tangerineira 'ponkan' após poda de recuperação

Mendonça,Vander; Ramos,José Darlan; Araújo Neto,Sebastião Elviro de; Rufini,José Carlos Moraes
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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Objetivou esta pesquisa testar o efeito da poda de topo no rebaixamento da copa e poda da saia, na recuperação da tangerineira 'Ponkan' com 12 anos de idade, altura de 4 metros, espaçadas de 6 x 4 m e enxertadas sobre limoeiro 'Cravo'. O experimento foi conduzido na Fazenda Vito Crincoli localizada no município de Perdões, MG. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 4 x 2, sendo poda do topo (sem poda, poda a 3,0; 2,5 e 2,0m) e poda da saia (sem e com a poda) com quatro repetições. A parcela útil foi constituída de três plantas. As podas drásticas de topo prejudicaram a primeira produção, contudo a partir do segundo ano após a poda, as plantas apresentaram boa recuperação. Esse comportamento foi confirmado na terceira colheita, quando os diferentes tipos de podas do topo não se diferenciaram na produtividade, sendo que o tratamento com poda da saia foi superior ao sem poda.

NUTRIENT EXPORTATION IN DIFFERENT PRUNNING SYSTEMS OF Ilex paraguariensis TREES; EXPORTAÇÃO DE NUTRIENTES FOLIARES EM DIFERENTES TIPOS DE PODA NA CULTURA DA ERVA-MATE

SOUZA, Jorge Luiz Moretti de; UFPR-DSEA; ARAUJO, Marla Alessandra de; UFPR; BRONDANI, Gilvano Ebling; UFPR; REISSMANN, Carlos Bruno; UFPR-DSEA; MACCARI JÚNIOR, Agenor; UFPR-DSEA; WOLF, Clauriane Stele; UFPR
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 26/03/2008 ENG
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The pruning system of the Ilex paraguariensis trees shows strong influence on the nutrients uptake. However, there is little information about these as well as about the replacement fertilization in some management systems. The objectives of this work were: (i) to quantify the nutrients uptake (N, P, K, Ca and Mg) for Ilex paraguariensis trees in different pruning systems, and (ii) to compare the N, P and K uptake values with the recommended by fertilization based on the soil analysis. The experiment was installed in Guarapuava-PR, in a 15 years old stand, with three blocks, being 12 plants sampled per plot. The treatments were five pruning systems: T1 - Cleaning Pruning, T2 - 70% Pruning, T3 - Reduction Pruning, T4 - 90% Prunning and T5 - “Schier”. The Reduction pruning treatment exported approximately 70%, 9.9%, 45.8% and 31.6% more biomass and nutrients (N, P, K, Ca and Mg) than Cleaning Pruning, 70% Pruning, 90% Pruning and “Schier” Pruning treatments, respectively. Related to the amount of nutrients recommended by fertilization based on soil analysis and the amount of nutrients exported by the leaves, it was observed similar results for N (“Schier” pruning) and K (70% Pruning and Reduction). However...