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Benefícios da cinesioterapia respiratória no pós-operatório de colecistectomia laparoscópica; Benefits of postoperative respiratory kinesiotherapy following laparoscopic cholecystectomy

GASTALDI, AC; MAGALHÃES, CMB; BARAÚNA, MA; SILVA, EMC; SOUZA, HCD
Fonte: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Publicador: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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INTRODUÇÃO: Alterações da função pulmonar após cirurgia abdominal levam à redução do volume pulmonar, prejudicando as trocas gasosas. OBJETIVO: Avaliar os efeitos da cinesioterapia respiratória sobre a função pulmonar e a força muscular respiratória em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica. MATERIAIS E MÉTODOS: Em estudo prospectivo, 20 mulheres e 16 homens (idade: 48,4 ± 9,55 anos), submetidos à colecistectomia laparoscópica, foram divididos aleatoriamente: 17 realizaram exercícios respiratórios (respiração diafragmática, sustentação máxima da inspiração e inspiração fracionada) e 19 participaram como Grupo Controle. Todos realizaram avaliação das pressões respiratórias máximas (PImax e PEmax), pico de fluxo expiratório (PFE) e espirometria, medindo capacidade vital (CV), capacidade vital forçada (CVF), volume expiratório no primeiro segundo (VEF1), relação VEF1/CVF no pré-operatório e diariamente até o sexto pós-operatório (PO). RESULTADOS: Os valores de pré-operatório não foram estatisticamente diferentes entre os dois grupos. Ambos os grupos apresentaram diminuição de todas as variáveis no 1º PO (p< 0,05). O Grupo Exercício permaneceu com diminuição até o 2º PO para CV...

Colangiografia transoperatória em colecistectomia laparoscópica

Fontes,Paulo Roberto Ott; Nectoux,Mauro; Eilers,Rene Jacobsen; Chem,Eduardo Mainieri; Reidner,Charles Edison
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1998 PT
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Com o objetivo de analisar os resultados e a experiência acumulada com a realização de colangiografia transoperatória nos pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica, revisamos os prontuários de 309 pacientes com colelitíase sintomática tratados por videocirurgia no nosso serviço entre maio de 1993 e junho de 1997. Realizamos a colangiografia transoperatória rotineiramente, o que foi possível em 244 (78,9%) pacientes. O principal motivo para a não realização do exame nos demais pacientes foi a presença do ducto cístico de pequeno calibre em 21 (6,8%) casos. Entre os pacientes nos quais foi realizado o exame, o resultado foi normal em 229 (93,8%). Em 11 (4,5%) identificou-se coledocolitíase, sendo insuspeita em sete (2,8%); em três (1,2%), o ducto cístico desembocava no ducto hepático direito, e, em um (0,4%), diagnosticou-se um grande cisto coledociano com calculose intra e extra-hepática. A colangiografia transoperat6ria durante colecistectomia laparoscópica mostrou-se um procedimento seguro nos pacientes em que conseguimos realizá-la, já que não tivemos complicações relacionadas ao exame. Ao definir a anatomia, previne ou demonstra alterações biliares e permite a detecção de coledocolitíase insuspeita. Assim...

Operação do refluxo gastro-esofágico isolada ou associada à colecistectomia: avaliação do estresse cirúrgico pela dosagem hormonal e de citocinas

Crema,Eduardo; Silva,Pauliana Lamounier e; Silva,Giselle Mateus da; Rodrigues Junior,Virmondes; Gomes,Roseli Aparecida da Silva
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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OBJETIVO: O objetivo do presente estudo é comparar o estresse cirúrgico por meio de dosagens hormonais (ACTH e cortisol) e de citocinas (IL-4, IL-10, TNF-a, e IFN-g), em pacientes que foram submetidos somente à operação da transição esofagogástrica com aqueles submetidos à operação da transição esofagogástrica associada à colecistectomia. MÉTODO: Foram estudados 31 pacientes , sendo 19 submetidos à operação da transição esofagogástrica e 12, que apresentavam associação de colelitíase, foram submetidos à colecistectomia e à operação da transição esofagogástrica. A coleta do sangue foi realizada no pré operatório e às 24, 48 e 72 horas no período pós-operatório. Foram realizadas as dosagens de hormônios (ACTH e cortisol) e citocinas (IL-4, IL-10, TNF-a e IFN-g). As variáveis contínuas foram submetidas a teste de normalidade. Foram aplicados testes não paramétricos Mann-Whitney, com significância estabelecida a p<0,05. RESULTADOS: Quanto ao ACTH, os valores foram maiores no grupo 1, às 24 e 48 horas. Na análise do cortisol, TNF-a, IFN-g, IL-4 e IL-10, verificou-se que os valores foram maiores no grupo 2, às 24 e 48 horas. Não se verificou diferença estatisticamente significativa entre os grupos em quaisquer dos tempos de análise. CONCLUSÕES: Com base neste material...

Volume de fluído intravenoso e alta hospitalar precoce em colecistectomia aberta

Aguilar-Nascimento,José Eduardo de; Bicudo-Salomão,Alberto; Caporossi,Cervantes; Silva,Raquel de Melo; Cardoso,Eduardo Antonio; Santos,Tiago Pádua
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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OBJETIVO: Investigar se a adoção de um protocolo de restrição hídrica intravenosa em colecistectomia aberta diminui a permanência hospitalar. MÉTODO: Estudo prospectivo envolvendo pacientes submetidas a colecistectomia aberta após a adoção de um protocolo multimodal (projeto ACERTO). Pacientes com intercorrencias intra- ou pós-operatórias foram excluídas. Todas as pacientes receberam uma solução de carboidratos 2h antes da operação. Foram coletadas as seguintes variáveis: peso, altura, estado nutricional, volume total de fluidos intravenosos (VTFI) e volume prescrito em ml/kg de peso por dia. RESULTADOS: 64 pacientes (11 M e 53 F; idade mediana = 43 [18-65] anos) completaram o estudo. A re-alimentação pós-operatória ocorreu no mesmo dia da operação (62,5%) ou no dia seguinte (37,5%). Não foram registradas complicações infecciosas ou óbitos. O tempo mediano de internação pós-operatória foi de 1 (1-4) dia. Observou-se correlação entre o VTFI (r=0,44; p<0.001) e volume de fluídos / kg peso /dia (r=-0,29; p=0,03) e o tempo de internação pós-operatória. Alta no 1º PO foi possível em 73,3% dos casos quando a prescrição foi de até 20mL/Kg/dia e em 41,2% quando o volume prescrito foi maior (p<0.001; Odds Ratio=3...

Avaliação da positividade da colangiografia peroperatória em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica eletiva

Crema,Eduardo; Camara,Carlos Augusto Canteras Raposo; Pastore,Ricardo; Teles,Celso Júnior Oliveira; Terra Júnior,Júverson Alves; Silva,Alex Augusto
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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OBJETIVO: A colecistectomia laparoscópica é o tratamento de escolha para pacientes com colecistopatia calculosa, embora o manejo da coledocolitíase associada ainda permaneça assunto controverso. O presente estudo baseou-se na análise prospectiva de pacientes submetidos à colecistectomia eletiva com colangiografia peroperatória, pretendendo assim avaliar a positividade do exame contrastado das vias biliares em pacientes com colelitíase sem indicação para colangiografia. MÉTODOS: Foram incluídos, no estudo, 100 pacientes cujos parâmetros clínicos, laboratoriais e de imagem feitos até no máximo 10 dias antes da colecistectomia não apresentaram qualquer alteração no pré-operatório e, portanto, considerados pacientes insuspeitáveis para coledocolitíase. As colangiografias foram analisadas e examinadas pela equipe cirúrgica, pelo radiologista e pelos autores deste estudo. Os laudos foram comparados e correlacionados com achados clínicos e laboratoriais prévios dos pacientes. RESULTADOS: A incidência de coledocolitíase insuspeitável no pré-operatório foi de apenas um único caso entre 100 pacientes sem indicação para o exame (1% de positividade). CONCLUSÃO: Com base neste material, pode-se concluir que o emprego da colangiografia seletiva é segura e deve ser empregada no tratamento da colecistite calculosa.

Avaliação dos níveis séricos de interleucina-6 e interleucina-10 nos pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica versus convencional

Silveira,Fábio Porto; Nicoluzzi,João Eduardo; Saucedo Júnior,Nestor Saucedo; Silveira,Fábio; Nicollelli,Guilherme Matiolli; Maranhão,Bruno Souza De Albuquerque
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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OBJETIVO: Correlacionar a dosagem sérica pré-operatória e pós-operatória de interleucina-6 (IL-6) e interleucina-10 (IL-10) entre pacientes submetidos à colecistectomia laparotômica versus videolaparoscópica. MÉTODOS: De um total de 20 pacientes, 18 foram incluídos no estudo, sendo nove submetidos à colecistectomia laparoscópica e os outros nove utilizando a técnica laparotômica. As concentrações séricas de IL-6 e IL-10 foram dosadas em ambos os grupos. As amostras de sangue foram obtidas nos tempos de 24 horas no pré-operatório, quatro, 12 e 24 horas após o procedimento. Os grupos foram comparados em relação à idade, sexo, índice de massa corpórea (IMC), tempo de anestesia e de operação. RESULTADOS: Não houve diferenças significativamente estatísticas entre os grupos relacionadas à idade, sexo, IMC, tempo de anestesia e de operação. A comparação entre a colecistectomia laparotômica e laparoscópica demonstrou diferenças estatísticas nos níveis de IL-6 no tempo 12 horas após operação (218,64pg/ml laparotômica versus 67,71pg/ml laparoscópica, p=0,0003) e IL-10 no tempo de 24 horas após o procedimento (24,46pg/ml aberta versus 10,17pg/ml laparoscópica, p <0,001). CONCLUSÃO: Houve aumento das dosagens de interleucinas-6 e 10 após o trauma cirúrgico. Ocorreu aumento significativo dos níveis das interleucinas analisadas no grupo laparotômico em comparação com o grupo laparoscópico.

Reconstrução cirúrgica da estenose cicatricial de vias biliares pós-colecistectomia

Andrade,Aderivaldo Coelho de
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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OBJETIVO: Avaliar uma série de casos de estenose cicatricial de vias biliares pós-colecistectomia submetidos à reconstrução cirúrgica. MÉTODOS: Foi realizado estudo retrospectivo de 27 pacientes submetidos à reconstrução cirúrgica da via biliar por estenose cicatricial. O tipo de colecistectomia que resultou na lesão, idade e sexo, sinais e sintomas, o momento do diagnóstico, se precoce ou tardio, presença de cirurgias prévias na tentativa de reconstruir a árvore biliar, classificação das estenoses, e tipo de operação empregada para o tratamento da injúria foram analisados. RESULTADOS: Vinte e seis lesões ocorreram durante laparotomia e uma durante vídeolaparoscopia. Dezesseis pacientes (59%) tiveram as lesões diagnosticadas no transoperatório ou nos primeiros dias de pós-operatório, sete (26%) dos quais já submetidos à reoperação no hospital de origem, evoluindo mal; nove pacientes desse grupo (33%) não tinham reoperação. Onze pacientes (41%) apresentaram a forma clássica de estenose cicatricial, sem acidentes transoperatórios aparentes, com desenvolvimento de obstrução biliar tardia. Todos os pacientes foram submetidos à anastomose hepático-jejunal em "Y" de Roux, sendo que em dois casos os ductos hepáticos direito e esquerdo foram implantados separadamente na alça exclusa de jejuno. Vinte e seis pacientes (96...

MUTIRÕES DE COLECISTECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA EM REGIME DE CIRURGIA AMBULATORIAL

Santos,J.S.; Silva,M.B.; Zampar,A.G.; Sankarankuty,A.K.; Campos,A.D.; Ceneviva,R.
Fonte: Sociedade Brasileira para o Desenvolvimento da Pesquisa em Cirurgia Publicador: Sociedade Brasileira para o Desenvolvimento da Pesquisa em Cirurgia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
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Introdução: As listas de espera para colecistectomia, associadas à elevada demanda dos leitos e salas cirúrgicas dos Hospitais Universitários, são incentivos para adoção de novos programas de assistência. Objetivo: Avaliar o processo de organização e os resultados clínicos dos Mutirões de Colecistectomia por Videolaparoscopia, em regime de Cirurgia Ambulatorial. Pacientes e Métodos: Dentre os 314 pacientes portadores de colelitíase sintomática que aguardavam cirurgia no HCFMRP-USP, 160 foram selecionados para tratamento em regime ambulatorial. Uma equipe multiprofissional, formada por cirurgiões, anestesistas, enfermeiros e assistentes sociais, programou 4 mutirões para serem realizados em fins de semana, em função da disponibilidade do bloco cirúrgico e da sala de recuperação pós-anestésica. Mediante avaliação retrospectiva, foram analisados 79 prontuários dos pacientes operados nos Mutirões I e II (Grupo A) e 79 dos 80 operados nos Mutirões III e IV (Grupo B). Análise estatística: teste de Wilcoxon e exato de Fisher (p<0,05). Resultados: As co-morbidades foram registradas em 48 pacientes do Grupo A - (60,8%) e em 31 do Grupo B (39,8%) (p=0,007). A inflamação aguda e a escleroatrofia da vesícula foram observadas em 10 pacientes do Grupo A (12...

Tratamento cirúrgico da litíase vesicular no idoso: análise dos resultados imediatos da colecistectomia por via aberta e videolaparoscópica

Rêgo,Ronaldo Elias Carnut; Campos,Tércio de; Moricz,André de; Silva,Rodrigo Altenfelder; Pacheco Júnior,Adhemar Monteiro
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2003 PT
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O aumento da expectativa de vida faz com que os idosos sejam a faixa etária com maior crescimento. A colecistectomia é a cirurgia abdominal mais comum neste grupo. A associação de doenças crônicas e formas complicadas implica em preconizar o tratamento operatório eletivo nos idosos sintomáticos. Os bons resultados obtidos com a colecistectomia laparoscópica determinaram o surgimento de estudos comparando a cirurgia convencional com a videocirurgia, entretanto, nos idosos há poucas casuísticas analisadas, principalmente no nosso meio. OBJETIVOS: Analisar os resultados imediatos da morbidade da colecistectomia eletiva em doentes idosos, por duas vias de acesso. MÉTODOS: Estudamos, retrospectivamente, doentes com idade > 65 anos operados por incisão subcostal (grupo I) e videolaparoscópica (grupo II). Os grupos foram comparados em relação à presença de complicação até 30 dias e nas suas formas de apresentação: cirúrgica, cirúrgicas (intra e pós-operatórias) e sistêmicas e, posteriormente, com as variáveis sexo, faixa etária, doença associada, cardiovascular, metabólica, pulmonar e ASA. Na análise estatística, empregou-se o teste t de Student e a correlação de Spearman, considerando p < 0,05 como significância estatística. RESULTADOS: Foram 246 doentes distribuídos em dois grupos...

Eficácia da dexametasona na profilaxia de náuseas e vômitos no pós-operatório de colecistectomia laparoscópica

Bernardo,Wanderley Marques; Aires,Felipe Toyama
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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OBJETIVO: Verificar a eficácia da dexametasona na profilaxia de náuseas e vômitos em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica. MÉTODOS: Revisão sistemática da literatura através das bases de dados MEDLINE, EMBASE e LILACS. Foram incluídos apenas ensaios clínicos controlados e randomizados que compararam a dexametasona ao placebo na profilaxia de náusea e vômito em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica. RESULTADOS: Os resultados desta revisão basearam-se em dados de 12 ensaios clínicos controlados e randomizados, totalizando 947 pacientes. O grupo de pacientes que recebeu dexametasona pré-operatória apresentou menor incidência de náusea (NNT = 7), de vômito (NNT = 7) e de necessidade de antieméticos de resgate (NNT = 6). CONCLUSÃO: A infusão pré-operatória de 8 mg de dexametasona diminui o risco de complicações no pós-operatório de pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica.

Benefícios da cinesioterapia respiratória no pós-operatório de colecistectomia laparoscópica

Gastaldi,AC; Magalhães,CMB; Baraúna,MA; Silva,EMC; Souza,HCD
Fonte: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Publicador: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 PT
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INTRODUÇÃO: Alterações da função pulmonar após cirurgia abdominal levam à redução do volume pulmonar, prejudicando as trocas gasosas. OBJETIVO: Avaliar os efeitos da cinesioterapia respiratória sobre a função pulmonar e a força muscular respiratória em pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica. MATERIAIS E MÉTODOS: Em estudo prospectivo, 20 mulheres e 16 homens (idade: 48,4 ± 9,55 anos), submetidos à colecistectomia laparoscópica, foram divididos aleatoriamente: 17 realizaram exercícios respiratórios (respiração diafragmática, sustentação máxima da inspiração e inspiração fracionada) e 19 participaram como Grupo Controle. Todos realizaram avaliação das pressões respiratórias máximas (PImax e PEmax), pico de fluxo expiratório (PFE) e espirometria, medindo capacidade vital (CV), capacidade vital forçada (CVF), volume expiratório no primeiro segundo (VEF1), relação VEF1/CVF no pré-operatório e diariamente até o sexto pós-operatório (PO). RESULTADOS: Os valores de pré-operatório não foram estatisticamente diferentes entre os dois grupos. Ambos os grupos apresentaram diminuição de todas as variáveis no 1º PO (p< 0,05). O Grupo Exercício permaneceu com diminuição até o 2º PO para CV...

Anestesia geral versus raquianestesia para colecistectomia videolaparoscópica

Imbelloni,Luiz Eduardo; Fornasari,Marcos; Fialho,José Carlos; Sant'Anna,Raphael; Cordeiro,José Antonio
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A colecistectomia laparoscópica é o tratamento de escolha para a litíase biliar. Este estudo foi idealizado para comparar a possibilidade de se realizar colecistectomia laparoscópica sob raquianestesia comparando com anestesia geral. MÉTODO: Entre julho 2007 e setembro 2008, 68 pacientes com sintomas de cálculo na vesícula foram incluídos no estudo. Pacientes com estado físico ASA I e II foram aleatoriamente separados para serem operados de colecistectomia laparoscópica com pneumoperitônio com baixa pressão de CO2 sob anestesia geral (n = 33) ou raquianestesia (n = 35). A anestesia geral foi realizada com propofol, fentanil, rocurônio, sevoflurano e intubação traqueal. A raquianestesia foi realizada com 15 mg de bupivacaína hiperbárica com 20 µg fentanil até que o nível sensitivo atingisse T3· Parâmetros intraoperatórios, dor pós-operatória, complicações, recuperação, satisfação do paciente e custo foram comparados entre os grupos. RESULTADOS: Todos os procedimentos cirúrgicos foram completados com o método de escolha e apenas um paciente foi convertido da raquianestesia para a anestesia geral. A dor foi significativamente menor a 2, 4 e 6 horas após o procedimento sob raquianestesia comparado com o grupo que recebeu anestesia geral. O custo da raquianestesia foi significativamente menor. Todos os pacientes foram liberados após 24 horas. Na avaliação no pós-operatório...

COLECISTECTOMIA: ASPECTOS TÉCNICOS E INDICAÇÕES PARA O TRATAMENTO DA LITÍASE BILIAR E DAS NEOPLASIAS; CHOLECYSTECTOMY: TECHNICAL ASPECTS AND INDICATIONS FOR THE TREATMENT OF BILIARY CALCULI AND NEOPLASMS

Santos, José Sebastião; Sankarankutty, Ajith Kumar; Salgado Júnior, Wilson; kemp, Rafael; Módena, José Luís Pimenta; Elias Júnior, Jorge; Silva Júnior, Orlando Castro e
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2008 POR
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A remoção cirúrgica da vesícula biliar é uma operação realizada há mais de um século e nos últimos 25 anos foi objeto de inovação nos seus fundamentos técnicos, especialmente, em relação ao acesso e a exploração da via biliar principal. As indicações mais freqüentes de colecistectomia são a litíase biliar e suas complicações (colecistite aguda, coledocolitíase, colangite , pancreatite aguda biliar) e o câncer da vesícula biliar. Inicialmente, as colecistectomias para tratamento da litíase biliar eram realizadas por meio de laparotomia. No fim do século vinte, a colecistectomia passou a ser feita por meio de acessos menores como a minilaparotomia e em seguida pela videolaparoscopia, que é o acesso considerado como padrão na atualidade. Mais recentemente, a colecistectomia tem sido realizada, em caráter experimental ou excepcional, por meio do acesso transgástrico e transvaginal. Os benefícios do acesso videolaparoscópico são incontestáveis, mas o emprego desse acesso requer cautela e capacitação para minimizar a incidência de lesões traumáticas da via biliar e de outras estruturas.; The surgical removal of the gallbladder has been practiced for more than a century and in the last 25 years has undergone fundamental changes in its technique...

Eliminação de cálculos biliares pela via urinária: uma complicação da colecistectomia laparoscópica; Elimination of biliary stones through the urinary tract: a complication of the laparoscopic cholecystectomy

Castro, Maurício Gustavo Bravim de; Alves, Antônio Sérgio; Oliveira, Cláudio Almeida de; Vieira Júnior, Álvaro; Vianna, José Luiz Campello de Mello; Costa, Renato Freitas Carvalho
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/1999 ENG
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37.51%
Com a introdução e popularização da colecistectomia por via laparoscópica houve um aumento considerável na taxa de perfuração da vesícula biliar durante o procedimento, determinando o derramamento de bile na cavidade peritoneal e consequente aumento da incidência de cálculos biliares perdidos na cavidade. Recentemente, as complicações associadas com estes cálculos vêm sendo estabelecidas na literatura. Os autores relatam uma complicação rara ocorrida em uma paciente de 81 anos que foi submetida à colecistectomia laparoscópica e apresentou no pós-operatório uma fístula cutânea para a cicatriz umbilical e eliminação de cálculos biliares pelo trato urinário. Concluímos que é importante evitar o derramamento de cálculos durante a cirurgia, porém a laparotomia não deve ser indicada simplesmente para retirada de cálculos perdidos durante a colecistectomia laparoscópica.; The introduction and popularization of laparoscopic cholecystectomy has been accompanied with a considerable increase in perforation of gallbladder during this procedure (10%--32%), with the occurrence of intraperitoneal bile spillage and the consequent increase in the incidence of lost gallstones (0.2%--20%). Recently the complications associated with these stones have been documented in the literature. We report a rare complication occurring in an 81-year-old woman who underwent laparoscopic cholecystectomy and developed cutaneous fistula to the umbilicus and elimination of biliary stones through the urinary tract. During the cholecystectomy...

Empiema torácico como complicación de la colecistectomía laparoscópica: comunicación de un caso y revisión bibliográfica

Grassi,Fernando; Ernst,Glenda; Bosio,Martín; Costabel,Carlos; Di Pietro,Eugenia; Lyons,Gustavo
Fonte: Revista americana de medicina respiratoria Publicador: Revista americana de medicina respiratoria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 ES
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En la colecistectomía laparoscópica puede producirse el derrame accidental de litos biliares (LB) en la cavidad abdominal con más frecuencia que la colecistectomía convencional. La incidencia de derrame de LB se encuentra en un rango del 2 al 30% y de estos, sólo el 12% presenta compromiso torácico. El derrame pleural durante el postoperatorio inmediato de cirugía de abdomen superior es frecuente pero suele ser mínimo y de resolución espontánea. Cuando persiste, se debe tomar una muestra para estudiar su causa. Se presenta el caso de un paciente con una colecistectomía laparoscópica programada que presentó, a los tres meses posteriores, empiema pleural. Se le realizó decorticación por toracoscopía videoasistida y tratamiento antibiótico con buena evolución. Nuestra hipótesis es que la contaminación del tórax se habría iniciado con la formación de un absceso subfrénico que terminó drenando a través del diafragma a la cavidad pleural. La toracocentesis del derrame pleural es fundamental para aclarar la causa del mismo y descartar una infección. Se presenta este caso con el objetivo de revisar una forma poco frecuente de empiema pleural, como una infrecuente complicación de una cirugía abdominal frecuente.

Colecistectomía abierta versus laparoscópica: experiencia en el Hospital San Juan de Dios

Zúñiga-Vargas,Juan José; Vargas-Carranza,Julia
Fonte: Acta Médica Costarricense Publicador: Acta Médica Costarricense
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 ES
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La cirugía laparoscópica es una técnica mínimamente invasiva de uso cotidiano en el ámbito mundial. Desde hace quince años, la colecistectomía laparoscópica es un procedimiento seguro y muy valioso a disposición del cirujano. Este estudio tiene como fin comparar los resultados de la colecistectomía laparoscópica en el Hospital San Juan de Dios con la técnica de la colecistectomía abierta ó tradicional. Métodos: Se realizó un estudio retrospectivo de todos los pacientes colecistectomizados desde julio de 1996 a junio de 1999, en el Hospital San Juan de Dios en Costa Rica. Al comparar las dos técnicas quirúrgicas (clásica y laparoscópica), se consideró la evolución posoperatoria y las posibles complicaciones que aparecen posteriores al acto quirúrgico. Además se buscaron las contraindicaciones que dicha técnica pudiese tener. Resultados : Fueron revisados un total de 3193 pacientes colecistectomizados, de los cuales 476 fueron operados por laparoscopia. Se tuvo en éstas menos complicaciones posquirúrgicas y menor estancia posoperatoria que en las colecistectomías abiertas. También se notó una disminución paulatina del tiempo quirúrgico en los actos por laparoscopia. Conclusión: Se comprueban las ventajas de la cirugía invasiva mínima y se documenta que este tipo de abordaje es más seguro y beneficioso para el paciente y para el médico mismo.

Colecistectomía laparoscópica y la importancia de un laboratorio de entrenamiento en cirugía mínimamente invasiva, a propósito de su reciente creación en la Universidad de Costa Rica

Blanco Benavides,Priscilla; Fonseca Alvarado,José Andrés; Mora Leandro,Marisela; Moya Conejo,Xiomara; Navarro González,Jessica; Paniagua González,Mariel; Quirós-Montero,José Fernando
Fonte: Medicina Legal de Costa Rica Publicador: Medicina Legal de Costa Rica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 ES
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La colecistectomía es un procedimiento quirúrgico empleado para tratar la colelitiasis y constituye un tratamiento valioso porque esta patología tiene una alta prevalencia en Costa Rica. En contraste con la colecistectomía abierta, la colecistectomía laparoscópica se asocia con beneficios como menor mortalidad operatoria, menor dolor postoperatorio, menor duración de la estadía hospitalaria y menor tiempo de recuperación. La importancia de que el personal médico reciba entrenamiento en procedimientos de cirugía mínimamente invasiva, dentro de los cuales se encuentra la colecistectomía laparoscópica, ha llevado al desarrollo de laboratorios de entrenamiento en este tipo de cirugía. En Costa Rica, la reciente implementación de dichos centros de entrenamiento hace vislumbrar un futuro promisorio en el tratamiento de las colecistectomías.

Colecistectomía endoscópica transumbilical: estudio preclínico de factibilidad en un modelo porcino

Torres Peña,Rafael; Barreras González,Javier; Campillo Dono,Orlando; Ruiz Torres,Julián; Olivé González,Juan; Torres Mora,Rosa María; Machado González,Mayuri; López Llera,Gerardo; Mantilla Cañizares,Tamara
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 ES
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INTRODUCCIÓN. A partir del 2007 comenzó a popularizarse la cirugía endoscópica transumbilical, probablemente como consecuencia de los retos aún no resueltos que la cirugía endoscópica transluminal a través de orificios naturales ha debido enfrentar para su aplicación en la práctica clínica. Hasta la fecha se han descrito técnicas de cirugía endoscópica transumbilical con endoscopia flexible, con trocares multicanales, con varios trocares en una sola incisión, así como diferentes sistemas de retracción, tales como la retracción con suturas (técnicas de marionetas) y la retracción magnética. El objetivo de esta investigación fue evaluar en un modelo porcino la factibilidad de una nueva técnica de colecistectomía endoscópica transumbilical. MÉTODOS. Se realizó un estudio prospectivo longitudinal en 6 cerdos con peso entre 22 y 26 kg. Se practicó la colecistectomía endoscópica transumbilical desde un puerto, con un solo canal de trabajo y con un nuevo sistema de retracción vesicular (TORCAM). La eutanasia de los animales se realizó de manera inmediata y fueron evaluadas las variables: factibilidad, calidad de exposición, efectos adversos del sistema de retracción, tiempo quirúrgico y examen macroscópico posoperatorio de la zona quirúrgica. RESULTADOS. La calidad de la retracción y exposición de la vesícula fue considerada óptima en todos los casos...

Colecistectomía laparoscópica en el paciente geriátrico: Estudio comparativo

Rodríguez Tápanes,Vivian; Montero Ferrer,Sigifredo; Rivas Cartaya,José R.
Fonte: Revista Cubana de Medicina Militar Publicador: Revista Cubana de Medicina Militar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1999 ES
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Se estudiaron los resultados de 86 pacientes de 60 años o más y los de 239 pacientes menores de 60 años, sometidos a colecistectomía laparoscópica, y se comparó entre ambos grupos los hallazgos quirúrgicos, morbimortalidad, índice de conversión, enfermedades asociadas, incidencia de colelitiasis complicada, tiempo quirúrgico, estancia hospitalaria y recuperación posoperatoria. Hubo una incidencia mayor de enfermedades asociadas en los pacientes geriátricos, y fueron las cardiovasculares (60 vs 23,8 %) y gastrointestinales (22 vs 17,5 %) las más frecuentes. En ambos grupos más del 50 % de las colecistectomías presentaron algún grado de dificultad en la disección quirúrgica de acuerdo con los hallazgos encontrados (68,2 vs 61,2 %). Todas las complicaciones perioperatorias fueron resueltas sin necesidad de conversión, hubo una sola conversión (0,3 %) en un paciente geriátrico y no se presentó mortalidad en ninguno de los 2 grupos. La incidencia de colelitiasis complicada fue mayor en el grupo geriátrico (36,2 %), y fue la colecistitis subaguda (22 %) la más frecuente. Se requirió un tiempo quirúrgico mayor para la colecistectomía laparoscópica en los pacientes geriátricos (63,4 vs 56,6 %), la diferencia no fue significativa; además una vez operados la estancia hospitalaria resultó ser semejante en ambos grupos con una media general de 24...

Retractor vesicular y deslizador de nudos con tracción coaxial simultánea: dos nuevos instrumentos quirúrgicos para la colecistectomía minilaparoscópica

Torres Peña,Rafael; Olivé González,Juan; Machado González,Mayuri; Torres Mora,Rosa María; Faife Faife,Bárbara
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 ES
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INTRODUCCIÓN. Desde la introducción de la colecistectomía laparoscópica, el método desde 4 entradas constituye el procedimiento estándar. Con el afán de reducir la invasión quirúrgica se han descrito técnicas de colecistectomías minilaparoscópicas, entre las cuales se hallan las colecistectomías con tracción vesicular mediante ligaduras. Este estudio evalúa la eficacia y seguridad de dos nuevos instrumentos laparoscópicos desarrollados y patentados por el autor, los cuales permiten realizar una nueva modalidad de colecistectomía minilaparoscópica desde dos trocares, combinada con tracción vesicular con ligadura. MÉTODOS. Se realizó un ensayo clínico controlado que incluyó a 100 pacientes, distribuidos en 2 grupos: uno experimental, al que se le realizó la técnica propuesta, y un grupo control al que se le realizó una colecistectomía laparoscópica desde 4 trocares. RESULTADOS. La factibilidad y la seguridad fueron estadísticamente comparables para ambos grupos (p = 0,1340; p = 1,00). Para los pacientes del grupo experimental el tiempo quirúrgico promedio fue más prolongado (59,04 min frente a 37,26 min; p = 0,000); sin embargo, el resultado cosmético resultó ser superior (evaluación de heridas de 1...