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Estudo dos fatores preditores de envelhecimento sem incapacidade funcional entre os idosos em velhice avançada no município de São Paulo; Predict factors´ study for aging without disability among very old people in Sao Paulo city

Francisco, Célia Maria
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/11/2006 PT
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O envelhecimento é um fenômeno mundial, resultado da diminuição progressiva das taxas de fecundidade e mortalidade e do aumento da expectativa de vida. O grupo de idosos, no Brasil e em países em desenvolvimento, segundo a OMS, é constituído por pessoas a partir dos 60 anos. Dentre desse grupo, a população que mais rapidamente cresce são os denominados idosos em velhice avançada (80 anos e mais) cujas demandas específicas ainda são desconhecidas em nosso meio. O envelhecimento pode ser acompanhado por um declínio funcional progressivo que pode estar associado a quadros de dependência responsáveis por demandas assistenciais específicas. A dependência em si constitui o maior temor dos idosos. Assim, conhecer os fatores preditores do alcance das idades mais longevas com independência funcional torna-se primordial e constitui o objetivo desse estudo que é parte do Estudo SABE - Saúde Bem-estar e Envelhecimento na América Latina e Caribe. Esse estudo, realizado no ano 2000, foi coordenado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e desenvolvido simultaneamente em sete países da dessa região com o objetivo de traçar as condições de vida e saúde dos idosos aí residentes. No Brasil, foi desenvolvido na zona urbana do Município de São Paulo com uma amostra de 2.143 idosos representativa da população residente na região no período. Para o desenvolvimento desse estudo...

Desenvolvimento humano na velhice : um estudo sobre as perdas e o luto entre mulheres no início do processo de envelhecimento; Human development in old age : a study about losses and bereavement of women in the beginning of the aging process

Silva, Janaina Corazza Barreto
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2007 PT
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O presente trabalho teve como objetivo investigar as perdas vividas por mulheres que estão envelhecendo e as formas de enfrentamento do luto e reestruturação de suas vidas. A velhice é uma fase do desenvolvimento marcada por múltiplas perdas significativas que demandam um doloroso trabalho psíquico para elaboração e readaptação. Apesar das usuais representações negativas e tentativas de negar o envelhecimento, tem se aberto espaço para novos papéis, oportunidades de socialização, aprendizagem e crescimento. O objetivo deste trabalho foi conhecer algumas das experiências atuais de envelhecimento das participantes, as suas dificuldades, mortes concretas e simbólicas, seus modos de enfrentamento e projetos de vida. A abordagem da pesquisa foi qualitativa. Foram realizadas entrevistas abertas que partiam de uma pergunta ampla e eram acompanhadas de acordo com o que as entrevistadas consideravam relevante. As participantes foram quatro mulheres, com idades entre 53 e 64 anos, que realizaram atividades da Universidade Aberta à Terceira Idade no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Foram destacadas falas representativas, as quais foram categorizadas e analisadas por eixos temáticos. Os relatos mostraram que as principais fontes de sofrimento eram a perda do cônjuge...

A experiência de conviver com HIV/Aids na velhice; The experience of living with HIV/AIDS in old age

Silva, Wilson Aparecido
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/04/2009 PT
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Embora a velhice seja uma realidade biológica, os significados que lhe são atribuídos são construções sociais e históricas e se constitui em categoria de análise complexa e heterogênea. O aumento de casos de HIV/Aids entre pessoas acima de 60 anos e adultos tem sido reportado por pesquisadores e tido ampla repercussão na mídia, pois os dados mostram o aumento de casos proporcionais de HIV/Aids entre idosos e adultos comparado as outras faixas de idade. Entre as razões para esse aumento figuram a maior oferta de fármacos contra disfunção erétil, o baixo uso de preservativos nessa geração e o atraso no diagnóstico. A velhice é cercada por uma série de preconceitos e estereótipos (ageism) em razão da idade ou geração e o HIV/Aids nessa fase da vida gera perplexidade, pois rompe com o estereótipo da velhice como uma fase marcada pela assexualidade, recolhimento e passividade. O objetivo deste trabalho foi o de apresentar experiências de pessoas acima de 60 anos convivendo com HIV/Aids em uma cidade histórica de Minas Gerais, colocando em cena dois aspectos pouco estudados, que iluminam duas dinâmicas importantes da epidemia: a interiorização e o aumento dos casos em pessoas nessa faixa etária. A pesquisa foi realizada principalmente a partir de entrevistas com mulheres e homens...

Atitudes e conhecimentos de agentes comunitários de saúde em relação à velhice

Ferreira, Virgílio Moraes
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 118 f. : il., mapa, gráfs., tabs.
POR
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Saúde Coletiva - FMB; O Agente Comunitário de Saúde (ACS), considerado protagonista do atual cenário de reorganização da atenção primária à saúde no Brasil, é o elemento de integração entre as equipes e a comunidade onde reside. O envelhecimento populacional faz com que saber entender e relacionar-se com os idosos se torne um desafio para esse personagem na boa execução de suas funções. Assim, é fundamental sabermos o que os ACS pensam e conhecem sobre o idoso e sobre o envelhecimento. Nosso estudo tem os objetivos de descrever e analisar o perfil sociodemográfico, a experiência de convivência e trabalho com idosos, as atitudes em relação à velhice e os conhecimentos que os ACS de Marília-SP têm sobre o envelhecimento. Foi realizado um estudo transversal, de caráter descritivo onde se entrevistaram os 213 agentes comunitários das 12 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 29 Unidades de Saúde da Família (USF) de Marília. Os dados foram coletados através de um questionário sociodemográfico e dois instrumentos: uma escala de atitudes em relação à velhice e um questionário para avaliar conhecimentos gerontológicos. Os resultados mostraram que o quadro de ACS de Marília é formado predominantemente por adultos jovens...

Protagonismo político e social na velhice

Rozendo, Adriano da Silva
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 198 f. : il.
POR
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Pós-graduação em Psicologia - FCLAS; A presente pesquisa se propõe a analisar o protagonismo político e social dos idosos tendo como principal referência, os frequentadores do Núcleo de Estudos e Atividades da Terceira Idade - NEATI, serviço de atenção à velhice desenvolvido por uma universidade pública federal, localizada no Centro-oeste do Brasil, no interior do Estado de Mato Grosso. O protagonismo político e social é uma questão bastante debatida e difundida na atualidade e o idoso passou a integrá-la desde os idos dos anos de (19)90. Discursos acerca da cidadania e participação política e social de cidadãos comuns se associam a uma lógica ideológica de gestão, que coopta a velhice em espaços organizados e coordenados pelo Estado, pelo mercado, pela ciência e pelo terceiro setor. Orientados pelo referencial teórico/metodológico do Construcionismo Social, buscamos extrair das narrativas dos entrevistados se vinham exercendo o papel de protagonistas políticos e sociais, em diversos cenários da vida, e qual é a implicação dos programas de atenção à velhice no protagonismo e empoderamento dos envelhecentes; ou no absentismo e ostracismo político social dos mesmos. Constatou-se que o ingresso nos programas especializados restringe o tempo e os espaços de circulação dos envolvidos...

Cartografias do envelhecimento na contemporaneidade: velhice e terceira idade

Correa, Mariele Rodrigues
Fonte: Cultura Acadêmica Publicador: Cultura Acadêmica
Tipo: Livro
POR
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Pós-graduação em Psicologia - FCLAS; Desde a década de 1950, diversas pesquisas e estatísticas têm apontado o crescente envelhecimento da população mundial. O Brasil, acostumado a se representar como um país jovem, foi surpreendido com o aumento continuado dos mais velhos, como apontam os censos das últimas décadas, e está sendo forçado a encarar essa nova realidade, acrescentando a velhice no conjunto das preocupações e dos investimentos sociais. Com base em um vasto levantamento bibliográfico sobre o tema e na sua experiência de trabalho com grupos de idosos, a autora analisa o envelhecimento humano no cenário brasileiro como algo que ultrapassa os determinismos biológicos e a ação decisiva do tempo, sendo modelado também por imagens e sentidos criados pelo conhecimento científico e por políticas públicas do Estado. Além disso, ressalta que os estigmas relacionados à velhice cederam lugar a tentativas de representá-la como um período da vida que pode comportar atividades produtivas, realização de projetos e participação ativa no mercado de consumo e que a velhice não é um fato uno e inexorável, mas uma construção humana que abre margens para experiências e significações múltiplas

Retratos da velhice - um duplo percurso : metodologico e cognitivo

Fabiana Bruno
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/12/2003 PT
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A proposta central de Retratos da Velhice. Um duplo percurso: metodológico e cognitivo reside no esforço de procurar oferecer princípios de uma reflexão metodológica em tomo da memória de pessoas idosas, estudo este trabalhado a partir de dois suportes da comunicação humana: a verbalidade e a visualidade. Desta forma, os grandes momentos deste trabalho se desenvolverão no horizonte de três eixos correlacionados: a memória, a verbalidade e a visualidade, reservando à integral idade da trajetória desta Dissertação de Mestrado uma vertente e uma estrutura essencialmente exploratória em tomo dos "Retratos da Velhice". Os dois suportes comunicacionais serão pólos de entrada neste mundo da memória de idosos: a visualidade exposta por meio de imagens guardadas nos "baús fotográficos" destes idosos e a verbalidade, oriunda e concretizada a partir de entrevistas. O subtítulo, Um duplo percurso: metodológico e cognitivo define a direção da pesquisa: o desejo de se explanar algo inovador sobre a velhice e a memória de pessoas idosas conjugando-se dois canais da comunicação humana: a imagem e a palavra.; The central purpose of this research is an effort to offer a study of the memory 0/ aged people. using the verbal and visual elements ofhuman communication. Therefore. the centralfocus ofthis work will be developed along the horizon of three correlated axles: memory...

Atitudes e conhecimentos em relação à velhice em estudantes de graduação em educação e em saúde: subsídios ao planejamento curricular

Neri,Anita Liberalesso; Jorge,Mariana Dias
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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Esta pesquisa descreve e compara atitudes e conhecimentos sobre velhice em alunos de graduação, com uma amostragem de 277 alunos de Pedagogia, Educação Física, Medicina e Enfermagem, de 18 a 43 anos (M=23, DP=3,39), sendo 190 mulheres; 50,0% freqüentaram disciplina; 60,0% estudaram tópico sobre velhice; 62,0% convivem e 32,0% trabalham com idosos. Os instrumentos utilizados foram a) Diferencial semântico - 30 itens bipolares - domínios agência, cognição, relações sociais e persona; e b) Escala de conhecimentos - 25 itens - físicos, psicológicos e sociológicos. São apresentados os seguintes resultados: a) atitudes positivas, principalmente nos mais jovens, mulheres e que convivem com idosos; b) Baixo nível de acertos em conhecimentos (M=41,0%, DP=10,3%); c) Os que estudaram sobre velhice (cursos de Enfermagem, Educação Física e Medicina) sabem mais do que os que não estudaram (Educação); d) Atitudes e conhecimentos positiva e significantemente correlacionados. Portanto, educar e atender adequadamente os idosos dependem da oferta de estruturas de conhecimento e de oportunidades para desenvolver habilidades e valores específicos.

O sentido da velhice para homens e mulheres idosos

Fernandes,Maria das Graças Melo; Garcia,Loreley Gomes
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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Este estudo de natureza qualitativa foi efetivado no grupo de convivência Juventude Acumulada, do bairro popular de Cruz das Armas, do município de João Pessoa-PB. Da pesquisa, participaram dezoito mulheres e doze homens idosos que aceitaram, livremente, participar da investigação. A coleta de dados foi realizada nos meses de abril e maio de 2008, mediante uma entrevista semiestruturada gravada. Na análise do material empírico, utilizamos a abordagem de análise de discurso proposta por Fiorin. No que se refere aos sentidos atribuídos à velhice, verificamos que boa parte dos homens se sentem jovens, "velhos só na idade" ou diante da desvalia social da aposentadoria. Os demais consideram a velhice algo negativo para suas vidas, que ameaça sua autonomia e independência. As mulheres, em sua maioria, expressam e vivem a velhice de modo ambíguo, ou seja, apesar de entenderem a velhice como algo negativo e presente em suas vidas, essa fase do ciclo vital representa, para muitas, uma oportunidade de desfrutar os anos de vida que lhes restam de forma mais livre.

Representações sociais da velhice entre idosos que participam de grupos de convivência

Araújo,Ludgleydson Fernandes de; Coutinho,Maria da Penha de Lima; Carvalho,Virgínia Ângela Menezes de Lucena e
Fonte: Conselho Federal de Psicologia Publicador: Conselho Federal de Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2005 PT
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O número de idosos brasileiros corresponde a 9,6% da população total, o que equivale a mais de 15 milhões de idosos, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios -PNAD (2003). Tendo como pressuposto tais dados oficiais, este trabalho objetiva identificar as representações sociais da velhice entre idosos de grupos de convivência (GC). Participaram 100 idosos, de ambos os sexos (90% feminina e 10% masculina), com média de idade de 65 anos, de dois GC - Juventude Prateada e Renascer, localizados na cidade de João Pessoa-PB. Utilizou-se o Teste de Associação Livre de Palavras, com os estímulos: velhice-grupos da terceira idade-família, realizadas em situação coletiva e de forma individual. Posteriormente, foi processado no software Tri-Deux-Mots, através de análise fatorial de correspondência. Verificaram-se, predominantemente, não só as representações negativas acerca da velhice como também uma associação entre velhice-doença. Concluiu-se pela importância dos grupos de convivência, nos quais as práticas sociais desenvolvidas contribuem para que os idosos exerçam seu papel de cidadãos.

Velhice e família: reflexões clínicas

Maffioletti,Virgínia Lúcia Reis
Fonte: Conselho Federal de Psicologia Publicador: Conselho Federal de Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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A longevidade é uma característica do mundo atual. O envelhecimento da população, que ocorreu ao longo de muitas décadas nos países desenvolvidos, tornou-se rapidamente uma realidade nos países menos desenvolvidos, caracterizando uma transição demográfica em um nível sem precedentes. O impacto previsto sobre os setores econômico, social e de saúde transformou a velhice em um problema social. Diante disso, a gerontologia, tendo como referência a cidadania, vem investindo na construção de novo lugar social e uma nova mentalidade de cuidado para a velhice, através de um discurso que se apóia na educação, no trabalho e na família. Neste artigo, sob a luz da psicanálise, apresentamos uma breve historicização da construção social da velhice no ocidente, considerando sua inspiração no envelhecimento biológico, e problematizamos a sua influência nos discursos atuais, nas relações familiares e suas ressonâncias no mosaico de modos pelos quais a velhice, em si mesma, será bem ou mal percebida pelos sujeitos.

A velhice sob o olhar de idosos retorcistas

Costa Lima Rodrigues, Hilnê; de Fátima de Souza Santos, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O crescimento expressivo da longevidade no mundo inteiro indica a necessidade de que se compreenda a velhice em toda a sua dimensão, atentando-se para o seu caráter heterogêneo, sob cuja determinação cada idoso organiza seu curso de vida, interioriza valores, estabelece sua relação com o tempo, com o mundo, enfim constrói suas representações. Este trabalho teve como objetivo identificar as representações sociais da velhice elaboradas no pensamento do idoso intelectual acadêmico e as formas em que esses processos simbólicos se articulam com a realidade das práticas cotidianas. Para fundamentar o estudo, escolhemos a teoria das representações sociais e como método para a coleta dos dados a entrevista semi-estruturada, com roteiro de perguntas previamente determinado. A escolha dos sujeitos efetivou-se aleatoriamente, condicionada apenas à sua disponibilidade. Para a interpretação dos depoimentos, lançamos mão da análise de conteúdo, técnica através da qual identificamos os segmentos discursivos emersos das entrevistas. Fizemos mapeamento das falas prevalentes e buscamos alcançar significações associadas a categorias inerentes ao objetivo do estudo. Através da análise dos conteúdos comunicacionais, foi-nos possível configurar algumas deduções: 1 - a atividade intelectual age como possibilitadora da comunicação do entrevistado com o outro...

Histórias de idosos: sementes para cultivarmos uam educação para uma velhice bem-sucedida

Andrade, Everaldo Robson de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Educação; Educação Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Educação; Educação
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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We understand that the successful old age is not confined only in the analysis of quantitative aspects concerning the economic situation of the subject that gets old, but this special way of aging is related to other values, such as dignity, happiness, self-esteem, willingness, autonomy, independence, social involvement with family and friends, among others. Thus, this study aimed to investigate the human aging process, considering the history of life of ten seniors who fit the profile of successful old age, seeking to identify elements that contribute to educational thinking in order to get a successful aging. In this perspective, we argue in this study, the idea that we need to learn to engage in experiences that more than providing satisfaction and well-being in the moment in which we conducted, serve as a potentiating to a successful old age. Thus, throughout this thesis we question: what are the present indicative in the histories of life of elderly people, considered successful, which may contribute to an education that people experiencing their age more satisfactorily. This is a qualitative study, that took as universe a methodological oral history, in which we used as a technique of research a semistructured interview as a part of their life history...

Concepções de velhice e cuidado em tres gerações de origem nipo-brasileira

Meyre Eiras de Barros Pinto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/1997 PT
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O objetivo foi comparar as concepções e expectativas de velhice e cuidado de representantes de três grupos etários e geracionais de imigrantes japoneses e seus descendentes no Brasil. Foram oito imigrantes entre 61 e 78 anos e 23 nipo-brasileiros, dentre os quais oito contavam de 40 a 52 anos de idade, e 15 estavam na faixa entre 20 e 27. Todos eram homens residentes em Maringá (Pr), região que, a partir de 1925, foi um dos pólos de atração da imigração japonesa ao Brasil. Os entrevistados idosos e de meia-idade eram provenientes de um grupo de empresários e profissionais liberais de alta renda, com escolaridade variando de primária a superior. Entre os idosos havia líderes comunitários. Entre os de meia-idade havia religiosos e cuidadores de pais idosos. Os jovens eram estudantes universitários de ciências exatas e tecnologia. A perspectiva de análise foi transcultural, apoiada no modelo psicológico epigenético de Erik Erikson. Foi adotada uma metodologia qualitativa que incluiu análise de conteúdos de informações geradas por entrevistas semi-estruturadas realizadas com informantes voluntários, localizados a partir de indicações e convites. A análise de dados revelou que embora não haja concepção uniforme...

O Conceito de Velhice em Transformação

Daniel, Fernanda
Fonte: Revista Interações Publicador: Revista Interações
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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A velhice é um dos temas mais relevantes na transformação da sociedade de hoje. No entanto, o próprio conceito de velhice se transforma, conforme se transforma a sociedade. Em contraposição com as representações distópicas sobre a velhice como, simultaneamente, um declínio pessoal e um ‘problema social’, novas retóricas e novos eufemismos desenvolvem uma visão utópica, por assim dizer, da velhice, no quadro dos políticas de alargamento do tempo da vida produtiva, como resposta ao próprio envelhecimento demográfico.

As Representações Sociais do envelhecimento e suas implicações na velhice

Sampaio, Rosângela Meg Alves
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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A velhice é um processo pessoal, natural, e inevitável, para qualquer ser humano, na evolução da vida. É o período em que ocorrem várias mudanças: biológicas, fisiológicas, psicossociais, econômicas e políticas que compõe o cotidiano das pessoas. E, a intenção desse trabalho foi identificar as representações sociais que os jovens idosos, pessoas entre 60 – 65 anos de idade têm acerca do envelhecimento e da velhice. A cada nova geração só se preocupa com o envelhecer quando sente que esta nova fase da sua vida está se aproximando. O objetivo deste artigo foi identificar e refletir sobre a representação social que estes novos idosos têm do envelhecimento e qual a percepção dos sentimentos vivenciada por eles. Nessa perspectiva teórica, em que a representação social do envelhecimento é uma construção sócio-histórica. Estes resultados evidenciam a complexidade da representação social do envelhecimento e da velhice, por parte destes jovens idosos, mas apontam também uma tendência dos participantes a acreditarem numa perspectiva de velhice pessoal positiva com uma boa aceitação desta fase de suas vidas.; Psicologia

O sentido da velhice para homens e mulheres idosos; The meaning of old age for elderly men and women

Fernandes, Maria das Graças Melo; Garcia, Loreley Gomes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2010 POR
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This qualitative study was carried out in the coexistence group Juventude Acumulada, in the popular neighborhood Cruz das Armas, city of João Pessoa (Northeastern Brazil). Eighteen elderly women and twelve elderly men freely accepted to participate in the research. Data collection was accomplished in the months of April and May 2008 through a recorded semi-structured interview. In the analysis of the empirical material, the discourse analysis approach proposed by Fiorin was used. Concerning the meanings attributed to old age, it was verified that many men feel young, "old only in age" or due to the social dereliction that may come with retirement. The others view old age as something negative for their lives, something that threatens their autonomy and independence. The majority of the women, in turn, express and live old age in an ambiguous way, that is, although they understand old age as something negative and present in their lives, this phase of their vital cycle represents, for many of them, an opportunity to enjoy their remaining years of life more freely.; Este estudo de natureza qualitativa foi efetivado no grupo de convivência Juventude Acumulada, do bairro popular de Cruz das Armas, do município de João Pessoa-PB. Da pesquisa...

Dispositivo da Velhice: o dito e o não dito na sua fabricação.

Giusti, Patricia Haertel; Henning, Paula Corrêa
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Política Social da UFES Publicador: Programa de Pós-Graduação em Política Social da UFES
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 15/08/2014 POR
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O objetivo deste artigo é mostrar como constituímos um enunciado de velho-saudável, partindo da análise e discussão acerca de como o dispositivo da velhice é hoje operacionalizado na mídia impressa. Para isso apresentamos alguns elementos jurídicos, como o Estatuto do Idoso, formas de viver e praticar a velhice nos dias de hoje e, ainda, algumas reportagens de capa dos cadernos de saúde de dois jornais brasileiros. Essas trazem para reflexão enunciações sobre a velhice e o processo de envelhecimento, especialmente pautados pelo discurso da ciência médica, hoje focado nas ações de promoção da saúde e prolongamento da vida. Finalizamos a discussão mostrando como aquilo que está dito para a população de velhos e aquilo que está visível se entrelaçam na constituição de um dispositivo que precisa responder a uma urgência do século XX – dar conta de um país que envelhece.

Estado e políticas sociais sobre a velhice em Portugal (1990-2008)

Cardoso,Sónia; Santos,Maria Helena; Baptista,Maria Isabel; Clemente,Susana
Fonte: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa Publicador: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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Partindo do princípio de que o Estado, através da implementação das políticas sociais de velhice, tem contribuído fortemente para a institucionalização do problema social da velhice e para a construção das representações do que é “ser velho”, este artigo fará uma reflexão crítica em torno de algum do discurso governamental que teve por alvo a velhice em Portugal. Pretendem-se identificar algumas tendências na gestão pública da velhice e o sentido das políticas sociais na definição desta categoria e do que é “ser idoso” na sociedade portuguesa. A discussão centrar-se-á nos resultados da análise qualitativa dos conteúdos das medidas governamentais (publicadas em Diário da República), que determinaram o modo de gestão pública da velhice em Portugal entre 1990 e 2008.

Representações sociais da velhice

Daniel,Fernanda; Antunes,Anna; Amaral,Inês
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
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O estudo analisa as representações da velhice a partir de uma amostra de pessoas idosas e de cuidadores/as formais. Os instrumentos utilizados na recolha dos dados foram o Inquérito por Questionário e o Teste de Associação Livre de Palavras. A hipótese de trabalho que formulámos é a de que a representação da velhice, sendo uma construção social, traduz uma conceptualização negativa induzida pela consciência coletiva da sociedade marcadamente caracterizada por uma ideia negativa da velhice enquanto figuração do fim da vida ativa. Em concordância com a nossa hipótese de trabalho, os resultados revelam a prevalência de estereotipia idadista associando-se a velhice, em ambos os grupos investigados, a atributos de cariz negativo nomeadamente solidão, doença e dependência. As representações aferidas não serão alheias ao modelo societário que é maléfico para a velhice, onde se rejeita o que é velho (Bosi, 1983). É, contudo, nossa convicção que as melhorias verificadas na qualidade de vida, a par da nova narrativa discursiva do envelhecimento (produtivo, saudável, bem-sucedido, positivo e ativo), poderão vir a metamorfosear o campo representacional da “velhice” aligeirando a sua carga negativa.