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Estimulação elétrica transcutânea do nervo: analgesia preemptiva em colecistectomia por laparotomia; Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation: preemptive analgesia in open cholecystectomy.

Guerra, Danilo Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2005 PT
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O uso da Estimulação Elétrica Transcutânea do Nervo (TENS) vem sendo muito pesquisado em pós-operatórios, todavia os estudos não analisam se a TENS de baixa freqüência -- que estimula a liberação de opióides endógenos -- seria eficiente em promover analgesia preemptiva. Objetivo. Analisar se essa modalidade de TENS, aplicada antes de colecistectomias por laparotomia, poderia proporcionar analgesia preemptiva. Casuística e método. A pesquisa -- clínica, controlada, randomizada e duplamente encoberta -- foi realizada no Hospital São Domingos Sávio, e teve uma amostra de 50 pacientes, todas do sexo feminino: grupo preemptivo (n = 25) e placebo (n = 25). As pacientes do primeiro grupo foram submetidas à aplicação da TENS de baixa freqüência antes da cirurgia: e as do grupo placebo, a uma falsa estimulação. Houve a padronização do cloridrato de bupivacaína (0,5%) como droga anestésica, associado ao fentanil (2 ml) para a realização das colecistectomias; e da medicação analgésica utilizada no pós-operatório: dipirona, prescrita de 6 em 6 horas, e diclofenaco de sódio, como medicação de resgate. A intensidade de dor pós-operatória foi mensurada pela Escala Numérica de Mensuração da Dor (END), em 8 momentos (2½...

Estudo das alterações histológicas da vesícula biliar de doentes submetidos à colecistectomia videolaparoscópica por colecistolitíase; Study of the histological gallbladder alterations in patients submitted to laparoscopic cholecystectomy for cholecystolithiasis

Costa, Adriana Lúcia Agnelli Meirelles
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/08/2009 PT
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INTRODUÇÃO: O câncer da vesícula biliar é a lesão maligna mais comum da árvore biliar e pouco se sabe sobre a sua carcinogênese. O possível caráter pré-neoplásico das alterações histológicas da vesícula biliar vem sendo estudado recentemente. O objetivo deste estudo foi identificar e quantificar as alterações histológicas da vesícula biliar no nosso meio e correlacioná-las com dados clínicos, e correlacionar as alterações metaplásicas, em separado, com as demais alterações encontradas. MÉTODOS: Neste estudo retrospectivo realizado entre novembro de 1999 a dezembro de 2006, foram avaliados 1.689 prontuários de doentes submetidos a colecistectomia laparoscópica por colecistolitíase. Os doentes foram divididos em relação à idade em doentes com até 60 anos e com mais de 60 anos. Em relação ao tempo de sintomas antes da cirurgia foram agrupados em doentes sem sintomas, doentes com sintomas até 1 ano, e doentes com sintomas por mais de 1 ano antes da cirurgia. Em relação ao tamanho e número dos cálculos foram agrupados em doentes com cálculos de até 10 mm, e aqueles com cálculos maiores que 10 mm, e em doentes com cálculos únicos ou múltiplos. RESULTADOS: Eram mulheres 1.238 doentes (73,3%) e 451 eram homens (26...

Avaliação da função renal em pacientes submetidos à colecistectomia ou correção de hérnia de hiato por via laparoscópia

Lima, Rodrigo Moreira e
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 78 f.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Anestesiologia - FMB; O pneumoperitônio (PP), utilizado durante laparoscopia, produz oligúria transitória e diminui o ritmo de filtração glomerular (RFG) e o fluxo sanguíneo renal (FSR). O diagnóstico da disfunção renal aguda é rotineiramente baseado na elevação sérica da creatinina (Cr) e/ou na detecção de oligúria. A cistatina C (Cis C) tem sido estudada como um novo marcador de função renal. O objetivo foi avaliar a função renal, por meio da estimativa do RFG baseada nas concentrações sérica de Cr ou Cis C, de pacientes submetidos à videolaparoscopia.foram estudados 41 pacientes submetidos à colecistectomia ou à hiatoplastia pela via laparoscópica. A pressão intra-abdominal (PIA) foi mantida em 15 mm Hg durante a cirurgia. Amostras sanguíneas foram coletadas para mensuração dos valores séricos de vasopressina, Cr e Cis C antes da anestesia (M1), 30 min após a insuflação do PP (M2) e 30 min após a deflação do PP (M3). Quando a Cr foi utilizada para a estimativa do RFG, esta foi calculada pela fórmula de Cockcroft-Gault (RFG-CG). Quando a Cis C foi utilizada para o mesmo fim, a fórmula empregada foi a de Larsson (RFG-Larsson).os valores de Cis C aumentaram durante o estudo (M1 = M2 < M3; p < 0.05)...

Colecistectomia por mini-laparotomia em sistema ambulatorial : analise da metodologia e resultados

Elinton Adami Chaim
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/08/1993 PT
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Quarenta doentes foram submetidos à colecistectomia por minilaparotomia em sistema ambulatorial, no período de junho de 1991 a junho de 1992, na Disciplina de Moléstias do Aparelho Digestivo do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. A idade variou entre 23 e 55 anos (média: 39 anos), predominando o sexo feminino (80%) e a raça branca (90%). Os critérios de inclusão no programa foram: idade máxima de 55 anos; estado físico classe 1 e 2 (ASA); índice de massa corpórea menor que 30; ter acesso a um telefone; residir ou estar hospedado próximo ao Hospital; ter condições familiares para cuidados pós-operatórios; e possuir aceitação do doente. No pós-operatório a introdução da dieta foi feita na quarta hora, a deambulação na quinta hora e a alta hospitalar na oitava hora após o término da cirurgia. O controle clínico foi realizdo através de contato telefônico, pela equipe cirúrgica, e de visita domiciliar, pela equipe de enfermagem. Os critérios de seleção analisados (fatores fisiológicos, idade, peso corporal, psicológicos e condições sociais) foram adequados considerando-se os bons resultados verificados. A colangiografia peroperatória foi realizada com sucesso em 92...

Colecistectomia Videolaparoscópica Transumbilical Single Site com Equipamento de Laparoscopia Convencional

Rolanda, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 POR
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artigo intitulado Colecistectomia videolaparoscópica transumbilical (single site) com equipamento de laparoscopia convencional recentemente publicado por Alves Júnior e colaboradores mereceu-nos atenção e algumas considerações que gostaria de partilhar. Embora aborde uma temática tradicionalmente adstrita à Cirurgia Geral, vale a pena revisitar alguns conceitos e perceber o contexto actual da cirurgia minimamente invasiva (MIS), onde também temos lugar enquanto gastrenterologistas.

Avaliação hemodinâmica e metabólica da infusão contínua de dexmedetomidina e de remifentanil em colecistectomia videolaparoscópica: estudo comparativo

Chaves,Thatiany Pereira; Gomes,Josenília Maria Alves; Pereira,Francisco Elano Carvalho; Cavalcante,Sara Lúcia; Leitão,Ilse M. Tigre de Arruda; Monte,Hipólito Sousa; Escalante,Rodrigo Dornfeld
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dexmedetomidina tem sido utilizada para sedação e como coadjuvante em anestesia geral. O objetivo deste estudo foi avaliar a resposta cardiovascular e simpático-adrenal à intubação traqueal e à insuflação do pneumoperitônio, comparando-a ao remifentanil durante anestesia com sevoflurano para colecistectomia videolaparoscópica. MÉTODO: Foram incluídos no estudo 42 pacientes, estado físico ASA I ou II, com idades entre 25 e 55 anos, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: GI e GII. A indução da anestesia foi realizada com infusão contínua de 1 µg.kg-1 de dexmedetomidina (GI) ou remifentanil (GII), durante 10 minutos, seguido de propofol e cisatracúrio. A manutenção da anestesia foi realizada com a infusão contínua de 0,7 µg.kg-1.h-1 de dexmedetomidina ou 0,5 µg.kg-1.h-1 de remifentanil e concentrações variadas de sevoflurano. Foram anotadas a PAS, PAD e FC nos momentos: M1 - antes do início da infusão inicial da droga; M2 - após término da infusão inicial da droga; M3 - após a intubação orotraqueal; M4 - antes do início do pneumoperitônio; M5 - após o pneumoperitônio; M6 - cinco minutos após desinsuflado o pneumoperitônio, M7 - após extubação traqueal. Em M4...

Síndrome coronariana aguda em paciente com doença coronariana de alto risco no pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica

Hobaika,Adriano Bechara de Souza; Seiberlich,Émerson; Issa,Márcia Rodrigues Néder
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A isquemia miocárdica perioperatória é um evento incomum e quase sempre está relacionada com taquicardia e/ou hipotensão arterial em pacientes com doença coronariana de alto risco. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 71 anos, diabético, hipertenso e com doença coronariana, submetido à colecistectomia videolaparoscópica. A anestesia foi induzida com propofol, cisatracúrio e remifentanil e mantida com sevoflurano e remifentanil. Durante o fechamento da parede o paciente apresentou hipertensão arterial, sem alterações ao ECG. A velocidade de infusão de remifentanil foi aumentada e, após cinco minutos, o paciente apresentou bloqueio atrioventricular total associado à redução da pressão arterial média (PAM). Após a administração de 1,0 mg de atropina e 0,1 mg de adrenalina, o paciente apresentou taquicardia temporária e a PAM se normalizou. Ele foi transferido consciente e extubado para UTI, onde, após 12 horas, apresentou dor precordial e ECG com infradesnivelamento ST de V4 a V6. O ecocardiograma revelou boa função sistólica, sem alterações segmentares e curva de CK-MB normal. O paciente foi tratado em protocolo de angina instável. CONCLUSÕES: O paciente apresentava risco aumentado para isquemia pós-operatória e foi submetido a um procedimento no qual as alterações hemodinâmicas são profundas. É sabido que instabilidades hemodinâmicas perioperatórias em pacientes com doença coronariana aumentam o risco de síndromes coronarianas no pós-operatório e estas podem ocorrer até 72 horas após o ato cirúrgico...

Anestesia para colecistectomia videolaparoscópica em paciente portador de Doença de Steinert: relato de caso e revisão de literatura

Bisinotto,Flora Margarida Barra; Fabri,Daniel Capucci; Calçado,Maida Silva; Perfeito,Paula Borela; Tostes,Lucas Vieira; Sousa,Gabriela Denardi
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As distrofias miotônicas são doenças neuromusculares de transmissão autossômica dominante. Dentre elas, a distrofia miotônica tipo 1 (DM1), ou doença de Steinert, é a mais comum no adulto e, além do envolvimento muscular, apresenta manifestações sistêmicas importantes. A DM1 representa um desafio para o anestesiologista. Os pacientes apresentam maior sensibilidade às drogas anestésicas e complicações, principalmente cardíacas e pulmonares. Além disso, há a possibilidade de apresentarem hipertermia maligna e crise miotônica. Descreveu-se o caso de um paciente que teve complicação pulmonar importante após ser submetido à anestesia geral. RELATO DO CASO: Paciente de 39 anos, portador de DM1, foi submetido à anestesia geral para colecistectomia videolaparoscópica. A anestesia foi venosa total com propofol e remifentanil e rocurônio. O procedimento cirúrgico de 90 minutos não apresentou intercorrências, mas após a extubação o paciente apresentou insuficiência respiratória e crise miotônica, que tornou a intubação traqueal impossível. Utilizou-se a máscara laríngea, que possibilitou a oxigenação adequada, e a ventilação mecânica foi mantida até a recuperação total da atividade respiratória. Evolução ocorreu sem outras complicações. CONCLUSÕES: A DM1 é uma doença que apresenta várias peculiaridades para o anestesiologista. O conhecimento minucioso do seu envolvimento sistêmico...

Colecistectomia laparoscópica: experiência em 500 casos, enfatizando as vantagens da colecistocolangiografia e da ligadura do ducto e artéria cística utilizando fio de náilon

Perim,Carlos Alberto; Guedes,Marcelo Arimatéia E.
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1999 PT
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São apresentados os resultados clínicos de quinhentos pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica (CL), com o emprego da colecistocolangiografia intra-operatória e da ligadura do ducto cístico e da artéria cística utilizando- se fio de náilon em vez de clipes metálicos. A maioria (79,4%) dos pacientes era do sexo feminino. A média de idade foi de 48,2 anos. Colecistite crônica ocorreu em 424 casos, colecistite aguda em 68, câncer da vesícula em quatro, colecistite alitiásica em três e um paciente apresentava pólipo de vesícula biliar. Coledocolitíase foi detectada em vinte (4%) pacientes. O tempo médio de cirurgia foi de 84 minutos. A permanência hospitalar foi de um a dois dias para 93,4% dos pacientes. A mortalidade foi de 0,4%. Conversão se fez necessária em 39 (7,8%) casos, principalmente por coledocolitíase (15 pacientes) e colecistite aguda (14 pacientes). Complicações importantes ocorreram em 12 (2,4%) casos, incluindo uma (0,2%) lesão de colédoco. A co1ecistocolangiografia foi satisfatória em 80,5% e inconclusiva em 19,5% dos pacientes. A co1ecistoco1angiografia é uma excelente opção técnica na CL, principalmente nos pacientes com colecistite crônica. Todavia, nos casos com obstrução flagrante do ducto cístico...

Influência do tabagismo, obesidade, idade e gênero na função pulmonar de pacientes submetidos à colecistectomia videolaparoscópica

Oliveira,Paulo Gonçalves de; Vianna,André Luiz; Silva,Sheila Pacheco; Rodrigues,Fransber Rondinelle Araújo; Martins,Ricardo Luiz de Melo
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2000 PT
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O presente estudo foi idealizado com o objetivo de avaliar a influência do tabagismo, obesidade, idade e gênero na função pulmonar de pacientes submetidos à colecistectomia videolaparoscópica (CVL). Foi realizada avaliação prospectiva da função respiratória de pacientes submetidos à CVL em caráter eletivo, por espirometria simples, no pré-operatório e nos primeiro e sétimo dias de pós-operatório (OPO). Quarenta e oito pacientes foram avaliados e estratificados em grupos: tabagista/não-tabagista; obeso/não-obeso; idoso/não-idoso; homem/mulher. Os valores da capacidade vital forçada (CVF), volume expiratório forçado 1º segundo (VEF,), fluxos expiratórios forçados 25% (FEF25) e 50% (FEF50) apresentaram redução significante do pré-operatório para o primeiro OPO em todos os grupos, com exceção do FEF25 nos obesos, caracterizando-se assim alteração de padrão restritivo. No sétimo OPO houve recuperação dos parâmetros espirométricos para valores próximos aos níveis do pré-operatório. Não houve diferença significante na variação dos parâmetros espirométricos segundo os fatores de risco, nos mesmos períodos. Em conclusão, nas condições em que foi realizado o presente estudo, a idade, a obesidade...

Colecistectomia videolaparoscópica experimental em cadáver humano: 70 casos

Sena,José Ivamberg Nobre de; Silva Filho,Antônio Ribeiro da; Pinheiro,Luiz Gonzaga Porto
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2001 PT
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OBJETIVO: Apresentar, descrever e propor como método de treinamento e/ou aperfeiçoamento em colecistectomia videolaparoscópica, um modelo desenvolvido em cadáver de feto humano. MÉTODO: No Departamento de Morfologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará foram utilizados 70 cadáveres de fetos humanos, de ambos sexos, frescos-congelados, com tamanhos entre 39 e 54 centímetros (média = 49cm) e pesos entre 1.210 e 3.900 gramas (média = 2.900g). Foi empregado, ainda, todo o arsenal de equipamentos e instrumentais de cirurgia videolaparoscópica. Cada feto foi submetido à videocolecistectomia experimental e os dados referentes aos aspectos técnicos e anatômicos registrados em fitas de vídeo e em protocolo para análise posterior. A técnica cirúrgica utilizada seguiu todos as etapas operatórias da videocolecistectomia in vivo. RESULTADOS: Foi possível manter um pneumoperitônio eficiente, em torno de 18mmHg, em todos os casos. A adequada clipagem do ducto cístico foi possível em 66 dos 68 casos operados, e da artéria cística em 62 casos. A vesícula foi extirpada satisfatoriamente em 67 fetos. O tempo cirúrgico médio foi de 70 minutos. Observou-se que o método proposto permite ao cirurgião adquirir...

Colecistectomia laparoscópica em pacientes de alto risco

Melo,Marco Antônio Cezário de; Albuquerque,Otacílio Francisco; Gondim,Valéria
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2003 PT
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37.22%
OBJETIVO: Relatar a experiência com a colecistectomia laparoscópica na colecistite aguda, em pacientes de alto risco (ASA 4). MÉTODO: De 1982 a 2001 foram realizadas, na Clínica Especializada em Doenças do Aparelho Digestivo (DIGEST), 1507 colecistectomias laparoscópicas, sendo 150 (10%) em colecistite aguda, dentre as quais 10 (0,7%) em pacientes ASA 4. RESULTADOS: Entre estes 10 pacientes observou-se uma faixa etária elevada com média de 70,9 anos (variando entre 50 e 89 anos), maior freqüência do sexo masculino (60%), período de internação pré-operatório bastante variável (de três a 22 dias), prevalência elevada de colecistite aguda alitiásica (30%) e grande freqüência de insuficiência renal (40%) dentre as doenças associadas. Como complicações de pós-operatório houve uma coleção sub-hepática tratada por drenagem guiada por ultrassonografia; duas infecções de sítio operatório, tratadas pela abertura da pele do portal infectado, e um óbito decorrente da perpetuação do quadro séptico em paciente previamente submetido a colecistostomia percutânea. Não houve necessidade de conversão em nenhum dos pacientes operados. CONCLUSÃO: Os autores concluem pela viabilidade do método laparoscópico no tratamento da colecistite aguda em pacientes de alto risco...

Colecistectomía videolaparoscópica de urgencia en el paciente geriátrico

Almaguer Orges,Noel; Peña Pupo,Nerza Enid; Rodríguez Pascual,Yasmín; Peña Pérez,Carlos Rafael; Batista Feria,Rosell; Pupo Carracedo,Ranier Nelson
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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Objetivo: describir el comportamiento de pacientes con 60 y más años de edad sometidos a colecistectomía videolaparoscópica de urgencia. Métodos: se realizó un estudio observacional descriptivo, longitudinal y retrospectivo de los 91 pacientes con 60 y más años de edad sometidos a dicho proceder, en el período comprendido desde enero de 2001 hasta diciembre de 2008, en el servicio de cirugía general del Hospital Clinicoquirúrgico "Lucía Íñiguez Landín" de Holguín. Resultados: el paciente geriátrico constituyó el 26 % de los enfermos sometidos a este procedimiento, y más del 70 % correspondió al grupo de la tercera edad (60-75 años), con un predominio del sexo femenino. El 21,9 % de los pacientes presentaba enfermedades asociadas, y fue la hipertensión arterial la más frecuente. La intervención requirió hasta 60 min en el 70,3 % de los pacientes; el índice de conversión fue de 6,5 %, la morbilidad de 3,2 % y la mortalidad de 1 %. Conclusiones: la colecistectomía videolaparoscópica de urgencia en el paciente geriátrico puede realizarse exitosamente.

Resultados de la colecistectomía videolaparoscópica en ancianos

Soberón Varela,Iris; de la Concepción de la Peña,Ada Hilda; Hernández Varea,José Antonio; Luna Gozá,Magali; Gallo Cortés,Floralia
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 ES
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37.39%
Desde su advenimiento y a raíz de sus innegables resultados, la cirugía videolaparoscópica se ha convertido en el método más empleado para el tratamiento de las patologías de la vesícula biliar. Con el propósito de analizar el comportamiento de los pacientes de la tercera edad con diagnóstico de colecistopatía, intervenidos quirúrgicamente por videolaparoscopia en nuestro centro, realizamos un estudio descriptivo y prospectivo de los pacientes de 60 años o más que fueron operados entre febrero del 2005 y junio del 2006.La litiasis vesicular fue el hallazgo operatorio más frecuente (134 pacientes; 84,8 %). Se realizó la conversión de la técnica a cirugía convencional en 2 pacientes (1,26 %). Se presentaron tres complicaciones mayores (1,89 %) y el resto de los pacientes no presentó complicación alguna (155 pacientes; 98,1 %). En nuestra serie no hubo sepsis de las heridas quirúrgicas ni pacientes fallecidos. La colecistectomía videolaparoscópica mostró ser mejor tolerada y tener menos complicaciones que la técnica abierta. Su uso es recomendable en los ancianos, en quienes las tasas de morbilidad y mortalidad, así como de estancia hospitalaria, son mayores cuando se emplea la colecistectomía abierta

Valor de la colecistectomía electiva en el tratamiento de la colecistitis crónica alitiásica

Reyes Cardero,Jorge; Jiménez Carrazana,Agustín
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1995 ES
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La colecistectomía ha sido duramente criticada en la últimas décadas por los pobres resultados obtenidos. El análisis de 30 pacientes operados en el Servicio de Cirugía General del Hospital Militar Clinicoquirúrgico Docente "Doctor Joaquín Castillo Duany" de Santiago de Cuba, mostró un índice de complicaciones de 16,7 % sin mortalidad alguna, así como un estado actual a los 8 años de seguimiento por consulta externa favorable en la mayoría de los pacientes colecistectomizados, algunos con procedimientos técnicos simultáneos. Los mejores resultados se obtuvieron en aquellos sin enfermedades asociadas. La colecistectomía electiva fue un recurso terapéutico válido en casos seleccionados

Colecistectomía laparoscópica en Zimbabwe: Presentación de los primeros 100 casos

Dakovic,S; Murphree,S; Mauchaza,B; Saburi,S
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1995 ES
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37.39%
Se informa que la colecistectomía laparoscópica se ha convertido en el modo preferido de extirpar la vesícula biliar en la mayoría de los países desarrollados. Se está introduciendo lentamente en los países en desarrollo y en ese aspecto Zimbabwe está entre los primeros países africanos en adoptar esta nueva técnica. Se comenzaron a realizar colecistectomías laparoscópicas en Zimbabwe en marzo de 1992. Se presenta una experiencia inicial en mayo de 1993 al informar los primeros 20 casos. Este trabajo muestra los resultados de los primeros 100 pacientes consecutivos. Estos resultados son comparables con el de otros informes: mortalidad 0, morbilidad 2 %, promedio de estancia hospitalaria 2,9 días y todos los pacientes se incorporaron a sus actividades normales aproximadamente 7 días después del alta. Se discuten los problemas que se han confrontado al introducir esta nueva técnica y el promedio relativamente alto del 15 % que se ha tenido de conversión a la colecistectomía abierta

Colangiografía transoperatoria en colecistectomía laparoscópica: ¿sistemática o selectiva?

Castro Pérez,Raúl; Delgado Fernández,Juan Carlos; Dopico Reyes,Eduardo; Echevarría Hernández,Fidel; González García,Pedro
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 ES
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37.39%
Se realizó un estudio comparativo en pacientes operados de colecistectomía laparoscópica, con el empleo de la indicación de la colangiografía transoperatoria, en 151 pacientes por el método de selección y en 456 de forma sistemática. En los 2 grupos se utilizaron los mismos criterios de inclusión. El tiempo quirúrgico medio en ambos fue inferior de 1 hora. Se comprobó que con el entrenamiento se logran índices de factibilidad por encima del 90 %, lo cual es similar a la cirugía abierta. La realización de la colangiografía de forma sistemática detectó un mayor tanto por ciento de litiasis no sospechada en la vía biliar principal; diagnosticó afecciones del colédoco no litiásicas; identificó anomalías potencialmente peligrosas y detectó iatrogenias sobre la vía biliar principal durante el transoperatorio. Se concluye que en la colecistectomía laparoscópica la colangiografía transoperatoria debe realizarse de forma sistemática

Costes: colecistectomía laparoscópica frente a colecistectomía convencional

Rodríguez,Lorenzo Simón; Sánchez Portela,Carlos A; Acosta González,Luis R; Sosa Hernández,Roberto
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 ES
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37.39%
Se realizó un estudio de intervención cuasiexperimental, del tipo de las investigaciones en sistemas y servicios de salud, que evalúa los resultados de la cirugía de mínimo acceso en comparación con la cirugía convencional utilizada en pacientes con enfermedades de la vesícula biliar que requerían tratamiento quirúrgico y que fueron operados en el Hospital General Universitario «Abel Santamaría Cuadrado», en Pinar del Río, entre el 1.ro de enero de 2002 y el 31 de diciembre de 2004. El grupo de estudio estuvo constituido por 1 335 pacientes operados por vía laparoscópica, mientras que el grupo control integró a los operados por el método quirúrgico convencional. Se evalúo además la relación costes-beneficios. Los datos obtenidos se incluyeron en una base de datos para el procesamiento estadístico, que se realizó mediante estadística descriptiva y aplicando la frecuencia porcentual y la frecuencia absoluta. Con la colecistectomía laparoscópica se observó una reducción significativa de la estadía hospitalaria posoperatoria y obviamente, de los costes por internación. El beneficio económico debido al egreso hospitalario precoz resultó en 389 663,10 CU

Lesiones de la vía biliar: Prevalencia en pacientes con colecistectomía laparoscópica en un hospital de especialidades

Gutiérrez Pérez,Jorge Octavio; Medina García,Pablo; Ortiz Reyes,Sergio Fernando; Lozano Cervantes,Hiram Efraín
Fonte: Asociación Mexicana de Cirugía General A.C. Publicador: Asociación Mexicana de Cirugía General A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 ES
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Objetivo: Conocer la prevalencia de lesión de la vía biliar por colecistectomía laparoscópica y compararla con la prevalencia internacional de 0.4% a 0.6%. Sede: Hospital de Especialidades de la Ciudad de México ''Dr. Belisario Domínguez''. Diseño: Retrospectivo, transversal, observacional y descriptivo. Estadística: Porcentajes como medida de resumen para variables cualitativas Material y métodos: Se realizó un estudio de los expedientes de pacientes operados de colecistectomía laparoscópica durante los años 2005 a 2008 por el Servicio de Cirugía General. Las variables a estudiar fueron prevalencia de lesión de la vía biliar clasificándola de acuerdo a las escalas de Strasberg, edad y género. Resultados: Durante 4 años se realizaron 532 colecistectomías laparoscópicas a pacientes de sendos géneros de 15 a 89 años de edad, identificándose 3 pacientes con lesión de la vía biliar (0.56%). En dos, la lesión consistió en sección total del conducto colédoco y en el tercero hubo fuga de bilis por el muñón del conducto cístico. La reparación consistió en colédoco-colédoco anastomosis término terminal con colocación de sonda en T en dos casos y en ligadura del muñón del conducto cístico en el tercero. Uno (33.3%) de los 3 pacientes falleció...

Colecistectomia Videolaparoscópica Transumbilical (Single Site) com Equipamento de Laparoscopia Convencional

Alves Júnior,António; Oliveira,Izabele Rabelo de; Lima,Milena Passos; Barros,Alessandra Freitas Vasconcelos; Oliveira Filho,José Jeová de; Sobral,Hernan Augusto Centurion
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2011 PT
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OBJECTIVO: Descrever o procedimento cirúrgico dacolecistectomia por via transumbilical utilizando instrumentos de colecistectomialaparoscópica convencional. DOENTES E MÉTODOS:O estudo envolveu 12 doentes, com idade média de 42,7 anos e índice de massa corporal médio de 30,76, submetidos a colecistectomia laparoscópica por via transumbilical. Foram utilizados um trocarte de 10 mm (ótica de 30o), um trocarte de 3 mm e outro de 5 mm, introduzidos via transumbilical. Quando necessário, um trocarte de 2 mm foi introduzido no flanco direito para auxiliar a dissecção do canal cístico e artéria cística. Quando disponível, ótica de 5 mm e 30° foi posicionada em trocarte de 5 mm no momento da colocação de clips no cístico e artéria cística, dando passagem ao clip através do trocarte de 10 mm. RESULTADOS: Em seis doentes utilizou-se a viatransumbilical como acesso único. Em cinco, foram utilizados 2 locais. Num doente com obesidade mórbida houve conversão paravideolaparoscopia convencional devido a hemorragia de difícil controle da artéria cística. Todos os procedimentos foram realizados com instrumentos de videolaparoscopia convencional. Todos os doentes tiveram excelente evolução pós-operatória e efeito estético. CONCLUSÃO: A colecistectomia por via transumbilical...