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Coopera????o: uma pr??tica solid??ria e ambiental

Vaniel, Berenice Vahl; Laurino, D??bora Pereira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Neste artigo discutimos os conceitos envolvidos no processo de coopera????o como: respeito m??tuo, escuta ao outro, autonomia e solidariedade com base nas teorias de Piaget, Maturana e Varela. Buscamos complexificar a compreens??o sobre as possibilidades do trabalho coletivo e cooperativo a partir da metodologia de projetos de aprendizagem na escola. As quest??es socioambientais que emergem dos projetos de aprendizagem e a busca de solu????es atrav??s do di??logo e da conviv??ncia, evidenciam a coopera????o como principio da Educa????o Ambiental.; In this paper we discuss the concepts involved in the cooperation process as: mutual respect, listening to the other, autonomy and solidarity based on Piaget, Maturana and Varela???s theories. We search to make the understanding of collective and cooperative work possibilities more complex based on the learning projects methodology in school. The social-environmental issues that emerge from the learning projects and the search for solutions through dialogue and coexistence highlight cooperation as principle of Environmental Education.

A organiza??o para coopera??o e desenvolvimento econ?mico (OCDE) e a pol?tica de forma??o docente no Brasil

FERREIRA, Diana Lemes
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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A presente tese trata da Pol?tica de Forma??o Docente no Brasil. Tem como objeto de estudo as novas regula??es da pol?tica de forma??o docente. O problema de pesquisa se refere ? rela??o existente entre as orienta??es da Organiza??o para Coopera??o e Desenvolvimento Econ?mico (OCDE) e o processo de regula??o das pol?ticas de forma??o docente no Brasil no per?odo de 2007 a 2010, apresentando as seguintes quest?es norteadoras: Quais s?o os interesses e as orienta??es da OCDE, na ?rea da Educa??o, no Brasil? Qual ? a concep??o de educa??o da OCDE? Qual a concep??o de educa??o que orienta o PDE e o Plano de Metas Compromisso Todos pela Educa??o? Quais as diretrizes do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educa??o voltadas para a pol?tica de forma??o docente? Quais caracter?sticas das orienta??es da OCDE est?o presentes, na pol?tica de forma??o docente brasileira, no per?odo de 2007 a 2010? Quais s?o as a??es do PDE que se referem ? pol?tica de forma??o docente? A l?gica de forma??o docente orientada pela OCDE est? sendo seguida pelo governo brasileiro? A investiga??o partiu da hip?tese de que a OCDE interfere e orienta a pol?tica de forma??o docente brasileira o que se manifesta por meio de orienta??es pol?tico-pedag?gicas que imputam novas regula??es para a condu??o e materialidade de tal pol?tica. Assim...

A????es premiadas no 16?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal 2011

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Livro
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Este livro re??ne as dez iniciativas premiadas no 16?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal. Nesta 16?? edi????o, o Concurso conta com os apoios da Embaixada da Fran??a, da Embaixada da Noruega, da Ag??ncia de Coopera????o Internacional Alem?? (GIZ) e da Ag??ncia Brasileira de Coopera????o (ABC), que premiam os primeiros colocados com visitas t??cnicas. A ENAP tamb??m premia os vencedores com vagas nos cursos de Especializa????o em Gest??o P??blica e Desenvolvimento Gerencial , publica????es da Escola, livro contendo os relatos das iniciativas, certificado, divulga????o no Banco de Solu????es do s??tio do Concurso, assinatura de um ano da Revista do Servi??o P??blico (RSP) e Selo Inova????o; N??mero de p??ginas: 190 p.; Inova????o; ISBN 978-85-256-0067-7; Sum??rio: Apresenta????o 5 Introdu????o 7 Arranjos institucionais para coordena????o e/ou implementa????o de pol??ticas p??blicas 19 Atividade pioneira na Pol??cia Rodovi??ria Federal e no Brasil ??? fiscaliza????o de excesso de peso 21 Portal do Software P??blico Brasileiro 31 Registro de Pre??os Nacional (RPN) 53 Atendimento ao cidad??o 69 Aviso para Requerimento de Benef??cio 71 Avalia????o e monitoramento de pol??ticas p??blicas 87 O Censo Suas como processo de aprimoramento e institucionaliza????o da Pol??tica de Assist??ncia Social no Brasil 89 Gest??o da Informa????o 109 Sistema de Registro Eletr??nico de Ponto 111 Spade-PRO ??? Sistema de Prospec????o e An??lise de Desvios em Exames (provas objetivas) 133 Melhoria dos processos de trabalho 143 Compras p??blicas sustent??veis: uma experi??ncia de compra sustent??vel compartilhada no Instituto de Pesquisas Jardim Bot??nico do Rio de Janeiro 145 e-Processo ??? Processo Administrativo Digital 165 Vistorias de Aeronaves ??? Centraliza????o do Planejamento e Controle 179

Sistemas de informa????es para o licenciamento ambiental: exemplo de coopera????o interinstitucional para melhoria da gest??o ambiental

Brasil. Minist??rio do Meio Ambiente (MMA)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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Em 1981, com a edi????o da Lei no 6938, foi criado o Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), composto dos ??rg??os federais e estaduais respons??veis pela formula????o e implementa????o das pol??ticas de meio ambiente. No ??mbito federal, integram o Sisnama o Minist??rio do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama); nos estados s??o integrantes os ??rg??os estaduais de meio ambiente. O licenciamento ambiental de qualquer atividade econ??mica ?? obrigat??rio em todo o pa??s, mas somente seis desses ??rg??os ambientais estaduais possuem sistemas informatizados para acompanhamento da situa????o desses empreendimentos. Essa situa????o conduz a uma s??rie de problemas gerenciais e administrativos entre os empreendedores e o governo, entre o p??blico e o governo e entre os empreendedores e a sociedade. At?? mesmo o Minist??rio P??blico, ao requisitar informa????es sobre a situa????o de determinada atividade econ??mica, n??o recebe dados com a presteza e a confiabilidade necess??rias; N??mero de p??ginas: 8 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa premiada no 8?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal sob responsabilidade de Wilma do Couto dos Santos Cruz...

Projeto b??sico: oficina de avalia????o do Programa Estudante Conv??nio de Gradua????o -PEC-G

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Escola Nacional de Administração Pública Publicador: Escola Nacional de Administração Pública
Tipo: Projeto
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Contrata????o de servi??os t??cnicos profissionais especializados de modera????o de Oficina Sob Medida, objetivando a realiza????o de Oficina de Avalia????o; N??mero de p??ginas: 5 p.; Rela????es Intergovernamentais; O Minist??rio da Educa????o solicitou parceria com a ENAP, na realiza????o de Oficina de Avalia????o para o Programa Estudante Conv??nio de Gradua????o (PEC-G), para constru????o de capacidade interna e fortalecimento dos recursos humanos que trabalham com coopera????o internacional do MEC e dos pa??ses cooperantes; Projeto b??sico de evento de aprendizagem, contendo o objeto, justificativa, metodologia, cronograma, carga hor??ria e valor, descriminados em cinco p??ginas

Gerenciando a alta administra????o p??blica: uma pesquisa em pa??ses da OCDE; Managing the senior public service: a survey of OECD countries

Organiza????o de Coopera????o e de Desenvolvimento Econ??mico (OCDE)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Peri??dico/Revista/Caderno
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Relat??rio que fornece uma vis??o geral da forma como a alta administra????o p??blica ?? gerenciada em v??rios pa??ses da OCDE .; N??mero de p??ginas: 72 p.; Desenvolvimento Gerencial; S??rie monogr??fica: Cadernos Enap, 17; Sum??rio: I. Sum??rio executivo 7 II. Introdu????o 13 III. A alta administra????o p??blica: defini????es e caracter??sticas 15 1. As tend??ncias observadas no n??mero de membros da alta administra????o p??blica 15 2. Mulheres na alta administra????o p??blica 17 3. Taxas de renova????o de pessoal 18 4. Perfis de idade e experi??ncia 18 5. Mudan??as importantes nas caracter??sticas da alta administra????o p??blica 19 IV. Sistemas e estrat??gias de ger??ncia para a alta administra????o p??blica 21 1. Iniciativas pol??ticas recentes 21 2. Sistemas diferentes de gest??o da alta administra????o p??blica 22 3. Pa??ses que n??o adotam sistemas distintos de gest??o para altos dirigentes 24 V. O recrutamento para a alta administra????o p??blica 25 1. Recrutamento e sele????o de membros da alta dire????o 28 2. Aptid??es exigidas dos membros da alta administra????o p??blica 31 3. Crit??rios centrais de sele????o 32 4. O planejamento da sucess??o 33 VI. Mobilidade dentro do setor da alta administra????o 35 VII. Contratos de emprego 39 1. Encerramento do emprego 42 2. Renova????o de pessoal na mudan??a de governo 44 VIII. Administrando o desempenho dos membros da alta administra????o p??blica 45 IX. A conduta oficial dos membros da alta administra????o 51 1. Restri????es quanto ??s atividades pol??ticas dos membros da alta administra????o p??blica 51 2. Declara????o de interesses pessoais e aceita????o de presentes ou benef??cios 54 3. Restri????es ao emprego de membros da alta administra????o p??blica ap??s sua sa??da do servi??o p??blico 56 4. Prote????o para membros da alta administra????o p??blica solicitados a cometerem ato ilegal...

Negocia????o coletiva no setor p??blico: experi??ncias internacionais recentes por meio de an??lise da literatura

Cheibub, Zairo B.
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Peri??dico/Revista/Caderno
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Neste trabalho ?? feita uma an??lise da literatura internacional sobre rela????es de trabalho no setor p??blico. Os principais objetivos s??o examinar as institui????es e processos de negocia????o coletiva caracter??sticos de algumas experi??ncias internacionais e avaliar as explica????es te??ricas para os padr??es de intera????o entre o Estado e seus empregados. Espera-se que essa vis??o comparativa possa contribuir para o aperfei??oamento das raras experi??ncias existentes no Brasil. A pesquisa ?? baseada no princ??pio de que ?? mais vantajoso para todos os envolvidos que as diverg??ncias entre as partes em negocia????o trabalhista traduzam-se em conflito institucionalizado. Conflitos desregulados tendem a ser imprevis??veis e seus custos pol??ticos bastante altos. S??o discutidos tamb??m, na medida do poss??vel, os determinantes do comportamento dos atores envolvidos nessas negocia????es, a saber: os sindicatos, os dirigentes governamentais e os pol??ticos. Este relat??rio est?? dividido em quatro se????es, al??m da introdu????o; N??mero de p??ginas: 88 p.; Negocia????o; S??rie monogr??fica: Cadernos ENAP, 25; Sum??rio: Introdu????o Natureza e especificidade das rela????es de trabalho no setor p??blico Institui????es e estrutura: rela????es de trabalho no setor p??blico em perspectiva comparada Argentina M??xico Chile Estados Unidos Canad?? Inglaterra Alemanha Fran??a It??lia Negocia????es coletivas no setor p??blico: din??mica e determinantes Negociando o conflito: a possibilidade da coopera????o nas rela????es governo e sindicatos Anexo I: Peri??dicos...

Relat??rio de Gest??o 2011

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relat??rio Gerencial
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Relat??rio de Gest??o do exerc??cio de 2011 apresentado aos ??rg??os de controle interno e externo como presta????o de contas anual a que esta Unidade est?? obrigada nos termos do art. 70 da Constitui????o Federal, elaborado de acordo com as disposi????es da IN TCU n?? 63/2010, da DN TCU n?? 108/2010, da Portaria TCU n?? 123/2011 e das orienta????es do ??rg??o de controle interno (Portaria CGU n?? 2546/2010); N??mero de p??ginas: 57 p.; Gest??o Or??ament??ria. Finan??as P??blicas; Sum??rio: 1. Introdu????o 1.1 Relat??rio de gest??o individual 2. Planejamento e gest??o or??ament??ria e financeira 2.1 Responsabilidades institucionais da Unidade 2.2 Estrat??gia de atua????o frente ??s responsabilidades institucionais 2.3 Programa de governo sob a responsabilidade da UJ 2.3.1 Execu????o do programa de governo sob a responsabilidade da UJ 2.3.2 Execu????o f??sica das a????es realizadas pela UJ 2.4 Desempenho or??ament??rio/financeiro 2.4.1 Programa????o or??ament??ria da despesa 2.4.2 Programa????o de despesas correntes 2.4.3 Programa????o de despesas de capital 2.4.3.1 Quadro resumo da programa????o de despesas 2.4.3.2 Movimenta????o or??ament??ria por grupo de despesa 2.4.4 Execu????o or??ament??ria da despesa 2.4.4.1 Execu????o or??ament??ria de cr??ditos origin??rios da UJ 2.4.4.2 Despesas por modalidade de contrata????o dos cr??ditos recebidos por movimenta????o 2.4.5 Despesas correntes por grupo e elemento de despesa dos cr??ditos recebidos por movimenta????o 3. Movimenta????o e saldos de restos a pagar de exerc??cios anteriores 3.1 Pagamentos e cancelamentos de restos a pagar de exerc??cios anteriores 4. Informa????es sobre recursos humanos da unidade 4.1 Composi????o do quadro de servidores ativos 4.1.1 Demonstra????o da for??a de trabalho ?? disposi????o da Unidade Jurisdicionada 4.1.2 Situa????es que reduzem a for??a de trabalho efetiva da Unidade Jurisdicionada 4.1.3 Quantifica????o dos cargos em comiss??o e das fun????es gratificadas da unidade jurisdicionada 4.1.4 Qualifica????o do quadro de pessoal da Unidade Jurisdicionada segundo a idade 4.1.5 Qualifica????o do quadro de pessoal da Unidade Jurisdicionada segundo a escolaridade 4.2 Composi????o do quadro de servidores inativos e pensionistas 4.2.1 Classifica????o do quadro de servidores inativos da Unidade Jurisdicionada segundo o regime de proventos e de aposentadoria 4.2.2 Demonstra????o das origens das pens??es pagas pela Unidade Jurisdicionada 4.3 Composi????o do quadro de estagi??rios 4.4 Demonstra????o dos custos de pessoal da Unidade Jurisdicionada 4.5 Terceiriza????o de m??o de obra empregada pela Unidade Jurisdicionada 4.5.1 Informa????es sobre a contrata????o de servi??os de limpeza...

Sistematiza????o normativa e tipologia preliminar de organiza????es federais

Komatsu, Suely
Fonte: Editora IABS Publicador: Editora IABS
Tipo: Livro
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O segundo volume da s??rie Inova????o na Gest??o P??blica trata de estudo realizado pela consultora Suely Komatsu sobre estruturas organizacionais do Governo Federal. O trabalho foi realizado em agosto de 2009 e, portanto, traz um retrato das estruturas ?? ??poca da pesquisa. Apesar do lapso temporal de tr??s anos, o estudo permanece relevante e atual. A publica????o ?? composta por tr??s cap??tulos. O Cap??tulo 1 traz a consolida????o e an??lise da evolu????o das reformas administrativas que orientamos arranjos institucionais e organizacionais no pa??s. O Cap??tulo 2, por sua vez, apresenta o levantamento e a sistematiza????o de marcos legais e orienta????es normativas relevantes para defini????o de estruturas organizacionais nas ??reas meio e final??stica. Por fim, o Cap??tulo 3 identifica par??metros comuns e compar??veis nos arranjos organizacionais, com a proposi????o de uma tipologia inicial de estruturas organizacionais da esfera federal tendo como base as seguintes vari??veis: ???concentra????o das atribui????es principais???, ???natureza jur??dico- -institucional???, ???grau de descentraliza????o das principais atividades???, ???n??mero de subunidades em cada n??vel hier??rquico??? e ???amplitude de comando???; N??mero de p??ginas: 236 p.; Volume: v. 2; Administra????o P??blica; A s??rie de publica????es intitulada ???Inova????o na gest??o p??blica??? resulta da exitosa coopera????o t??cnica entre a Secretaria de Gest??o P??blica ??? Segep e a Ag??ncia Espanhola de Coopera????o Internacional para o Desenvolvimento ??? Aecid e nasceu da necessidade de organizar e disseminar o conhecimento produzido na secretaria sobre a tem??tica de gest??o p??blica; ISBN: 978-85-64478-07-7; Sum??rio: APRESENTA????O CAP??TULO I 1. TRANSFORMA????ES NO QUADRO JUR??DICO-POL??TICO DAS INSTITUI????ES FEDERAIS 1.1. Um breve resumo das reformas do estado brasileiro entre 1930 e 1990 1.2. as transforma????es do estado brasileiro p??s-1990 CAP??TULO II 2. ESTRUTURAS ORGANIzACIONAIS DA ESFERA FEDERAL 2.1. institui????es e Modelos de Gest??o para o setor P??blico 2.2. Classifica????o e Tipologia dos ??rg??os Federais: uma primeira aproxima????o 2.2.1. estrutura pol??tica e administrativa do estado e de governo 2.2.2. Classifica????o de entes p??blicos 2.2.3. Classifica????o de servi??o p??blico 2.2.4. Compet??ncias constitucionais da Uni??o e ??rg??os da administra????o p??blica federal 2.2.5. Gest??o de sistemas nacionais de pol??ticas p??blicas 2.2.6. Gest??o de fundos p??blicos e suas estruturas operacionais 2.2.7. espa??os colegiados de decis??o e discuss??o 2.2.8. estruturas sist??micas de apoio administrativo 2.2.9. Descentraliza????o e desconcentra????o 2.3. natureza do ??rg??o P??blico 2.3.1. Padr??o decis??rio na administra????o indireta 2.4. Descri????o de pap??is e fun????es 2.4.1. entendimento do atual modelo de organiza????o do Poder P??blico federal CAP??TULO III 3. DISTRIBUI????O E CLASSIFICA????O POR COMPLEXIDADE DO ARRANJO INSTITUCIONAL 3.1. An??lise da Complexidade do Arranjo Institucional 3.2. Consolida????o Preliminar da Tipologia para ??rg??os da Administra????o P??blica CAP??TULO IV 4. REFER??NCIAS NORMATIVAS...

Arranjos organizacionais para o setor p??blico: experi??ncias da Espanha, Fran??a, Estados Unidos e Reino Unido

Komatsu, Suely; Capuano, Ethel A.
Fonte: Editora IABS Publicador: Editora IABS
Tipo: Livro
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O terceiro volume da s??rie Inova????o na Gest??o P??blica apresenta uma resenha de quatro estudos realizados, em 2009, pela consultora Suely Komatsu, sobre estruturas organizacionais na Espanha, Fran??a, Reino Unido e Estados Unidos da Am??rica. Leva em considera????o, tamb??m, o texto ???Experi??ncias Internacionais de Estruturas Organizacionais para o Setor P??blico???, produzido pelo servidor Ethel Airtn Capuano com base nesses estudos e apresentado no IV Congresso Consad de Gest??o P??blica, ocorrido entre os dias 25 e 27 de maio de 2011. Apesar do lapso temporal, essas pesquisas permanecem relevantes e atuais, levando-se em considera????o que as estruturas organizacionais do setor p??blico constituem recursos importantes para opera????o dos modelos de gest??o governamental nos pa??ses democr??ticos e refletem tra??os culturais e pol??ticos peculiares a cada povo. Os pa??ses pesquisados quanto ??s estruturas organizacionais de seus governos centrais refletem bastante a denominada ???cultura napole??nica???, representada pela Administra????o P??blica na Espanha e na Fran??a, e a cultura anglo-sax??nica, nos Estados Unidos e no Reino Unido. A publica????o ?? composta por quatro cap??tulos. O Cap??tulo 1 apresenta a estrutura organizacional da Administra????o P??blica espanhola; o Cap??tulo 2 apresenta a experi??ncia da Fran??a; o Cap??tulo 3 traz a pesquisa realizada no Reino Unido; e...

Mesa-redonda de pesquisa-a????o: guias de orienta????o

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Manual/Modelo
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Este material ?? uma tradu????o dos Toolkits da Mesa-redonda de Pesquisa-A????o que foram fornecidos ?? ENAP por meio do Projeto de Coopera????o ???Parceria para a Excel??ncia da Gest??o no Setor P??blico???. Esse projeto foi estabelecido entre a Escola e a Canada School of Public Service, com apoio da Ag??ncia Canadense de Desenvolvimento Internacional, e teve vig??ncia entre 2003 e 2007. Este material foi criado para ensinar os potenciais Coordenadores de Mesas-redondas de Pesquisa-A????o (MRPA) a desenvolver o conhecimento e o know-how que lhe permitir??o conduzir Mesas-redondas.; N??mero de p??ginas: 105 p.; Metodologia

Treinamento de ger??ncia regional; Treinamento de ger??ncia regional: avalia????o e controle no Sistema ??nico de Sa??de

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). Escrit??rio de Representa????o em S??o Paulo
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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s Secretarias Estaduais de Sa??de (SES) t??m tido dificuldade de cumprir o seu papel, principalmente no que se refere ??s medidas que eram antes conduzidas pelo antigo INAMPS. A solu????o para o problema foi encontrada no Treinamento de Ger??ncia Regional, destinado a capacitar os t??cnicos das diretorias regionais de sa??de ??? DIRES, da Secretaria Estadual de Sa??de de S??o Paulo e das Secretarias de Sa??de dos munic??pios em gest??o semiplena, para o desenvolvimento de atividades de avalia????o e controle, em n??vel regional, e para apoiar a implementa????o destas atividades nos munic??pios de sua regi??o, tendo como refer??ncia a estrat??gia de descentraliza????o das a????es de sa??de no SUS. A iniciativa alcan??ou a constru????o de um novo marco conceitual sobre avalia????o e controle, a abertura de um canal de comunica????o entre o minist??rio da Sa??de, as DIRES da SES-SP e os munic??pios participantes, o est??mulo ao interc??mbio de pr??ticas e ?? articula????o regional, em conseq????ncia da intera????o de membros do governo estadual e municipal no treinamento, onde foram discutidas as compet??ncias exclusivas e concorrentes de cada gestor, a reciclagem dos auditores federais, todos oriundos do antigo INAMPS, que substitu??ram a concep????o centralizadora pela perspectiva de articula????o entre diferentes gestores para o desenvolvimento de a????es de coopera????o t??cnica e o estabelecimento...

Pergunte ao prefeito: divulga????o e controle de verbas p??blicas na educa????o

Brasil. Minist??rio da Educa????o e do Desporto (MEC). Secretaria de Comunica????o Social da Presid??ncia da Rep??blica (SECOM). Radiobr??s ??? Empresa Brasileira de Comunica????es S.A. (EBC). Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa????o (FNDE)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educa????o (FNDE) ?? o respons??vel pela capta????o e administra????o do sal??rio-educa????o, contribui????o de 2,5% que incide sobre as folhas de pagamento das empresas p??blicas e privadas. Entretanto, nem sempre os recursos chegavam integralmente ??s salas de aula. A solu????o foi encontrada na divulga????o da informa????o. Em coopera????o com o FNDE, a Radiobr??s passou a anunciar, nos intervalos da ???Voz do Brasil???, diariamente de segunda a sexta-feira, a lista de munic??pios contemplados, mesclada com spots de curta dura????o que explicavam a natureza dos conv??nios e estimulavam a a????o da comunidade com o slogan: ???Pergunte aos vereadores. Pergunte ao prefeito???. A iniciativa aumentou a efici??ncia na aplica????o dos recursos destinados ?? educa????o. O n??mero de den??ncias, encaminhadas ?? auditoria do FNDE, cresceu de 100 por ano para 20 por dia. Praticamente desapareceram as solicita????es de audi??ncias de prefeitos ao FNDE, a fim de influenciar a libera????o das verbas. A partir de junho de 1995, os recursos passaram a ser alocados diretamente ??s escolas em todo o Pa??s, o que aumentou o alcance do programa, sendo que o n??mero de cartas tipo contracheque expedidas cresceu de 100 mil para um milh??o; N??mero de p??ginas: 2 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa premiada no 1?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal sob responsabilidade de Nelson L??vio Rosa e Alceu Nogueira da Gama. A????es premiadas no 1?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal ??? 1996. ??reas tem??ticas: gest??o de servi??os sociais; outros

Relat??rio da miss??o de prospec????o a Mo??ambique

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Escola Nacional de Administração Pública Publicador: Escola Nacional de Administração Pública
Tipo: Relat??rio T??cnico
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Relat??rio elaborado ap??s miss??o de prospec????o a Maputo, Mo??ambique, realizada em junho de 2009 com vistas a obter subs??dios para a elabora????o do projeto de coopera????o t??cnica internacional "Apoio ao Desenvolvimento Gerencial Estrat??gico do Governo de Mo??ambique"; N??mero de p??ginas: 42 p.; Pol??tica Externa; Gest??o P??blica

M??dulo 1 - arcabou??o institucional e normativo: curso regras gerais para acesso aos recursos de saneamento

Martins, Raildy (conteudista, 2013)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: M??dulo Completo
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Esse documento trata de Estado e presta????o de servi??os p??blicos; Instrumentos de elabora????o e organiza????o do Or??amento do Governo Federal; O acesso aos programas de investimento no ??mbito da Uni??o; Modalidades de repasse dos recursos federais; Acordos de Coopera????o T??cnica Internacional; Programa de Acelera????o do Crescimento; N??mero de p??ginas: 47 p.; Gest??o de Projetos. Gest??o de Programas

Cat??logo de cursos ENAP - 1994; Programa????o ENAP 1994

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Folders/Cartilhas
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Este documento apresenta, detalhadamente, todas as atividades - seja capacita????o de recursos humanos para o setor p??blico, estudos e pesquisas, documenta????o e difus??o, coopera????o t??cnica e programas culturais - previstas para 1994 pela Funda????o Escola Nacional de Administra????o P??blica - ENAP. O planejamento dessas a????es, por ser baseado em avalia????o dos eventos realizados em 1993, pretende aprimorar ainda mais o trabalho a ser desenvolvido. Por isso, todo o corpo t??cnico da institui????o, clientes e parceiros foram ouvidos. As a????es previstas foram elaboradas em conjunto com a Secretaria da Administra????o Federal, tendo em vista as necessidades identificadas junto aos departamentos que coordenam os sistemas de administra????o (servi??os gerais, moderniza????o administrativa, informa????o e inform??tica e de pessoal) e de demandas dos demais ??rg??os da administra????o p??blica federal, podendo, ainda, atender a necessidades de outras institui????es a partir de programas espec??ficos de desenvolvimento dos ??rg??o p??blicos. A ENAP, hoje mais do que nunca tem papel estrat??gico no processo de valoriza????o e profissionaliza????o dos servidores p??blicos. Tem cumprido ainda importantes fun????es na consolida????o de padr??es de efici??ncia e produtividade e na valoriza????o do m??rito para ingresso e ascens??o no servi??o p??blico...

Federalismo e rela????es intergovernamentais: os cons??rcios p??blicos como instrumento de coopera????o federativa; Federalismo y relaciones intergubernamentales: los consorcios p??blicos como instrumento de cooperaci??n federativa; Federalism and intergovernmental relations: public consortia as instruments of federative cooperation

Cunha, Rosani Evangelista da
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
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Se nos estados federais os mecanismos de coopera????o e coordena????o intergovernamental j?? s??o relevantes, no caso brasileiro eles ganham centralidade ainda maior. A Constitui????o Federal de 1988 agregou complexidade ao desenho federativo brasileiro, reconhecendo o munic??pio como ente federado. Esse processo foi acompanhado por intensa descentraliza????o de pol??ticas p??blicas, pelo fortalecimento do poder local e por mecanismos pouco coordenados de rela????o vertical e horizontal entre os entes federativos. Ao mesmo tempo, a aus??ncia de pol??ticas de desenvolvimento regional acentuou as desigualdades locais e regionais observadas historicamente no pa??s. Diferentes experi??ncias de consorciamento foram levadas a cabo por munic??pios no pa??s e ainda hoje esse ?? um instrumento de larga utiliza????o. De forma diversa, as iniciativas de coopera????o entre estados s??o ainda incipientes. As limita????es institucionais e jur??dicas dos desenhos utilizados pelos munic??pios, no entanto, levaram ?? aprova????o da Emenda Constitucional n?? 19/98, que instituiu os cons??rcios p??blicos e a gest??o associada de servi??os p??blicos.; Si en los Estados federales los mecanismos de cooperaci??n y coordinaci??n intergubernamental ya son relevantes...

F??rum IBAS debate gest??o de escolas de governo, desenvolvimento de dirigentes e presta????o de servi??os ao cidad??o

Escola Nacional de Administra????o P??blica (Brasil)
Fonte: Revista do Servi??o P??blico (RSP); Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Revista do Servi??o P??blico (RSP); Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
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Criado em 2003, em uma reuni??o do G-8 em Evian (Fran??a), o F??rum de Di??logo entre ??ndia, Brasil e ??frica do Sul ??? IBAS vem permitindo a coopera????o trilateral em diversos setores, com foco no desenvolvimento comercial e administrativo. Para compartilhar experi??ncias e boas pr??ticas de gest??o p??blica no eixo Sul-Sul, bem como atividades de forma????o de dirigentes e presta????o de servi??os ao cidad??o, foi realizado, de 15 a 19 de setembro de 2008, na Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP), em Bras??lia, o ???I Semin??rio Pr??ticas Sul-Sul em Gest??o de Escolas de Governo, Desenvolvimento de Dirigentes e Presta????o de Servi??os ao Cidad??o???.; Revista do Servi??o P??blico - RSP, v. 59, n. 3, p. 381-388; Escola de Governo; ISSN Impresso: 0034-9240; ISSN Eletr??nico: 2357-8017; Texto publicado na se????o Reportagem.

O jogo na busca da coopera????o e do racioc??nio l??gico ??? matem??tico

Pinheiro, Maria de F??tima Oliveira; Lopes, Maria Zeni Ramos; Santos, Rute Val??rio dos; Mesquita, V??nia Ferreira; Filha, Vilma Arnaldo
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
PT_BR
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A proposta deste trabalho consiste em identificar comportamentos l??dicos, coopera????o e o racioc??nio l??gico ??? matem??tico por meio da aplica????o de um jogo em duas turmas de 3?? s??rie do Ensino Fundamental em escolas p??blicas do Distrito Federal. Sendo que, foi realizado de acordo com a abordagem qualitativa, em que levou-se em considera????o as falas e a????es dos participantes. Foram observadas atitudes que demonstraram: comportamento l??dico, coopera????o e racioc??nio l??gico ??? matem??tico, levando assim, ao favorecimento de comportamentos positivos tais como: reflex??o, mudan??a de atitudes, di??logo, amizade. Constatando que as atividades l??dicas podem colocar o aluno em diversas situa????es, onde ele pesquisa e experimenta, fazendo com que conhe??a suas habilidades e limita????es, que exer??a o respeito m??tuo e muitos outros desafios que permitir??o viv??ncias capazes de construir conhecimentos e atitudes. O jogo foi um recurso pedag??gico baseado na intera????o coletiva, na criatividade e na ludicidade, visto que o mesmo tem uma grande relev??ncia, tanto no processo de ensino aprendizagem quanto no desenvolvimento f??sico e mental da crian??a.

Jogos cooperativos e jogos competitivos na educa????o f??sica escolar

Silva, Maur??cio Paix??o Ribeiro da
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
PT_BR
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Introdu????o: Os jogos s??o bastante utilizados nas aulas de Educa????o F??sica Escolar pelas suas caracter??sticas de abordar v??rios conte??dos promovendo assim uma boa resposta nas aulas, eles trazem o aprendizado pr??tico e o desenvolvimento motor incluindo caracter??sticas sociais e culturais no ensino e na aprendizagem, podendo assim ser um ??timo elemento para ensinar o respeito, coopera????o, intera????o entre os alunos, trabalho em equipe, preparando os estudantes para a sua vida atrav??s do aspecto l??dico. Objetivo: Comparar os jogos competitivos com os jogos cooperativos relacionando-os com a Educa????o F??sica Escolar seus objetivos e conte??dos, mostrando assim as possibilidades de cada jogo dentro da escola. Material e M??todos: Este estudo ?? uma revis??o bibliogr??fica composto de leitura explorat??ria, seletiva, m??todo anal??tico e leitura interpretativa. Revis??o da Literatura: Os jogos cooperativos e competitivos s??o jogos com caracter??sticas contrarias e que muitas vezes s??o comparados gerando um assunto polemico e que precisam ser melhores abordados para compreens??o das duas propostas dentro da escola. Considera????es Finais Os jogos cooperativos s??o favor??veis com as propostas na Educa????o F??sica Escolar...