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Estrutura genética populacional em lobeira (Solanum lycocarpum A. St.-Hil., Solanaceae), em ambientes naturais e antropizados no estado de Goiás; Population genetic structure of lobeira (S. lycocarpum A. St.-Hil, Solanaceae), in natural and anthropogenic environmental in State of Goiás

Moura, Tânia Maria de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2007 PT
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Solanum lycocarpum A.St.-Hil. (Solanaceae) é uma espécie de ampla distribuição no bioma Cerrado. Popularmente conhecida com fruta-do-lobo, devido ao fato de o lobo-guará consumir frequentemente os frutos desta planta, sendo este seu principal agente dispersor de sementes. É utilizada pela população local para fabricação de doces, e empiricamente como medicinal. A espécie floresce e frutifica durante todo o ano, característica que permite constante fluxo de genes via pólen e sementes. Ocupa facilmente ambientes antropizados, o que permite que seja utilizada em projetos de restauração. O presente estudo teve como objetivo, caracterizar a estrutura genética populacional de S. lycocarpum em ambientes naturais e antropizados, utilizando dois marcadores moleculares: microssatélites (SSR) e isoenzimas. Foram estudadas quatro populações com SSR, e duas populações com Isoenzimas, formando pares de populações (uma natural e outra antropizada). As populações estudadas com marcadores SSR estavam situadas duas a Nordeste do Estado de Goiás e outras duas a Sul do estado. As duas populações estudadas com isoenzimas localizavam-se a Sul de Goiás. Coletou-se aleatoriamente amostras de 60 indivíduos em cada população...

Florescimento em cana-de-açúcar

Araldi, Rosilaine; Silva, Ferdinando Marcos Lima; Ono, Elizabeth Orika; Rodrigues, João Domingues
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Publicador: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 694-702
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O florescimento da cana-de-açúcar é um processo fisiológico complexo formado por vários estádios de desenvolvimento, e cada estádio tem a sua própria necessidade ambiental e fisiológica. Os fatores externos relacionados com o florescimento são: fotoperíodo, temperatura, umidade e radiação solar, além da fertilidade do solo. Por outro lado, os fatores internos envolvem fitocromo, hormônios, florígeno, ácidos nucleicos, dentre outros. A intensidade do processo de florescimento e as consequências na qualidade da cana-de-açúcar variam com a variedade e com o clima. A redução do volume de caldo é o principal fator no qual o florescimento interfere, resultante do aumento do teor de fibras. Como as demais Poaceae, a cana-de-açúcar floresce, frutifica e morre, garantindo a perpetuação da espécie. Dessa forma, o homem procura interferir na natureza tentando evitar o florescimento da cana-de-açúcar, seja por meio de melhoramento genético ou por meio de reguladores vegetais. em áreas comerciais de produção de cana-de-açúcar, onde há condições ideais para o florescimento da cultura, é recomendado o uso de variedade com potencial menos florífero. E, quando não é possível esse manejo varietal, o uso de inibidores do florescimento é a melhor alternativa para evitar mais perdas no conteúdo de sacarose.; The sugarcane flowering is a complex physiological process that consists of several stages of development...

Fisioecologia de sementes de Miconia chartacea (Melastomataceae) ocorrente em uma reserva de Cerrado, no município de Corumbataí (SP)

Escobar, Diego Fernando Escobar
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 88 p. : il., tabs.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) - IBRC; Miconia chartacea es una Melastomataceae de amplia distribución en Brasil, ocurriendo en las regiones Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste y Sul, y en los dominios fitogeográficos Caatinga, Cerrado y Mata Atlántica. Además, es un recurso importante para la avifauna frugívora debido a que fructifica durante la estación seca, en la cual disminuye la abundância de frutos carnosos. A pesar que M. chartacea sea una especies nativa ampliamente distribuida en Brasil y un recurso importante para a avifauna frugívora, no hay informaciones sobre la ecofisiologia de la germinación y morfología de semillas para la especie. Por lo tanto, el objetivo general de esta investigación fue registrar características morfofisiológicas de las semillas de Miconia chartacea ocurrente en la reserva de Cerrado “Prof. Karl Arens”, municipio de Corumbataí (SP), esta información puede ayudar a comprender los mecanismos de perpetuación de especies vegetales en el Cerrado, así como alimentar bases de datos sobre la biología reproductiva de especies nativas de este bioma. El peso fresco de las semillas presento un coeficiente de variación relativamente elevado (33%)...

Frugivoria e dispersão de sementes de palmiteira (Euterpe edulis, Martius Arecaceae) na Mata Atlantica, sul do Estado de São Paulo

Rudi Ricardo Laps
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/11/1996 PT
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A frugivoria e a dispersão de sementes de plantas tropicais por aves têm despertado grande interesse para estudos de interação frugívoro-planta, sendo usadas como base para numerosas hipóteses sobre este mutualismo. Euterpe edulis é a palmeira mais abundante da Mata Atlântica e uma de suas espécies mais características. Este estudo investiga a ecologia da dispersão de E. edulis no Parque Estadual Intervales, uma reserva com 50.000 ha de Mata Atlântica relativamente bem preservada, localizada no sul do estado de São Paulo. A fenologia de 50 indivíduos mostrou que a frutificação é um evento longo, ocorrendo no inverno, entre maio e outubro, com pico em agosto e setembro. Não houve variação na frutificação entre os anos amostrados. A população frutifica assincronicamente, apesar da maturação dos frutos ser sincrônica dentro do indivíduo. A produção de frutos por indivíduo foi grande, sendo que cada infrutescência apresentou 3.300 frutos em média. Normalmente, cada indivíduo produziu duas infrutescências por estação reprodutiva. Foram utilizados dois métodos para observar as aves visitantes: árvore-focal e transecções. Durante 33 horas de árvore-focal foram observadas seis espécies de aves, sendo as mais importantes Lipaugus /anioides e Platycichla flavipes. Após o mês de agosto...

A DECIDUIDADE FOLIAR INDICA A VULNERABILIDADE DE ESPÉCIES LENHOSAS AO FOGO

Lucena,Isabela Codolo de; Leite,Marcelo Boccia; Matos,Dalva Maria da Silva
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2015 PT
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Pesquisas indicaram que a ocorrência de queimadas pode ocasionar comportamentos fenológicos divergentes aos padrões comumente descritos. Este estudo teve como objetivo avaliar se a deciduidade foliar pode indicar a vulnerabilidade de espécies lenhosas ao fogo. Os índices de atividade e intensidade de diferentes fenofases foram comparados entre indivíduos queimados e não queimados de espécies lenhosas com diferentes graus de deciduidade foliar (decídua, semidecídua e sempre-verde). Para a espécie decídua, as fenofases vegetativas foram similares entre indivíduos queimados e não queimados. Indivíduos queimados de uma espécie semidecídua apresentaram maior intensidade e atividade das fenofases vegetativas. Para as espécies sempre-verdes, foi registrado o estímulo à produção de novas folhas, retardamento de folhas expandidas e senescentes para indvíduos queimados. Quanto à fenologia reprodutiva, em indivíduos queimados, foram registradas menor intensidade e atividade de frutos verdes e maduros para espécies decídua e semidecídua, bem como o estímulo da floração e da frutificação para as espécies sempre-verdes. A periodicidade das fenofases pode ser modulada pela ocorrência do fogo mesmo após um intervalo de dois anos. O efeito do fogo foi gradualmente mais pronunciado de espécies decíduas às sempre-verdes...

Produção e predação de frutos em Aniba rosaeodora Ducke var. amazonica Ducke (Lauraceae) em sistema de plantio sob floresta de terra firme na Amazônia Central

Spironello,Wilson Roberto; Sampaio,Paulo de Tarso Barbosa; Ronchi-Teles,Beatriz
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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O pau-rosa (Aniba rosaeodora) vem sendo usado desde o século passado para extração de linalol, produto usado como fixador de perfumes. Por causa do extrativismo houve redução drástica em suas populações naturais. Somando a este fato, esta espécie possui padrão irregular de frutificação e, quando frutifica, os seus frutos são consumidos por animais. Estes aspectos foram estudados utilizando uma população de plantio sob sombra parcial de floresta primária. A produtividade das árvores variou de 40 a 1.600 frutos (n = 21 árvores). No geral, cerca de 42,5% foram removidos por frugívoros (6.770 frutos, n = 10 árvores). Dos frutos não removidos, 0,5% foram predados por vertebrados, 81,5% continham larvas de insetos, variando de 36-96% entre indivíduos. Uma espécie de Coleoptera ataca os frutos em estádio imaturo, enquanto outra (Heilipus sp.) e uma espécie de Lepidoptera atacam os frutos em estádio final de desenvolvimento. Os resultados projetam perda de 59,5% dos frutos (54,5% por insetos) passíveis de coleta. Considerando a importância econômica do pau-rosa faz-se necessário aumentar a disponibilidade de sementes para planos de manejo da espécie. Para se atingir tais objetivos são necessárias algumas medidas: 1) coleta prematura de frutos para maturação em laboratório; 2) utilização de métodos de controle de insetos adultos (em plantios) e larvas (em frutos atacados); e 3) estudos de seleção genética para identificar plantas com maior resistência natural a pragas e doenças.

Florescimento em cana-de-açúcar

Araldi,Rosilaine; Silva,Ferdinando Marcos Lima; Ono,Elizabeth Orika; Rodrigues,João Domingues
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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O florescimento da cana-de-açúcar é um processo fisiológico complexo formado por vários estádios de desenvolvimento, e cada estádio tem a sua própria necessidade ambiental e fisiológica. Os fatores externos relacionados com o florescimento são: fotoperíodo, temperatura, umidade e radiação solar, além da fertilidade do solo. Por outro lado, os fatores internos envolvem fitocromo, hormônios, florígeno, ácidos nucleicos, dentre outros. A intensidade do processo de florescimento e as consequências na qualidade da cana-de-açúcar variam com a variedade e com o clima. A redução do volume de caldo é o principal fator no qual o florescimento interfere, resultante do aumento do teor de fibras. Como as demais Poaceae, a cana-de-açúcar floresce, frutifica e morre, garantindo a perpetuação da espécie. Dessa forma, o homem procura interferir na natureza tentando evitar o florescimento da cana-de-açúcar, seja por meio de melhoramento genético ou por meio de reguladores vegetais. Em áreas comerciais de produção de cana-de-açúcar, onde há condições ideais para o florescimento da cultura, é recomendado o uso de variedade com potencial menos florífero. E, quando não é possível esse manejo varietal, o uso de inibidores do florescimento é a melhor alternativa para evitar mais perdas no conteúdo de sacarose.

Trinta anos do bicudo-do-algodoeiro no Brasil

Azambuja,Rosalia; Degrande,Paulo Eduardo
Fonte: Instituto Biológico Publicador: Instituto Biológico
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Este texto é uma revisáo bibliográfica que abrange 30 anos de ocorrência do bicudo-do-algodoeiro, Anthonomus grandis Boheman, 1843 (Coleoptera: Curculionidae), no Brasil. O bicudo é considerado uma das pragas mais prejudiciais à agricultura pelos danos que causa e pelas dificuldades de seu controle. Originário do México, esse inseto foi constatado pela primeira vez no Brasil em 1983 e duas safras após seu surgimento já estava disseminado nas principais áreas produtoras de algodão no país, onde se mantém até a atualidade. Quando não controlado, esse inseto pode destruir completamente a produção de um algodoal, já quando controlado os prejuízos variam de 3 a 75% da produtividade esperada. Os principais danos causados pelo bicudo são resultantes de orifícios promovidos nas estruturas reprodutivas da planta durante a alimentação e oviposição dos adultos, sendo os botões florais as estruturas preferencialmente atacadas pelo inseto. O período de ataque do bicudo às plantas de algodoeiro se inicia por volta dos 30 dias após a emergência, no estabelecimento vegetativo da cultura, passando pelo florescimento e frutificação e chegando até a fase de maturação...

Contribuição da polinização entomófila para a produção de frutos de aceroleira

Oliveira,José Eduardo Martins de; Nicodemo,Daniel; Oliveira,Favízia Freitas de
Fonte: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos/UFG Publicador: Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos/UFG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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16.1%
A produção de acerola pode aumentar consideravelmente, quando suas flores são visitadas por abelhas. Este estudo objetivou determinar o grau de dependência da aceroleira cultivar Olivier, em relação à polinização entomófila, bem como conhecer seus polinizadores potenciais, por meio de análise das características florais e do comportamento da entomofauna visitante. Os insetos mais frequentes foram: Centris (Centris) varia (43,9 %), Centris (Centris) decolorata (17,4 %), Centris (Centris) flavifrons (15,6 %), Epicharis (Epicharana) flava (7,6 %), Centris (Centris) nitens (5,9 %), Centris (Hemisiella) tarsata (4,9 %), Tetragonisca angustula (2,5 %) e Trigona spinipes (2,3 %). Foi observado que as abelhas dos gêneros Centris e Epicharis coletaram óleo, enquanto as T. angustula coletaram pólen e as T. spinipes cortaram as flores. A frutificação foi maior quando as flores estavam abertas à polinização (27 % de frutos gerados), seguida de polinização manual cruzada (11 %) e polinização restrita (1 %). Não houve formação de frutos por meio de autopolinização. A cultivar Oliver demonstrou alta dependência da polinização entomófila...

Flora da Paraíba, Brasil: Passifloraceae sensu stricto

Costa,Elainne Cristina Silva; Nunes,Teonildes Sacramento; Melo,José Iranildo Miranda de
Fonte: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Este trabalho consiste no estudo taxonômico da família Passifloraceae para o Estado da Paraíba, Brasil. Foram registradas 11 espécies, todas pertencentes ao gênero Passiflora: P. alata, P. capsularis, P. cincinnata, P. edulis, P. foetida, P. glandulosa, P. misera, P. mucronata, P. silvestris, P. suberosa e P. watsoniana. Destas espécies, P. cincinnata e P. foetida são as mais amplamente distribuídas na Paraíba e P. capsularis foi referida pela primeira vez para a flora do Estado. São apresentadas descrições, chave para identificação, ilustrações, bem como comentários sobre período de floração e/ou frutificação, habitats e mapa de distribuição geográfica.

Fenologia e produtividade do Abiu (Pouteria caimito)na Amazônia Central1

FALCÃO,Martha de Aguiar; CLEMENT,Charles Roland
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1999 PT
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O abiu (Pouteria caimito (Ruiz et Pavon) Radlk., Sapotaceae) é uma das fruteiras nativas da Amazônia mais populares entre os consumidores locais e vem atraindo a atenção do mercado em outras regiões tropicais. Informações sobre fenologia e produtividade são úteis tanto para o produtor com para o comerciante para planejar o manejo da plantação c a comercialização dos frutos. Na Amazônia central, o abiu apresentou três períodos de floração intensa por ano entre 1980 e 1982 (duas durante a estação chuvosa, uma durante a estação seca), seguida no próximo mês pela frutificação, com variação considerável de planta para planta, de forma que alguns frutos estavam disponíveis durante pelo menos sete meses (abril a outubro). O abieiro floresceu abundantamente em cada período, mas somente 1,4 a 3,0% das flores vingaram, e esta porcentagem aparentamente foi afetada pelo estado nutricional das plantas e por problemas fitossanitários. Nos Latossolos pobres em nutrientes da Amazônia central, o peso dos frutos de abiu variou de 57 a 238 g (media ± d.p. = 120 ± 46 g), com 42% de polpa comestível. A produtividade anual foi estimada em 77 ± 28 kg/planta...

Fenologia da gravioleira (Annona muricata) em área de cerrado do Amapá, Brasil

NASCIMENTO,Tânia Brito do; GAZEL FILHO,Aderaldo B.; SANTOS,Jackson de A. dos
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 PT
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O trabalho teve como objetivo avaliar a fenologia de graviola (Annona muricata L.) cultivada em área de cerrado do Amapá. Foram escolhidas quatro plantas, ao acaso, de seis progênies de graviola, da coleção do Campo Experimental do Cerrado, no Centro de Pesquisa Agroflorestal do Amapá (CPAF-Embrapa). As progênies avaliadas foram a graviola A, graviola B, FAO II, Morada, Lisa e plantas oriundas da matriz 415 (M-415) da coleção do Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia Oriental (CPATU-Embrapa). O clima é do tipo Ami e o solo é um Latossolo Amarelo arenoso distrófico. Foram observadas queda de folhas em todas as progênies de graviola após a safra (maio a julho) e na seca estacional (setembro a outubro). A floração ocorreu durante o período chuvoso, com picos em fevereiro e julho. A produção anual de flores foi superior na graviola Β (115) e FAO II (97). A frutificação foi expressiva de dezembro a março. O vingamento de frutos sobressaiu-se na graviola A (9%) e FAO II (6,7%). O pico da colheita foi no mês de março, exceto para a graviola A que foi em maio.

Fenologia e produtividade do Infá-Cipó (Inga edulis) na Amazônia Central

FALCÃO,Martha de Aguiar; CLEMENT,Charles R
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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O ingá-cipó (Inga edulis Martius) é uma leguminosa arbórea da sub-família Mimosoideae, nativa da América Tropical, e amplamente cultivada pela população local por fornecer fruto comestível, madeira boa para lenha, como árvore de sombra, e mais recentemente como componente agroflorestal. O estudo da fenologia do ingá-cipó ajudará a planejar a comercialização dos frutos e o manejo dos plantios. Observou-se quatro períodos de floração durante o ano, com picos em março, maio, agosto/setembro, outubro/janeiro; algumas árvores apresentaram cinco florações. Os picos de frutificação ocorreram em abril, junho, setembro/ outubro, novembro/fevereiro. Os ingá-cipós de 3-4 anos produziram de 20.000 a 100.000 flores (media de 50.000) e 200 a 800 frutos (media de 500). O vingamento dos frutos variou de 0,4 a 1,8%, com uma média geral de 1,1%. O peso dos frutos variou de 250 a 600 g (média de 470 g), contendo 22±4% de polpa comestível. A produção anual de frutos por árvore variou de 300 a 1.700 kg (média de 960 kg).

Fenologia e produtividade do Abacate (Persea americana Mill.) na Amazônia Central1

FALCÃO,Martha de Aguiar; PARALUPPI,Norival D.; CLEMENT,Charles R.; KERR,Warwick Ε.; SILVA,Marlene F.
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2001 PT
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O abacateiro (Persea americana Mill., Lauraceae) é nativo da Mesoamérica e chegou à Amazônia antes dos europeus. Acredita-se que a raça aqui introduzida foi a antilhana, similar a da maioria dos abacateiros pé-franco da Amazônia de hoje. Estudos de sua fenologia podem ajudar o planejamento de seu manejo e comercialização. A floração iniciou-se na segunda metade da estação chuvosa (março/abril) e durou até meados da estação de estiagem (agosto/setembro). As árvores produziram 25±15 mil flores em 1980 e 38±28 mil flores em 1981. A frutificação iniciou-se no final da estação chuvosa (maio/junho) e a safra ocorreu em plena estação de estiagem (agosto/outubro). As árvores produziram 634±299 frutos em 1980 e 1.054±456 frutos em 1981. O vingamento foi de 2,6±1,8%, menor que os valores na literatura. Os frutos pesaram 177,7±41,2 g na safra de 1980, com 51,1±4,5% de polpa. A produtividade, estimado em 112 kg/árvore em 1980 e 187 kg/árvore em 1981, foi abaixo da média de uma árvore bem manejada no sul do Brasil. As flores foram visitadas por oito espécies de abelhas...

Produção e qualidade de frutos de mirtileiros sob diferentes intensidades de poda

Souza,André Luiz Külkamp de; Pereira,Robson Rodrigues; Camargo,Samila Silva; Fisher,Doralice Lobato de Oliveira; Schuch,Márcia Wulff; Pasa,Mateus da Silveira; Schmitz,Juliano Dutra
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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O sistema de poda do mirtileiro (Vaccinium ashei Read) utilizado no país se fundamenta em estudos realizados em locais com condições edafoclimáticas distintas da nossa realidade. Assim, foram avaliadas diferentes intensidades de poda de frutificação em dois genótipos de mirtileiro, e seus efeitos na produção e na qualidade dos frutos. O experimento foi conduzido em pomar comercial, localizado em Pelotas-RS. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados completos, em esquema fatorial (2x4), com quatro repetições. Plantas de sete anos de idade, do grupo Rabbiteye, cultivares 'Briteblue' e 'Woodard', foram submetidas às intensidades de poda leve, moderada, drástica e sem poda (testemunha) nos anos de 2010 e 2011, no período de repouso hibernal (primeira quinzena de agosto). Foram avaliadas a produção média por planta, sendo estimada a produtividade por área, peso fresco, diâmetro, teor de sólidos solúveis, pH e acidez titulável dos frutos. De acordo com os resultados, a intensidade de poda tem efeito sobre a antecipação da colheita. Com a decorrência de uma maior intensidade de poda, houve uma tendência de aumento do tamanho dos frutos. Para mirtileiros Briteblue...

CULTIVATION OF THE EDIBLE FUNGUS Lentinula edodes OVER AGROINDUSTRIAL RESIDUES IN PARANA (BRAZIL) USING SOLID-STATE FERMENTATION; CULTIVO DE FUNGO COMESTÍVEL Lentinula edodes EM RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS DO PARANÁ ATRAVÉS DO USO DE FERMENTAÇÃO NO ESTADO SÓLIDO*

BEUX, MARCIA REGINA; Universidade Federal do Paraná; SOCCOL, CARLOS RICARDO; Universidade Federal do Paraná
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/2009 POR
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The present work had the objective of evaluating the viability of the cultivation for the edible fungus Lentinula edodes (shiitake) over agroindustrial residues produced in Paraná State. The traditional cultivation for this mushroom is made over trunks and scobs of Quercus acutissima and Q. serrata (chesnut tree) and it takes about sixteen months. Looking for alternative substrates for time reduction and growing possibility, the raw cassava waste with 20% of sugarcane residues has shown a good option. The spawn was produced on wheat grains and inoculated in plastic bags containing raw cassava waste. The basidiocarps growth was observed after 65 days inoculation, which represents a time reduction of seven times when compared to the traditional method.; o presente trabalho teve por objetivo viabilizar o cultivo do fungo comestível Lentinula edodes (shiitake) , utilizando como substrato resíduos agroindustriais do Estado do Paraná. O cultivo tradicional é realizado em troncos de Quercus acutissima e Q. serrata (castanheira) e para que ocorra a frutificação são necessários dezesseis meses. No Brasil não há disponibilidade destas árvores e na busca de alternativas de substratos que possibilitem e reduzam o tempo de cultivo deste fungo...

Phenology and seeds germination of Chrysophyllum gonocarpum (Mart. & Eichl.) Engl.; FENOLOGIA E GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE AGUAI, Chrysophyllum gonocarpum (Mart. & Eichl.) Engl.

Felippi, Marciele; Grossi, Fernando; UFPR; Nogueira, Antonio Carlos; UFPR; Kuniyoshi, Yoshiko Saito; UFPR
Fonte: FUPEF DO PARANÁ Publicador: FUPEF DO PARANÁ
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2008 POR
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Basic information on Chrysophyllum gonocarpum, Sapotaceae, still is incipient, therefore, this study intends to contribute with phenology, morphologic and germination registers. Comments and collection of botanical material had been carried out in the Region of the High Medium Uruguay and Missions (RS), from September/2004 to November/2005, as well as the physical and germination tests in laboratory. The species iniates flowers and blooms from September to December and the fruits from May to November. The inflorescence is constituted by groups of small flowers white-greenish with imbricate prebudding, being the metachlamydae, actinomorphic, pentamerous flower, with, upper syncarpus gymnoecium, anthers extrorse, distinct usuably dithecal opening by longitudinal slits, dorsifixix and axillary placentation. The fruit is a quadrangular berry of yellow colour, smooth surface, fleshy mesocarp and endocarp; from 1 to 5 seeds, luniformin moon form half with tegument of brown colour, bright thin pulp, with visible linear scar. The embryo posses two great large foliaceous cotyledons, hipocotylilo short and thick, endosperm uniform, surrounding the embryo. The germination is epigeal and the and seedling is phanerocotylar. The weight of 1,000 seeds is 381g with 2...

CULTIVATION OF SHIMEJII ON ELEPHANT GRASS SUBSTRATE SUPPLEMENTED WITH DIFFERENT KINDS OF BRAN; CULTIVO DE SHIMEJII EM SUBSTRATO CAPIM-ELEFANTE SUPLEMENTADO COM DIFERENTES TIPOS DE FARELOS

DONINI, Lorena Pastorini; UFPel; BERNARDI, Eduardo; UFPel; MINOTTO, Elisandra; UFPel; NASCIMENTO, José Soares do; UFPel
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2009 ENG
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The purpose of this work was to evaluate the cultivation of the strains of P. ostreatus in elephant grass substrate supplemented with different kinds of bran. The experiment consisted in the use elephant grass substrate supplemented with soy, wheat, rice or corn bran in concentrations of 0, 10 or 20% poured in flasks that were inoculated with spawns of BF24, DF33 and HF19 strains of P. ostreatus and incubated at room temperature (20 - 28 ºC). After the complete colonization of the substrate, the flasks were transferred to a fructification chamber with temperature between 20 and 26 ºC and average damp of 75 – 90%.  The BF24 strain was found to be the most productive one in relation to the others and the supplementation of the elephant grass with wheat bran in concentrations of 10 and 20%  favors higher productiveness and biological efficiency for the BF24, DF33 and HF19 strains of P. ostreatus.; O objetivo deste trabalho foi avaliar o cultivo de linhagens de Pleurotus ostreatus em substrato capim-elefante suplementado com diferentes tipos de farelos. O experimento consistiu no uso do substrato capim-elefante suplementado com farelos de soja, trigo, arroz ou milho em concentrações de 0, 10 ou 20%...

Apresentação - Modos de Fazer/Modos de Exibir

Hipólito, Rodrigo
Fonte: Proex-UFES Publicador: Proex-UFES
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 16/12/2013 POR
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As transformações ocorridas no campo da arte no correr do século XX presentearam a atualidade com uma variedade de modos de produzir e ver conteúdos que acumula práticas e complexifica o sistema da arte. Sem apagarem umas as outras, tais práticas convivem de maneira tão frutifica-dora quanto ruidosa. Abarcar e dar um corpo reconhecível para os múltiplos e distintos perfis existentes nesse conjunto de épocas é um dos papéis das novas instituições museológicas que recai inevitavelmente no âmbito da teoria da arte.