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A relação entre pessoa e sociedade : um olhar a partir do tempo

Araújo, Emília Rodrigues
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /11/2005 POR
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Comunicação apresentada no Congresso Internacional de Filosofia "Pessoa e Sociedade: Perspectivas para o Séc. XXI", Braga, Portugal, 16-18 Novembro 2005.; Nesta exposição, partindo do enquadramento da Sociologia do tempo, vou privilegiar a relação entre tempo, sociedade e pessoa argumentando que a desconstrução dos usos do tempo permite analisar, por um lado, o poder de constrangimento exercido pela sociedade sobre o indivíduo, reduzindo-lhe a capacidade de assumir no espaço público a sua liberdade e, por outro, as estratégias de resistência do indivíduo face à sociedade, no sentido de, precisamente, resguardar o eu da potencial diluição na sociedade. O texto foi composto baseando-me em várias fontes de informação. A primeira destas é a pesquisa que realizei sobre os usos do tempo dos docentes universitários em dispensa de serviço docente e que parte de informação obtida através de entrevistas a 38 docentes do ensino universitário seleccionados com base no procedimento da amostragem teórica.; This presentation is based on Time Sociology framework. It speaks about the relation between time, society and person arguing that the better we know how individuals use and conceive time, the better we understand how far society and its norms is conditioning individuals lives reformulating also the inner concept of person as an actor capable of reacting towards society and avoiding a complete dissolution of “Me” into society. This exposition is written using empirical information obtained by interviews which were made to 38 university teachers who were doing their PhD work between 2001 and 2003. The interviewees wee selected according to theoretical sample procedure.; Fundação para a Ciência e Tecnologia - POCTI/SOC/ 99 - nº 333677.

Ensino superior como princípio hegemónico de cidadania na sociedade civil: um diálogo com António Gramsci no sul da Amazónia brasileira

Pinto, Valmir Flôres
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
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A tese tem como foco quatro eixos centrais: o ensino superior, a sociedade civil, a cidadania e a hegemonia. Na primeira parte da tese, estes eixos teórico-conceptuais são explanados numa perspectiva da promoção de uma compreensão mais ampla da sociedade civil e do estado, nomeadamente o contratualismo, o liberalismo, o materialismo e o neoliberalismo. Um protagonismo fundamental é atribuído às concepções de Antonio Gramsci de sociedade civil, cidadania e estado aplicadas no ensino superior no Sul da Amazónia brasileira. A segunda parte da tese concentra-se num estudo de caso com três premissas de análise: a fragmentação do ensino superior brasileiro; a reconfiguração da cidadania e hegemonia; e o ensino superior no contexto do Amazonas. O ensino superior no Brasil teve início com as escolas jesuíticas, que, depois de encerradas pelo Marquês de Pombal não tiveram sucessoras em solo brasileiro, ao nível do que poderia ter sido o embrião de um sistema de ensino superior. A chegada da Corte Imperial Portuguesa, em 1808, permite reinstalar novos cursos. A primeira unidade de ensino superior no Amazonas surge apenas no princípio do século XX. Um século depois, tem início o processo de expansão com a implantação de unidades no interior do estado. O ensino superior no Brasil...

Democracia, participação e sociedade da informação: saliência da participação e da democracia nos documentos das políticas públicas globais para a sociedade da informação, na União Europeia e nos Estados Membros, de 1994 a 2000

Montargil, José de Oliveira Frescata e Marques
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Tese de Doutorado
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O presente trabalho versa sobre a democracia e a participação política na sociedade da informação, mais precisamente sobre a influência do tipo e do posicionamento ideológico dos actores políticos na saliência da democracia e da participação, analisada a partir dos documentos das políticas públicas globais para a sociedade da informação, na União Europeia e nos Estados membros, de 1994 a 2000. É adoptado, nesta investigação, um enfoque que privilegia a forma como a União Europeia e os Estados membros concebem e projectam a sua representação da sociedade da informação e a respectiva oferta de canais de participação política, na relação com os seus potenciais utilizadores. Foi seleccionado, a partir da delimitação do âmbito de estudo, um total de 60 documentos. A sua análise foi orientada para a caracterização do tratamento e da saliência conferida às questões relacionadas com a democracia e com a participação na sociedade da informação, e para a sua variação de acordo com variáveis contextuais. As conclusões obtidas apontam para o facto de os Estados membros e a União Europeia conferirem uma escassa relevância ao tema, enquanto questão autónoma na estrutura dos documentos, e para um impacto muito limitado que estas políticas poderão revelar sobre as formas institucionalmente previstas de participação. É registada...

Democracia, participação e sociedade da informação: saliência da participação e da democracia nos documentos das políticas públicas globais para a sociedade da informação, na União Europeia e nos Estados Membros, de 1994 a 2000

Montargil, Filipe José de Oliveira Frescata e Marques
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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O presente trabalho versa sobre a democracia e a participação política na sociedade da informação, mais precisamente sobre a influência do tipo e do posicionamento ideológico dos actores políticos na saliência da democracia e da participação, analisada a partir dos documentos das políticas públicas globais para a sociedade da informação, na União Europeia e nos Estados membros, de 1994 a 2000. É adoptado, nesta investigação, um enfoque que privilegia a forma como a União Europeia e os Estados membros concebem e projectam a sua representação da sociedade da informação e a respectiva oferta de canais de participação política, na relação com os seus potenciais utilizadores. Foi seleccionado, a partir da delimitação do âmbito de estudo, um total de 60 documentos. A sua análise foi orientada para a caracterização do tratamento e da saliência conferida às questões relacionadas com a democracia e com a participação na sociedade da informação, e para a sua variação de acordo com variáveis contextuais. As conclusões obtidas apontam para o facto de os Estados membros e a União Europeia conferirem uma escassa relevância ao tema, enquanto questão autónoma na estrutura dos documentos, e para um impacto muito limitado que estas políticas poderão revelar sobre as formas institucionalmente previstas de participação. É registada...

As empresas na Sociedade da informação

Lázaro, Carlos Manuel Freitas
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /10/1998 POR
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Actualmente, a informação e a forma como ela é trabalhada, como circula e é difundida, tem vindo a tornar-se cada vez mais um instrumento de gestão, constituindo uma necessidade básica para a decisão, realização e controlo das actividades e fundamental no sucesso das organizações (públicas ou privadas). Vivemos uma era de mudança socio-económica, suportada em meios digitais e em processos de inovação com apelo à criatividade, na procura da diferenciação de novos produtos, processos e serviços, que se materializa na formação da chamada "Sociedade da Informação" baseada no conhecimento. A Sociedade da Informação, recorrendo crescentemente a redes digitais de informação, no domínio da actividade económica e do bem-estar social, resulta do desenvolvimento das novas tecnologias da informação, do audiovisual e das comunicações, com impactos profundos em vários domínios, como por exemplo, no trabalho, na educação, na ciência, na saúde, no lazer, nos transportes e no ambiente. O tema "Sociedade da Informação" tem sido objecto de um amplo debate nacional promovido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, tendo sido aprovado em Abril de 1997, em Conselho de Ministros, o chamado "Livro Verde para a Sociedade da Informação em Portugal"...

A Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos no contexto historiográfico nacional: 1911-1928

Brito, Ricardo Pinto de Carvalho Paulo de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Tese de mestrado, História (Moderna e Comtemporânea), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2012; O nosso estudo incide sobre uma sociedade de historiadores que surgiu nos primórdios da I República em Portugal, com o nome inicial de Sociedade Nacional de História (1911), posteriormente Sociedade Portuguesa de Estudos Históricos (1914). O suporte cronológico adoptado centrou-se no período de existência da sociedade, ou seja, entre 1911-28. A SPEH congregou um conjunto significativo de figuras da historiografia do seu tempo, como Fidelino de Figueiredo, Fortunato de Almeida, João Lúcio de Azevedo, Edgar Prestage, entre outros. Nela afirmaram-se diversas tendências historiográficas. Mas este movimento pautou-se essencialmente por uma reacção crítica ao positivismo, e numa outra vertente, à acção política republicana. Um dos principais impulsionadores desta sociedade foi Fidelino de Figueiredo, daí o I Capítulo lhe ser dedicado, onde se procurou apresentar as ideias que animavam o autor e entender a génese deste movimento associativo. Procedeu-se de seguida a uma análise da vida associativa, tendo como base os relatórios disponíveis, dando igualmente conta do universo de sócios que compuseram a SPEH...

Estratégias e atitudes das organizações da sociedade civil perante a avaliação de projectos em Moçambique: estudo de caso

Guambe, Nalta Ketilazi Boaventura
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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Mestrado em Sociologia e Planeamento; Em Moçambique, a prática da avaliação de projectos sociais na sociedade civil é recente. As organizações da Sociedade Civil desempenham um papel de interesse público, por isso, tornam-se crescentes as exigências para que estas demonstrem transparência e prestem contas à comunidade, aos parceiros, e principalmente aqueles que financiam os seus projectos. Neste contexto, a avaliação assume actualmente um papel fundamental como ferramenta de gestão e sustentabilidade destas entidades e como forma de prestação de contas aos doadores. Esta dissertação tem como principal objectivo conhecer com maior profundidade as práticas da avaliação de projectos sociais realizadas pelas Organizações da Sociedade Civil com recursos advindos de diferentes doadores em Moçambique. O estudo procurou analisar junto de um conjunto de organizações que fazem avaliações, as estratégias e atitudes adoptadas perante o exercício da avaliação de projectos sociais. Foram conduzidos três estudos de caso, considerando três Organizações da Sociedade Civil nacionais, nomeadamente: KINDLIMUKA, MONASO e FDC – Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade. O estudo revela que o exercício da avaliação de projectos sociais nas Organizações da Sociedade Civil em Moçambique...

Gestão e organização das forças de segurança: a necessidade de um policiamento comunitário na sociedade angolana

Virgílio, Alberto Paulo Bento
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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Mestrado em Sociologia das Organizações, do Trabalho e do Emprego; A reorganização social da sociedade levou os governos a reverem as suas políticas de segurança. Consequentemente, tais políticas deram origens a várias reformas na área policial. Uma delas é precisamente a procura de formas suaves de resolução dos problemas que perturbem as sociedades, assim como a ordem pública e o bem-estar. O presente trabalho teve como objectivo analisar o actual modelo de policiamento da Polícia Nacional de Angola (PNA), numa fase em que a sociedade angolana, atenta as transformações do mundo dinâmico em que está inserida, cada vez mais se vai exigindo da mesma Polícia, um trabalho qualificado em prol da segurança comum. A partir da observação directa dos efectivos da Polícia nas ruas e nos comandos, procurou-se também compreender dos profissionais e da sociedade, acerca do trabalho dos efectivos da Polícia Nacional Angolana e do seu patrulhamento, de modo a concluirmos algo sobre a temática. Assim sendo pretende-se responder, com esta investigação, ao seguinte: a sociedade angolana está ou não preparada para uma policia menos militarizada?; Que tipo de politicas deve adoptar a PN A para atingir os seus objectivos?; As politicas de controlo e fiscalização dos actos dos efectivos do Comando-Geral da Polícia Nacional de Angola...

A geografia da sociedade da informação em Portugal

Ferreira, Jorge
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em /12/2004 POR
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Dissertação de Doutoramento no ramo de Geografia e Planeamento Regional, especialidade de Novas Tecnologias em Geografia,; A geografia da sociedade da informação constitui-se como o elemento central desta tese. Apelando aos conceitos de Tecnologia, Rede, Informação e Conhecimento, defende a existência de uma evolução que parte do paradigma tecnológico para chegar a um paradigma sócio-info-tecnológico. As opções políticas no que concerne à Sociedade da Informação acompanham o contexto Europeu, onde os governos centrais continuam a desempenhar o papel principal, quer através do sector da educação, quer através dos vários organismos ligados à Administração. A globalização e a nova economia desempenham também uma enorme influência no cenário mundial.. Este trabalho analisa, através de um considerável número de indicadores, os esforços feitos para ultrapassar a falta de qualificação humana, os insuficientes níveis de inovação, a fraca dinâmica do sector industrial, dos mercados e dos serviços. Os objectivos principais são: i) uma reflexão teórica acerca da importância do espaço Internet e de um grupo de tecnologias de informação para o desenvolvimento da Sociedade da Informação e do Conhecimento; ii) a emergência de uma geografia da Internet...

Gramsci e a educação: a renovação de uma agenda esquecida

Magrone,Eduardo
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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O artigo apresenta conceitos gramscianos de sociedade civil e sociedade política, com o objetivo de advertir para os riscos de uma visão antitética das relações entre Estado e sociedade civil na atual cultura política brasileira. Em seguida, examina criticamente conceitos sobre a autonomia da escola, inspirados em visões que concebem a sociedade civil como capaz de se autoproduzir independentemente da luta política institucionalizada. Por fim, indica algumas pistas para a interpretação da participação da comunidade na gestão da escola à luz da idéia de Estado ampliado.

Conselheiros do Orçamento Participativo nas franjas da sociedade política

Romão,Wagner de Melo
Fonte: CEDEC Publicador: CEDEC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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Este artigo sugere a necessidade da mudança de enfoque dos estudos sobre as novas instâncias de participação na gestão de políticas públicas, surgidas na redemocratização brasileira. Afastando-se da literatura que preconiza o papel da sociedade civil nessas instâncias, são revistos os estudos sobre o Orçamento Participativo (OP) que indicam como tais experiências são marcadas pelas dinâmicas da sociedade política. O argumento é reforçado pela apresentação de pesquisa realizada junto a conselheiros do OP de Osasco-SP, pela qual se percebe uma atuação permeada pelos processos políticos próprios da democracia representativa. A maioria dos conselheiros compõe as franjas da sociedade política, situam-se em ascensão a ela, buscando melhor posicionamento no campo político local, no âmbito das disputas internas aos partidos e ao governo municipal. Apontam-se, então, os limites do potencial democratizante do OP, pois a ampliação da participação nas decisões sobre o orçamento se daria apenas para dentro da própria sociedade política.

Jogando boliche no Bronx: os interstícios incivis entre a sociedade civil e a sociedade política

Whitehead,Laurence
Fonte: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS Publicador: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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Depois de contrastar o caráter universal e inclusivo das noções democráticas de cidadania política (dentro de uma certa jurisdição) com o caráter exclusivo que necessariamente marca a sociedade civil, o artigo sustenta que os interstícios entre aquelas duas formas favorecerão a produção de múltiplas variantes de "incivilidade". A categoria dos cidadãos "incivis" é definida como a daqueles que gozam de direitos políticos mas não são constrangidos pelas normas da sociedade civil: indivíduos e grupos anti-sociais cuja forma mais comum é encontrada no termo "máfia". O artigo enfoca, então, o fato de que o maior risco para a sociedade civil não se origina do estatismo invasivo ou da tradição, mas da "falta de segurança, da rudeza, da arbitrariedade e até mesmo do canibalismo social" que se tem associado com parte significativa das sociedades liberalizadas depois de processos de transição.

Sociedade civil, entre o político-estatal e o universo gerencial

Nogueira,Marco Aurélio
Fonte: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS Publicador: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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Tomando como parâmetro o conceito de sociedade civil elaborado pelo marxista italiano Antonio Gramsci, este artigo pretende dialogar criticamente com as demais idéias de sociedade civil que hoje buscam se afirmar no panorama político e cultural. Seu principal argumento é que, nas últimas décadas, transitou-se de uma idéia de sociedade civil como campo predominantemente político-estatal, palco de lutas democráticas e novas hegemonias, para uma imagem que converte a sociedade civil ou em recurso gerencial ­ um arranjo societal destinado a viabilizar tipos específicos de políticas públicas ­, ou em fator de reconstrução ética e dialógica da vida social. Por um lado, a incorporação da idéia de participação à linguagem do planejamento fez com que a sociedade civil se deslocasse de seu campo principal (o da organização de novas hegemonias) e se convertesse num espaço de cooperação e gestão da crise. Por outro, a expansão do ativismo social, num quadro de crise da política, do Estado e da democracia representativa, impulsionou a busca de um novo "lugar", a partir do qual fosse possível estabelecer e disseminar novas postulações éticas e novos procedimentos coletivos. De uma fase em que o marxismo preponderava nas discussões e deixava sua marca...

Sociedade civil, democracia e violência

Ballestrin,Luciana Maria de Aragão
Fonte: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS Publicador: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais - ANPOCS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2015 PT
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O presente artigo parte do pressuposto de que a heterogeneidade da sociedade civil não permite uma exclusão a priori da violência em suas manifestações. Contrapõe-se, portanto, às visões contemporâneas que postulam um caráter necessariamente democrático e pacífico das associações. O trabalho está dividido em três seções: a primeira busca reconstituir as visões e o ressurgimento da sociedade civil, destacando suas afinidades eletivas com a ideia de democracia; a segunda problematiza os critérios de pertencimento dos grupos da sociedade civil e sua relação com a violência; a última disponibiliza uma tipologia de dimensões civis, não civis e anticivis, permitindo a alocação de expressões não virtuosas das associações. Ainda que comprometido com uma maior operacionalidade conceitual, o enfrentamento do dark side da sociedade civil por este artigo também objetivou o fortalecimento normativo daquilo que é civil no seu binômio com as ideias de associação e de sociedade.

"Sociedade civil global": agentes não estatais e espaço de interação na sociedade política

Lage,Victor Coutinho
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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O presente artigo visa compreender o conceito de sociedade civil global, a partir de um diálogo entre o construtivismo em Relações Internacionais e o pensador francês Michel Foucault. Dividido em três seções seguidas por uma conclusão, o texto almeja inserir-se em um espaço acadêmico de profunda contestação das bases filosóficas que permeiam as teorias convencionais nas ciências sociais e, em especial, nas Relações Internacionais. A primeira seção dedica-se à discussão acerca da sociedade civil global como espaço de interação agente-estrutura; na seção subsequente, ao conceito como um conjunto heterogêneo de agentes não estatais de escopo global. A terceira seção funde as duas partes da definição. Assim, propõem-se duas dimensões definidoras da sociedade civil global: na primeira, como espaço político; na segunda, como conjunto de agentes de características específicas. Por fim, uma breve conclusão encerra o texto - mas não a polêmica da discussão. Conclui-se que o contexto contemporâneo é marcado por uma complexidade de tal magnitude que torna urgente uma abordagem que evite oposições binárias e fronteiras ontológicas naturalizadas e reificadas, estando, assim, apta a interpretar de maneira mais adequada as relações sociais e políticas atuais.

Prefácio [Sociedade por quotas de responsabilidade limitada]

Aguiar Júnior, Ruy Rosado de
Fonte: Saraiva Publicador: Saraiva
Tipo: Outros Formato: 26408 bytes; application/pdf
PT_BR
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Prefácio à obra “Sociedade por quotas de responsabilidade limitada”, do jurista Nelson Abrão. O trabalho é centrado sobre a sociedade de responsabilidade limitada, a estrutra societária mais comum no nosso páis. Apresenta algumas idéias do autor sobre o tema, e ressalta o seu domínio, como poucos, do Direito Comercial. Também ratifica a importânica das reiteradas edições da obra, especialmente num momento quem se discutia a alteração no ordenamento das sociedades comerciais.

Inter-relação entre sociedade civil e a sociedade política ( Estado )

Nascimento, Carlos Valder do
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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Busca estabelecer a inter-relação entre a sociedade civil, espaço das relações de poder de fato, e o Estado, espaço das relações de poder legítimo. Apresenta um panorama histórico das teorias acerca do surgimento e da consolidação do Estado, destacando as teorias mais representativas à luz do jusnaturalismo. Destaca também a concepção de sociedade civil no período moderno e a visão da sociedade contemporânea em Gramsci.

Prefácio [Manual da Sociedade Limitada]; Prefácio Manual da Sociedade Limitada

Andrighi, Fátima Nancy
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Outros
PT_BR
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36.04%
Prefácio à obra Manual da Sociedade Limitada, de Robson Zanetti, doutorando em Direito Privado pela Universidade Panthéon, Sorbonne (Paris-França). Aborda a teoria e a prática da organização societária, constituindo relevante fonte de consulta na aplicação do direito empresarial.

Inovações da sociedade limitada no novo Código civil

Pereira, Guilherme Teixeira
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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ACESSO RESTRITO: em respeito à Lei de Direitos Autorais, trata-se de documento de uso interno do STJ.; Pretende-se traçar um panorama das inovações jurídicas que estão fazendo parte do cotidiano da sociedade limitada a partir da vigência da Lei 10.406/2002, através de uma análise dos seus efeitos, em busca da maior segurança jurídica ao meio empresarial.

A sociedade de responsabilidade limitada no novo Código civil : dos sócios e da desconsideração da personalidade jurídica na sociedade limitada

Calças, Manoel de Queiroz Pereira
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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ACESSO RESTRITO: em respeito à Lei de Direitos Autorais, trata-se de documento de uso interno do STJ.; Analisa a figura dos sócios na sociedade limitada, seus deveres e responsabilidades no novo regime legal, comparando com o anterior, sob o enfoque da doutrina nacional e estrangeira, bem como sob a óptica da jurisprudência de nossos tribunais construída no exercício da função interpretativa da legislação anterior.